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O Sistema OCB acaba de lançar o e-book LGPD no cooperativismo: como se adaptar. O material apresenta o impacto da aplicação da Lei nº 13.709, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD no ambiente das cooperativas brasileiras. A ideia é contribuir com a preparação das coops durante o processo de implementação dessa norma.
O assunto tem sido pauta de diversos eventos promovidos pela OCB para esclarecer todas as dúvidas de quem vai lidar com informações de, por exemplo, cooperados, empregados e fornecedores. Basicamente, a LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais realizado por pessoas físicas ou jurídicas no Brasil, tanto por meios físicos quanto digitais. E foi inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês), criado em 2016 e que trata da segurança de informação dos cidadãos na Europa.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o crescimento dos casos de vazamentos de dados e fraudes na internet nos últimos anos ligou o alerta de governos, empresas e da sociedade no mundo todo. “Era preciso criar mecanismos para evitar a invasão de privacidade e reduzir os ataques cibernéticos, que somente em 2019 representaram uma perda financeira de R$ 80 bilhões às empresas brasileiras, segundo levantamento da União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi sob esse contexto que foi criada a LGPD”, contou.
Confira
No e-book são abordados os principais pontos da LGPD, adequando a apresentação das determinações legais à realidade das cooperativas brasileiras e das unidades do Sistema OCB e indicando medidas necessárias para adaptação à nova lei. Clique aquipara conferir. Fonte: Sistema OCB
Foi realizado nos dias 23 e 24, na sede do Sistema OCB Amapá, na região central de Macapá, o Curso de Contabilidade de Cooperativas, que tem como objetivo principal, explorar de forma didática todos os processos, diretrizes, leis e procedimentos que regem o assunto. O Curso que tem como publico alvo funcionários das cooperativas voltados para a área financeira, cooperados e claro contadores que queiram se aprimorar da contabilidade cooperativista, abordou também conhecimentos específicos da Ciência Contábil voltados para as cooperativas, incluindo os aspectos societário e tributário.
O Sistema OCB Amapá trouxe à capital do Amapá, um dos maiores especialistas na área, o contador Fabiano Oliveira, que é Consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP-PA), contador formado pela UFPA , Pós Graduado em Gestão Contábil e tributária e Presidente da Cooperativa Amazon Focus(Cooperativa de Consultores) atuando a mais de 20 anos no mundo cooperativista.
O especialista explicou que o curso diferencia as particularidades contábeis das cooperativas dos outros tipos de empreendimentos, como por exemplo, as sociedades empresariais.
“Alguns profissionais da área prestam serviços para cooperativas e trabalham a contabilidade do empreendimento como se fosse uma empresa normal, uma LTDA ou uma AS, e isso é problemático, porque as cooperativas têm muitas peculiaridades, societárias, contábeis e tributárias, que divergem das sociedades comerciais que a maioria dos contadores está acostumada a lidar. Esse é o grande diferencial deste curso”, explicou Fabiano.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que os gestores e contadores de cooperativas precisam estar cada vez mais capacitados com conhecimentos específicos que ajudem no crescimento dos negócios.
“É importante até que os gestores tenham esse conhecimento até para cobrar melhor os profissionais que fazem a contabilidade das cooperativas. Devemos lembrar que entre as cooperativas, nós temos ramos diferenciados, e a contabilidade de uma cooperativa de trabalho é diferente da contabilidade de uma cooperativa agroextrativista, por exemplo, e isso incide no financeiro, na tributação. Então, a nossa função enquanto Sistema é justamente proporcionar esses conhecimentos às cooperativas do Amapá”, avaliou a presidente.
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📍A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COMARU, localizada em Laranjal do Jari, para a aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COOPEMAC, localizada na Comunidade de Água Branca do Cajari, para a aplicação do Programa de Gestão das Cooperativas (PDGC), assessoria para assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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📍A equipe do Sistema OCB-AP realizou visita técnica na Cooperativa COOPERVITÓRIA, localizada em Vitória do Jari, para assessoramento de assembleias, e apresentação do calendário de atividades 2021.
