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Após alcançar a meta de 500 inscritos na III Corrida do Cooperativismo Amapaense, o Sistema OCB-AP, começou a distribuição do Kit Corrida, que é composto de camisa personalizada, numeração de peito com microchip e máscara. As inscrições já terminaram.
Os materiais estão sendo entregues na sede do Sistema OCB Amapá, nesta quinta (11) e sexta-feira (12), de 9h às 11h30 e das 15h às 17h, na Avenida Tiradentes, nº 102, Centro.
A Home Oficce de Instituição Bancária, Darlene dos Santos Costa, pratica corridas de rua há 10 anos. Mesmo com tanta experiência ela diz não ser corredorq profissional, apesar de já ter puxado alguns pódios.
Após pegar o kit nesta tarde de quinta-feira, ela se diz pronta e ansiosa para participar da sua terceira edição da Corrida do Cooperativismo.
"É isso mesmo, já participei de todas. Todo mundo está ansioso pra voltar pras corridas depois desse período pandêmico e é maravilhoso participar dessa corrida porque ela sempre muito organizada", animou-se a corredora.
A corrida acontece no próximo domingo, 14 de novembro de 2021, com concentração às 5h e largada às 6h, em frente ao Parque do Forte, no Centro de Macapá.
A iniciativa vai além da promoção da qualidade de vida e bem-estar. Pretende arrecadar alimentos não perecíveis, que serão doados para centenas de famílias na celebração do Dia de Cooperar 2021, que será realizado em Santana, na sede da Cooperativa Dourada no dia 20 de novembro.
Percurso
Os participantes, percorrerão toda orla de Macapá, até à frente do Ministério Público e retornam, perfazendo um total de 5 km.
Premiação
A III Corrida do Cooperativismo Amapaense dará medalhas para todos os participantes até 500º inscrito e troféus para 1º, 2º e 3 lugares das categorias cooperativa e comunidade.




O Sistema OCB-AP foi até a comunidade de São Francisco do Iratapuru, no município de Laranjal do Jari, no Sul do Estado para conhecer de perto as demandas da comunidade e ofertar o Curso Básico de Cooperativismo.
O evento ocorreu durante dois dias, 4 e 5 de novembro, no Ginásio Municipal da comunidade, onde o consultor em cooperativas, Ailson Picanço, instrutor da Cooperativa Unisat, aplicou, além de conceitos teóricos, várias dinâmicas lúdicas para que os participantes pudessem fixar a ideia de cooperativismo.
Participaram do treinamento mais de 40 cooperados da Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru (Comaru) e moradores da comunidade, que foram buscar informações de como funciona uma cooperativa.
Na ocasião, a presidente executiva da OCB Amapá, Maria Nascimento palestrou sobre cooperativismo para crianças da escola municipal que funciona na comunidade.
O presidente da Comaru, Bruno Dutra, e conselheira fiscal da cooperativa, Elizabete Freitas dos Santos, também participaram da apresentação.
“O que fizemos foi plantar uma sementinha nessas crianças, que temos certeza, vão render frutos ao cooperativismo futuramente”, comentou a presidente sobre a palestra.
Para Bruno Dutra, o objetivo da programação de semear o conhecimento sobre cooperativismo na comunidade foi alcançado.
“Quero agradecer a presença da comunidade, à equipe do curso, à OCB-AP, ao Banco Sicredi. Esses conhecimentos são de grande importância para que nós possamos melhorar o nosso trabalho e para que todos possam entender como funciona o nosso trabalho e se interessar mais por ele, vindo a manifestar o desejo de se unir à gente”, pontuou o presidente da Comaru.
Aberturas de contasA OCB-AP também articulou a ida do Sicredi ao Iratapuru. A cooperativa de crédito também contribuiu com o evento ministrando uma orientação sobre educação financeira e proporcionou abertura de contas à comunidade e aos cooperados da Comaru.
“Nossa participação na comunidade foi um marco, tanto para nós do Sicredi, quanto para a comunidade, partilhar dessa experiência foi um marco. Nossa missão é poder gerar inclusão e desenvolver os lugares aonde chegamos, estamos sonhando com o futuro desta comunidade e queremos poder junto deles seguir para um progresso, aonde todos eles possam ter direito e acesso as facilidades financeiras, podendo gerar um capital local que causará impacto direto nesta comunidade”, avaliou João Bezerra, agente comercial do Sicredi.
#sistemaocbamapa #Iratapuru #Sicredi #laranjaldojari








