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Leonardo Papp[/caption] Um dos marcos na legislação brasileira acaba de completar cinco anos. Trata-se do Novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), que entrou em vigor no dia 25 de maio de 2012, coroando a atuação de diversas entidades ligadas ao setor produtivo, dentre elas a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O consultor da entidade, Leonardo Papp, que atuou no processo de elaboração da minuta de texto da lei, fez uma avaliação dos últimos cinco anos. Confira o que ele pensa a respeito e, ainda, como o Novo Código Florestal Brasileiro pode contribuir com o desenvolvimento das cooperativas do país. - Qual a importância do Novo Código Florestal Brasileiro para o país? Leonardo Papp – Trata-se da legislação que tem a difícil missão de compatibilizar o uso do solo para atividades produtivas (notadamente, para atividades agropecuárias) e a adoção de medidas de proteção da vegetação nativa, ainda existente em propriedades rurais privadas. - De que forma a OCB contribuiu para a aprovação? Leonardo Papp – A OCB participou de todas as etapas do processo legislativo que culminou com a edição do Novo Código Florestal, com o argumento de que a legislação deve ter como direcionamento a busca de desenvolvimento sustentável, em todos os seus aspectos, isto é, proteção ambiental, justiça social e viabilidade econômica. Além disso, mesmo após a entrada em vigor do Novo Código Florestal, a OCB permaneceu acompanhando o assunto. Nesse sentido, ocorreram, por exemplo, iniciativas como a realização de diversas medidas de esclarecimento de entidades estaduais, além da participação nas Ações Indiretas de Inconstitucionalidade, que discutem no STF alguns dispositivos importantes da nova legislação, além do monitoramento de precedentes judiciais em outros Tribunais. - Como o Novo Código Florestal pode contribuir com o desenvolvimento das cooperativas? Leonardo Papp – O Novo Código Florestal introduziu mecanismos jurídicos que não existiam na legislação anterior. É o caso, por exemplo, do tratamento diferenciado conferido às áreas rurais consolidadas (para viabilizar a manutenção de atividades produtivas em áreas já sistematizadas) ou às pequenas propriedades rurais (diante de sua condição social diferenciada), além de previsão de aplicação vigente ao tempo em que ocorreu a ocupação do imóvel (em atendimento à noção de direito adquirido). Como resultado, desde que sejam adequadamente compreendidas e aplicadas, as disposições do Novo Código Florestal têm o potencial de conferir maior segurança jurídica para o desenvolvimento de atividades produtivas e também para a definição das medidas de proteção ambiental. - Após cinco anos, você avalia que há algo que ainda precisa ser alterado/ajustado? Leonardo Papp – Há, ainda, diversos desafios para a implementação do Novo Código Florestal. Entre eles, a necessidade de regulamentação e funcionamento – notadamente, pelos estados – de instrumentos constantes da nova legislação federal, do que são exemplos os Programas de Regularização Ambiental – PRA. Além disso, o Novo Código Florestal abre a possibilidade de instituição de outros mecanismos, como os Pagamentos por Serviços Ambientais, tendentes a distribuir de forma adequada, entre toda a coletividade, os bônus e ônus decorrentes da adoção de medidas de proteção ambiental. Outro desafio atual diz respeito à atuação do Poder Judiciário relativa ao Novo Código Florestal, notadamente diante da tendência de alguns julgados aplicarem de modo restritivo alguns dispositivos da nova legislação, o que pode comprometer o aproveitamento de todo o potencial de instrumentos importantes (como áreas consolidadas ou pequenas propriedades rurais). Além disso, assim como qualquer outra área importante e com diversas opiniões (técnicas, políticas, etc.), a legislação ambiental deve ser compreendida como um processo de constante monitoramento, avaliação e ajustes. Portanto, também é inevitável que, em dado período de tempo, também o Poder Legislativo retome a discussão de pontos atualmente contidos no Novo Código Florestal. fonte: Sistemaocb

Leonardo Papp[/caption] Um dos marcos na legislação brasileira acaba de completar cinco anos. Trata-se do Novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), que entrou em vigor no dia 25 de maio de 2012, coroando a atuação de diversas entidades ligadas ao setor produtivo, dentre elas a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O consultor da entidade, Leonardo Papp, que atuou no processo de elaboração da minuta de texto da lei, fez uma avaliação dos últimos cinco anos. Confira o que ele pensa a respeito e, ainda, como o Novo Código Florestal Brasileiro pode contribuir com o desenvolvimento das cooperativas do país. - Qual a importância do Novo Código Florestal Brasileiro para o país? Leonardo Papp – Trata-se da legislação que tem a difícil missão de compatibilizar o uso do solo para atividades produtivas (notadamente, para atividades agropecuárias) e a adoção de medidas de proteção da vegetação nativa, ainda existente em propriedades rurais privadas. - De que forma a OCB contribuiu para a aprovação? Leonardo Papp – A OCB participou de todas as etapas do processo legislativo que culminou com a edição do Novo Código Florestal, com o argumento de que a legislação deve ter como direcionamento a busca de desenvolvimento sustentável, em todos os seus aspectos, isto é, proteção ambiental, justiça social e viabilidade econômica. Além disso, mesmo após a entrada em vigor do Novo Código Florestal, a OCB permaneceu acompanhando o assunto. Nesse sentido, ocorreram, por exemplo, iniciativas como a realização de diversas medidas de esclarecimento de entidades estaduais, além da participação nas Ações Indiretas de Inconstitucionalidade, que discutem no STF alguns dispositivos importantes da nova legislação, além do monitoramento de precedentes judiciais em outros Tribunais. - Como o Novo Código Florestal pode contribuir com o desenvolvimento das cooperativas? Leonardo Papp – O Novo Código Florestal introduziu mecanismos jurídicos que não existiam na legislação anterior. É o caso, por exemplo, do tratamento diferenciado conferido às áreas rurais consolidadas (para viabilizar a manutenção de atividades produtivas em áreas já sistematizadas) ou às pequenas propriedades rurais (diante de sua condição social diferenciada), além de previsão de aplicação vigente ao tempo em que ocorreu a ocupação do imóvel (em atendimento à noção de direito adquirido). Como resultado, desde que sejam adequadamente compreendidas e aplicadas, as disposições do Novo Código Florestal têm o potencial de conferir maior segurança jurídica para o desenvolvimento de atividades produtivas e também para a definição das medidas de proteção ambiental. - Após cinco anos, você avalia que há algo que ainda precisa ser alterado/ajustado? Leonardo Papp – Há, ainda, diversos desafios para a implementação do Novo Código Florestal. Entre eles, a necessidade de regulamentação e funcionamento – notadamente, pelos estados – de instrumentos constantes da nova legislação federal, do que são exemplos os Programas de Regularização Ambiental – PRA. Além disso, o Novo Código Florestal abre a possibilidade de instituição de outros mecanismos, como os Pagamentos por Serviços Ambientais, tendentes a distribuir de forma adequada, entre toda a coletividade, os bônus e ônus decorrentes da adoção de medidas de proteção ambiental. Outro desafio atual diz respeito à atuação do Poder Judiciário relativa ao Novo Código Florestal, notadamente diante da tendência de alguns julgados aplicarem de modo restritivo alguns dispositivos da nova legislação, o que pode comprometer o aproveitamento de todo o potencial de instrumentos importantes (como áreas consolidadas ou pequenas propriedades rurais). Além disso, assim como qualquer outra área importante e com diversas opiniões (técnicas, políticas, etc.), a legislação ambiental deve ser compreendida como um processo de constante monitoramento, avaliação e ajustes. Portanto, também é inevitável que, em dado período de tempo, também o Poder Legislativo retome a discussão de pontos atualmente contidos no Novo Código Florestal. fonte: Sistemaocb