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Inovar é mais do que uma necessidade para o futuro. É uma realidade do agora. Pensando nisso, o Sistema OCB iniciou nesta semana uma pesquisa para conhecer melhor o cenário de inovação entre as cooperativas do país, identificar os principais desafios e sinalizar oportunidades para nortear as estratégias de fomento à cultura da inovação.
Para isso, um questionário foi cuidadosamente preparado para que as respostas sejam utilizadas na elaboração de um diagnóstico. Assim, as coops, com apoio das Unidades Estaduais, podem responder às perguntas até o dia 22 de janeiro do ano que vem.
A Checon, empresa especializada e com experiência em atuação no cooperativismo, foi contratada pelo Sistema OCB para conduzir esta pesquisa, que será realizada no formato on-line, clicando aqui
. APOIO ESSENCIAL “Esse é um processo muito importante para a definição das nossas próximas ações. Vimos que, mais do que nunca, a inovação é um ingrediente essencial da sustentabilidade das empresas que se destacam dentro e fora do país. Por isso, conhecer a nossa realidade é fundamental para melhorar essa cultura e, para tanto, nós contamos muito com a mobilização feita pelas unidades estaduais, estimulando as cooperativas a participarem da pesquisa”, explica o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. De acordo com o superintendente, as cooperativas não serão identificadas no questionário que leva cerca de cinco minutos para ser completado. DÚVIDAS As cooperativas que tiveram dúvidas podem entrar em contato com Samara Araujo, coordenadora do Núcleo de Informações e Mercados do Sistema OCB, por meio do email:Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
. APOIO ESSENCIAL “Esse é um processo muito importante para a definição das nossas próximas ações. Vimos que, mais do que nunca, a inovação é um ingrediente essencial da sustentabilidade das empresas que se destacam dentro e fora do país. Por isso, conhecer a nossa realidade é fundamental para melhorar essa cultura e, para tanto, nós contamos muito com a mobilização feita pelas unidades estaduais, estimulando as cooperativas a participarem da pesquisa”, explica o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. De acordo com o superintendente, as cooperativas não serão identificadas no questionário que leva cerca de cinco minutos para ser completado. DÚVIDAS As cooperativas que tiveram dúvidas podem entrar em contato com Samara Araujo, coordenadora do Núcleo de Informações e Mercados do Sistema OCB, por meio do email:
Feito por pessoas e para pessoas, o cooperativismo está em toda parte. É um modelo de negócio democrático responsável por gerar trabalho, emprego e renda, além de promover o desenvolvimento econômico e social em todos os lugares onde está. Ou seja: é um ingrediente essencial para a construção de uma sociedade mais justa por meio da colaboração, equilíbrio e transformação. É também um caminho que o momento pós-pandemia trará não só ao Brasil, mas para o mundo.
Para entrar no espírito de união faz a força, o Sistema OCB, que reúne mais de 6,8 mil cooperativas e mais de 15 milhões de trabalhadores (entre cooperados e empregados), lança a primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten..
Escolhido por ter afinidade com os valores cooperativistas, Guga destaca que, em sua trajetória como atleta, sempre atuou com base em valores sólidos e, atualmente, como empresário, lidera, ao lado do irmão, uma holding que tem como visão semear bons princípios e como missão gerar oportunidades e negócios com responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Ou seja, a sintonia ideal com o modelo de negócio do cooperativismo.
“Para mim é sempre especial trabalhar com o cooperativismo, porque está dentro da nossa filosofia de colaborar e trabalhar em equipe. A nossa história foi construída em cima desses valores, dessas crenças. Há praticamente 10 anos nós iniciamos uma parceria com uma cooperativa que fez todo o sentido, porque podemos aprender ainda mais sobre esse tema. Eu me sinto muito confortável em poder falar sobre o cooperativismo, porque é algo que vem desde a nossa infância dentro de casa, passando pela carreira no esporte, até a filosofia da nossa empresa”, declara Guga.
