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Os Conselheiros Gilcimar Pureza e Gilson Camboim, do Sistema OCB Amapá e Mato Grosso, a Superintendente do Sistema OCB Amapá, Patricia Sousa e o Sr Bruno Terraalta, fundador da Federação das Cooperativas de Mineração do Amapá-FECOOMI realizaram visitas técnicas com encontros regionais e locais. Foram visitadas as cooperativas: 1. COOPEVALE – Pedra Branca do Amapari 2. COOPGAVIN – Vila Nova / `Porto Grande 3. COOMING – Cupixi / Pedra Branca 4. COOMINAS – Mazagão 5. COOTA – Tartarugalzinho 6. COOGAL – Lourenço / Calçoene 7. MINACOOP – Oiapoque 8. VERDE MINAS – Oiapoque 9. COOEMAP - Macapá Na pauta das reuniões, encontros e evento estadual esteve a promoção da sustentabilidade da atividade e a profissionalização da gestão com padronização de processos de gestão, produção, comercialização com rastreabilidade e controle, inovação e organização das entidades de representação em nível nacional. Os Estados do Amapá, Mato Grosso e Pará já possuem Federação de Cooperativas de Mineração o que torna possível a fundação da Confederação das Cooperativas de Mineração do Brasil, para melhorar o relacionamento com os Governos e o Legislativo Nacional, Estaduais e Municipais. O Conselheiro da OCB/MT e Presidente da Federação do Mato Grosso levou o caso de Peixoto de Azevedo-MT da COOGAVEPE, assim como outras cooperativas em cada região do país que possuem pelos exemplos de inovação, projetos sociais e de educação ambiental. No Encontro Estadual realizado no dia 07.10 em Tartarugalzinho, os representantes do Governo Federal, Estadual puderam informar como atuam para o setor, e as políticas públicas planejadas, a ANM representada pelo Senhor, Tomas Pessoa e a Agência Amapá do Governo do Estado pelo Sr. Wagner Costa. A Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento falou dos eventos programados com a FECOOMI ainda este ano de 2020, e um projeto de assistência as Cooperativas Minerais juntamente com a FECOOMI para 2021, que tem como Presidente do Conselho o Sr. Chico Nogueira, da Cooperativa COOEMAP. [gallery size="large" columns="2" ids="5013,5014,5015,5016,5017,5018,5019,5020,5021,5022" orderby="rand"]
om a intensificação do uso da internet, a proteção dos dados dos clientes passou a ocupar lugar de destaque na lista de preocupações da sociedade moderna. E para garantir a segurança das informações de todos que navegam pela internet, pessoal ou profissionalmente, foi promulgada, em 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, como é mais conhecida a Lei nº 13.709/2018
), e que passou a valer no dia 22 de setembro. Em função disso, o Sistema OCB realizou nesta quarta-feira, um webinário dividido em duas partes para debater os aspectos práticos e teóricos da LGPD. Na primeira parte, a advogada Patrícia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital, Propriedade Intelectual, Proteção de Dados e Cibersegurança, explicou que, quando se fala em dados, é preciso entender que eles se referem a, por exemplo, nome completo, endereço e números de documentos, fotos, voz, biometria, por exemplo, e também, os hábitos de consumo, interesses e rastros que deixamos na internet com buscas, interações em redes sociais, etc. “A LGPD traz regras de cultura, governança, compliance e reputação. Essa lei, que já tem dois anos, fala de proteção de dados e de patrimônio, de direitos humanos, segurança da informação e, ao contrário do que muitos podem pensar, esse é o momento de perceber uma oportunidade de blindagem, de diminuir riscos, afinal, a tecnologia sozinha não faz bem ou mal. Depende de como ela é usada”, explicou a especialista. Patrícia Peck apresentou, também, cuidados simples que podem ser tomados pelas pessoas e pelas cooperativas, especialmente num contexto em que muitas pessoas trabalham de casa, usando poucos aparatos de segurança de informação. “Muitos, nem mesmo atualizam os antivírus do próprio computador; não salvam um arquivo fora de uma rede que permita backups; trocam de senhas ou descartam corretamente tanto informações quanto documentos”, comentou. Segundo a advogada, como a lei já está valendo, o mau uso de dados pode até resultar em ações judiciais. “Ainda não está sendo aplicada a multa mais alta, que está prorrogada para agosto de 2021, mas outras ações indenizatórias já podem, sim, ir parar no Judiciário. Por isso, as empresas precisam estar atentas e cumprir essa lei. A tecnologia tem que respeitar os direitos humanos. É uma tendência e não tem mais volta”, analisa. NA PRÁTICA O período da tarde ficou por conta do advogado especialista no tema, Cristhian Groff, que apresentou os 10 passos essenciais - e imediatos - para implementar a LGPD com segurança na sua cooperativa. Diversas dúvidas foram sanadas ao vivo e você pode conferir no vídeo que também está disponível no canal do Sistema OCB no YouTube. E, conforme sinalizou assessoria jurídica da OCB, Ana Paula Rodrigues, as demais questões serão tratadas numa cartilha que está sendo produzida e brevemente chegará às cooperativas. SAIBA MAIS Clique aqui
