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Ocorre nesta terça e quarta-feira, dias 21 e 22 de setembro, a edição 2021 do Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (ENMCOOP).
Assim como em 2020, a programação terá palestras e painéis virtuais sobre temas envolvendo a vida profissional e pessoal de 20 mil participantes de mais de 10 países. Por isto, a OCB Amapá convida as empreendedoras e cooperadas do Amapá a participar deste importante evento.
O ENMCOOP será realizado de forma totalmente virtual. Podem participar do evento mulheres e homens que atuam nos diversos segmentos do agro, como em fazendas, cooperativas, indústrias, órgãos de pesquisa, dentre outros. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI (gpoconecta.com.br/enmcoop).
Programação
Este ano, o evento online terá temas como o cenário político e econômico para o agronegócio brasileiro pós-pandemia, mercado financeiro e commodities, gestão 5.0, alta performance no campo, contribuições dos jovens ao agro do presente e do futuro, sucessão familiar, empreendedorismo e agricultura digital.


Na abertura, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, abordará o tema “A importância da consolidação da imagem do agro brasileiro para o mundo”.
Nomes conhecidos entre as mulheres do agro, como a presidente da Bayer, Malu Nachreiner, a presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, a especialista em sucessão familiar, Mariely Biff, a advogada especialista em agro, Ticiane Figueiredo, e a palestrante, Dani Amaral, que inspira pessoas e empresas a saírem mais fortes das dificuldades, também farão parte da programação.
Outro ponto de destaque será a palestra motivacional de Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete e ídolo nacional. Outra celebridade é o padre Fábio de Melo, que retorna para uma das palestras mais esperadas: “Transformando sua Mente”.
A OCB Amapá abriu as portas da sua sede, nesta sexta-feira (17), para receber o Colegiado da Junta Comercial do Amapá (Jucap) e sediar a 2a Reunião Extraordinária da instituição no exercício 2021. Foi a primeira vez que a sessão foi realizada na casa do Cooperativismo amapaense.
A reunião também marcou a despedida do Colegiado do Quadriênio 2017/2021, que será recomposto na próxima semana em solenidade de posse de novos diretores e vogais.
Na ocasião, a presidente executiva da OCB-AP, Maria Nascimento, apresentou um pouco do funcionamento do Sistema de Cooperativas e agradeceu pelos últimos 4 anos de atenção que os diretores e vogais deram para o avanço dos processos e abertura de novas Cooperativas no Amapá.
"O assento que hoje ocupamos na Jucap é fundamental para o desenvolvimento do cooperativismo no Amapá. Os processos das cooperativas são diferentes de processos de empresas e outras entidades privadas. Então, pro Cooperativismo ter um representante com conhecimento técnico dos ritos previstos na lei das cooperativas é um auxílio muito grande para o setor. Estamos muito confiantes nessa integração. E a casa do Cooperativismo do Amapá está sempre de portas abertas para a Jucap e essa parceria que só trará benefícios para o Amapá e sua economia", ponderou Nascimento.
Ela ocupou um dos 17 assentos do Colegiado de Vogais da Junta Comercial do quadriênio que se encerrou. E na posse da próxima semana será reconduzida à cadeira para o próximo quadriênio, 2021/2025, tendo como suplente o superintende da OCB, Michel Araújo.
Na ordem dos trabalhos, ocorreu a aprovação das Atas da 1ª Reunião Ordinária de 2021, realizada em 25 de junho, e da 2ª Reunião Ordinária de 2021, realizada em 26 de agosto.
A sessão também marcou a associação da Jucap à Federação Nacional das Juntas Comerciais (FENAJU).
O presidente da Jucap, Helder Santana, que representa o Governo do Amapá no Colegiado e que prosseguirá à frente do órgão pelos próximos 4 anos, frisou que os diretores e vogais terão um árduo trabalho em razão da retomada cada vez maior das atividades econômicas em face ao recuo da pandemia. Por isso, a equipe tem que estar tecnicamente preparada para um crescimento da demanda, sobretudo processos de abertura e novas empresas e cooperativas.