CONCEITO
Com o conceito Vem ser coop! Tudo ao seu redor já é, a campanha do Sistema OCB quer aproximar o modelo da sociedade, além de estimular novas adesões ao movimento que segue como tendência de enfretamento para recuperação de negócios e oportunidades prejudicadas pela pandemia do Covid-19.
ESSENCIAIS
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, durante a pandemia, as cooperativas têm mostrado ao país o quanto elas são essenciais para a economia. “As cooperativas, logo no começo desse período, tomaram todos os cuidados, seguindo as orientações de segurança e saúde, para que sua produção não fosse afetada. Se, de um lado, os profissionais são essenciais para a saúde, de outro, as cooperativas são fundamentais para manter a economia girando”, explica.
Aqui no Brasil, o movimento cooperativista é composto por 13 setores econômicos, agrupados em sete ramos. Isso quer dizer que, de norte a sul do país, há cooperativas agropecuárias, de saúde, de crédito, de educação, de internet, de habitação e até de extração mineral.
NÚMEROS
Conheça um pouco dos números do cooperativismo brasileiro:
Somos praticamente 50 milhões de brasileiros ligados ao setor (+/- 25% da população se somamos o número de cooperados, familiares, empregados e fornecedores diretos);
Nº de cooperativas: 6.828;
Nº de cooperados: 14,6 milhões;
Nº de empregados: 425,3 mil;
Ativo total: R$ 351,4 bi;
Ingresso e receitas brutas: R$ 259,9 bi;
Impostos e tributos recolhidos: R$ 7 bi.
Fonte: Sistema OCB
O Congresso Nacional derrubou, nesta terça-feira, o Veto 26/2020, da Presidência da República, à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até o fim de 2021 para 17 setores da economia. A matéria segue agora para publicação no Diário Oficial da União.
A OCB e Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) que estiveram mobilizadas desde o início da tramitação da matéria comemoram a importante conquista para o país, em virtude do seu grande impacto para a competitividade da produção brasileira e para a manutenção de milhares de empregos nas cooperativas.
Placar
Na Câmara, o veto foi derrubado por 430 deputados, enquanto que, no Senado, 64 parlamentares apoiaram a suspensão da decisão presidencial. Assim, a política de desoneração, com alcance a 17 setores da economia, fica prorrogada até o fim de 2021.
Pela legislação, a promulgação da matéria deve ser feita pelo Presidente da República em até 48 horas ou, na omissão deste, pelo presidente ou vice-presidente do Senado, em igual prazo.
Em agosto, a instituição financeira cooperativa Sicredi inaugurou sua primeira agência em Osasco, na Grande SP, para oferecer aos moradores da região uma forma mais igualitária e menos onerosa de exercer a prática bancária, proporcionando inclusão e educação financeira e acesso a um rol variado de serviços e produtos a valores e taxas mais competitivos na comparação com os bancos tradicionais. Mas os benefícios do cooperativismo de crédito não param por aí. Quer ver só?
O cooperativismo de crédito é um instrumento de organização e desenvolvimento socioeconômico da sociedade que tem na união e na colaboração entre pessoas que partilham dos mesmos interesses e propósitos a sua maior força e o seu maior alicerce. Nas cooperativas de crédito como o Sicredi - primeira do ramo no Brasil, criada em 1902 no Rio Grande do Sul – o associado é dono do negócio e tem voz ativa e poder de voto na gestão e nas decisões coletivas.
Ao contrário das instituições bancárias comuns, ele não é apenas mais um cliente, ele faz parte do board. Essa visão mais moderna e altruísta das relações mercantis quebra paradigmas e garante a todos os associados um atendimento único, muito mais cuidadoso, humano e personalizado, já que no cooperativismo de crédito o relacionamento é a base de todo e qualquer objetivo e transação.
TODOS PARTICIPAM
A gestão democrática e transparente é inerente ao cooperativismo. Os associados acompanham o desenvolvimento da cooperativa através de assembleias e prestação de contas, decidem os rumos do negócio e elegem seus governantes e líderes. Ao final do exercício, eles recebem sua parte dos lucros e os resultados ficam à disposição dos associados – algo bem diferente dos bancos tradicionais, que captam clientes que não tem qualquer ingerência sobre os rumos da instituição e jamais são informados para onde vão – e o que se faz com seus investimentos.
