Notícias
A OCB Amapá foi conhecer uma nova tecnologia da Embrapa para criação de camarão. Na sexta-feira (15), a presidente executiva, Maria Nascimento, e o superintendente da entidade cooperativista, Michel Araújo, estiveram na unidade de referência tecnológica para tratamento e reaproveitamento da água de cultivo de organismos aquáticos, em Macapá, em visita técnica, acompanhados de pesquisadores da Empraba.
A tecnologia se caracteriza como uma mini estação de tratamento que permite manter a água de tanques em constante circulação, promovendo a reutilização da água após tratamentos mecânicos e biológicos, de forma a reduzir a emissão de poluentes para o meio ambiente e maximizar a criação intensiva de peixes e crustáceos.
Neste sistema, a água oriunda de tanques de cultivo passa por decantadores e filtros mecânicos e biológicos para remoção de resíduos (de ração e fezes), devolvendo, assim, água totalmente própria para utilização nos tanques.
Principal objetivo desta tecnologia é o impacto positivo na questão ambiental, pois são utilizadas estratégias para evitar o desperdício e contaminações de mananciais e aquíferos em sistemas de Aquicultura.
“Sabemos que a tecnologia é fundamental para a produção de alimentos, por isso queremos que as nossas cooperativas do ramo se apropriem destas tecnologias da Embrapa, que é uma referência sem igual no país neste ramo. Queremos aproximar o cooperativismo da inovação e tecnologia”, comentou a presidente da OCB.



Já está no mercado amapaense a primeira cooperativa de trabalho do setor de segurança, que agrega experientes vigilantes profissionais do Amapá.
Oficialmente, a Cooperativa de Trabalho dos Profissionais Autônomos da Área de Segurança do Estado do Amapá (PROSSEG), nasceu no dia 3 de agosto de 2021. A solenidade que marcou a abertura dos trabalhos da cooperativa ocorreu no último dia 12, no auditório da sede do SESCOOP/OCB-AP, no Centro de Macapá.
Na ocasião, a presidente executiva do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento, palestrou para os 28 cooperados sobre o funcionamento da rede cooperativista e deu direcionamentos para esse início de caminhada da nova entidade no mercado local. Nascimento ambém deu as boas-vindas à entidade ao Cooperativismo do Amapá.
“É uma cooperativa do ramo de trabalho, um segmento que precisa crescer e se fortalecer no Amapá, e nós da OCB estamos engajados neste processo. Sabemos da importância do setor para economia na geração de empregos, de renda e no aspecto social que um empreendimento como este pode proporcionar ao Amapá. Estamos juntos com a PROSSEG. Sejam bem vindos ao Cooperativismo do Amapá”, declarou Maria Nascimento.
O presidente da nova entidade, Amiraldo Costa Pereira, agradeceu o apoio técnico dado pelo SESCOOP/OCP-AP no processo documental de criação da entidade.
“Nosso intuito é que tenha uma modificação pra melhor no segmento da vigilância, e geração de emprego, pois a nossa atividade está em extinção no nosso estado do Amapá. Então, nós nos unimos e fundamos a cooperativa com objetivo de colocar o trabalhador vigilante de volta ao mercado de trabalho”, pontuou o presidente da PROSSEG.