"Quero também parabenizar a cada um daqueles vogais que contribuíram para a modernização da casa nesse quadriênio. E aos que estarão conosco nos próximos 4 anos, sejam bem vindos, temos uma missão desafiadora pela frente", declarou o presidente da Jucap.
Ao final os vogais receberam um kit com produtos das cooperativas do Amapá.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado.
O colegiado é formado ainda por representantes da Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia); Federação do Comércio do Estado do Amapá (Fecomércio-AP); Federação das Indústrias do Amapá (Fieap); Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amapá; Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá; Conselho Regional de Economia do Amapá; Conselho Regional de Contabilidade do Amapá; Conselho Regional de Administração do Amapá; Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amapá (OAB-AP); e do Governo do Estado do Amapá.








O Sistema OCB Amapá está incentivando as cooperativas do ramo Agro que trabalham com a agricultura familiar a participar do edital do projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor.
As inscrições estão abertas até o dia 5 de outubro e podem ser feitas por meio do formulário online NESTE LINK
. Para ver o edital completo CLIQUE AQUI
.
O edital também abre espaço para entidades do Acre, Amazonas e Pará. Os empreendimentos selecionados pelo edital poderão contar com aportes, serviços e ferramentas para identificação de demandas em áreas específicas de gestão do empreendimento coletivo, como também para a construção e execução de um plano de ação e qualificação de processos de planejamento, entre outros serviços.
O projeto é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.
Poderão participar do processo de seleção cooperativas e associações da agricultura familiar, localizadas em um dos estados de atuação do projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor (Acre, Amapá, Amazonas e Pará), nas cadeias de valor do cacau, do açaí, da castanha-do-brasil e do pirarucu de manejo, e bem como de outros produtos da sociobiodiversidade amazônica.
O edital prevê, ainda, ações de promoção à articulação, negociação, integração e pactuação do empreendimento com outras organizações da agricultura familiar, da sociedade civil e de governos, para participação em programas de compras institucionais de alimentos, mercados privados e diferenciados, como também com o setor privado, para estabelecer e melhorar relações comerciais e formalizar parcerias.
A OCB Amapá está nos preparativos finais da segunda etapa do Programa de Desenvolvimento e Fomento da Cooperativas do Seguimento Mineral. A programação está sendo concluída e em breve as datas das atividades serão divulgadas no site e canais da OCB com as entidades.
O projeto é uma iniciativa do Sistema OCB Amapá, que tem a finalidade de implantar gestão de excelência nas Cooperativas MINACOOP, VERDE MINAS, COOGAL, COOEMAP, COOPGAVIN E COOMING.
As cooperativas contempladas estão nas localidades de Oiapoque, Calçoene no Distrito de Lorenço, Porto Grande na Comunidade do Vila Nova e Pedra Branca do Amaparí, na Comunidade São Domingos.
De 22 a 27 de agosto aconteceu a primeira etapa do programa, que teve como finalidade fazer levantamento de imagens e sonora de depoimentos e entrevista de dirigentes, diretores, cooperados e colaboradores das cooperativas inseridas no projeto.
A coleta de material foi realizada pelo jornalista e produtor audiovisual Disney Nascimento de Paula, contratado pelo Centro de Apoio da Mineração Sustentável (Camisbra), empresa responsável pela execução do projeto.
O corpo técnico da OCB Amapá acompanha o andamento do programa em cada fase. Por isto, a primeira etapa contou com o suporte do técnico de operações, Marildo Souto, e da analista de cooperativismo, Marcela Pinheiro, ambos do Sescoop Amapá, além do direcionamento do Conselheiro da OCB-AP, Gilcimar Pureza.






O Sistema OCB Amapá fechou uma parceria com o Centro Universitário Cidade Verde (UniFCV) para implantação do Curso Superior de Gestão de Cooperativas.
A redação final do convênio entre o sistema e a instituição educacional superior está sendo concluída e a parceria que vai proporcionar a graduação no segmento cooperativista será formalizada em breve.
O objetivo da parceria é ofertar facilidade aos cooperados, filhos e colaboradores das cooperativas regulares com o sistema OCB Amapá.