CRÉDITO E TAXAS
Nas cooperativas, a liberação de crédito e de empréstimos é feita apenas aos associados, ao contrário das instituições bancárias. E como as cooperativas não visam lucro, as taxas de juros, de serviços e do cartão de crédito são mais baixas e os valores mais justos. Vale lembrar que, assim como as instituições convencionais, no Brasil as cooperativas de crédito são supervisionadas pelo Banco Central.
INTERESSE PELA COMUNIDADE
O Sicredi tem um modelo agregador de renda, espécie de ciclo virtuoso de negócios que visa o desenvolvimento regional sustentável através do qual os resultados gerados ficam na comunidade. Ou seja: por ser a instituição financeira cooperativa nos municípios em que atua, quanto mais uma região utilizar os produtos e serviços do Sicredi, maior será a geração de empregos e a disponibilização de recursos para o desenvolvimento de programas sociais para a população local.
Os programas Crescer e Pertencer, por exemplo, levam educação cooperativa às comunidades e incentivam os associados a participarem mais. O programa social A União Faz A Vida oferece metodologia de ensino baseada em valores de cooperação e cidadania para mais de 390 mil crianças em todo o Brasil.
Já a Oficina Cooperação na Ponta do Lápis, projeto de educação financeira do Sicredi, que também tem uma parceria com a Turma da Monica, impactando diretamente mais de 6 milhões de crianças, jovens adolescentes e adultos. O Sicredi conta ainda com os Comitês Mulher e Jovem, que buscam novas lideranças e incentivam o engajamento e a participação feminina no cooperativismo, e o Fundo Social, que auxilia mais de 160 entidades filantrópicas com projetos voltados à Saúde, Educação, Esportes, Cultura, Lazer e Música, entre outros.
SOLIDEZ
O Sicredi oferece mais de 300 produtos e serviços em mais de 1,9 mil agências distribuídas em 23 Estados e no Distrito Federal, contabilizando mais de 4,6 milhões de associados. O sistema Sicredi é formado por 108 cooperativas singulares com 5 Centrais, Centro Administrativo e o Banco Cooperativo, responsável pelas movimentações financeiras dos associados.
Pela solidez, confiabilidade e segurança na capacidade de pagamentos - e o alto grau de comprometimento com o crescimento de seus associados e o desenvolvimento das regiões em que atua -, o Sicredi é classificado com as melhores notas nas agências internacionais de risco de crédito Moody's (Aa1), Fitch Ratings (AA) e S&P – Standard & Poor's (AAA).
RESUMINDO
Cooper ativa de Crédito X Bancos. Compare!
COOPERATIVA
BANCO
Sociedade de pessoas
Sociedade de capital
Capital dividido em quotas/partes
Capital dividido em ações
Controle democrático
1 pessoa = 1 voto
Controle exercido a partir do valor do capital
Quórum de assembleia = número de associados
Quórum de assembleia = capital representado
Capital Variável
Capital Fixo
É vedada a transferência de quotas-parte do capital subscrito ou integralizado a não-sócios
Não é vedada a alienação ou transferência de capital a terceiros
Objetivo: Estruturação de um empreendimento econômico coletivo para o atendimento das necessidades do associado
Objetivo: Exploração de uma atividade econômica com fins lucrativos
Resultados distribuídos proporcionalmente às operações e serviços; ou seja, à movimentação individual
Resultados distribuídos proporcionalmente ao capital integralizado
A utilização das operações e dos serviços oferecidos é condição básica para o sócio
Utilização das operações e dos serviços oferecidos não é condição para ser sócio
SAIBA MAIS
Para saber mais sobre o modelo cooperativista de crédito do Sicredi, acesse www.sicredi.com.br
Fonte: Sicredi
Fonte: Sicredi
Em junho de 2019, o então Presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza fez uma visita ao Mato Grosso juntamente com Daniel Sebben, Presidente da APROSOJA/AP, onde reuniram-se com Danilo Vicentim, Diretor Executivo e fizeram o convite com dados do setor produtivo do Amapá e suas necessidades dentre elas o crédito adequado as diferentes cadeias produtivas do Amapá da Mineração, da Pecuária, de Grãos, da Agricultura Familiar, do setor florestal madeireiro, do Extrativismo Vegetal e da Pesca.