para acessar os eventos na íntegra. E leia mais sobre a LGPD no site do InovaCoop. Acesse
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), e que passou a valer no dia 22 de setembro. Em função disso, o Sistema OCB realizou nesta quarta-feira, um webinário dividido em duas partes para debater os aspectos práticos e teóricos da LGPD. Na primeira parte, a advogada Patrícia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital, Propriedade Intelectual, Proteção de Dados e Cibersegurança, explicou que, quando se fala em dados, é preciso entender que eles se referem a, por exemplo, nome completo, endereço e números de documentos, fotos, voz, biometria, por exemplo, e também, os hábitos de consumo, interesses e rastros que deixamos na internet com buscas, interações em redes sociais, etc. “A LGPD traz regras de cultura, governança, compliance e reputação. Essa lei, que já tem dois anos, fala de proteção de dados e de patrimônio, de direitos humanos, segurança da informação e, ao contrário do que muitos podem pensar, esse é o momento de perceber uma oportunidade de blindagem, de diminuir riscos, afinal, a tecnologia sozinha não faz bem ou mal. Depende de como ela é usada”, explicou a especialista. Patrícia Peck apresentou, também, cuidados simples que podem ser tomados pelas pessoas e pelas cooperativas, especialmente num contexto em que muitas pessoas trabalham de casa, usando poucos aparatos de segurança de informação. “Muitos, nem mesmo atualizam os antivírus do próprio computador; não salvam um arquivo fora de uma rede que permita backups; trocam de senhas ou descartam corretamente tanto informações quanto documentos”, comentou. Segundo a advogada, como a lei já está valendo, o mau uso de dados pode até resultar em ações judiciais. “Ainda não está sendo aplicada a multa mais alta, que está prorrogada para agosto de 2021, mas outras ações indenizatórias já podem, sim, ir parar no Judiciário. Por isso, as empresas precisam estar atentas e cumprir essa lei. A tecnologia tem que respeitar os direitos humanos. É uma tendência e não tem mais volta”, analisa. NA PRÁTICA O período da tarde ficou por conta do advogado especialista no tema, Cristhian Groff, que apresentou os 10 passos essenciais - e imediatos - para implementar a LGPD com segurança na sua cooperativa. Diversas dúvidas foram sanadas ao vivo e você pode conferir no vídeo que também está disponível no canal do Sistema OCB no YouTube. E, conforme sinalizou assessoria jurídica da OCB, Ana Paula Rodrigues, as demais questões serão tratadas numa cartilha que está sendo produzida e brevemente chegará às cooperativas. SAIBA MAIS Clique aqui
para acessar os eventos na íntegra. E leia mais sobre a LGPD no site do InovaCoop. Acesse
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A OCB acaba de atualizar a cartilha que orienta e estimula as cooperativas de crédito a participarem do edital do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo. Agora, o material inclui a Portaria nº 666/2020
, que entre outras modificações, altera as condições de financiamento (taxa e atualizações agora com base na Selic e não mais no INPC). Além disso, o novo normativo incluiu a possibilidade de adesão ao Pronampe para os agentes financeiros operadores, para que possam requerer garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) às operações com recursos oriundos do Fungetur. Vale lembrar que o ministério está com edital aberto para credenciamento de instituições financeiras operadoras do fundo, incluindo cooperativas. O chamamento é o resultado de um pleito da OCB encaminhado ao MTUR após o governo ter ampliado os recursos do programa para atender o setor de turismo, especialmente afetado pela atual pandemia do coronavírus. Além de cooperativas de crédito poderem operar os recursos, empresas e cooperativas que atuam no setor de turismo podem se beneficiar dos financiamentos do programa. O Fungetur consiste em um mecanismo de crédito essencial ao fomento do turismo como negócio e estratégia para o desenvolvimento social e econômico. Por meio da oferta de crédito a empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo, promove a elevação do nível dos serviços prestados ao turista, a expansão das oportunidades de instalação de novos negócios, além da geração de emprego e renda. A cartilha explica, por exemplo, que obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma, máquinas e equipamentos turísticos, além de capital de giro fazem