Uma emocionante surpresa reuniu Conselheiros, Diretores, colaboradores e familiares mais próximos do conselheiro Jorge Ribeiro da Rocha, carinhosamente chamado por amigos e familiares de Jorginho, do Conselho de Ética do Sistema OCB-AP.
Membro fundador da Cooperativa Equinócio Rádio Táxi e entusiasta por natureza do cooperativismo amapaense, Jorginho ficará nestas fora do Estado por curto período e fez questão de visitar a Caso do Cooperativismo amapaense para deixar e receber boas energias da família cooperativista
A recepção ao Conselheiro foi acompanhada de um café da manhã, ocorreu na sede administrativa da OCB-AP.
“É uma bênção recebermos o Jorginho a nossa casa. Ele é uma grande referência dentro de uma das categorias mais fortes e organizadas do Amapá, que é a dos taxistas. Que a força dele, demonstrada nesse retorno de hoje, nos inspire e nos motive para seguir sempre firme na caminhada para elevar cada vez mais o cooperativismo do Amapá”, agradeceu a diretora executiva Maria Nascimento.






Cooperativas dos Ramo Agro, já começaram a planejar os seus negócios para 2022. Elas estão buscando conhecimento durante cinco módulos do Curso Negócio Certo Rural, que começou na segunda-feira (25) e encerrou o terceiro módulo nesta quarta-feira (27).
O treinamento é uma parceria entre o Sistema OCB Amapá, através do SESCOOP-AP, que organizou a capacitação e mobilizou as cooperativas e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), que cedeu o material didático. A Cooperativa de Profissionais de Assistência Técnica e Administração Urbana e Rural do Estado do Amapá (PlLASTEC), é a empresa responsável pela capacitação, através do seu instrutor credenciado José Maria Pantoja, que é consultor em assistência técnica e extensão rural.
De acordo com ele, o treinamento foi focado no planejamento para que as cooperativas tenham ganhos de produtividade com sustentabilidade econômica.
“Também trabalhamos a questão de mercado, a produção em escala mais elevada, e cálculo de insumos necessários à produção. A partir desses ensinamentos, eles vão levar um dever de casa para trazer no 4º e 5º módulos e nós finalizarmos o plano de negócios”, explicou
Nos dias 8 e 9 de novembro o Curso NCR reinicia com os 4º e 5º módulos.
“Neste retorno, nós vamos avaliar o que foi feito nesse período em que eles ficaram anotando os dados nas cooperativas deles, fazer os devidos ajustes, e prosseguir até a montagem completa do plano de negócios, que dará os indicadores econômicos e financeiros, como lucratividade, rentabilidade e prazo de retorno de investimento”, resumiu o consultor.



Na sede do Sistema OCB-AP, a presidente Maria Nascimento, recebeu os membros da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA), em reunião nesta quarta-feira (27), com a pauta única de reformulação do Regimento Interno da CIEA/AP, parte dos trabalhos de reestruturação da mesma.
Com atuação na educação ambiental a CIEA/AP tem papel fundamental na construção de políticas públicas voltadas ao meio ambiente, já que tem em sua composição, além da OCB-AP, outras instituições da sociedade civil organizada e instituições públicas, diversificando sua compreensão e abordagem sobre o tema.



O Sistema OCB Amapá e as Cooperativas do Ramo de Transporte se uniram para reativar a federação do segmento com objetivo de organizar e fortalecer os trabalhadores do setor em busca de novos mercados.
Por isto, nesta quarta-feira (27), novamente representantes de cooperativas do segmento se reuniram na sede da OCB-AP, no Centro de Macapá, para alinhar as ações que vão colocar novamente em atividade a Federação das Cooperativas do Ramo de Transporte (Fecootrans)
Nesta primeira etapa para a retomada da entidade, a OCB-AP tem ajudado no levantando custos para o retorno, incluindo regularização na Receita Federal e na Junta Comercial, entre outros processos necessários.
De acordo com a presidente executiva da OCB-AP, Maria Nascimento, a expectativa é que a Fecootrans realize a sua primeira Assembleia Geral Ordinária nesse retorno no próximo mês de janeiro, para eleger os membros do Conselho Fiscal e nova Diretoria.
“Com a federação de volta à ativa o segmento de transporte dentro do cooperativismo fica mais forte. E nós, da OCB, estamos dando apoio neste processo”, explicou a presidente.
Para ela, a força da federação está na reunião de serviços específicos do ramo transporte ofertados pelas cooperativas, nas subáreas de aluguel de veículos, de máquinas pesadas, transporte escolar, fluvial, catraieiros, mototaxi, taxi, entre outros.
“Então todas estas atividades que envolvem o ramo transporte estão dentro da Federação, e vão se unir novamente para alcançarem maiores mercados, participar de processos licitatórios, pois podem sim. Estamos nos unindo, nos organizando e nos fortalecendo para prestar o melhor serviço para a sociedade amapaense dentro do ramo de transportes”, avaliou Nascimento.
Participaram, da reunião desta quarta, representantes das Cooperativas FÊNIX, COOTRAP, COOPLOGÍSTICA, EQUINÓCIO, COVEM, COOVAP e COOPMOTO.