Em agosto (12 a14) a Diretoria Executiva e Membros do Conselho de Administração da Cooperativa de Crédito estiveram no Amapá para uma extensa agenda para prospectar o mercado. A organização é a terceira maior instituição financeira em crédito rural do país e veio conhecer as potencialidades econômicas da região.
A comitiva do SICREDI SUL MT, apresentou números e formas de atuação nos municípios onde atua e como pretendem expandir para região norte. Expuseram ainda seus produtos para pessoa física, jurídica e para o agronegócio.
O presidente da Sicredi Sul MT, Marco Túlio, frisou que a visita foi fundamental para conhecer de perto a realidade local e entender a dinâmica econômica e social do Estado, bem como seus negócios. “Aqui, tem um grande potencial para aplicarmos a filosofia da Sicredi que é de ajudar a promover o desenvolvimento através do crescimento das cooperativas”, disse.
O diretor executivo da Sicredi Sul MT, Danilo Vicentim, fez uma apresentação sobre a instituição financeira e explicou como ela pode contribuir com o trabalho das cooperativas. Durante o encontro, os participantes puderam falar um pouco sobre os seus negócios e também esclarecer suas dúvidas, especialmente sobre linhas de crédito no mercado amapaense.
Em setembro 2020, em assembleia geral do SICRED SUL MATO GROSSO RONDONÓPOLIS, aprovou a expansão para o Amapá e autorizado pelo Banco Central do Brasil. Ainda este ano deverá vir ao Amapá o Diretor Executivo, Danilo Vicentim para providências de logística e trâmites burocráticos.
A Presidente Maria Nascimento, e o Conselheiro Gilcimar Pureza seguem fazendo as tratativas com as Prefeituras de Macapá, Santana, FECOMERCIO-AP, Governo do Estado do Amapá e outros entes para instalação no Amapá em 2021 por solicitação do SICRED.
Consignado e boletos
Os prefeitos de Macapá e Santana, Clécio Luis e Ofirney Sadala acenaram positivamente para o início das tratativas sobre a possibilidade de se estabelecer, entre a entidade e a prefeitura, um convênio para disponibilização de crédito consignado aos servidores municipais.
Outra prospecção foi quanto a emissão de boletos para pagamento de tributos, taxas e tarifas municipais aos contribuintes. Neste caso a cobrança seria feita pela Sicredi Sul MT, com emissão de boletos e ganho no serviço de cobrança.
Agenda no Amapá
Sistema OCB/AP e suas filiadas
FECOMERCIO-AP e Governo do Amapá
Prefeitura de Macapá
Companhia Docas de Santana
Bancada Federal (Deputado Federal Luis Carlos)
Sicredi
O SICREDI foi fundado há 116 anos no Brasil, com mais de 4 milhões de associados, presentes em 22 Estados e 1,6 mil agências. É a terceira maior instituição financeira em crédito rural do país, segundo a Revista EXAME. Possui 56 bilhões em carteira de crédito e parceria internacional com Banco Holandês RABOBANK, e com braço do Banco Mundial, IFC-Internacional Finance Group.