parte do rol do que pode ser financiados com recursos do Fungetur. EXIGÊNCIAS Vale destacar que para solicitarem recursos do Fungetur empresas e cooperativas do setor de turismo precisam ser credenciadas no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br) para trabalhar como agências de turismo, transportadoras turísticas, locadoras de veículos para turistas, organizadoras de eventos, entre outras atividades. Os critérios para análise de risco e aprovação do volume de recursos pleiteado, assim como a política de garantias, ficam a cargo da instituição financeira, a exemplo de uma cooperativa de crédito. No caso das cooperativas de crédito interessadas em emprestarem recursos do Fungetur, estas precisam estar em dia com as obrigações da Lei Complementar nº 130/2009, bem como da Resolução nº 4.763/2009, do Banco Central, além de atenderem às demais exigências do edital de credenciamento. A documentação apresentada pelas instituições financeiras será analisada pelo MTUR em até cinco dias úteis, após a confirmação de entrega e, estando aptas, serão convocadas pelo Ministério a assinar o contrato administrativo de forma eletrônica do SEI no prazo de até cinco dias. LINKS IMPORTANTES - Clique aqui para acessar a cartilha: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacao/78/fundo-geral-do-turismo-fungetur
- Para acessar o edital e seus anexos, acesse: http://www.turismo.gov.br/fungetur.html
- Acompanhe essa e outras ações em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19
, que entre outras modificações, altera as condições de financiamento (taxa e atualizações agora com base na Selic e não mais no INPC). Além disso, o novo normativo incluiu a possibilidade de adesão ao Pronampe para os agentes financeiros operadores, para que possam requerer garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) às operações com recursos oriundos do Fungetur. Vale lembrar que o ministério está com edital aberto para credenciamento de instituições financeiras operadoras do fundo, incluindo cooperativas. O chamamento é o resultado de um pleito da OCB encaminhado ao MTUR após o governo ter ampliado os recursos do programa para atender o setor de turismo, especialmente afetado pela atual pandemia do coronavírus. Além de cooperativas de crédito poderem operar os recursos, empresas e cooperativas que atuam no setor de turismo podem se beneficiar dos financiamentos do programa. O Fungetur consiste em um mecanismo de crédito essencial ao fomento do turismo como negócio e estratégia para o desenvolvimento social e econômico. Por meio da oferta de crédito a empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo, promove a elevação do nível dos serviços prestados ao turista, a expansão das oportunidades de instalação de novos negócios, além da geração de emprego e renda. A cartilha explica, por exemplo, que obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma, máquinas e equipamentos turísticos, além de capital de giro fazem parte do rol do que pode ser financiados com recursos do Fungetur. EXIGÊNCIAS Vale destacar que para solicitarem recursos do Fungetur empresas e cooperativas do setor de turismo precisam ser credenciadas no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br) para trabalhar como agências de turismo, transportadoras turísticas, locadoras de veículos para turistas, organizadoras de eventos, entre outras atividades. Os critérios para análise de risco e aprovação do volume de recursos pleiteado, assim como a política de garantias, ficam a cargo da instituição financeira, a exemplo de uma cooperativa de crédito. No caso das cooperativas de crédito interessadas em emprestarem recursos do Fungetur, estas precisam estar em dia com as obrigações da Lei Complementar nº 130/2009, bem como da Resolução nº 4.763/2009, do Banco Central, além de atenderem às demais exigências do edital de credenciamento. A documentação apresentada pelas instituições financeiras será analisada pelo MTUR em até cinco dias úteis, após a confirmação de entrega e, estando aptas, serão convocadas pelo Ministério a assinar o contrato administrativo de forma eletrônica do SEI no prazo de até cinco dias. LINKS IMPORTANTES - Clique aqui para acessar a cartilha: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacao/78/fundo-geral-do-turismo-fungetur
- Para acessar o edital e seus anexos, acesse: http://www.turismo.gov.br/fungetur.html
- Acompanhe essa e outras ações em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19
O governo federal decidiu prorrogar a isenção das alíquotas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito até 31 de dezembro. O imposto foi zerado em março por conta do impacto econômico causado pela pandemia do novo coronavírus, e já havia sido estendido por 90 dias.