O Dia de Cooperar 2021 se aproxima e o SESCOOP-OCB está finalizando a programação do evento, que nas suas edições sempre leva serviços de saúde para a comunidade em geral.
O evento principal está agendado para 30 de outubro, mas antes vários parceiros do Cooperativismo já realização diversas ações que antecedem a grande data e a OCB Amapá tem apoiado as atividades.
Uma dessas ações foi feita pela Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Balique (AMAZONBAI), que realizou o seu Dia C no mesmo dia da 2ª Assembleia Geral Extraordinária de 2021, ocorrida em setembro, com a presença dos cooperados dos territórios do Bailique e do Beira Amazonas e as comunidades do arquipélago. O evento seguiu todos os protocolos sanitários de prevenção à pandemia.
O encontro teve uma grande participação e engajamento dos cooperados dos dois territórios e foi marcado pelas homenagens feitas a Rubem Motta Rocha, a Paulo Edilson e a Dona Sara. As homenagens foram muito importantes e emocionantes para todos os presentes.
Além disso, a Assembleia também contou com a participação de parceiros como o InterElos, o SESCOOP/OCB Amapá, a Associação das Escolas Famílias, a Associação da Escola Família Agroextrativista do Bailique, o SESC e a Cruz Vermelha, que levaram atendimentos de saúde para a comunidade.
A equipe da Secretaria de Turismo levou atividades para as crianças e as mulheres. A equipe do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) levantou discussões sobre gêneros para as mulheres. Houve até um amistoso de futebol entre os cooperados do Bailique e do Beira Amazonas.
Os cooperados da AMAZONBAI também receberam kits de Equipamentos de Proteção Individual.
Para o presidente da entidade, Amiraldo Picanço, a programação foi importante para aproximar e fortalecer ainda mais a comunhão entre os territórios.
“Saímos desse encontro mais fortalecidos e cheios de esperança e vontade de, juntos, fazer a Amazonbai crescer ainda mais. Nossa gratidão a todos que participaram e estiveram conosco nesse momento tão importante”, relembrou Amiraldo.
O Sistema OCB Amapá foi representado pelo superintendente Michel Araújo, que enfatizou a importância de apoiar as ações dos associados.
“Nós damos apoio às ações de cada instituição como um ensaio para o nosso grande Dia C. Já estivemos presentes nos Dias de Cooperar da Amazonbai, Sicredi, Cooperativa Dourada, que levaram ações com serviços relevantes para as comunidades, com doação na área de segurança alimentar, saúde, conhecimento, treinamento, entretenimento, doação de brinquedos, entre outras atividades, que beneficiam comunidades que, às vezes, estão em situação de vulnerabilidade”, comentou o superintendente.













Nesta quinta-feira (7), uma equipe composta por técnicos do Sistema OCB Amapá e do Sebrae visitaram os locais onde está prevista a programação do Dia de Cooperar, edição 2021. Este ano, o Dia C, que sempre leva diversos serviços à comunidade em geral, está previsto para o dia 30 de outubro.
A comissão inspecionou as instalações da Cooperativa Dourada, na Área Portuária do município e da Ilha Santana, ambas às margens do Rio Amazonas. Eles verificaram os espaços para estimar a viabilidade para oferta de serviços às famílias dos mais de 3,7 mil pescadores associados e da comunidade em geral do município. O presidente da entidade, Raimundo Nobre, mostrou a casa.
De acordo com a analista de Cooperativismo da OCB-AP, Marcela Pinheiro, a ideia é ofertar serviços de saúde especializados no Dia C, que também terá atrações culturais e infantis, doações, além de outros serviços levados pelos parceiros do Sistema de Cooperativas.
“Agora que já conhecemos os espaços, vamos fazer um projeto, um desenho do que estamos planejando para tomada de decisão junto com a presidente Maria Nascimento e definirmos os serviços que serão levados à disposição da comunidade em geral no Dia C”, pontuou o analista de cooperativismo e monitoramento da OCB, Marcelo Sarmento.
Além deles, a representante da empresa contratada para montar a estrutura e organizar os espaços no dia do evento também participou da visita.
“Será uma honra muito grande receber o Dia de Cooperar na nossa casa e poder contribuir com essa ação importantíssima, que não apenas mostra o poder de organização do cooperativismo, mas também que leva serviços para a comunidade”, avaliou Raimundo Nobre.
Nos próximos dias, a programação do Dia C 2021 será divulgada.