Numa concorrida solenidade, a Cooperativa de Crédito Sicredi inaugurou a sua nova agência na capital do Estado, Macapá, nesta segunda-feira (25). A sede fica no primeiro piso do edifício da Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio), no Centro.
Durante a cerimônia, os responsáveis pela vinda da cooperativa de crédito ao Amapá, relembraram o apoio que receberam da OCB-AP para que o projeto de estabelecer o novo empreendimento cooperativista no estado se concretizasse.
O presidente da Sicredi Integração, Marco Túlio Duarte Soares, lembrou do acolhimento que foi feito pela organização cooperativista quando o projeto ainda estava sendo concebido. Ele também lembrou que a Sicredi Integração tem 31 anos de existência, 58 mil associados e administra R$ 1,65 bilhão em recursos. Segundo ele, foram esses fortes números que permitiram a expansão para outro Estado, e o escolhido foi o Amapá.
“Fomos extremamente bem acolhidos no Amapá. Agradeço demais a OCB-AP, que foi a mola propulsora para tomarmos a decisão final de vir para o Amapá, isto porque em Macapá tivemos uma energia muito positiva que move o nosso negócio, move a nossa cooperativa. Estamos prestes a realizar um sonho de ajudar a desenvolver as regiões do Amapá e ilhas do Pará. Queremos crescer com o Estado do Amapá e estamos à disposição das cooperativas filiadas ao Sistema OCB-AP, empreendedores, empresas, microempresas, e do público em geral, queremos crescer juntos", afirmou Marco Túlio.
O presidente da Sicredi Centro Norte, João Carlos, disse que a entrega da agência é momento histórico para a Cooperativa de Crédito.
“Estamos fincando bandeiras, estamos chegando com toda força, num projeto para uma região em pleno crescimento. Nosso propósito é gerar prosperidade, mais qualidade de vida. Queremos ser agentes indutores do desenvolvimento através das linhas de créditos e outros produtos”, comentou o presidente.
A presidente executiva da OCB-AP, Maria Nascimento, teve destaque durante a cerimônia. Ela ressaltou o esforço do Sicredi em achar solução para os clientes, o que lhe diferencia de instituições bancárias.
“O Amapá sente orgulho de ter sido escolhido como o Estado para expansão do Sicredi, uma instituição que ajuda a sanar os problemas das pessoas, uma cooperativa que ajuda a desenvolver as pessoas, a se organizar financeiramente, se planejar. Só temos a agradecer por terem escolhido o Amapá. Vamos realizar muitos sonhos juntos. E as portas da OCB-AP estão abertas", cocluiu Maria Nascimento.
O gerente geral da Sicredi no Amapá, Mateus Zimer, reforçou que a instituição tem uma gama de produtos e soluções para ajudar a agregar renda nas comunidades, taxas mais baratas, produtos isentos, justamente para fortalecer e apoiar o cooperativismo na região. Ele convidou toda população em geral a conhecer a agência e iniciar uma parceria com o Sicredi.
“O Sicredi tem um modelo diferente, um modelo de apoiar essas pessoas. Venham conhecer, pessoas físicas, jurídicas, estamos com as portas abertas para o povo do Amapá", declarou Zimer.