A medida perderia validade nesta sexta-feira (2/10), mas após várias semanas de grande mobilização da OCB e Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) junto ao Ministério da Economia, em especial o Gabinete do Ministro e a Secretaria de Política Econômica (SPE), a fim de sensibilizar o Poder Executivo sobre a relevância da prorrogação da alíquota 0 do IOF, foi publicado o Decreto 10.504/20
, que estendeu o prazo da alíquota zerada até o fim do ano e permitirá que as cooperativas de crédito continuem oferecendo financiamentos com custo final mais baixo para o tomador, o que tem auxiliado fortemente na recuperação da economia nacional. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é notório que a redução do IOF, por meio do Decreto nº 10.305/20 e, posteriormente, pelo Decreto nº 10.414/20, tem auxiliado na redução dos impactos negativos para toda a sociedade. “Essa iniciativa do governo reduziu os custos das operações de crédito nesse momento em que diversos setores da economia se veem fragilizados e necessitando, ainda mais, acessar recursos para dar continuidade às suas atividades e manter o máximo de postos de empregos ativos, por isso essa prorrogação é tão bem recebida pelas cooperativas de crédito”, avalia Márcio Freitas. Já para o presidente da Frencoop, Evair de Melo, a medida é "resultado do papel de liderança exercido pelo Sistema OCB, resultando em uma conquista coletiva de todo o setor cooperativista". RAIO X Atualmente, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto por 884 cooperativas de crédito singulares e seus mais de 6 mil postos de atendimento. Juntas, elas reúnem cerca de 12 milhões de cooperados e têm cumprindo um importante papel na oferta de crédito para o seu quadro de associados, sendo que 14% são micro e pequenos empresários. Vale destacar que as cooperativas surgem com o objetivo de atender às necessidades das localidades onde estão inseridas. Os seus cooperados assumem, portanto, um duplo papel: o de clientes e donos da instituição, o que gera um alto grau de comprometimento com a segurança e longevidade da organização.
, que estendeu o prazo da alíquota zerada até o fim do ano e permitirá que as cooperativas de crédito continuem oferecendo financiamentos com custo final mais baixo para o tomador, o que tem auxiliado fortemente na recuperação da economia nacional. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é notório que a redução do IOF, por meio do Decreto nº 10.305/20 e, posteriormente, pelo Decreto nº 10.414/20, tem auxiliado na redução dos impactos negativos para toda a sociedade. “Essa iniciativa do governo reduziu os custos das operações de crédito nesse momento em que diversos setores da economia se veem fragilizados e necessitando, ainda mais, acessar recursos para dar continuidade às suas atividades e manter o máximo de postos de empregos ativos, por isso essa prorrogação é tão bem recebida pelas cooperativas de crédito”, avalia Márcio Freitas. Já para o presidente da Frencoop, Evair de Melo, a medida é "resultado do papel de liderança exercido pelo Sistema OCB, resultando em uma conquista coletiva de todo o setor cooperativista". RAIO X Atualmente, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto por 884 cooperativas de crédito singulares e seus mais de 6 mil postos de atendimento. Juntas, elas reúnem cerca de 12 milhões de cooperados e têm cumprindo um importante papel na oferta de crédito para o seu quadro de associados, sendo que 14% são micro e pequenos empresários. Vale destacar que as cooperativas surgem com o objetivo de atender às necessidades das localidades onde estão inseridas. Os seus cooperados assumem, portanto, um duplo papel: o de clientes e donos da instituição, o que gera um alto grau de comprometimento com a segurança e longevidade da organização.
Os representantes das Cooperativas do ramo transporte de Macapá, solicitaram uma agenda com a Presidência do Sistema OCB Amapá, para discutir temas no que se refere a tributação municipal; e solicitação de apoio do Sistema OCB-AP para a alterações dos sistema de emissão de notas fiscais junto a secretaria de finanças de Macapá.
Ao termino da reunião, o Sistema OCB-AP, firmou o compromisso de uma agenda com a Prefeitura Municipal de Macapá. Além das pautas acimas citadas, outros temas de grande relevância para as cooperativas também foram discutidos e analisados pela presidência da casa.
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O encontro acontecerá no próximo dia 07 de outubro de 2020, no Município de Tartarugalzinho com o objetivo de promover a sustentabilidade da atividade garimpeira através da profissionalização da gestão das cooperativas. O evento discutirá o cenário nacional da atividade, e a atuação do Governo Federal e Estadual no setor. O Amapá juntamente com os Estados do Mato Grosso e Pará que já possuem o setor organizado em Federação agora almejam constituir a Confederação Brasileira das Cooperativas Minerais, visando a padronização de processos na organização social e de gestão, modernização da extração de minérios, controle e rastreabilidade no comércio do ouro e lançamento do selo OURO ETICO, uma certificação para cooperativas que promovam a sustentabilidade nas áreas de atuação, baseados no tripé Humano, Ambiental e Social. No encontro será apresentado o caso de Peixoto de Azevedo no Mato Grosso que iniciou de forma desordenada na década de 70, e hoje é uma referência nacional da atividade mineral. O evento contará com a presença da Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento; do Presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Mato Grosso, Gilson Camboin; do Diretor da Agência Nacional de Mineração, Tomas Pessoa; do representante da Agência Amapá; e Michael Davi da Mineração Tartarugalzinho. A Federação das Cooperativas do Estado do Amapá participa com seus membros com representantes de Laranjal do Jari, Pedra Branca, Porto Grande, Tartarugalzinho, Mazagão, Calçoene e Oiapoque, informou um de seus dirigentes Bruno Terralta.