O projeto está sendo tratado pela equipe técnica da OCB, sob a supervisão da presidente Maria Nascimento, e com o professor Marcos Antônio, responsável pela UniFCV.
“É uma honra poder trazer essa notícia tão boa para o nosso setor cooperativista do Amapá. Esse curso vai ajudar a solidificar e fortalecer ainda mais este setor econômico que tanto contribui com a economia do estado”, avalia a presidente da OCB Amapá.
Cooperativas amapaenses dos ramos de produção e trabalho, saúde, agropecuário e transporte aderiram ao Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) 2021. A ferramenta é voltada para autogestão, com a adoção de boas práticas administrativas e de governança.
O programa foi desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade, consoante ao modelo MEG (Modelo de Excelência de Gestão), em parceria com o Sistema Cooperativo Nacional e administrado pelo Sescoop Nacional e suas unidades estaduais.
No Amapá, nove cooperativas se inscreveram na plataforma digital, através do preenchimento dos seus dados. Contudo, apenas duas delas concluíram todas as etapas do questionário. Vale lembrar que essa ferramenta apresenta um diagnóstico final que servirá de base de melhoria de gestão para as cooperativas. Mas, para isto, todas as etapas têm que ser completadas.
“O prazo para finalização das resposta é dezembro, mas precisamos que as nossas cooperativas do Estado, que se habilitem e concluam a participação o quanto antes. Dessa forma, teremos um raio x dos pontos fortes, mas principalmente, dos pontos que precisam melhorar dentro da gestão da cooperativa”, explicou a analista em Cooperativismo e Monitoramento da OCB-AP, Marcela Silva.
Segundo ela, aos dirigentes podem entrar em contato com a OCB e será agendado um momento para auxílio do preenchimento de todas as fases do questionário.
Entre as principais novidades do PDGC 2021 está a integração com outras plataformas do Sistema OCB. O sistema também dá acesso a outro serviço do Sescoop, o Diagnóstico Assistido, que dá orientação sobre práticas e evidências que os responsáveis pelo processo na cooperativa precisam saber.






Foi em uma das maiores vitrines do setor produtivo da América Latina que o cooperativismo do Amapá mostrou mais uma vez a sua força e a qualidade dos seus produtos. Com apoio da OCB Amapá, as Cooperativas Cooperflora, Bio+Açaí e Agroporto levaram uma amostra do seu potencial até o Parque de Exposições Assis Brasil, no município de Esteio, no Rio Grande do Sul, onde participaram e tiveram oportunidades negócios na 44ª Expointer. O evento ocorreu de 4 a 12 de setembro.
O ponto alto da programação para as representantes amapaenses foi a certificação dos produtos da Bio+ Açaí e Agroporto com o Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf), classificação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para identificar aos consumidores um alto padrão de qualidade.
O Senaf traz um QR Code às embalagens, que direciona automaticamente para uma página web com informações sobre o produto, como estado de origem, valor nutricional e o contato do produtor familiar. Basta que o consumidor aponte a câmera do celular para o código.
A presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que a certificação potencializa a produção familiar e aproxima os produtos do consumidor final. Ela também evidenciou que o objetivo principal era aumentar a visibilidade da produção.
No Pavilhão da Agricultura Familiar, a Cooperflora, a Bio+Açaí e a Agroporto puderam apresentar seus produtos para cerca de 15 mil visitantes por dia, segundo a organização do evento. Contudo, também houve 56 mil visualizações na plataforma online da feira, de 25 países.
“É uma grande vitrine e essas cooperativas se organizaram com o auxílio e apoio da OCB para participar dessa grande oportunidade. Mais do que as vendas dos produtos que foram levados, o importante foi a visibilidade aos produtos, que proporcionam contatos e negócios a seguir”, resumiu a presidente.
Entre os 228 expositores de Minas Gerais, Rio de Janeiro e dos anfitriões do Rio Grande do Sul, que estiveram presentes nesta edição do evento, as três agroindústrias do Amapá se destacaram.