Num jantar que reuniu presidentes e representantes de cooperativas, o Sistema OCB-AP e a Cooperativa de Crédito Sicredi comemoraram o início das atividades da instituição no Amapá.
O evento ocorreu na noite desta quarta-feira (20), na sede da Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio-AP), no Centro de Macapá, no mesmo endereço onde a Sicredi inaugura, no próximo dia 25, a sua primeira agência no estado.
Na oportunidade, os responsáveis pela vinda da cooperativa de crédito ao Amapá, relembraram o apoio que receberam para que o projeto de estabelecer o novo empreendimento cooperativista no estado se consolidasse.
O gerente geral da Sicredi no Amapá, Mateus Zimer, ressaltou que o momento foi de reafirmar o compromisso de fortalecer o cooperativismo em seus ramos, como saúde, transporte, trabalho, mineração, produção, agro, entre outros, o comércio local, os ribeirinhos e os produtores rurais do estado.
"O Sicredi hoje tem uma gama de produtos e soluções para ajudar a agregar renda nessas comunidades. Temos taxas mais baratas, produtos isentos, justamente para fortalecer e apoiar o cooperativismo na região. Temos muito a desenvolver na região e queremos ajudar essas cooperativas nessa missão, muitas pessoas associadas às cooperativas são desassistidas pelas instituições financeiras, que não conseguem nem abrir uma conta, e o Sicredi tem um modelo diferente, um modelo de apoiar essas pessoas", declarou Zimer.
O presidente da Sicredi Integração, Marco Túlio Duarte Soares, também destacou o apoio e a articulação da OCB-AP para a consolidação da instituição de crédito no estado amapaense.
"Nós fomos muito bem acolhidos quando chegamos aqui, em 2019, por várias cooperativas. Recebemos um apoio incondicional nesses últimos dois anos, e estamos prestes a realizarum sonho, graças ao apoio da OCB-AP, que nos tem apoiado fortemente. Queremos ajudar a desenvolver as regiões do Amapá e Pará e demais ilhas. Queremos crescer com o estado do Amapá e estamos à disposição das cooperativas filiadas ao Sistema OCB-AP, empreendedores, empresas, microempresas, e do público em geral, queremos crescer juntos", afirmou Marco Túlio.
A presidente executiva da OCB-AP, Maria Nascimento, destacou que o Sicredi é uma instituição de crédito diferente de outras instituições financeiras, em razão do esforço em achar solução para os clientes.
"O Sicredi ajuda a sanar os problemas das pessoas, quando uma pessoa não consegue abrir conta porque não tem um endereço, porque mora numa ilha, num arquipélago, numa comunidade distante, a Sicredi busca uma solução. Eles são uma cooperativa que ajuda a desenvolver as pessoas, com projetos de educação financeira que podem, por exemplo, ajudar cooperados a se organizar financeiramente, se planejar, nenhum banco faz isso. E eles estão trazendo tudo isso pra cá para o Amapá. Então estamos comemorando esse momento muito importante para o estado", ponderou Maria Nascimento.
Ela finalizou agradecendo a presença de todos que prestigiaram o evento e espera vê-los novamente no dia da inauguração da agência em Macapá, na próxima segunda-feira (25).
DICC
O evento desta quarta-feira também ocorreu em alusão ao Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC), celebrado anualmente na terceira quinta-feira de outubro. Este ano, o DICC caiu no dia 21.
A data destaca a contribuição e as transformações positivas geradas pelo segmento na sociedade.
Primeira instituição financeira cooperativa do Brasil neste ramo, o Sicredi se destaca como exemplo do segmento pelo seu crescimento e atuação, que hoje compreende 25 estados e o Distrito Federal com mais de 5 milhões de associados.










A OCB Amapá foi conhecer uma nova tecnologia da Embrapa para criação de camarão. Na sexta-feira (15), a presidente executiva, Maria Nascimento, e o superintendente da entidade cooperativista, Michel Araújo, estiveram na unidade de referência tecnológica para tratamento e reaproveitamento da água de cultivo de organismos aquáticos, em Macapá, em visita técnica, acompanhados de pesquisadores da Empraba.
A tecnologia se caracteriza como uma mini estação de tratamento que permite manter a água de tanques em constante circulação, promovendo a reutilização da água após tratamentos mecânicos e biológicos, de forma a reduzir a emissão de poluentes para o meio ambiente e maximizar a criação intensiva de peixes e crustáceos.
Neste sistema, a água oriunda de tanques de cultivo passa por decantadores e filtros mecânicos e biológicos para remoção de resíduos (de ração e fezes), devolvendo, assim, água totalmente própria para utilização nos tanques.
Principal objetivo desta tecnologia é o impacto positivo na questão ambiental, pois são utilizadas estratégias para evitar o desperdício e contaminações de mananciais e aquíferos em sistemas de Aquicultura.
“Sabemos que a tecnologia é fundamental para a produção de alimentos, por isso queremos que as nossas cooperativas do ramo se apropriem destas tecnologias da Embrapa, que é uma referência sem igual no país neste ramo. Queremos aproximar o cooperativismo da inovação e tecnologia”, comentou a presidente da OCB.