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) prorrogou as inscrições para o programa Agro 4.0 para o dia 7 de outubro. No total, serão investidos R$ 4,8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0. O objetivo é promover, por meio dessas tecnologias, o aumento de eficiência e de produtividade, e redução de custos no agronegócio brasileiro.
As cooperativas agropecuárias podem participar, inscrevendo seus projetos. A OCB participou da discussão do edital desde o início, com a ABDI. Para a instituição, essa é uma oportunidade singular para que as coops que querem trabalhar com adoção e difusão de tecnologias no agronegócio encontre os meios para isso. Vale destacar que a OCB faz parte do conselho superior da Câmara Agro 4.0, no âmbito do governo federal.
O edital, na modalidade concurso, é voltado a empresas usuárias de tecnologias 4.0 do setor produtivo, especialmente, produtores rurais e agroindústrias, que irão realizar a adoção de tecnologias 4.0 em suas unidades/fazendas/plantas. Estas empresas poderão submeter propostas de projetos em parceria com demais Instituições.
O programa é executado pela a ABDI e pelos Ministérios da Agricultura (MAPA), da Economia (ME) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). De acordo com o presidente da ABDI, Igor Calvet, o programa Agro 4.0 irá possibilitar e gerar uma maior disseminação de tecnologias digitais no agronegócio, com foco em aumento de eficiência, produtividade e redução de custos junto a produtores e indústrias. Ao todo, o edital contempla quatro categorias, relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio, incluindo empresas dos setores primário, secundário e terciário.
Para o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Mapa, Cleber Soares, a iniciativa estimula o ambiente de inovação digital no agronegócio por meio de soluções práticas e aplicadas às cadeias de valor nos segmentos dentro e fora da porteira, como também em ecossistema de cadeias produtivas. “Estamos alavancando o futuro do agronegócio com soluções digitais", avalia o diretor.
CATEGORIAS
Para cada categoria, foram identificadas temáticas de aplicação, às quais os projetos deverão estar alinhados: (i) segmento de insumos (fertilizantes, defensivos, rações, máquinas e equipamentos); (ii) segmento primário (agricultura, pecuária, pesca, aquicultura); (iii) segmento secundário (fabricação de produtos alimentícios); e (iv) integração de segmentos, incluindo segmento terciário (integração de elos da cadeia - abrangendo serviços de tecnologia da informação e comunicação, logística, entre outros).
PREMIAÇÃO
A premiação varia de R$ 300 mil para até quatro projetos nas categorias 1, 2 e 3; a R$ 600 mil para até dois projetos na categoria 4. Os projetos selecionados serão conhecidos ainda em 2020 e terão, a partir da divulgação, um prazo de sete meses para a execução e outros 12 meses para o monitoramento dos resultados.
PLANO NACIONAL DE IOT
Regulamentado em 2019, o Plano Nacional de Internet das Coisas – IoT tem o objetivo de implantar a Internet das Coisas como ferramenta de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. Para a definição das estratégias do Plano, o BNDES sugeriu quatro verticais de aplicação de IoT: indústria, saúde, rural e cidades. Para cada vertical, foi criada uma Câmara. A Câmara Agro 4.0, liderada pelo MAPA e pelo MCTI, tem como objetivo promover ações de expansão da internet no campo e a aquisição de tecnologias e serviços inovadores no ambiente rural. O Programa Agro 4.0 da ABDI foi listado, na última reunião, como uma das iniciativas acompanhadas pela Câmara.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, destaca a importante missão de levar conectividade ao campo, aliada às novas tecnologias. “O Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT.Br) é estratégico para a inovação e competitividade do Brasil em setores como o agronegócio, saúde, indústria, turismo e cidades inteligentes, que foram as áreas definidas como prioridades pelo MCTI no âmbito do Plano. Dentro do agronegócio, as aplicações da Internet das Coisas e outras tecnologias 4.0 vão desde a coleta de dados para a melhoria do solo até a aplicação precisa de defensivos, por exemplo”.