Fundação Holandesa chega no Amapá para apoiar projetos educacionais e de sustentabilidade O Amapá recebe a visita de um dos integrantes da Fundação Holandesa. A reunião de articulação será realizada nesta quarta-feira, 31, às 15h30, na sede do Sistema OCB Amapá. A organização internacional gerencia e desenvolve programas filantrópicos das entidades de caridade estabelecidas pelos empreendedores familiares da Brenninkmeijer. A fundação baseia-se em uma herança de engajamento de caridade que remonta a Clemens e August Brenninkmeijer, os dois irmãos que fundaram o varejista de roupas C&A em 1841. Eles fornecem a essas entidades subsídios estratégicos, além de uma gama completa de serviços de gerenciamento. Todos os anos, cerca de 2.000 projetos são apoiados em quase 90 países ao redor do mundo. A visita institucional ao Sistema OCB Amapá se dá em virtude do trabalho feito junto as cooperativas na produção de alimentos oriundo das comunidades tradicionais do Estado do Amapá, como açaí, cacau nativo, camu-camu, castanha-do-brasil e seus derivados e a certificação internacional de manejo florestal comunitário desses produtos. No Amapá, a Fundação já fez doação a Rede das Escolas Família Agrícola na ordem de 500 mil euros, e visitaram o projeto da Amazonbai-Cooperativa Agroextrativista dos Produtores de Açaí do Bailique que implantou um fundo onde a cada saca comercializada, 5% do valor é destinado ao financiamento de atividades produtivas da Escola Família que está em fase de constituição. A Fundação constrói relacionamentos e redes com parceiros cujos objetivos e valores são compatíveis com os da entidade. A rede de parceiros inclui organizações religiosas e não religiosas que promovem o respeito pela dignidade humana e pela justiça social. Inspiração Foi a partir desses começos modestos que desenvolveu a cultura de responsabilidade e engajamento. Tão natural quanto era para os fundadores da empresa compartilhar sua sorte com os necessitados, também era natural que eles o fizessem em silêncio. À medida que o negócio crescia e expandiu-se globalmente, as gerações de empresários familiares que se seguiram continuaram e solidificaram a tradição das dádivas de caridade. As atividades filantrópicas são inspiradas pelo Ensino Social Católico. O ensino social católico fornece um conjunto de princípios, que foram elaborados e refinados através do longo diálogo da Igreja com a humanidade. Os princípios são orientados para todas as pessoas de boa vontade, fornecendo conceitos para pensar sobre as realidades sociais do mundo que rodeia a todos e os problemas enfrentados. Serviço Data: 31/05/17 Horário: 15h30 Local: Sistema OCB Amapá Endereço: Rua Tiradentes n°102, esquina com a Avenida Raimundo Álvares da Costa – Centro. Contato: Lílian Guimarães (comunicação Sistema OCB Amapá) – 98124-9681.

Maior rede de assistência médica no país, o Sistema Unimed completa 50 anos de atuação em 2017. Orestes Pullin, que está à frente da presidência do sistema, chama a atenção para os diferenciais do modelo de negócio cooperativo, tanto para os profissionais da área quanto para atendimento à população. Pullin também reforça a importância e necessidade de se conscientizar a sociedade sobre a adoção de hábitos saudáveis e preventivos. Confira outros pontos abordados pelo líder cooperativista: Qual sua opinião sobre o movimento cooperativista brasileiro? O cooperativismo brasileiro tem sido modelo para muitos países e se destaca pela perenidade. Entendemos que neste momento, para uma consolidação ainda maior, seria importante que houvesse mais interação com o governo nas esferas estadual e municipal. O Sistema Unimed, que completa 50 anos em 2017, comprova o sucesso do cooperativismo na saúde, sendo o maior sistema cooperativista de saúde do mundo e a maior rede de assistência médica do Brasil. Hoje, contamos com 114 mil médicos, 114 hospitais próprios e 2.730 hospitais credenciados, além de hospitais-dia, pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários. Em 2016, a receita total do sistema foi de R$ 64 bi. Considerando os próximos anos, quais os principais desafios a serem enfrentados pela saúde suplementar brasileira? O cenário econômico conturbado é um desafio inerente a todos os segmentos do mercado e, portanto, também impacta o setor de saúde suplementar. Outra questão relevante para este segmento é o envelhecimento da população e a ascensão de doenças crônicas e suas complicações. Para a sustentabilidade da cadeia de saúde, seja suplementar ou pública, se faz urgente a conscientização da população sobre a adoção de hábitos saudáveis e preventivos. Com o objetivo de contribuir para um envelhecimento saudável da população e consequente equilíbrio da cadeia de saúde, a Unimed aposta na Atenção Integral à Saúde como caminho para melhorar a qualidade de vida da população por meio de diversas iniciativas. Para os próximos anos, esperamos permanecer com a nossa estratégia de oferecer uma medicina baseada em atenção primária em todo o Brasil. Com esse objetivo, implantamos em 2011 o Comitê de Atenção Integral à Saúde (CAS), para incentivar e auxiliar as operadoras de saúde Unimed na implantação de ações que preconizem a Atenção Primária, integrando prevenção, vigilância, prestação de assistência e reabilitação. Com esta iniciativa, já foi possível identificar melhora no acompanhamento da rotina de saúde de mais de 200 mil pacientes participantes dos programas adotados em mais de 45 Unimeds nos últimos anos. Neste contexto, quais seriam as principais dificuldades para o Sistema Unimed? A Unimed está exposta às mesmas dificuldades enfrentadas pela saúde suplementar como um todo. Por se tratar de um sistema cooperativista, no qual cada cooperativa possui atuação independente, cada localidade pode apresentar seus desafios específicos, como aspectos econômicos, sociais e culturais. Mesmo que timidamente, o Brasil começa a dar sinais de recuperação econômica. Quais são as oportunidades neste momento para o sistema cooperativo de saúde? O sistema cooperativista é resiliente diante de dificuldades econômicas, uma vez que os médicos continuam encontrando nas cooperativas as condições para exercer sua profissão, oferecendo atendimento digno e de qualidade. O cooperativismo brasileiro tem uma excelente reputação internacional e nos países membros do Conselho Administrativo da Aliança Cooperativa Internacional - ACI (International Co-operative Alliance). Vale ressaltar que o Sistema Unimed foi classificado como a 30ª maior cooperativa do mundo, a 1ª em Saúde, na mais recente edição do "World Monitor" da ACI. Como o senhor avalia a atuação do Sistema OCB em prol do desenvolvimento do cooperativismo brasileiro? Entidades como o Sistema OCB são fundamentais para o fortalecimento e a divulgação de princípios e ações do sistema cooperativista brasileiro. A OCB contribui muito para o diálogo das cooperativas e apresentação de questões relevantes para o modelo aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Fonte: somos
cooperativismo