O presidente da Bio+Açaí, Edilson Rocha, presente pela segunda vez na Expointer, foi com objetivo de expandir a marca da polpa e do sorvete de açaí orgânico. E conseguiu. Ele fechou com um representante do RS, aumentando seu leve de comércio nacional, que já continha, além do próprio Amapá, os estados de São Paulo e Santa Catarina.
A 44ª Expointer destacou-se pelo rígido e responsável protocolo de prevenção e proteção à saúde individual e coletiva contra o covid-19, um modelo sanitário com todos os cuidados possíveis com intuito de prevenir contágios mesmo com público presencial.



Membros da Cooperativa de Trabalho e Artefatos Naturais do Rio das Castanhas (COOPNHARIN), sediada no sul do Estado do Amapá, elegeram e empossaram a nova gestão que comandará a entidade pelos próximos dois anos.
A Assembleia Geral Extraordinária que definiu os cooperados Daniel Ribeiro de Lima como presidente, Rodrigo de Souza Santa como vice-presidente, e Gabriela Nunes Corrêa como secretária, ocorreu no último dia 5 de setembro, na cidade de Vitória do Jarí.
A Assembleia foi instalada e coordenada pelo Comitê Especial Provisório que conduziu os trabalhos pautados. A analista em Cooperativismo e Monitoramento do Sistema OCB Amapá, Marcela Silva, e o técnico em Projetos Sociais da Fundação Jari, Arnaldo Barbosa dos Santos, ajudaram a organizar os trabalhos.
Na mesma assembleia, os cooperados escolheram, também, os membros do Conselho Fiscal para o próximo ano, e analisaram e aprovaram a Prestação de Contas dos exercícios 2018, 2019 e 2020. Eles também fortaleceram a COOPNHARIN com a admissão de novos cooperados.
“A COOPNHARIN deu um grande passo, principalmente depois desse período crítico da pandemia, demonstrando organização ao fazer a sua prestação de contas e preparar terreno para os próximos dois anos da Diretoria e Conselho Fiscal eleitos e empossados. Essa organização deixa a instituição mais forte e a OCB auxilia tecnicamente esse processo para que as cooperativas estejam cada vez mais prontas, com a casa arrumada, para avançar, crescer e contribuir para o desenvolvimento econômico do Estado”, avaliou a presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento.
Fundada em 2005, a Cooperativa de Trabalho e Artefatos Naturais do Rio das Castanhas é especialista na produção e design de móveis, brinquedos e utensílios como fruteiras, pisos, portas e outros produtos com madeira certificada. Atende à encomendas internas e do mercado internacional


O Sistema OCB Amapá deu início a um estudo científico que vai investigar e determinar as causas dos entraves ao desenvolvimento de cooperativas do ramo agro no estado e propor soluções estratégicas de gestão, planejamento e acesso a mercados.
Para isto, a pesquisa vai traçar um perfil socioeconômico de todas as 31 cooperativas do ramo agro no Estado, identificando as atividades econômicas praticadas pelos empreendimentos, analisando o modelo de gestão e estratégias produtivas, e encontrando os fatores que limitam o acesso dessas cooperativas ao mercado para escoarem seus produtos.
O estudo, feito pela OCB Amapá em parceria com Cooperativa de Profissionais de Assistência Técnica e Administração Urbana e Rural do Estado do Amapá (Plastec) e o Instituto de Pesquisas Científicas do Amapá (Iepa), foi apresentado e começou a ser aplicado nesta quarta-feira (1), durante encontro que reuniu a diretoria do sistema e diretores das entidades alvo do estudo.
O evento ocorreu em formato híbrido, ou seja, parte presencial e parte virtual, e respeitou todos os protocolos sanitários de prevenção à covid-19.
A apresentação dos objetivos, métodos e outras especificidades da pesquisa foram apresentados pelo presidente da cooperativa, José Maria Vaz, e pelo pesquisador do Iepa, João da Luz Freitas.
A presidente executiva da OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que, apesar de contribuírem significativamente com a produção de alimentos, geração de emprego e renda e divisas para o Estado, as cooperativas do ramo Agro enfrentam dificuldades, especialmente após três intensas ondas de pandemia que paralisaram o mercado. Por isto, é necessário rever o modelo de gestão e planejamento atual.