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Educar-se para uma melhor gestão de recursos financeiros – começando pelo comportamento pessoal – e estendendo essa dinâmica para o empreendimento. Essa foi a estratégia adotada no treinamento promovido pelo Sistema OCB Amapá neste fim de semana, voltado para membros de cooperativas e conselheiros do Sescoop/AP. O Curso Básico de Educação Financeira, iniciou nesta sexta-feira (30) e prossegue, manhã e tarde, neste sábado (31), na sede da OCB Amapá, no Centro de Macapá. No primeiro dia de capacitação, o instrutor do curso, o administrador especialista em gestão de recursos financeiros, Bruno Castro, trabalhou conceitos que visam melhor a relação com a gestão de recursos pessoais. Segundo Bruno, o foco inicial no comportamento pessoal objetiva justamente a educação na relação com os recursos, para que posteriormente, essa disciplina financeira seja levada para dentro das cooperativas. “A gente sabe que no Brasil, e isso se reflete da mesma forma no Amapá, existe um número significativo de famílias endividadas e quando você promove um treinamento com foco nesse processo de melhoria da relação com dinheiro, melhora-se a relação da gestão desses recursos, por exemplo, em uma cooperativa”, explicou o instrutor. O material didático distribuído aos participantes é baseado no processo de educação financeira que é desenvolvida em nível de Brasil, pelas instituições financeiras. De acordo com Bruno, o processo educativo traz retornos a médio prazo. Mas, as reflexões e conceitos trabalhados no curso, como comportamento de consumo, contribuem para que o cooperado consiga iniciar, por exemplo, um processo de planejamento de compras. A Presidente Executiva do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que o treinamento faz parte de uma série de capacitações técnicas que o Sistema de OCB/Sescoop-AP planejou para elevar o nível de gestão das Cooperativas no Estado e consolidar os Empreendimentos Cooperativistas no mercado amapaense. “É um curso importante, exatamente pelo momento que estamos vivendo em relação aos recursos financeiros, o dinheiro está escasso, e diante de todos os desafios provados pela situação de pandemia, é fundamental aprender a lidar com crise econômica, por isso existe a necessidade de refletir essa relação de consumo e comportamento para que as cooperativas não passem por problemas de endividamento, ausência de recursos e ineficiência na aplicação dos recursos”, avaliou Nascimento. [gallery size="medium" ids="5100,5101,5102,5103,5104,5105"]

Curso Preparatório para Licitações Período: 13 e 14 de novembro de 2020. Horário: 08h às 12h/ 14h às 18h Local: Sistema OCB-AP/SESCOOP-AP Inscrições: No site amapa.coop.br na aba de cursos e eventos Início das inscrições: 30/10/20. Facilitadora: CARLA DE OLIVEIRA Vagas Limitadas: 25 participantes*. *Para cooperativas regulares com o Sistema OCB-AP. Dúvidas Contato:

Menos burocracia e mais eficiência nas relações de trabalho e no ambiente de negócios brasileiro. Foi com esse objetivo que o governo federal lançou esta semana um programa de desburocratização chamado “Descomplica Brasil”, e nós, do Sistema OCB, que acompanhamos os temas de perto, participamos do evento. Mas como vai funcionar? O eSocial – plataforma de registro de informações para o cumprimento de obrigações trabalhistas, tributárias e previdenciárias –, contará agora com um novo formulário.
Segundo o Ministério da Economia, as mudanças vêm para simplificar o preenchimento, eliminando alguns campos e somando às alterações divulgadas anteriormente, no cronograma do eSocial, o que atende inclusive a reivindicações do setor econômico cooperativista. Pedidos de informações que já constam nas bases do governo, como o número de RG e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por exemplo, foram excluídos. O CPF passará a ser o único número de identificação do trabalhador, dispensando a referência a outros números cadastrais, como o PIS/Pasep.
Na mesma linha, de eliminar burocracias, o governo lançou também um programa voltado especificamente para facilitar a vida dos empreendedores. Entre as medidas tomadas, está a exclusão de 48 normas (portarias) pelo secretário especial de Previdência, Bruno Bianco
. Ele explicou que o governo trabalha para acabar também com quase 2 mil regras do antigo Ministério do Trabalho que, segundo Bianco, estão dificultando o ambiente dos negócios no país. E as medidas continuam. Na tentativa de simplificar e desburocratizar outras regras, visando gerar mais oportunidades de emprego, também está em processo a revisão de várias normas regulamentadoras, entre elas a Norma Regulamentadora do Setor do Agronegócio (NR-31), que foi assinada nesta quinta (22/10), na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Para se ter uma ideia, atualmente, existem mais de 35 normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho em vigor. Nossa atuação – O Sistema OCB, por meio da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), atua e acompanha os temas relacionados a relações de trabalho e matéria sindical, para defender e garantir os interesses da categoria econômica das cooperativas. Hoje, contamos com assento e representação em espaços de interlocução com o governo e entidades privadas, tais como o Conselho Nacional do Trabalho do Ministério da Economia, a Comissão Trabalhista do Instituto Pensar Agro (IPA/FPA) e o Grupo Técnico Confederativo – GTC do e-Social.