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para debater os cinco anos de aprovação e aplicação do novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012). Para o ex-deputado e ministro Aldo Rebelo, relator do projeto que originou o novo Código Florestal, a legislação representa um grande avanço para o Brasil, pois garante equilíbrio entre meio ambiente e produção rural. Mesmo reconhecendo as conquistas, Rebelo destacou os desafios ainda existentes, como a necessidade de buscar melhor entendimento do Poder Judiciário sobre a vigência do Código. “Corremos o risco de entendimentos equivocados colocarem abaixo tudo aquilo que foi cadastrado ou regularizado”. Segundo o chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo Miranda, o poder público já consegue observar por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), instituído no novo Código Florestal, o fundamental papel dos produtores rurais para a preservação do meio ambiente. “De acordo com nossa base de dados de propriedades rurais cadastradas no CAR, hoje 20,5% do território nacional está com sua vegetação preservada. Hoje, podemos falar que os produtores rurais são aqueles que mais protegem o meio ambiente no país”. Importância do novo Código Florestal Para o consultor ambiental da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Leonardo Papp, uma das grandes conquistas do novo Código Florestal corresponde ao reconhecimento do novo marco regulatório como instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável. “Para nós, a legislação ambiental deve ser sempre vista, sempre, como mecanismo de sustentabilidade. Legislação ambiental só é realmente adequada, portanto, quando é capaz de conciliar proteção ambiental, justiça social e viabilidade econômica”, ressalta Papp. Leonardo Papp destacou que o novo Código Florestal trouxe uma série de instrumentos que não existiam na legislação anterior. “Temos como grandes conquistas, por exemplo, a diferença de tratamento entre pequeno e grande propriedade rural, fundamental para a dimensão social do desenvolvimento sustentável; a diferenciação entre área rural consolidada e não consolidada, importante mecanismo para a vertente econômica do nosso país; e a representação de uma nova relação entre União e Estados, no compartilhamento de medidas de promoção da nova lei”. Contribuições para a regulamentação De acordo com o consultor da OCB, as ações realizadas pela entidade buscaram auxiliar o governo na aplicação da nova legislação. “A partir da publicação da Lei 12.651/2012, a OCB efetuou um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para a sensibilização do produtor rural, com reuniões em vários estados, para a devida efetivação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e demais procedimentos a serem seguidos na nova legislação. A gente se orgulha, de ter participado, em alguma medida, pelo menos, do resultado do CAR. Acreditamos não haver nenhuma experiência neste país que em tão pouco tempo tenha cadastrado tanta gente em um sistema público de monitoramento em tão pouco tempo”. Perspectivas para a maior efetividade ao novo Código Florestal Na visão do Sistema OCB, ainda existem ainda dois grandes desafios de preocupação em relação ao novo Código Florestal: o primeiro corresponde à regulamentação dos instrumentos da nova legislação, como, por exemplo, em relação aos Programas de Regularização Ambiental (PRA) e às Cotas de Reserva Ambiental (CRA), por meio da edição de normais estaduais. Papp também defendeu maior atenção sobre o Programa de Pagamento sobre os Serviços Ambientais. “Estamos absolutamente convencidos de que vai ser muito difícil avançarmos na eficácia de normas ambientais enquanto mantivermos o discurso de que os bônus da proteção do meio ambiente são livremente auferidos por todos, enquanto os ônus da proteção do meio ambiente recaem apenas sobre uma parcela da população, no caso, os produtores rurais”. Desafios para a aplicação da nova Lei Segundo Leonardo Papp, o maior ponto de atenção em relação ao novo Código Florestal diz respeito ao entendimento do Poder Judiciário em relação ao atual diploma legal. “A OCB foi a primeira entidade do setor produtivo que atuou como Amicus Curiae nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) do novo Código Florestal no STF. Desde então, estamos monitorando e tentando trabalhar para que o Judiciário compreenda aquilo que o Congresso Nacional já observou: a necessidade de um acordo nacional em torno da proteção do meio ambiente, com viabilidade econômica e justiça social”. Fonte: sistemaocb
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cooperativismo[/caption] O cooperativismo como uma das principais alternativas soluções para o combate às desigualdades sociais no mundo. Esta é a síntese do texto divulgado na última semana pela Aliança Cooperativa Internacional (e traduzido pelo Sistema OCB), alusivo ao 95º Dia Internacional do Cooperativismo. Em 2017, a data será celebrada no dia 1º de julho, juntamente com o Dia de Cooperar, e terá como slogan: Cooperativas garantem que ninguém fique para trás. O tema foi escolhido pelo Comitê de Promoção e Progresso das Cooperativas (COPAC), constituído pela ACI e a Organização das Nações Unidas (ONU) e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, adotados pela organização. Alinhado com a identidade visual proposta pela ACI, o Sistema OCB traduziu o logotipo alusivo à comemoração, que pode ser baixada, clicando aqui
. Confira, abaixo, a mensagem: 95º Dia do Cooperativismo Internacional 23º Dia Internacional do Cooperativismo das Nações Unidas 1º de julho de 2017 Em uma época em que a desigualdade de renda aumenta no mundo inteiro, é bom lembrar que existem soluções para o problema. E o modelo cooperativista é uma das principais. Seu modelo, princípios e valores acordados internacionalmente o distinguem de todas as outras formas de organizações empresariais. Tais princípios afirmam que a adesão a uma cooperativa é aberta a todas as pessoas que aceitam seus termos, sem discriminação. Essa adesão livre permite o acesso à geração de riqueza e à eliminação da pobreza. Isso é resultado do princípio cooperativista da participação econômica dos membros: “Os membros controlam democraticamente e contribuem de forma equitativa para o capital da sua cooperativa”. Como as cooperativas são voltadas às pessoas, e não ao capital, elas não perpetuam nem aceleram a concentração de capital, mas distribuem a riqueza de forma mais justa. O acesso aberto que as cooperativas oferecem se estende a todos os setores de negócios – facilidades de poupança e crédito, agricultura e pesca, compra de bens e serviços, saúde, habitação, prestação de serviços. Qualquer setor em que o mercado baseado no capital não consegue atender às necessidades das pessoas, que decidem então se organizar sozinhas. Além da estrutura não discriminatória das cooperativas, elas também promovem a igualdade externa, com base em seu sétimo princípio, ‘Interesse pela Comunidade’. Pela sua natureza, as cooperativas estão comprometidas com o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, nos aspectos ambientais, sociais e econômicos. A evidência desse compromisso é vista em todo o mundo, no apoio às atividades comunitárias, na aquisição local de suprimentos para beneficiar a economia local e na tomada de decisões que considera o impacto em suas comunidades. Além do foco na comunidade local, as cooperativas também desejam levar os benefícios do seu modelo econômico e social para todas as pessoas do mundo. A globalização deve ocorrer por meio de um conjunto de valores como os do movimento cooperativista; caso contrário, gera mais desigualdades e excessos que a tornam insustentável, como temos visto. As cooperativas produzem resultados, não como instituições de caridade, mas como organizações empreendedoras e de autogestão, permitindo um crescimento em escala, por meio de estruturas federadas baseadas nas comunidades e oferecendo serviços cada vez mais variados para atender às necessidades dos membros. O Monitor Global de Cooperativas (World Co-operative Monitor, em inglês) relata que as 300 maiores cooperativas representam sozinhas mais de US$ 2,5 trilhões de faturamento anual. Mais de 250 milhões de pessoas organizam seu sustento por meio de uma cooperativa. Isso é geração e distribuição de riqueza de alto impacto. A questão da escalabilidade das cooperativas foi claramente respondida de forma afirmativa há muito tempo. Este impacto é uma das razões pelas quais a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) adicionou recentemente as cooperativas à sua lista de patrimônio cultural intangível da humanidade. A UNESCO criou a lista em 2003 para reconhecer que a experiência humana não é definida apenas por lugares e monumentos tangíveis, mas igualmente por práticas e tradições. Um país-membro deve fazer a nomeação e a Alemanha fez a defesa pelo reconhecimento do cooperativismo, observando que as cooperativas ‘se esforçam por um desenvolvimento mais justo dos processos de globalização’. É importante observar que não é só a desigualdade de renda que assola o mundo. As mulheres em particular e os grupos minoritários muitas vezes se veem impedidos de acessar importantes atividades que são essenciais para melhorar sua situação de vida. A não discriminação definida nos princípios cooperativistas é multidimensional: gênero, social, racial, político e religioso, garantindo que ninguém seja deixado para trás. Neste Dia Internacional do Cooperativismo, a Aliança Cooperativa Internacional convida as cooperativas de todo o mundo a refletir sobre a miséria causada pela crescente desigualdade, a reafirmar o compromisso de garantir a igualdade entre as comunidades e a celebrar a contribuição das cooperativas para tornar o mundo um lugar melhor. A plataforma ‘Coops for 2030’ ( www.coopsfor2030.coop
) oferece a possibilidade de as cooperativas se comprometerem com iniciativas para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e a ACI incentiva todas as cooperativas a assumirem esse compromisso.