Atualmente 67,75% das agrocooperativas do Amapá estão em situação de inadimplência com o Sistema de Cooperativismo local. Segundo levantamento da OCB, das 31 cooperativas do segmento, apenas 10 estão adimplentes.
“Em consequência de diversos fatores, que serão identificados neste estudo, as cooperativas não têm conseguido evoluir e se firmar no mercado. Por isto, a pesquisa visa esclarecer se o modelo atual de condução das cooperativas tem sido afetado pela falta de gestão e planejamento estratégico, através de uma profunda análise de dados que serão fornecidos pelas próprias cooperativas”, explicou Nascimento.
Ela lembrou que o estudo tem sua importância não apenas para as cooperativas, mas também para a economia do estado, pois, no Amapá, esses empreendimentos são fonte de sobrevivência para agricultores familiares e trabalhadores rurais que produzem nos campos e nas florestas.
O presidente da Plastec lembrou que o Censo Agropecuário de 2017, mostrou a agricultura familiar é a sustentação da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, caso de muitas cidades do Amapá.
“Queremos identificar as causas específicas deste alto índice de inadimplência, por exemplo. Por isto este estudo elaborado pela Plastec em parceria com o Iepa vai investigar as causas desses entraves nas cooperativas do ramo agro”.
Durante o evento desta quarta, foi ensinado aos dirigentes sobre o preenchimento de um questionário socioeconômico, que vai condensar informações para que o perfil socioeconômico das cooperativas seja traçado.
“Com isto será possível indicar linhas de ações estratégicas que os empreendimentos terão que colocar em prática para que alcancem o desenvolvimento”, avaliou João da Luz.


Assistidas tecnicamente pelo Sistema OCB Amapá, Cooperativas do Ramo Agro apresentaram projetos para concorrer à chamada pública do Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI), lançado em junho pelo Estado para financiar projetos de agricultura familiar com recursos do Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá (Frap). Segundo o governo, R$ 8,5 milhões vão subsidiar 1.120 projetos rurais.
De olho nesta oportunidade, a OCB apresentou, na última segunda-feira (30), propostas de três cooperativas do Ramo Agro que concorrerão à chamada pública. Os projetos são das Cooperativas Agroextrativista dos Produtores Rurais de Nova Canaã (COOPERNOVA), dos Produtores Agropecuários da Comunidade De Sete Ilhas (COOPASETI), e Agroextrativista dos Produtores de Açaí da Serra do Tumucumaque (COOAPAST).
As propostas foram entregues e protocoladas na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) – órgão que conduz o processo de seleção dos projetos – pelo superintendente da OCB, Michel Araújo e pela analista de monitoramento, Marcela Silva.
Segundo Araújo, caso as propostas sejam aprovadas, 80 famílias envolvidas diretamente na linha de produção, 80 famílias envolvidas diretamente na linha de produção serão beneficiadas – incluindo a cooperativa COOPMARACÁ, que foi a primeira a protocolar proposta na SDR.
“Demos apoio técnico na construção da documentação necessária para as cooperativas poderem se inscrever no Programa e estamos convictos de que conseguiremos ingressar no PPI. Nós, enquanto Sistema, adquirimos expertise para orientar as cooperativas a ingressar em outros programas futuros”, ressaltou Michel Araújo.
De acordo com a presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento, as cooperativas do Ramo Agro estão atualizadas na introdução e inovação de tecnologias que melhorem a eficiência produtiva da agricultura familiar com baixo impacto ambiental. Por isto, acredita fortemente na aprovação das propostas apresentadas,
Chamada pública
Segundo o Governo do Amapá, nesta chamada, o PPI vai atender seis arranjos produtivos, sendo eles o da mandiocultura (720), manejo sustentável de açaizais nativos (220), fruticultura irrigada (80), produção de hortaliças (60), piscicultura (20) e recria de camarão regional (20), totalizando 1.120 projetos.
Com apoio técnico da OCB Amapá, as cooperativas do Ramo Agro do Amapá são fortes candidatas à seleção do Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI), que vai investir R$ 8,5 milhões em projetos rurais de produção de alimento.