EDITAL
Clique aqui
para conhecer os detalhes do edital e se inscrever. (Com informações da ABDI)
para conhecer os detalhes do edital e se inscrever. (Com informações da ABDI)
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), prorrogou novamente o prazo de validade das Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) devido à pandemia do coronavírus. A Portaria n° 129
, publicada no Diário da União desta quinta-feira (24/9), estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses. As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/
. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs
por causa da pandemia. O objetivo, segundo o Mapa é evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020
, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus. COOPERATIVISMO Para o cooperativismo agropecuário, a notícia chegou como um alívio, já que 1/3 das cooperativas agropecuárias vinculadas à OCB são detentoras da DAP Jurídica. Além disso, segundo levantamento realizado pelo IBGE, 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são do perfil da agricultura familiar. MEDIDAS DE SEGURANÇA De acordo com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, desde o início da pandemia, o Ministério tem trabalhado em medidas que auxiliem o pequeno produtor na manutenção da sua produção e distribuição, adotando as medidas de segurança necessárias. “A nova prorrogação do prazo de validade das declarações é importante, pois a DAP é indispensável para que o agricultor familiar consiga acessar as políticas públicas de crédito e os programas de compras institucionais”, ressalta. Um levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa. DAP A Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) é a porta de entrada do agricultor familiar às políticas públicas de incentivo à produção e geração de renda. Como uma identidade, o documento tem dados pessoais dos donos da terra, dados territoriais e produtivos do imóvel rural e da renda da família. Para acessar uma linha de crédito do Pronaf, por exemplo, é imprescindível a DAP, pois nela consta informações que darão segurança jurídica para as transações de financiamentos. Além dos agricultores/as familiares, são beneficiários da DAP, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e beneficiários do Terra Brasil - Programa Nacional de Crédito Fundiário. Confira aqui outras informações sobre a DAP
(Fonte: Com informações MAPA)
, publicada no Diário da União desta quinta-feira (24/9), estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses. As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/
. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs
por causa da pandemia. O objetivo, segundo o Mapa é evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020
, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus. COOPERATIVISMO Para o cooperativismo agropecuário, a notícia chegou como um alívio, já que 1/3 das cooperativas agropecuárias vinculadas à OCB são detentoras da DAP Jurídica. Além disso, segundo levantamento realizado pelo IBGE, 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são do perfil da agricultura familiar. MEDIDAS DE SEGURANÇA De acordo com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, desde o início da pandemia, o Ministério tem trabalhado em medidas que auxiliem o pequeno produtor na manutenção da sua produção e distribuição, adotando as medidas de segurança necessárias. “A nova prorrogação do prazo de validade das declarações é importante, pois a DAP é indispensável para que o agricultor familiar consiga acessar as políticas públicas de crédito e os programas de compras institucionais”, ressalta. Um levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa. DAP A Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) é a porta de entrada do agricultor familiar às políticas públicas de incentivo à produção e geração de renda. Como uma identidade, o documento tem dados pessoais dos donos da terra, dados territoriais e produtivos do imóvel rural e da renda da família. Para acessar uma linha de crédito do Pronaf, por exemplo, é imprescindível a DAP, pois nela consta informações que darão segurança jurídica para as transações de financiamentos. Além dos agricultores/as familiares, são beneficiários da DAP, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e beneficiários do Terra Brasil - Programa Nacional de Crédito Fundiário. Confira aqui outras informações sobre a DAP
(Fonte: Com informações MAPA)

Os cooperados que participaram do Curso de Excelência no Atendimento ao Cliente, promovido pelo Sistema OCB/AP, voltam para casa com uma nova perspectiva de mercado e competitividade na bagagem. O treinamento ocorreu nestas quarta-feira (16) e quinta-feira (17), no auditório do Sebrae-AP, em Macapá. O curso, ministrado pelo consultor em administração, Alan Yared Lima, trabalhou conceitos básicos de atendimento ao cliente, levando em consideração o cenário do novo normal no contexto da pandemia de coronavírus, e, ainda, aspectos iniciais sobre como agir nas mais diferentes situações que exigem tratamento diferenciado aos clientes. Tudo com ênfase no marketing digital. Yared frisou que apesar de muito serem de empreendimentos do interior do estado, alguns de comunidades longínquas, a aceitação das tecnologias apresentadas foi um processo natural – “até porque o público alvo deles está nas capitais, eles produzem no campo, mas escoam para as