Já está no mercado amapaense a primeira cooperativa de trabalho do setor de segurança, que agrega experientes vigilantes profissionais do Amapá.
Oficialmente, a Cooperativa de Trabalho dos Profissionais Autônomos da Área de Segurança do Estado do Amapá (PROSSEG), nasceu no dia 3 de agosto de 2021. A solenidade que marcou a abertura dos trabalhos da cooperativa ocorreu no último dia 12, no auditório da sede do SESCOOP/OCB-AP, no Centro de Macapá.
Na ocasião, a presidente executiva do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, palestrou para os 28 cooperados sobre o funcionamento da rede cooperativista e deu direcionamentos para esse início de caminhada da nova entidade no mercado local. Nascimento ambém deu as boas-vindas à entidade ao Cooperativismo do Amapá.
“É uma cooperativa do ramo de trabalho, um segmento que precisa crescer e se fortalecer no Amapá, e nós da OCB estamos engajados neste processo. Sabemos da importância do setor para economia na geração de empregos, de renda e no aspecto social que um empreendimento como este pode proporcionar ao Amapá. Estamos juntos com a PROSSEG. Sejam bem vindos ao Cooperativismo do Amapá”, declarou Maria Nascimento.
O presidente da nova entidade, Amiraldo Costa Pereira, agradeceu o apoio técnico dado pelo SESCOOP/OCP-AP no processo documental de criação da entidade.
“Nosso intuito é que tenha uma modificação pra melhor no segmento da vigilância, e geração de emprego, pois a nossa atividade está em extinção no nosso estado do Amapá. Então, nós nos unimos e fundamos a cooperativa com objetivo de colocar o trabalhador vigilante de volta ao mercado de trabalho”, pontuou o presidente da PROSSEG.






O Dia de Cooperar 2021 se aproxima e o SESCOOP-OCB está finalizando a programação do evento, que nas suas edições sempre leva serviços de saúde para a comunidade em geral.
O evento principal está agendado para 30 de outubro, mas antes vários parceiros do Cooperativismo já realização diversas ações que antecedem a grande data e a OCB Amapá tem apoiado as atividades.
Uma dessas ações foi feita pela Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Balique (AMAZONBAI), que realizou o seu Dia C no mesmo dia da 2ª Assembleia Geral Extraordinária de 2021, ocorrida em setembro, com a presença dos cooperados dos territórios do Bailique e do Beira Amazonas e as comunidades do arquipélago. O evento seguiu todos os protocolos sanitários de prevenção à pandemia.
O encontro teve uma grande participação e engajamento dos cooperados dos dois territórios e foi marcado pelas homenagens feitas a Rubem Motta Rocha, a Paulo Edilson e a Dona Sara. As homenagens foram muito importantes e emocionantes para todos os presentes.
Além disso, a Assembleia também contou com a participação de parceiros como o InterElos, o SESCOOP/OCB Amapá, a Associação das Escolas Famílias, a Associação da Escola Família Agroextrativista do Bailique, o SESC e a Cruz Vermelha, que levaram atendimentos de saúde para a comunidade.
A equipe da Secretaria de Turismo levou atividades para as crianças e as mulheres. A equipe do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) levantou discussões sobre gêneros para as mulheres. Houve até um amistoso de futebol entre os cooperados do Bailique e do Beira Amazonas.
Os cooperados da AMAZONBAI também receberam kits de Equipamentos de Proteção Individual.
Para o presidente da entidade, Amiraldo Picanço, a programação foi importante para aproximar e fortalecer ainda mais a comunhão entre os territórios.
“Saímos desse encontro mais fortalecidos e cheios de esperança e vontade de, juntos, fazer a Amazonbai crescer ainda mais. Nossa gratidão a todos que participaram e estiveram conosco nesse momento tão importante”, relembrou Amiraldo.
O Sistema OCB Amapá foi representado pelo superintendente Michel Araújo, que enfatizou a importância de apoiar as ações dos associados.
“Nós damos apoio às ações de cada instituição como um ensaio para o nosso grande Dia C. Já estivemos presentes nos Dias de Cooperar da Amazonbai, Sicredi, Cooperativa Dourada, que levaram ações com serviços relevantes para as comunidades, com doação na área de segurança alimentar, saúde, conhecimento, treinamento, entretenimento, doação de brinquedos, entre outras atividades, que beneficiam comunidades que, às vezes, estão em situação de vulnerabilidade”, comentou o superintendente.