. Ele explicou que o governo trabalha para acabar também com quase 2 mil regras do antigo Ministério do Trabalho que, segundo Bianco, estão dificultando o ambiente dos negócios no país. E as medidas continuam. Na tentativa de simplificar e desburocratizar outras regras, visando gerar mais oportunidades de emprego, também está em processo a revisão de várias normas regulamentadoras, entre elas a Norma Regulamentadora do Setor do Agronegócio (NR-31), que foi assinada nesta quinta (22/10), na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Para se ter uma ideia, atualmente, existem mais de 35 normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho em vigor. Nossa atuação – O Sistema OCB, por meio da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), atua e acompanha os temas relacionados a relações de trabalho e matéria sindical, para defender e garantir os interesses da categoria econômica das cooperativas. Hoje, contamos com assento e representação em espaços de interlocução com o governo e entidades privadas, tais como o Conselho Nacional do Trabalho do Ministério da Economia, a Comissão Trabalhista do Instituto Pensar Agro (IPA/FPA) e o Grupo Técnico Confederativo – GTC do e-Social.
A RENCA foi tema de uma das maiores discussões e mobilizações do município de Laranjal do Jari e região, em prol do desenvolvimento do Amapá.
A iniciativa foi proposta pelo vereador Marcelo Padilha, em parceria com a Federação das Cooperativas de Mineração e Garimpeiros do Estado do Amapá (FECOOMI) e o Sistema OCB AMAPÁ.
Abraçada por garimpeiros, castanheiros, e extrativistas a Audiência Pública reuniu painéis e debates fundamentais para organização e mobilização das categorias.
A Renca tem 2,3 milhões de hectares no Amapá com alto potencial de ouro e outros metais preciosos e o vereador de Laranjal do Jari, Marcelo Padilha, falou a importância da mobilização para reverter essa realidade.
"Vivemos em terras preservadas, sentados em cima das nossas riquezas e perecendo com nossa gente com inúmeras necessidades. Mudar essa realidade é um clamor do nosso povo e a luta é em prol de milhares de famílias", destacou o vereador Marcelo Padilha.
A presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, ressaltou. "Deixem as nossas Cooperativas, mulheres e homens de bem trabalharem. Temos uma história de luta e precisamos de respeito e valorização".
O evento foi marcado por posicionamentos fortes e legítimos como o do garimpeiro e presidente da FECOOMI, Chico Nogueira. "Somos os reais e legítimos habitantes desse lugar, e queremos mostrar o que é de fato sustentabilidade. Carregamos o barro nas unhas, mãos calejadas pelas minas em prol do sustento das nossas famílias. Somos pessoas honestas e trabalhadoras, e lutaremos até vencer essa batalha".
O prefeito de Laranjal do Jari, Márcio Serrão, também participou da audiência e sinalizou apoio a luta de todos, incluindo os madeireiros.
O assessor Jurídico da FECOOMI, Lindoval do Rosário, pontuou questões jurídicas que envolvem a RENCA e a importância da força política para reverter decisões ultrapassadas.
O presidente da Federação de Garimpeiros do Mato Grosso, Gilson Camboim, apresentou o caso de Peixoto de Azevedo-MT da COOGAVEPE, assim como outras cooperativas que possuem pelos exemplos de inovação, projetos sociais e de educação ambiental a marca do desenvolvimento econômico.