cooperativismo[/caption] O cooperativismo como uma das principais alternativas soluções para o combate às desigualdades sociais no mundo. Esta é a síntese do texto divulgado na última semana pela Aliança Cooperativa Internacional (e traduzido pelo Sistema OCB), alusivo ao 95º Dia Internacional do Cooperativismo. Em 2017, a data será celebrada no dia 1º de julho, juntamente com o Dia de Cooperar, e terá como slogan: Cooperativas garantem que ninguém fique para trás. O tema foi escolhido pelo Comitê de Promoção e Progresso das Cooperativas (COPAC), constituído pela ACI e a Organização das Nações Unidas (ONU) e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, adotados pela organização. Alinhado com a identidade visual proposta pela ACI, o Sistema OCB traduziu o logotipo alusivo à comemoração, que pode ser baixada, clicando aqui
. Confira, abaixo, a mensagem: 95º Dia do Cooperativismo Internacional 23º Dia Internacional do Cooperativismo das Nações Unidas 1º de julho de 2017 Em uma época em que a desigualdade de renda aumenta no mundo inteiro, é bom lembrar que existem soluções para o problema. E o modelo cooperativista é uma das principais. Seu modelo, princípios e valores acordados internacionalmente o distinguem de todas as outras formas de organizações empresariais. Tais princípios afirmam que a adesão a uma cooperativa é aberta a todas as pessoas que aceitam seus termos, sem discriminação. Essa adesão livre permite o acesso à geração de riqueza e à eliminação da pobreza. Isso é resultado do princípio cooperativista da participação econômica dos membros: “Os membros controlam democraticamente e contribuem de forma equitativa para o capital da sua cooperativa”. Como as cooperativas são voltadas às pessoas, e não ao capital, elas não perpetuam nem aceleram a concentração de capital, mas distribuem a riqueza de forma mais justa. O acesso aberto que as cooperativas oferecem se estende a todos os setores de negócios – facilidades de poupança e crédito, agricultura e pesca, compra de bens e serviços, saúde, habitação, prestação de serviços. Qualquer setor em que o mercado baseado no capital não consegue atender às necessidades das pessoas, que decidem então se organizar sozinhas. Além da estrutura não discriminatória das cooperativas, elas também promovem a igualdade externa, com base em seu sétimo princípio, ‘Interesse pela Comunidade’. Pela sua natureza, as cooperativas estão comprometidas com o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, nos aspectos ambientais, sociais e econômicos. A evidência desse compromisso é vista em todo o mundo, no apoio às atividades comunitárias, na aquisição local de suprimentos para beneficiar a economia local e na tomada de decisões que considera o impacto em suas comunidades. Além do foco na comunidade local, as cooperativas também desejam levar os benefícios do seu modelo econômico e social para todas as pessoas do mundo. A globalização deve ocorrer por meio de um conjunto de valores como os do movimento cooperativista; caso contrário, gera mais desigualdades e excessos que a tornam insustentável, como temos visto. As cooperativas produzem resultados, não como instituições de caridade, mas como organizações empreendedoras e de autogestão, permitindo um crescimento em escala, por meio de estruturas federadas baseadas nas comunidades e oferecendo serviços cada vez mais variados para atender às necessidades dos membros. O Monitor Global de Cooperativas (World Co-operative Monitor, em inglês) relata que as 300 maiores cooperativas representam sozinhas mais de US$ 2,5 trilhões de faturamento anual. Mais de 250 milhões de pessoas organizam seu sustento por meio de uma cooperativa. Isso é geração e distribuição de riqueza de alto impacto. A questão da escalabilidade das cooperativas foi claramente respondida de forma afirmativa há muito tempo. Este impacto é uma das razões pelas quais a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) adicionou recentemente as cooperativas à sua lista de patrimônio cultural intangível da humanidade. A UNESCO criou a lista em 2003 para reconhecer que a experiência humana não é definida apenas por lugares e monumentos tangíveis, mas igualmente por práticas e tradições. Um país-membro deve fazer a nomeação e a Alemanha fez a defesa pelo reconhecimento do cooperativismo, observando que as cooperativas ‘se esforçam por um desenvolvimento mais justo dos processos de globalização’. É importante observar que não é só a desigualdade de renda que assola o mundo. As mulheres em particular e os grupos minoritários muitas vezes se veem impedidos de acessar importantes atividades que são essenciais para melhorar sua situação de vida. A não discriminação definida nos princípios cooperativistas é multidimensional: gênero, social, racial, político e religioso, garantindo que ninguém seja deixado para trás. Neste Dia Internacional do Cooperativismo, a Aliança Cooperativa Internacional convida as cooperativas de todo o mundo a refletir sobre a miséria causada pela crescente desigualdade, a reafirmar o compromisso de garantir a igualdade entre as comunidades e a celebrar a contribuição das cooperativas para tornar o mundo um lugar melhor. A plataforma ‘Coops for 2030’ ( www.coopsfor2030.coop
) oferece a possibilidade de as cooperativas se comprometerem com iniciativas para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e a ACI incentiva todas as cooperativas a assumirem esse compromisso.