Nesta quinta-feira (7), uma equipe composta por técnicos do Sistema OCB Amapá e do Sebrae visitaram os locais onde está prevista a programação do Dia de Cooperar, edição 2021. Este ano, o Dia C, que sempre leva diversos serviços à comunidade em geral, está previsto para o dia 30 de outubro.
A comissão inspecionou as instalações da Cooperativa Dourada, na Área Portuária do município e da Ilha Santana, ambas às margens do Rio Amazonas. Eles verificaram os espaços para estimar a viabilidade para oferta de serviços às famílias dos mais de 3,7 mil pescadores associados e da comunidade em geral do município. O presidente da entidade, Raimundo Nobre, mostrou a casa.
De acordo com a analista de Cooperativismo da OCB-AP, Marcela Pinheiro, a ideia é ofertar serviços de saúde especializados no Dia C, que também terá atrações culturais e infantis, doações, além de outros serviços levados pelos parceiros do Sistema de Cooperativas.
“Agora que já conhecemos os espaços, vamos fazer um projeto, um desenho do que estamos planejando para tomada de decisão junto com a presidente Maria Nascimento e definirmos os serviços que serão levados à disposição da comunidade em geral no Dia C”, pontuou o analista de cooperativismo e monitoramento da OCB, Marcelo Sarmento.
Além deles, a representante da empresa contratada para montar a estrutura e organizar os espaços no dia do evento também participou da visita.
“Será uma honra muito grande receber o Dia de Cooperar na nossa casa e poder contribuir com essa ação importantíssima, que não apenas mostra o poder de organização do cooperativismo, mas também que leva serviços para a comunidade”, avaliou Raimundo Nobre.
Nos próximos dias, a programação do Dia C 2021 será divulgada.







No último sábado, a OCB Amapá participou da ação do Dia de Cooperar promovido pela Cooperativa Dourada. As atividades ocorreram na própria sede da entidade, na Área Portuária de Santana.
Além da presidente executiva da OCB, Maria Nascimento, e do superintendente, Michel Araújo, participaram do evento reuniu conselheiros e técnicos do Sescoop. O evento reuniu ainda representantes do executivo e do legislativo estadual, órgãos públicos ligados ao segmento da pesca.
A programação foi voltada para os pescadores associados e suas famílias. Na ocasião, houve sorteios de apetrechos usados no ofício de pescador, como matapis, motores, motores rabeta e outras ferramentas de trabalho. Também houve distribuição de 200 cestas básicas.















As Cooperativas Agropecuária dos Produtores da Comunidade Sete Ilhas (COOPASETI), de Pedra Branca do Amapari, dos Produtores do Maracá (COOPMARACA), de Mazagão, e de Mulheres Agroextrativista do Amapá, de Porto Grande, foram selecionadas pelo Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI), do Governo do Estado, e terão investimentos do Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá (Frap).
A aprovação foi confirmada na tarde desta segunda-feira (27), durante solenidade de divulgação dos resultados da Chamada Pública do PPI, safra 2021/2022. Nesta chamada o programa selecionou 63 entidades agrícolas, 1270 agricultores e um investimento de mais de R$ 11 milhões em projetos. A solenidade ocorreu no auditório da Escola Walkiria Lima, em Macapá, com a presença do governador Waldez Góes e outras autoridades vinculadas ao setor produtivo.
Segundo Araújo, 60 famílias envolvidas diretamente na linha de produção serão beneficiadas com aumento da produção, geração de renda e empregos para a safra 2021/2022.
“A OCB, através de seus colaboradores, ajudou a regularizar as cooperativas, instruindo na busca de certidões e declarações que deveriam ser apresentadas. O corpo técnico da OCB conseguiu ajudar as cooperativas a contento para que pudessem acessar o programa PPI. Edital mostra a importância das cooperativas de se manterem legalmente atualizadas e programa veio enfatizar tal importância no que diz respeito a legalidade com os governos, através de suas certidões bem como suas contabilidades. Estamos a disposição para orientar as cooperativas a ingressar em outros programas futuros”, ressaltou Michel Araújo.
O presidente da COOPASETI, Juarez Francisco dos Santos, afirmou que a seleção do PPI beneficiará diretamente 20 famílias de agricultores de Pedra Branca. O projeto da COOPASETI selecionado tem proposta de fomento para a cultura da banana como carro chefe.
“Não só antes desses editais, mas até hoje tem-se dificuldade para escoar a produção, mas com o PPI a credibilidade da Cooperativa vai aumentar e dá uma alavancada”, animou-se o presidente da entidade.
Na categoria de manejo de açaí, a COOPMARACA foi uma das entidades selecionadas. A presidente da entidade, Maria Angélica, falou que mais editais como este deveriam ser lançados para fomentar a principal vocação natural do estado, que é a produção de alimentos.