O evento foi encerrado com a fala do Garimpeiro e Agricultor, Cláudio Barbosa, que liderou a delegação de Mato Grosso que veio prestigiar a Audiência e declarar apoio a luta dos garimpeiros, agricultores e extrativistas do povo do Amapá.
"O Amapá é um gigante adormecido. Eu me arrepiei com tudo que vi, por favor, se mobilizem e mudem essa realidade. Só a força do povo do Amapá poderá reverter essa realidade e contem com a gente para somar nessa luta".
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O Sistema OCB deu um importante passo na tarde desta quinta-feira (22/10) na defesa dos interesses do cooperativismo de transporte.
Representantes da OCB Nacional e o coordenador nacional do conselho consultivo do ramo transporte, Evaldo Matos, reuniram-se - digitalmente - com a nova superintendente de transporte de passageiros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Priscilla Nunes de Oliveira, e o analista Bruno Ribeiro Alvarenga, para os últimos ajustes relacionados à construção do novo Acordo de Cooperação Técnica - ACT que será firmado entre as entidades.
O novo ACT prevê ações relacionadas ao intercâmbio de informações, estudos de viabilidade técnica e econômica e análises de impacto regulatório em temas afetos ao transporte rodoviário de cargas e transporte de passageiros, além da ampliação da integração entre os sistemas da OCB e da ANTT, compartilhando informações e bases de dados para a otimização de recursos, redução de custos e melhoria no desempenho dos serviços prestados.
O formatação do novo Acordo de Cooperação Técnica mais abrangente é fruto de uma parceria longínqua que a OCB já possuía no segmento de cargas com a agência e da avaliação qualitativa das conquistas que o cooperativismo de transporte colheu direta ou indiretamente com a parceria com a ANTT.
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Com objetivo de preparar os conselheiros de Administração, Fiscal e de Ética, eleitos recentemente, o Sistema OCB/SESCOOP-AP, iniciou na última quarta-feira (21), o curso de formação para os novos membros da Diretoria do sistema. A capacitação vai até sexta-feira (23), no Auditório do SESI, em Macapá.
O instrutor do curso, o consultor especialista em cooperativismo, Leoney Miranda, fará uma explanação minuciosa sobre a legislação do setor cooperativista, com atenção especial para a Lei Geral das Cooperativas 5.764/71, assim como outras leis especificas, o instrutor deu atenção especial ao Estatuto Social da OCB-AP e Regimento Interno do Sescoop-AP.
Será abordado a estrutura de funcionamento dos Conselhos de Administração, Fiscal e Ética.
A presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, ressaltou a importância da capacitação para os novos membros dos Conselhos do Sistema OCB/SESCOO-AP.
Amiraldo Picanço, cooperado e coordenador técnico da Amazonbai – Cooperativa Agroextrativista do Distrito do Bailique – é membro, pela primeira vez, do Conselho Fiscal da OCB-AP, eleito este ano.
Para ele, fazer parte do sistema de gestão das cooperativas do Amapá significa ajudar no desenvolvimento não apenas da própria cooperativa, mas de segmentos econômicos e da economia estadual. Ele fez uma avaliação do primeiro dia de treinamento.
"É uma forma da gente se empoderar dos processos para ajudar os cooperados e nossas cooperativas. O curso nos dá conhecimento técnico sobre os processos administrativos e fiscal para que possamos contribuir na gestão de cada entidade. E sobretudo a parte de legislação para que possamos passar as informações corretas e legais para nossos cooperados”, analisou Amiraldo.
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A Presidente do Sistema OCB/AP, Maria Nascimento, participou no domingo (18.10), da Assembleia Geral Extraordinária da Cooperativa dos Garimpeiros do Rio Vila Nova-COOPGAVIN, no Distrito do Vila Nova, Porto Grande.
Onde entre outras pautas foram eleitos novos membros do Conselho Fiscal da cooperativa. A Presidente ainda visitou uma frente de trabalho e o reforço nas barragens e anunciou capacitação para os novos conselheiros, e uma ação de promoção social na área de saúde juntamente com a Cooperativa.
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