"Precisamos superar o conceito que o Amapá ainda é uma autarquia sustentada pela União, não somos mais território federal, isso é passado. Em nosso presente o Estado não tem como contratar, sequer pagar os atuais servidores, e a população sente o desemprego bater em sua porta”. Este é o caminho que o deputado federal Marcos Reátegui defende para combater a crise e o desemprego no Amapá, afirmando em reunião com representantes de cooperativas do Amapá, na sede da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB/AP), no último sábado, 27 de maio. Presidentes e integrantes de cooperativas solicitaram o encontro, onde apresentaram os avanços e perspectivas do mercado amapaense, que se destaca na produção e industrialização de produtos do meio ambiente regional. “O único caminho é a produção da iniciativa privada, para gerar emprego e receita de impostos, e a OCB é a reunião do povo para formar a maior instituição de produção do Amapá. Como deputado voltado ao empreendedorismo em todas as áreas, estou trabalhando para gerar para a Organização, as melhores condições de desenvolvimento de super-alimentos, a partir do açaí do camu-camu, da produção de proteínas como frango, suínos e peixe”, enfatizou o parlamentar. O deputado, que tem um sólido trabalho em favor do desenvolvimento do setor produtivo e comercial como alternativa para o Amapá, fundamentou para os cooperados suas intenções e compromissos. “Além de emendas para essas e outras atividades produtivas, tenho desenvolvido trabalho em vários ministérios e instituições, a exemplo de Ciência e Tecnologia, das Comunicações, do Turismo, da Pesca, da SEPIR, da FUNASA, da Fundação Palmares, sempre visando ao desenvolvimento sustentável do Amapá e o consequente surgimento de oportunidades de trabalho, aumento de renda e melhoria de vida para o amapaense, que, no seu conjunto, gera o desenvolvimento e o enriquecimento do nosso Amapá".

Durante três dias, lideranças e representantes de agências governamentais para o cooperativismo de 15 países discutiram estratégias para potencializar a participação das cooperativas no cumprimento da Agenda 2030 estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU). O foco do debate realizado em Bangkok estava justamente em como fazer isso utilizando a coleta de dados e pesquisas feitas junto as suas bases cooperativistas. Os participantes compartilharam as boas práticas desenvolvidas em seus países, ressaltando pontos fortes e dificuldades na realização de ações para a promoção dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Foram apresentados exemplos da África do Sul, Argentina, Bangladesh, Botsuana, Brasil, Butão, Camboja, Dominica, Índia, Mongólia, Quênia, São Vicente e Granadinas, Tailândia e Uruguai. As ações promovidas pelo Sistema OCB em todo o Brasil foram apresentadas pela gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Geâne Ferreira, e pelo analista de Relações Institucionais, João Martins. Na programação, o grupo também pôde conhecer o trabalho feito pelas Nações Unidas no incentivo à coleta de dados e na promoção do modelo cooperativista no mundo. Integrantes do escritório da Aliança Cooperativa Internacional para Ásia e Oceania, responsáveis pela organização do workshop, também participaram dos debates. Sobre a ONU Maior organização internacional de direito público, a ONU foi criada em 1945, no período pós-guerra, com o objetivo de assegurar a redução de conflitos internacionais e estimular o desenvolvimento internacional. Sua sede está localizada em Nova Iorque, sendo que a organização conta com escritórios em Bangkok, Genebra, Nairobi, Santiago e Viena. A ONU conta com 17 organizações setoriais que tratam de forma técnica de diversos temas de interesse da integração e cooperação internacional. Sobre a Agenda 2030 Lançada durante a Assembleia Geral da ONU em 2015, a Agenda 2030 é composta pelos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, plano de ação adotado pelos governos dos 193 estados membros para a promoção do desenvolvimento sustentável em todo o planeta. Ciente da capacidade das cooperativas em apoiar e impulsionar a agenda, a ONU tem procurado trabalhar em parceria com os movimentos cooperativistas de forma a complementar as ações realizadas com os governos. Fonte: Sistema OCB

A preocupação com a comunidade é um princípio cooperativista, e cuidar do meio ambiente faz parte do dia a dia das cooperativas brasileiras. Muitas delas desenvolvem ações voltadas à gestão e ao uso sustentável da água e agora têm mais uma oportunidade de divulgar o que fazem para a sociedade. O Prêmio ANA, realizado pela Agência Nacional de Águas, tem justamente esse foco e está com inscrições abertas até a próxima quarta-feira, 31 de maio, com categorias que contemplam iniciativas promovidas por cooperativas. O concurso, que está na 6ª edição, também busca identificar iniciativas que estimulem o combate à poluição e ao desperdício, além de apontar caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para gerações atuais e futuras. As avaliações, comandadas por uma comissão julgadora, serão feitas em duas etapas: entre os dias 7 e 8 de agosto (1ª fase) e de 16 a 20 de outubro (2ª fase). Veja mais informações no regulamento da premiação
e faça sua inscrição do hotsite do Prêmio ANA
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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados realizou, há pouco, audiência pública para debater os cinco anos de aprovação e aplicação do novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012). Estiveram presentes no encontro parlamentares, representantes do Poder Executivo e lideranças do setor produtivo que participaram da construção do texto da nova legislação. Para o ex-deputado e ministro Aldo Rebelo, relator do projeto que originou o novo Código Florestal, a legislação representa um grande avanço para o Brasil, pois garante equilíbrio entre meio ambiente e produção rural. Mesmo reconhecendo as conquistas, Rebelo destacou os desafios ainda existentes, como a necessidade de buscar melhor entendimento do Poder Judiciário sobre a vigência do Código. “Corremos o risco de entendimentos equivocados colocarem abaixo tudo aquilo que foi cadastrado ou regularizado”. Segundo o chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo Miranda, o poder público já consegue observar por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), instituído no novo Código Florestal, o fundamental papel dos produtores rurais para a preservação do meio ambiente. “De acordo com nossa base de dados de propriedades rurais cadastradas no CAR, hoje 20,5% do território nacional está com sua vegetação preservada. Hoje, podemos falar que os produtores rurais são aqueles que mais protegem o meio ambiente no país”. Importância do novo Código Florestal Para o consultor ambiental da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Leonardo Papp, uma das grandes conquistas do novo Código Florestal corresponde ao reconhecimento do novo marco regulatório como instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável. “Para nós, a legislação ambiental deve ser sempre vista, sempre, como mecanismo de sustentabilidade. Legislação ambiental só é realmente adequada, portanto, quando é capaz de conciliar proteção ambiental, justiça social e viabilidade econômica”, ressalta Papp. Leonardo Papp destacou que o novo Código Florestal trouxe uma série de instrumentos que não existiam na legislação anterior. “Temos como grandes conquistas, por exemplo, a diferença de tratamento entre pequeno e grande propriedade rural, fundamental para a dimensão social do desenvolvimento sustentável; a diferenciação entre área rural consolidada e não consolidada, importante mecanismo para a vertente econômica do nosso país; e a representação de uma nova relação entre União e Estados, no compartilhamento de medidas de promoção da nova lei”. Contribuições para a regulamentação De acordo com o consultor da OCB, as ações realizadas pela entidade buscaram auxiliar o governo na aplicação da nova legislação. “A partir da publicação da Lei 12.651/2012, a OCB efetuou um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para a sensibilização do produtor rural, com reuniões em vários estados, para a devida efetivação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e demais procedimentos a serem seguidos na nova legislação. A gente se orgulha, de ter participado, em alguma medida, pelo menos, do resultado do CAR. Acreditamos não haver nenhuma experiência neste país que em tão pouco tempo tenha cadastrado tanta gente em um sistema público de monitoramento em tão pouco tempo”. Perspectivas para a maior efetividade ao novo Código Florestal Na visão do Sistema OCB, ainda existem ainda dois grandes desafios de preocupação em relação ao novo Código Florestal: o primeiro corresponde à regulamentação dos instrumentos da nova legislação, como, por exemplo, em relação aos Programas de Regularização Ambiental (PRA) e às Cotas de Reserva Ambiental (CRA), por meio da edição de normais estaduais. Papp também defendeu maior atenção sobre o Programa de Pagamento sobre os Serviços Ambientais. “Estamos absolutamente convencidos de que vai ser muito difícil avançarmos na eficácia de normas ambientais enquanto mantivermos o discurso de que os bônus da proteção do meio ambiente são livremente auferidos por todos, enquanto os ônus da proteção do meio ambiente recaem apenas sobre uma parcela da população, no caso, os produtores rurais”. Desafios para a aplicação da nova Lei Segundo Leonardo Papp, o maior ponto de atenção em relação ao novo Código Florestal diz respeito ao entendimento do Poder Judiciário em relação ao atual diploma legal. “A OCB foi a primeira entidade do setor produtivo que atuou como Amicus Curiae nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) do novo Código Florestal no STF. Desde então, estamos monitorando e tentando trabalhar para que o Judiciário compreenda aquilo que o Congresso Nacional já observou: a necessidade de um acordo nacional em torno da proteção do meio ambiente, com viabilidade econômica e justiça social”. Fonte: Sistema OCB