“Deveriam haver mais editais para ampliar a quantidade de pessoas a serem beneficiadas, pois o nosso número de cooperados é bem superior a 20, mais ou menos tem-se 200 agregados, que estão diariamente envolvidos no trabalho. Mas já é uma grande ajuda parta esta próxima safra”, comentou.
Ela também fez questão de agradecer ao auxilio técnico ofertado pela OCB para garantir a inscrição na chamada pública.
“O trabalho da OCB foi bem divulgado, teve como fazer uma reunião de instrução de como proceder com a inscrição”, acrescentou a presidente da COOPMARACA.
Depois de três anos os pesquisadores e coordenadores do Projeto de “Verticalização do Açaí, Pescado e da Castanha do Brasil”, apresentaram os produtos técnicos que vão nortear e auxiliar o caminho das cooperativas desses três segmentos nos próximos anos.
As plataformas, aplicativos, portifólios, catálogos, planos de negócios e marketing, entre outros produtos técnicos foram apresentados durante dois dias, quinta e sexta-feira, dias 23 e 24, durante um seminário técnico realizado em Macapá, no Museu Sacaca do Desenvolvimento Sustentável.
O projeto é desenvolvido desde 2018 no estado do Amapá, pela Universidade Federal Fluminense (UFF) junto com as cooperativas amapaenses, a OCB Amapá e o Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Juntas, estas instituições implantaram Centros Vocacionais e Tecnológicos (CVTs), iniciativa do MCTIC que busca modernizar o processo produtivo de cadeias de produtos naturais, como o açaí, a castanha-do-Brasil e o pescado, no caso do Amapá.
Participaram do processo, ainda, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SETEC), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Os CVTs são unidades públicas e comunitárias de ensino, técnicas e práticas relacionadas com a modernização da produção local. Pelo menos dez cooperativas, divididas em três consórcios (um de cada produto) agora têm CVTs para realização de cursos de capacitação.
O CVT do pescado foi instalado em Santana, o do açaí em Macapá e o da castanha em Laranjal do Jari.
Depois desses anos, os produtos apresentaram foram:
Plano de Negócios das cooperativasPlano de Marketing das cooperativasAssistência Técnica em Arquitetura para cooperativasViveiro de Mudas e pesquisa em resíduos sólidos do processamento da castanhaAproveitamento dos resíduos das cadeias do açaí, castanha e pescadoPortifólio de Produtos das CooperativasRelatório de Prospecção de Indicação GeográficaCatálogo de Patentes das três cadeias produtivasAplicativo de Vendas do Consócio do AçaíPlataforma de Vendas das CooperativasEstudo de Produtividade das Áreas da castanha e do açaí.O Conselheiro de Administração da OCB-AP, Gilcimar Pureza, principal entusiasta da vinda dos CVTs e da instalação do Projeto no Amapá, avaliou que um legado importantíssimo fica para as cooperativas modernizar e melhorar os processos produtivos e a gestão.
“Daqui para frente é colher os bons frutos cultivados nesses anos de projeto, que tenho certeza, serão de modernizar e aumentar a produção das cooperativas nessas três ricas cadeias produtivas que temos no Amapá”, resumiu Pureza.
O coordenador do projeto pela UFF, André Brandão, ressaltou o apoio dos parceiros, sobretudo da OCB-AP, que conectou as cooperativas com as instituições tecnológicas participantes.
“Esse conjunto de produtos técnicos que apresentamos podem ser apresentados pelas cooperativas por muitos anos. São informações preciosas. Contudo, o projeto deixou um legado que considero muito maior, que é a aproximação das comunidades, dos cooperados com as instituições de ciência e tecnologias existentes no estado, secretarias e universidade”, avaliou o professor.









Dando continuidade à parceria que vai proporcionar aos sócios cooperados, colaboradores e familiares a oportunidade do acesso a inúmeros cursos de graduação, pós graduação e tecnólogos com vantagens, com destaque para o curso de Gestão de Cooperativas, a presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, reuniu-se com a equipe técnica do Centro Universitário Cidade Verde (UniFCV), na quarta-feira (22), para planejar os próximos passos e avançar no instrumento jurídico que vai formalizar a iniciativa.
Além da presidente, o encontro, ocorrido na sede da OCB-AP, no Centro de Macapá, reuniu o professor Marco Antônio Melo, a psicopedagoga Ana Carolina e a pedagoga Iracema Alves da Silva, pela instituição de ensino superior, além do assessor jurídico da OCB-AP, Dr.Eide Figueira.
Um dos objetivos é oportunizar a capacitação com qualidade às cooperativas, seus sócios e familiares, dirigentes e colaboradores.
Durante a reunião, a presidente fez uma breve explanação geral sobre o cooperativismo no Brasil e o quadro das cooperativas existentes no Amapá. Ela apresentou os ramos de atuação, com destaque para os que mais crescem, o Agro e de Transporte, o que gerou uma visão mais ampla sobre a parceria.
“Por exemplo: só o ramo agro tem 31 cooperativas. Por isso nosso público é específico, mas proporciona efeitos gerais e engrandecedoras na sociedade. Então, esse momento é importante para todos os envolvidos dedicarem-se na busca de conhecimento, capacitação e desenvolvimento, formatando os anseios no instrumento jurídico perfeito para que a parceria alcance o sucesso desejado”. Declarou Nascimento.
A presidente da OCB-AP apresentou ações do calendário da instituição que também podem abranger a parceria, como o Dia de Cooperar.
“Vejo um leque muito grande de parcerias com a OCB, não só na gestão de Cooperativas, mas em recursos humanos, área administrativa, engenharias, pós graduações. E para que isso se consolide, é preciso que a gente planeje, e sempre com acompanhamento jurídico, por isso teremos outros encontros ainda”, ressaltou o professor Marco Antônio Melo.



A Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru (COMARU) iniciou o treinamento que vai preparar colabores e sócios cooperados para uma nova linha de produção da cadeia da castanha.
A farinha da castanha – ou torta da castanha, como é muito conhecida – é um resíduo oriundo do beneficiamento e extração de óleo do fruto. É muito procurada pela indústria de alimentos como base para produção de pães, bolos, tortas e outros derivados, devido ao seu alto valor nutricional. Também é utilizada na implementação da ração animal.
Mas, para transformar este resíduo em produto, é necessária adequação de instalações, equipamentos e capacitação profissional. Por isto, a Comaru iniciou no último dia 18 um curso específico, voltado para a produção e manipulação de alimentos.
O treinamento, que prossegue nos próximos dias 25 de setembro e 2 de outubro, é uma parceria da cooperativa amapaense com o Instituto Conexões Sustentáveis (Fundo Conexsus), organização sem fins lucrativos, que trabalha para ativar o ecossistema de negócios comunitários rurais e florestais, com objetivo de aumentar a renda dos pequenos produtores e fortalecer a conservação dos ecossistemas naturais, através do PDO (Plano de Desenvolvimento da Organização).
A OCB Amapá apoia a iniciativa, que é apenas um dos primeiros passos na direção da melhoria de vida para os extrativistas e ribeirinhos cooperados e não cooperados da região do Vale do Jari, principal polo produtivo da cadeia da castanha no Estado do Amapá.
“Esse treinamento promoverá um grande avanço no aproveitamento máximo do que a castanha pode oferecer. É inovadora essa visão da COMARU, que vai aumentar a renda e pode gerar mais empregos, inclusive, por conte dessa nova linha de produção. Nós parabenizamos a cooperativa por mais essa iniciativa”, analisou a presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento.
O Sistema OCB Amapá abraçou a ideia de povos indígenas do norte do Estado e vai ajudar a criar a primeira cooperativa formada por etnias que vivem nas terras Uaçá, no município de Oiapoque.
O apoio foi confirmado pela presidente da OCB-AP, Maria Nascimento, ao representante do Conselho de Caciques do Uaçá, José Yaparrá. Ele percorreu cerca de 600 km de sua aldeia até chegar à sede da OCB Amapá, em Macapá, em busca de informações sobre como constituir uma cooperativa e foi recebido com total incentivo.
Segundo o cacique, a ideia é constituir uma entidade do ramo agro, especializada em agricultura familiar e tendo como carro-chefe o manejo de açaí, que tem grande potencial na região. Além dessas, ainda estão em estudo outras atividades que as riquezas do território indígena podem proporcionar de forma sustentável.
Ainda não é possível quantificar quanto seria a produção, mas só para se ter uma ideia, as terras indígenas do norte do Amapá abrangem cerca de 60 aldeias, segundo Yaparrá.
“Escolhemos em conjunto uma cooperativa porque queremos nos organizar e trabalhar juntos sempre. E estamos bastante esperançosos após este contato com a OCB em Macapá, agora sabemos que teremos apoio”, animou-se o cacique.
Maria Nascimento reuniu o corpo técnico da OCB e colocou à disposição a expertise da Casa para auxiliar em todas as etapas do processo de criação da cooperativa indígena.
“É uma iniciativa fantástica. E nós ficamos muito empolgados com ela. O potencial deste empreendimento legítimo que eles querem criar, por si só, já é uma marca muito forte. Estamos de mãos dadas neste projeto e vamos torná-lo realidade com certeza”, declarou a presidente da OCB-AP.