áreas urbanas”, analisou o instrutor. “Vimos que o processo de atendimento ao cliente deve estar alinhado, planejado e modelado com o marketing digital e eles assimilaram muito bem essa ideia, pois foram muito participativos. Pudemos ver também, no segundo dia, como funciona o sistema do marketing digital e como as plataformas, sites, redes sociais, devem ser usadas em conjunto e não isoladamente. Foi uma oportunidade muito produtiva”, resumiu Yared. Essas ferramentas tecnológicas foram muito bem aceitas pela dona Maria Angélica Silva de Oliveira, da Cooperativa dos Produtores do Maracá (Coopmaracá), localizada a 240 km de Macapá. Lá se produz açaí, banana, melancia, cupuaçu, verduras e castanha. Para ela, as novas ferramentas vão possibilitar a ampliação do leque de mercado, aumentando a clientela para que a produção não fique parada, como ocorreu com alguns produtos da cooperativa no primeiro semestre de 2020 por causa da pandemia de coronavírus. “Foi muito bom, aumentou muito os conhecimentos e quando retornar ao Maracá vou poder repassar essas informações de como utilizar essas ferramentas de forma correta, como define o Marketing Digital, para os outros membros da cooperativa. E agora poderemos ampliar os nossos clientes e tornando os nossos produtos alimentícios ainda mais conhecidos pela internet e de forma correta”, analisou. Quem também aprendeu a importância do marketing digital foi o seu Hildeci Maciel, representante de duas cooperativas do Amapá, a Fenix Transportes, e a Agroporto, que produz poupas de frutas regionais, como manga, cupuaçu, muruci, taperebá, graviola e goiaba. “É uma ferramenta imprescindível, principalmente pelo momento que nós vivemos hoje, por conta do isolamento imposto pela pandemia, e com ela podemos ampliar nosso alcance de cliente e sistematizar e organizar esse volume de negócios. Precisamos nos adequar e o primeiro passo foi dado ontem e hoje com esse treinamento oferecido pela OCB-AP”, avaliou o cooperado. [gallery columns="2" size="large" ids="4982,4984,4983,4981"]
Cooperados dos mais diversos segmentos econômicos do Amapá iniciaram um treinamento visando diferenciar as cooperativas de outros empreendimentos e aumentando a competitividade com um atendimento especializado aos clientes.
Com ênfase em marketing digital, o Curso de Excelência no Atendimento ao Cliente promovido pelo Sistema OCB/AP iniciou nesta quarta-feira (16), o dia todo, e prossegue até o fim da tarde de quinta-feira (17), no auditório do Sebrae-AP, em Macapá.
Neste primeiro dia, o consultor em administração, Alan Yared Lima, que ministra o treinamento, trabalhou conceitos básicos de atendimento ao cliente, levando em consideração o cenário do novo normal no contexto da pandemia de coronavírus, e, ainda, aspectos iniciais sobre como agir nas mais diferentes situações que exigem tratamento diferenciado aos clientes.
“Neste primeiro dia de treinamento tivemos conceitos básicos, desafios, sempre trabalhando neles a ideia do ‘por que o cliente escolhe o meu empreendimento, a minha cooperativa’? Então, a excelência no atendimento a ele pode ser um diferencial para esta preferência. Baseado nisso, o empreendedor não pode deixar o marketing digital de lado, pois vivemos um momento tecnológico propício para isto, então abordamos como agir diante de reclamações, como agir no meio digital, como gerenciar crises online ou off-line. E amanhã nos aprofundaremos ainda mais”, resumiu o instrutor do curso.
A presidente da OCB-AP, Maria Nascimento, acompanhou os trabalhos no primeiro turno. Ela ressaltou que um dos compromissos do Sistema é levar capacitação e atualizações de mercado às cooperativas. Por isso treinamentos são fundamentais.
“Sabemos que sai na frente quem inova e se atualiza. E num mundo digital que vivemos hoje é preciso compreender as exigências e tendências de mercado. Nesse contexto é fundamental que as cooperativas estejam para ter uma atuação cada vez mais moderna e, assim, serem empreendimentos diferenciados e bem sucedidos. Ficamos muito felizes de poder proporcionar essas oportunidades aos cooperados de todos os municípios do Estado. E outros cursos ainda virão”, avaliou a presidente Nascimento.
Nesta quinta-feira (17), os trabalhos ocorrem na sede do Sebrae, no auditório, de 8h às 12h, e de 14h às 18h.
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa dos Garimpeiros do Vale da Capivara (COGACA) para atendimento e aplicação PDGC/EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Na ocasião também ocorreu o alinhamento em procedimentos de cadastro de Cooperativas.
A equipe técnica também realizou a visita na fábrica de processamento de polpas de frutas da Cooperativa Agrícola da Gleba do Matapi (AGROPORTO).
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa Garimpeiros do Vale Vila Nova (COOPGAVIN), localizada no município de Porto Grande / Comunidade do Vale Vila Nova. No local ocorreu atendimento com Palestra motivacional com dinâmica de envolvimento e visita técnica para aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC)/EIXO GESTÃO. Além das explanações sobre Assembleias e atualização da situação da Cooperativa junto aos sócios.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa Agroextrativista dos Produtores do Município de Porto Grande (COAMP) e a Cooperativa dos Produtores Rurais do Matapi (COOPMA) para notificação referente a situação financeira e documental no sistema OCB/SESCOOP-AP.