A regulamentação da venda de produtos industrializados no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é um dos temas centrais da Medida Provisória (MPV) 759/2016, aprovada ontem (24/5) no plenário da Câmara dos Deputados. A proposta, aprovada na forma do PLV 12/2017
, atende a um importante pleito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), ao prever a possibilidade de contratação de prestação de serviços e de aquisição de insumos pelos agricultores familiares, suas cooperativas e associações, na elaboração de produtos beneficiados, processados e industrializados, adquiridos por meio do PAA. Deste modo, a legislação passa a considerar produção própria dos agricultores familiares não apenas os produtos primários, como leite e milho, mas também produtos in natura processados, beneficiados ou industrializados, desde que sejam resultantes das atividades dos agricultores familiares. Assim, são admitidas a aquisição de insumos e a contratação de prestação de serviços na produção fornecida pelos agricultores, cooperativas e associações ao PAA, inclusive de pessoas físicas e jurídicas não enquadradas como beneficiárias do Programa. As diretrizes a serem observadas nestes casos, serão publicadas posteriormente pelo Grupo Gestor do PAA. CONTINUIDADE DO PROGRAMA A regulamentação dos produtos industrializados no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos possui o objetivo de conferir maior segurança jurídica aos gestores e fornecedores beneficiários da política. Em 2016, a partir de apontamentos da auditoria dos órgãos de controle sobre a operacionalização do PAA, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) decidiu pela suspensão preventiva das compras de produtos industrializados no âmbito do Programa, até que até que esta questão fosse normatizada. A partir de então, a OCB e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) estiveram mobilizadas, por diversas vezes, junto à Casa Civil e a outros órgãos públicos para esclarecer a necessidade do processamento, beneficiamento e industrialização dos produtos da agricultura familiar para agregar valor aos beneficiários consumidores do Programa, bem como para destacar o papel das cooperativas para o ganho de escala e sustentabilidade dos pequenos produtores. TRAMITAÇÃO Após a aprovação na Câmara, a MPV 759/2016 será analisada pelo plenário do Senado Federal, antes de seguir para a sanção presidencial. Caso não seja apreciada pelo Congresso Nacional até o dia 1º de junho de 2017, a matéria perde a eficácia. Fonte: Sistema OCB

Atenção pesquisador! Se o foco de sua pesquisa acadêmica é o movimento cooperativista brasileiro, não perca a oportunidade de inscreve-la na submissão de artigos e trabalhos que poderão ser apresentados durante a 4ª edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O evento é uma realização do Sistema OCB e ocorrerá em Brasília, entre os dias 20 e 22 de novembro deste ano. O encontro terá como tema central: “Desenvolvendo Negócios Inclusivos e Responsáveis: Cooperativas na Teoria, Política e Prática”. De acordo com a organização do evento, o 4º EBPC é um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias, capazes de unir competitividade e desenvolvimento sustentável nas cooperativas. Por isso, o objetivo do encontro é estimular a pesquisa acadêmica que, cada dia mais, tem aproximado as instituições de ensino superior da realidade das cooperativas do país. Se ficou interessado, clique aqui
para acessar todas as informações do EBPC. IMPORTANTE A submissão é gratuita e pode ser feita pelo site do EBPC
até o dia 6 de julho. A comissão organizadora orienta que os pesquisadores leiam com atenção o edital, que norteia todo o processo de apresentação e avaliação dos trabalhos. Vale lembrar, ainda, que as pesquisas precisam estar vinculadas a um dos quatro eixos temáticos abaixo: - Identidade e Educação - Quadro Legal - Governança e Gestão - Capital e Finanças Fonte: somoscooperativismo

Incentivar o negócio cooperativista, ouvir a base e definir novas metas para o cooperativismo brasileiro são as premissas que norteiam o Encontro Preparatório para XIV Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que ocorre durante esta quinta-feira, 18, em Macapá, no Amapá. O encontro conta com a presença do presidente do Sistema OCB Nacional, Márcio Lopes; e dos representantes das OCB`s do Tocantins, Rondônia, Pará, Amazonas, Roraima, Acre e Amapá que é anfitrião do evento. “O cooperativismo tem um papel fundamental neste momento de transformação que o país vive. Precisamos pensar e desenhar o que queremos para o futuro e colocar em prática. Por isso, a união das unidades estaduais é fundamental neste processo de construção coletiva e representatividade”, compartilhou o presidente do Sistema OCB Nacional, Márcio Lopes, na abertura do evento. A mobilização nacional do Cooperativismo contribui diretamente na formatação de um Planejamento Estratégico que norteará as discussões do XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que tem previsão de ocorrer entre os meses de junho e setembro de 2018. “Precisamos ampliar as discussões sobre os desafios enfrentados pelas cooperativas brasileiras, debater o papel do Sistema no novo momento político e econômico do Brasil. Alinhar nossa condução enquanto presidentes nas unidades estaduais, e, acima de tudo, fortalecer quem está na ponta do cooperativismo”, destacou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza. Cooperativismo Mais que um modelo de negócios, o cooperativismo é uma filosofia de vida que busca transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. Um caminho que mostra que é possível unir desenvolvimento econômico e desenvolvimento social, produtividade e sustentabilidade, o individual e o coletivo. No Amapá existem 90 cooperativas ativas, e mais de 100 que aguardam e buscam orientações para serem legalizadas. O Estado possui potencial florestal e experiência para vender produtos com qualidade e competição no mercado com modelos orgânicos e com selo comercial para competir com o mercado nacional. Hoje, o estado já conta com uma cooperativa que está importando cacau, outras que já estão exportando açaí com manejo sustentável e castanha do Brasil. [gallery columns="1" size="medium" ids="879,880,881,882" orderby="rand"] Lílian Guimarães Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