A primeira a se inscrever na seleção foi a Cooperativa dos Produtores do Maracá (COOPMARACÁ), que concorrerá na modalidade de manejo florestal. A proposta foi entregue pela presidente da entidade, Maria Angélica, no último dia 17 de agosto.
Ela protocolou a documentação na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) na presença do secretário de Desenvolvimento Rural, Janer Gazel Yared. Também estava presente o técnico da SDR, Ermínio.
A presidente também entregou a documentação da Associação dos Trabalhadores Agroestrativistas da Comunidade Curuçá e Furo do Maracá (ASTEMAC), da qual é vice-presidente, para concorrer na modalidade de cultivo de mandioca, milho e feijão.
Maria Angélica lembrou que cada entidade poderá beneficiar 20 famílias diretamente.
“Em todos esses anos trabalhando em movimento, encontramos muitas barreiras, mas quando temos determinação, nada é difícil. Prova disso é que assumo diversos compromissos em prol do nosso povo. Não posso deixar de agradecer à OCB-AP, grande parceira nas nossas ações e que provocou, junto a SDR, um momento com os seus técnicos para que as cooperativas interessadas tirassem suas dúvidas quanto a inscrição referente ao programa”, destacou a presidente da COOPMARACÁ, que também é conselheira no Sistema OCB Amapá.
Chamada pública
Segundo o Governo do Amapá, nesta chamada, o PPI vai atender seis arranjos produtivos, sendo eles o da mandiocultura (720), manejo sustentável de açaizais nativos (220), fruticultura irrigada (80), produção de hortaliças (60), piscicultura (20) e recria de camarão regional (20), totalizando 1.120 projetos.
O curso ocorreu nos dias 24 e 25 no Sistema OCB-AP, e contou com a participação dos cooperados que já atuam na cooperativa, além dos recém associado no último processo assemblear.
A instrução do evento foi realizada pelos profissionais Sistema OCB/SESCOOP-AP que destacou sobre os primeiros passos e lições básicas do cooperativismo, assim como Princípios e valores; Organização do Quadro Social; Direitos e deveres dos cooperados, entre outros.
A vasta experiência da Presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, permitiu a ela agregar muitas informações importantes na explanação.
Os assuntos relacionados ao processos contábeis da cooperativa e dos cooperados, tributos, balanço, atos cooperativos e não cooperativos, foram abordados pelo Superintendente, Michel Araújo.
Já as temáticas relacionados a legislação Cooperativista, Política Sindical no âmbito das cooperativas amapaenses, contribuição cooperativista, foram expostos pelo Assessor jurídico do Sistema OCB, Dr. Eide Figueira.
Temáticas voltadas as plataformas de ensinos EAD, cursos, capacitações, marketing e comunicação, sistemas e programas disponíveis para a Cooperativa foram abordados pelo Analista de Cooperativismo, Marcelo Sarmento.
Ao final do evento, a Cooperativa de Crédito SICREDI representada pelo seu Gerente Regional, Matheus Zimmer, abordou sobre os produtos e serviços que a cooperativa está oferecendo ao mercado local, e explanou também sobre o processo de expansão almejado para o estado do Amapá.
Com todos esses temas abordados, foram capacitados mais de 20 cooperados que contribuirão para o bom desempenho da cooperativa no mercado, abordando e levando para a prática, principalmente os ensinamentos que foram repassados.





Em Assembleia Geral Extraordinária da OCB/AP, no dia 16 agosto de 2021, as Cooperativas Amapaenses, decidiram por unanimidade outorgar os poderes e a legitimidade para que OCB/AP, representasse as mesmas na construção da Convenção Coletiva que se aproxima.
Na oportunidade foi apresenta as demandas, sendo encaminhadas pela Federação Nacional dos Trabalhadores Celetistas nas Cooperativas no Brasil e a Contra Proposta elaborada pela OCB/AP.
Diante a explanação da Equipe Técnica da OCB/AP e dos representantes da CNCoop, as cooperativas registraram a necessidade da Convenção Coletiva ser firmada, alicerçada na legislação trabalhista em vigor, o que já traz grande esforço no cumprimento, haja vista o período de pandemia que o Estado do Amapá se encontra.