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa dos Produtores Agropecuários da Comunidade de Sete Ilhas (COOPASETI), onde realizou atendimento com dinâmica em grupo para engajamento no trabalho cooperativo, aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC)/EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Além de alinhamento em procedimentos de cadastro de Cooperativas, assembleias e regularização de Cooperativa.
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A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (COOPETRAL), localizada no município de Pedra Branca do Amapari.
No local foi realizada visita ao campo da Cooperada/Presidente Ângela, onde podemos mostrar todo potencial da produção da agricultura familiar.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, acompanhada da equipe técnica visitou a Cooperativa de Produtores Agroextrativistas do Oeste Amapaense (COOPETRAL), localizada no município de Pedra Branca do Amapari.
A visita técnica possibilitou a aplicação do Programa de Desenvolvimento de Gestão das Cooperativas (PDGC) /EIXO GESTÃO / EIXO GOVERNANÇA. Além da sensibilização da importância dos programas nas cooperativas, indicação da plataforma Capacitacoop e apresentação da programação do segundo semestre em cursos presenciais.
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Marcando o retorno das atividades de capacitação presencial,.o Sistema OCB Amapá lança o curso Excelência no Atendimento ao Cliente, que será realizado no auditório do SEBRAE, seguindo todas as regras de distanciamento conforme decreto. Link para inscrição: http://amapa.coop.br/excelencia-no-atendimento-ao-cliente-enfase-no-marketing-digital/ Cooperativas, participem!
Ainda não inscreveu sua cooperativa na 12ª edição do Prêmio Somoscoop Melhores do Ano? Não se preocupe, porque a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que realiza a premiação a cada dois anos, acaba de anunciar que prorrogou o prazo que terminaria amanhã, quinta-feira (3/9). Agora, a nova data-limite é 16 de setembro. A justificativa é o cenário pandêmico que alterou muito a rotina das cooperativas que, aliás, não pararam de trabalhar.
Vale lembrar que cooperativas singulares e centrais, confederações e federações sediadas no Brasil, regulares com a OCB, independentemente do ramo ou porte, podem se inscrever, já que a premiação também é uma oportunidade de mostrar o quanto elas são essenciais para o país, social e economicamente.
O objetivo do prêmio é destacar as boas práticas de cooperativas que tenham proporcionado benefícios aos seus cooperados e à comunidade. Casos relacionadas à diminuição dos impactos negativos resultantes da pandemia também podem ser inscritos.
NOVIDADES
Entre as novidades desta edição está a incorporação da categoria Desenvolvimento Sustentável pela Cidadã, reforçando, ainda mais, o compromisso das coops com os ODS da ONU, em sua agenda 2030. As demais continuam as mesmas. São elas: Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Cooperjovem; Fidelização; Inovação; e Intercooperação. E a regra continua a mesma: pode ser inscrito somente um case por categoria.
INFLUENCIADORES
A segunda novidade é a criação da categoria Influenciadores Coop, direcionada a pessoas físicas consideradas referência na disseminação do cooperativismo brasileiro. Mas não para por aí: as indicações serão feitas pelas unidades estaduais do Sistema OCB e os vencedores serão escolhidos por votação popular no site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano.
EDITAL
Para conhecer todos os detalhes do 12º Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, clique aqui
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Na edição do último domingo (30/8), o jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a busca de produtores rurais por renegociação de financiamentos ou por novos recursos para recompor seus caixas frente aos impactos negativos da pandemia. Segundo a matéria, burocracia e altas taxas de juros estão entre os empecilhos para o acesso aos recursos.
Apesar dos bancos permanecerem como principais agentes deste segmento, as cooperativas financeiras foram as únicas a ampliar sua participação de 17% a 18% do dinheiro emprestado. A matéria destaca as cooperativas como alternativa para os produtores que não conseguem empréstimos nas instituições tradicionais.
Segundo o consultor do ramo Crédito do Sescoop/SP, Rodrigo Dias, as cooperativas de crédito vêm se fortalecendo no mercado financeiro e demonstrando ser um eficiente mecanismo de inclusão financeira e disseminador do crédito voltado aos pequenos produtores rurais. “Isto se dá por estarem mais próximo aos associados, terem vocação para investir em empreendedores, além de apresentarem menor custo na oferta de produtos e serviços, em comparação aos bancos tradicionais”.
Confira a matéria na íntegra.
(Fonte: Sistema Ocesp)
(Fonte: Sistema Ocesp)