Acontece nesta quinta-feira, 18, às 9h, o Encontro Preparatório para XIV Congresso Brasileiro do Cooperativismo. O evento ocorrerá na sede do Sistema OCB Amapá e contará com a participação de representantes dos estados do Tocantins, Rondônia, Pará, Amazonas, Roraima, Acre e do Sistema Nacional OCB (Brasília). O encontro tem função de incentivar o negócio cooperativista, ouvir a base e definir novas metas para o cooperativismo brasileiro, pensando na formatação do Planejamento Estratégico que deve ser apresentado no XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo. O Sistema OCB Nacional enxerga 2017, um ano oportuno, para ampliar as discussões sobre os desafios enfrentados pelas cooperativas brasileiras, debatendo o papel do Sistema no novo momento político e econômico do Brasil. As Unidades Estaduais do Sistema OCB são peça-chave nesse processo, com a mobilização nacional, construção coletiva e representatividade. Cooperativismo no Amapá No Amapá existem 90 cooperativas ativas, e mais de 100 que aguardam e buscam orientações para serem legalizadas. O Estado possui potencial florestal e experiência para vender produtos com qualidade e competição no mercado com modelos orgânicos e com selo comercial para competir com o mercado nacional. Hoje, o estado já conta com uma cooperativa que está importando cacau, outras que já estão exportando açaí com manejo sustentável e castanha do Brasil. Lílian Guimarães Comunicação OCB-AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

Os estados de Tocantins, Rondônia, Pará, Amazonas, Roraima, Acre e Amapá estão representados na Assembleia Geral Ordinária da Federação dos Sindicatos e Organizações das Cooperativas da Região Norte – FECOOP NORTE, que acontece no decorrer desta quinta-feira, 17, na sede do Sistema OCB Amapá. A pauta do encontro contará com a Apresentação do Relatório Anual de Atividades, Demonstrações Financeiras e Prestação de Contas da Diretoria referentes ao ano de 2016; o Plano de Atividades a serem desenvolvidas em 2017; a Proposta Orçamentária para o exercício 2017; o Calendário das atividades da FECOOP Norte; entre outras demandas. O presidente da FECOOP NORTE e do Sistema OCB do Amazonas, José Merched Chaar, destacou que a realização da Assembleia no Amapá se torna mais uma oportunidade de integração, e principalmente, de alinhamento das questões de interesse comum. “É a oportunidade que temos para realizar nosso planejamento e um momento que podemos reencontrar todos os integrantes da nossa força cooperativista. Temos certeza que essa Assembleia será muito proveitosa”, destacou Merched. O vice-presidente da FECOOP NORTE, Rogério Alcântara, compartilhou que ter a presença de todos os estados que compõem a Federação dos Sindicatos é um marco para o Amapá. “O cooperativismo em nosso estado é pujante, e poder receber nossos companheiros fortalece nosso trabalho e impulsiona a missão de fazer cada vez mais e melhor”. Participam da Assembleia o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza; a Superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa; o vice-presidente da FECOOP NORTE, Rogério Alcântara; o conselheiro do Sistema OCB Amapá, Edyr Pacheco; o presidente do Sistema OCB do Pará, Ernandes Raiol; o superintendente do Sistema OCB do Pará, Jorge Moura; a superintendente do Sistema OCB de Roraima, Jucélia Rodrigues; o presidente da FECOOP NORTE e do Sistema OCB do Amazonas, José Merched Chaar; superintendente do Sistema OCB do Amazonas, Adriano Trentrin ; o presidente do Sistema OCB de Rondônia, Salatiel Rodrigues; o superintendente do Sistema OCB de Rondônia, Uiliame Ramos; o contador do Sistema OCB do Amazonas, Gleyson Cavalcante; o membro da diretoria do Sistema OCB, Petrúcio Magalhães; e o Analista da Representação Sindical do CNCOOP, Bruno Vasconcelos. Os representantes dos estados que compõem a Amazônia Legal também integrarão o Encontro Preparatório para o XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá na próxima quinta-feira, 18, na sede do Sistema OCB Amapá. [wppa type="thumbs" album="12"]Any comment[/wppa] Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96) 98124-9681

A Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas - Gescoop, iniciou na manhã desta sexta-feira, 12, na sede do Sistema OCB Amapá. A iniciativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e contará com seis módulos. Na programação deste primeiro módulo do Gescoop que ocorrerá no decorrer dos dias 12 e 13, contará com abordagens sobre os Paradigmas e Resistências às Mudanças; O Novo Cenário Econômico Brasileiro e Mundial; Responsabilidade, Atribuições e Competência dos Gestores; Liderança, entre outros temas. A Formação é promovida pelo consultor Fabiano Oliveira. “As cooperativas que demandam as áreas e executamos. Primamos pela excelência da gestão trabalhando sempre em parceria com os cooperados”, explicou o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza. A superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa, destacou que as formações tem atuado de forma diferenciada contribuindo diretamente com o desenvolvimento das cooperativas. “O retorno é muito positivo, pois a formação é um grande estimulo para profissionalização e os avanços são notórios”, compartilhou Patrícia. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação e Marketing (96)98124-9681

Civismo e cooperativismo marcaram a cerimônia de entrega das revistinhas do Programa Cooperjovem na manhã desta quarta-feira, 10, na Escola Estadual José Bonifácio, no Quilombo do Curiaú. A iniciativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) em parceria com o Instituto Sicoob. Participaram da cerimônia o presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza; a Superitendente do Sescoop Amapá, Patrícia Sousa; o representante do Sicoob, Edyr Pacheco; a conselheira Dra. Conceição Capiberibe; a instrutora do Cooperjovem no Amapá, Neuma Simões; e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira. Empolgados, os estudantes além de demonstrarem o verdadeiro sentido de cooperação, foram extremamente participativos. O Cooperjovem envolve cerca 700 estudantes e pelo menos 46 professores em três escolas, dívidas em dois municípios do Amapá. "Participar deste programa é extremamente gratificante. Uma iniciativa como está resgata os valores que são essenciais na comunidade", agradeceu a professora Socorro Silva. O representante do Sicoob, Edyr Pacheco, aproveitou para registrar a importância do civismo na vida escolar. "Este evento resgata o cooperativismo e o civismo. É muito bom participar de momentos como este, que nos mostra que nossos valores permanecem vivos". A instrutora do Cooperjovem no Amapá, Neuma Simões, ressaltou que a escola tem sido uma das principais formas de disseminar a cultura cooperativista em uma comunidade. "Trabalhamos com o fomento diário da educação para cooperação, e essas revistinhas do Cooperjovem trazem de maneira lúdica e descontraída historinhas que envolvem os estudantes e ajudam na absorção da mensagem". O presidente do Sistema OCB Amapá, Gilcimar Pureza, compartilhou que a integração entre professor e aluno por meio do Cooperjovem, tem um poder incrível que é a disseminação do ato de cooperar. "É uma ferramenta poderosa, pois cada aluno irá levar o conhecimento para sua casa, e compartilhar com os pais e familiares. E esses, também serão agentes transformadores. Temos um verdadeiro ciclo do bem". O evento também foi marcado pela apresentação da Banda do Exército Brasileiro, com resgate da cerimônia da Bandeira. Além das apresentações culturais de marabaixo. Cooperjovem O Cooperjovem insere uma proposta educacional, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir dos princípios, valores e da prática da cooperação que embasam a doutrina do cooperativismo. Os reflexos positivos são evidentes para a sociedade: resolução de problemáticas pontuais dentro das escolas, estímulo à formação profissional, cooperação, voluntariado e solidariedade; capacitação de professores; fortalecimento da cultura do cooperativismo; alternativa para inserção do jovem no mercado de trabalho; e estímulo à formação. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681
Professores da Escola Estadual do Igarapé da Fortaleza participaram na manhã desta terça-feira, 09, do V módulo do Projeto Cooperjovem, que visa a construção do projeto educacional cooperativo. O projeto é uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).
A capacitação é fundamental na qual o professor se torna o grande disseminador junto aos alunos, facilitando a integração e criando um clima de confiança, respeito e cooperação, ou seja, a escola se torna uma extensão da família.
Durante o V módulo o educadores também analisaram os questionários que foram aplicados na comunidade escolar que serão base para construção do Projeto Educacional Cooperativo.
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Lílian Guimarães
Comunicação OCB/AP
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96) 98124-9681