A AGE contou com a representação de mais de 20 cooperativas do Estado, também teve a presença dos representantes da CNCoop, Jucélia Ferreira e Bruno Vasconcelos.
A presidente da OCB/AP Maria Nascimento, parabenizou todos os presentes pelo engajamento ao tema, especialmente os representantes das cooperativas que contribuíram sobremaneira para a Contra Proposta que será apresentada à Fenatracoop.


O Sistema OCB/SESCOOP-AP realizou na última sexta-feira, 30 de julho, o lançamento online do Programa de Desenvolvimento e Fomento das Cooperativas do Segmento Mineral.
Participaram do lançamento as seis cooperativas contempladas no programa, são elas: COOEMAP, COOGAL, COOPGAVIN, MINACOOP, VERDE MINAS e FECOMI; bem como o conselheiro de Administração da OCB, Gilcimar Pureza, e o superintendente Michel Araújo, que representou a Casa.
“Estamos atendendo a um pedido do seguimento e convidamos as cooperativas contempladas a participarem assiduamente e aproveitem ao máximo todo o conhecimento que iremos disponibilizar através deste programa planejado para subsidiar cada cooperativa envolvida a atingirem excelência na sua gestão", frisou.
O presidente da FECOMI, Francisco Nogueira, agradeceu a todos os envolvidos para a realização do programa- em especial a OCB por atender ao pedido das cooperativas minerais.


No dia 28 de julho, a OCB-AP completou 33 anos de fundação. A data foi marcada com felicitações da diretoria executiva, conselheiros e colaboradores do sistema OCB/SESCOOP-AP, que homenagearam a Organização das Cooperativas do Brasil – OCB-AP dando parabéns de forma presencial e à distância, respeitando os protocolos de segurança contra a COVID-19.
Alguns conselheiros cantaram parabéns de forma online através da plataforma Google Meet, o que não diminuiu o brilho do momento. Foram representados na Casa, pela conselheira Dra. Conceição Capiberibe que relembrou o grande caminho que percorreu com os demais colegas para trazer o cooperativismo para o Amapá e fazê-lo ser reconhecido por todo o Estado. “Acredito que a nossa luta não foi em vão e com certeza as gerações que estão surgindo no cooperativismo amapaense continuarão a germinar o que semeamos, ” disse a conselheira.
Os demais conselheiros presentes expressaram seus sentimentos em prol do cooperativismo amapaense, gesto de gratidão por cada conquista também colocado pelo superintendente da Casa, Michel Araújo, e pela presidente Maria Nascimento que não se conteve em demonstrar a emoção que sente por ter o privilégio de poder representar cada cooperativa com a certeza de que o cooperativismo é o caminho. “Ainda seremos exemplo de cooperativismo no Amapá para o Brasil e para o Mundo”, finalizou.









A OCB-AP realizou, no dia 22 de julho, em seu auditório, uma palestra sobre cooperativismo a um grupo de 20 profissionais da área de segurança, que foram em busca de conhecimento sobre o funcionamento de uma cooperativa, em especial no quesito direitos e deveres de cooperados. As orientações foram repassadas pela presidente Maria Nascimento
Os visitantes receberam esclarecimentos sobre a área e de comum acordo entenderam que desejam constituir uma cooperativa, no ramo de Produção de Bens e Serviços. Na ocasião, Amiraldo Pereira, que fazia parte do grupo, pontuou a importância de se organizarem para garantirem, além de espaço no mercado de trabalho, a prestação de serviço na área de segurança e agente de portaria com profissionais altamente gabaritados, motivo este pelo qual resolveram buscar o Sistema como parceiro nesse processo.



A Cooperativa de Trabalho e Prestação de Serviços em Geral do Amapá (CIPAMAP) foi a nova contemplada que recebeu cestas básicas arrecadadas por meio do Projeto Cooperativismo Solidário “Ajude quem Precisa”.
A CIPAMAP é uma das mais novas cooperativas do Amapá, com apenas três anos de existência, e faz parte do ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços. Seus cooperados receberam as cestas básicas no dia 16 de julho, na sede do Sistema OCB-AP, em Macapá.