Estudantes que participam do Cooperjovem receberão nesta quarta-feira, 10, às 9h, na Escola Estadual José Bonifácio, no Quilombo do Curiaú, as revistinhas do Programa que é uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). A escola tem sido uma das principais formas de disseminar a cultura cooperativa em uma comunidade, fomentando a educação para cooperação. E a revistinha do Cooperjovem traz de maneira lúdica e descontraída historinhas que envolvem os estudantes e ajudam na absorção da mensagem principal – cooperar. Cerca de 700 alunos das Escolas Estaduais José Bonifácio e Igarapé da Fortaleza, além do Projeto Especial Santa Clara integram o Cooperjovem no Amapá. Ao todo, 46 professores estão envolvidos no Projeto, que hoje, está no seu quinto módulo, com a construção do projeto educacional cooperativo. A capacitação é fundamental pois serve como diagnóstico de identificação da problemática de cada escola. O professor se torna o grande disseminador. O estabelecimento do diálogo entre educador e educando facilita a integração e cria um clima de confiança, respeito e cooperação, ou seja, a escola se torna uma extensão da família. O Cooperjovem insere uma proposta educacional, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir dos princípios, valores e da prática da cooperação que embasam a doutrina do cooperativismo. Os reflexos positivos são evidentes para a sociedade: resolução de problemáticas pontuais dentro das escolas, estímulo à formação profissional, cooperação, voluntariado e solidariedade; capacitação de professores; fortalecimento da cultura do cooperativismo; alternativa para inserção do jovem no mercado de trabalho; e estímulo à formação. Lílian Guimarães Comunicação OCB/AP Jornalista e RP Especialista em Comunicação Santa Mídia Comunicação (96)98124-9681

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio do Sistema OCB, realizam a quarta edição do Prêmio ABDE-BID de Artigos 2017
, com a intenção de estimular a reflexão sobre os rumos do desenvolvimento do país e o papel do fomento no desempenho da economia brasileira. Neste ano, a premiação é voltada a vários segmentos da sociedade, tais como universidades (graduação, pós-graduação e acadêmicos), institutos de pesquisa, instituições financeiras associadas à ABDE e demais interessados e especialistas dedicados aos temas do desenvolvimento e do fomento. INSCRIÇÕES As inscrições para o Prêmio ABDE-BID já estão abertas e podem ser feitas até o dia 24 de julho. CONHEÇA AS CATEGORIAS DO PRÊMIO ABDE-BID Desenvolvimento em debate Os artigos deverão utilizar abordagens macro e ou microeconômicas, do desenvolvimento de instrumentos financeiros com enfoque nos seguintes assuntos: - Modelos públicos, privados e/ou do papel do mercado de capitais para o financiamento ao investimento; - Inter-relação entre o financiamento de longo prazo e o desenvolvimento econômico; - Processo de planejamento para o desenvolvimento; - Natureza institucional do sistema financeiro; - Teorias de desenvolvimento de longo prazo. Financiamento Verde Os artigos deverão abordar ideias inovadoras para o financiamento verde, analisando gargalos e propostas para ampliar o financiamento sustentável ambiental, florestal e climático (adaptação e mitigação), tais quais – potencial uso e aplicação de green bonds, eficiência energética e energias renováveis, cadeia florestal e finanças ambientais, utilização das Fintechs para área ambiental, mecanismos de financiamento, mercados de capitais, seguros, garantias, entre outros. Sistema OCB: Desenvolvimento e Cooperativismo de Crédito Os artigos deverão abordar a relação entre o cooperativismo de crédito e o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, estratégias de colaboração financeira para o desenvolvimento regional, estratégias colaborativas e novos instrumentos de fintech. O artigo poderá ser escrito por autores individuais ou em grupo. O vencedor em cada uma das três categorias receberá prêmio de R$ 8 mil e será publicado em livro. O segundo colocado receberá prêmio de R$ 4 mil e também terá o trabalho publicado em livro. EPBC Um dos pré-requisitos da participação do autor de trabalho nesta categoria é que o trabalho esteja inscrito no 4º Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBPC 2017)
, promovido pelo Sistema OCB. Para este evento, o período de submissão dos trabalhos a serem apresentados começa na semana que vem (clique aqui
). SAIBA MAIS A divulgação dos vencedores do Prêmio ABDE-BID 2017 será feita em 18 de setembro, com entrega do prêmio em 13 de dezembro, no Fórum do Desenvolvimento. Os interessados em obter mais informações devem enviar e-mail para:
Associações e cooperativas de agricultores familiares podem participar da seleção para executar os serviços de preparo de área mecanizada e a aquisição de insumos agrícolas de fundação, cobertura e instalação de unidades técnicas previstas no Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI) safra 2016/2017. O Edital de Chamamento Público é coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR).
Serão selecionados 20 entidades até o mês de outubro deste ano. Os recursos destinados a este Chamamento Público são da ordem de R$ 4 milhões previstos no Fundo de Desenvolvimento Rural. A intenção é promover o fortalecimento da agricultura familiar do Estado e o desenvolvimento rural, através da introdução de tecnologias pautadas na sustentabilidade social, econômica e ambiental.
Os interessados em participar do certame devem encaminhar envelope via SEDEX para prédio da SDR (Avenida FAB, nº 085, Centro, CEP 68900-073), com ofício de solicitação de celebração de Parceria do Termo de Colaboração, o relatório de atividades realizadas pela entidade nos últimos dois anos, declaração da existência de parcerias firmadas nos últimos dois anos, se houver. Também deverão ser respeitados critérios como comprovação de, no mínimo, dois anos de existência, com cadastro ativo, comprovados por meio de documentação emitida pela Secretaria da Receita Federal. Outros documentos, como cópia autenticada dos documentos pessoais, também devem ser entregues, juntamente com certidões negativas de débito e regularidade fiscal.
Segundo o coordenador de Desenvolvimento Rural da SDR, Antônio Colares, a seleção das entidades será dividida em duas etapas. A primeira será habilitação jurídica e fiscal, onde a comissão analisará os documentos solicitados, e a segunda fase será analisada a partir de critérios técnicos, onde será apresentado um plano de trabalho e a comissão irá analisar se está de acordo com as especificações da Chamada Pública.
“Tivemos que limitar para 20 o número de entidades, para o melhor controle e acompanhamento dos participantes. Até o momento temos apenas 13 entidades inscritas e aptas para participarem da segunda fase”, disse Colares.
Confira o edital aqui.Fonte: amapa.gov.br