Os alimentos foram arrecadados através de uma iniciativa que está vinculada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que beneficiou diretamente nove famílias e indiretamente 32 pessoas.
A inciativa do Sistema OCB é contribuir para melhoria da saúde e bem-estar dos cooperados das cooperativas do Estado.
O Sistema OCB/SESCOOP-AP realizou na manhã da última quinta-feira, 08 de julho, no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), reunião com os dirigentes das Cooperativas do Ramo Agro para nivelamento das regras e dos critérios para acesso aos benefícios do Programa de Produção Integrada (PPI).
O PPI tem como objetivo geral promover o fortalecimento da agricultura familiar através da introdução de tecnologias de produção de alimento, com foco na melhoria de vida das famílias envolvidas. O calendário Agrícola/Safra período 2021-2022 tem disponível mais de R$ 8 milhões de reais para o fortalecimento da agricultura familiar e as cooperativas amapaenses estão totalmente integradas ao público-alvo do Programa.
O secretário da SDR Janer Gazel, e o deputado estadual Jesus Pontes destacaram a importância das cooperativas dentro do PPI, com a necessidade de organização dos seus projetos para apresentar e acessar o crédito disponibilizado. O superintendente da OCB-AP, Michel Araújo, também participou do encontro.
A Presidente do Sistema OCB/SESCOOP, Maria Nascimento, frisou a grande dificuldade das cooperativas acessarem o crédito e acredita que não há outra alternativa, senão medidas específicas voltadas para o desenvolvimento da agricultura familiar, com ênfase na mecanização e assistência técnica integral e permanente.
“As cooperativas regulares do Estado do Amapá estão preparadas para estabelecer a verdadeira mudança que o setor produtivo espera. O PPI integra uma das inúmeras ações que poderão consolidar as nossas cooperativas como promotoras da mudança no fornecimento de produtos e subprodutos da agricultura familiar para toda a rede de varejo, voltada para a alimentação”, afirmou a presidente da OCB-AP.
Os cooperados presentes ficaram satisfeitos por estarem mais próximos da SDR, principalmente porque os técnicos responsáveis pelo PPI compreenderam a importância de planejar em conjunto com a os verdadeiros atores da mudança. A técnica da SDR Maria Carvalho tirou todas as dúvidas dos representantes das cooperativas Comagro, Camaipi, Agrossan, Bio+açaí e Coopmaraca.
A reunião foi marcada com um café da manhã oferecido pela presidente Maria Nascimento, com produtos das cooperativas presentes na reunião, incluindo o café feito do caroço do açaí para degustação.




A OCB-AP sediou, em reunião realizada na segunda-feira (05), a nomeação, através de portaria, dos diretores da Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Estado do Amapá (FECOOMI), são eles: José Soares, que assume como diretor de Meio Ambiente; e Cristian Kassaya, no cargo de diretor de Relações Institucionais.
A reunião aconteceu na sala de reunião do Sistema OCB-AP com a participação da presidente Maria Nascimento e do Superintendente Michel Araújo, além do presidente do Conselho de Administração da FECOOMI, Francisco Silva; e a presidente da Cooperativa Mineral São Domingos (COOMING), Terezinha de Jesus Silva.


A Cooperativa dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Macapá (COVEM) beneficiou mais de 200 pessoas que vivem em vulnerabilidade alimentícia, com a doação de cestas básicas. No período de 19 de maio a 20 de junho, 65 famílias de seus cooperados foram atendidas por meio da ação social realizada em parceria com a Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (SIMS), o Sistema OCB-AP e voluntários da própria cooperativa.
A Diretoria da COVEM entregou cada uma das 65 cestas básicas pessoalmente na casa dos cooperados beneficiados, que ficaram extremamente gratos com a iniciativa. “Foi o mínimo que pudemos fazer por nossos irmãos. Essa ação é de grande importância, especialmente nesse momento de pandemia, onde todos nós ficamos com a saúde e alimentação vulneráveis”, frisou o presidente da COVEM, Rosinaldo Machado.