No último sábado, a OCB Amapá participou da ação do Dia de Cooperar promovido pela Cooperativa Dourada. As atividades ocorreram na própria sede da entidade, na Área Portuária de Santana.
Além da presidente executiva da OCB, Maria Nascimento, e do superintendente, Michel Araújo, participaram do evento reuniu conselheiros e técnicos do Sescoop. O evento reuniu ainda representantes do executivo e do legislativo estadual, órgãos públicos ligados ao segmento da pesca.
A programação foi voltada para os pescadores associados e suas famílias. Na ocasião, houve sorteios de apetrechos usados no ofício de pescador, como matapis, motores, motores rabeta e outras ferramentas de trabalho. Também houve distribuição de 200 cestas básicas.















As Cooperativas Agropecuária dos Produtores da Comunidade Sete Ilhas (COOPASETI), de Pedra Branca do Amapari, dos Produtores do Maracá (COOPMARACA), de Mazagão, e de Mulheres Agroextrativista do Amapá, de Porto Grande, foram selecionadas pelo Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI), do Governo do Estado, e terão investimentos do Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá (Frap).
A aprovação foi confirmada na tarde desta segunda-feira (27), durante solenidade de divulgação dos resultados da Chamada Pública do PPI, safra 2021/2022. Nesta chamada o programa selecionou 63 entidades agrícolas, 1270 agricultores e um investimento de mais de R$ 11 milhões em projetos. A solenidade ocorreu no auditório da Escola Walkiria Lima, em Macapá, com a presença do governador Waldez Góes e outras autoridades vinculadas ao setor produtivo.
Segundo Araújo, 60 famílias envolvidas diretamente na linha de produção serão beneficiadas com aumento da produção, geração de renda e empregos para a safra 2021/2022.
“A OCB, através de seus colaboradores, ajudou a regularizar as cooperativas, instruindo na busca de certidões e declarações que deveriam ser apresentadas. O corpo técnico da OCB conseguiu ajudar as cooperativas a contento para que pudessem acessar o programa PPI. Edital mostra a importância das cooperativas de se manterem legalmente atualizadas e programa veio enfatizar tal importância no que diz respeito a legalidade com os governos, através de suas certidões bem como suas contabilidades. Estamos a disposição para orientar as cooperativas a ingressar em outros programas futuros”, ressaltou Michel Araújo.
O presidente da COOPASETI, Juarez Francisco dos Santos, afirmou que a seleção do PPI beneficiará diretamente 20 famílias de agricultores de Pedra Branca. O projeto da COOPASETI selecionado tem proposta de fomento para a cultura da banana como carro chefe.
“Não só antes desses editais, mas até hoje tem-se dificuldade para escoar a produção, mas com o PPI a credibilidade da Cooperativa vai aumentar e dá uma alavancada”, animou-se o presidente da entidade.
Na categoria de manejo de açaí, a COOPMARACA foi uma das entidades selecionadas. A presidente da entidade, Maria Angélica, falou que mais editais como este deveriam ser lançados para fomentar a principal vocação natural do estado, que é a produção de alimentos.




“Deveriam haver mais editais para ampliar a quantidade de pessoas a serem beneficiadas, pois o nosso número de cooperados é bem superior a 20, mais ou menos tem-se 200 agregados, que estão diariamente envolvidos no trabalho. Mas já é uma grande ajuda parta esta próxima safra”, comentou.
Ela também fez questão de agradecer ao auxilio técnico ofertado pela OCB para garantir a inscrição na chamada pública.
“O trabalho da OCB foi bem divulgado, teve como fazer uma reunião de instrução de como proceder com a inscrição”, acrescentou a presidente da COOPMARACA.
Depois de três anos os pesquisadores e coordenadores do Projeto de “Verticalização do Açaí, Pescado e da Castanha do Brasil”, apresentaram os produtos técnicos que vão nortear e auxiliar o caminho das cooperativas desses três segmentos nos próximos anos.
As plataformas, aplicativos, portifólios, catálogos, planos de negócios e marketing, entre outros produtos técnicos foram apresentados durante dois dias, quinta e sexta-feira, dias 23 e 24, durante um seminário técnico realizado em Macapá, no Museu Sacaca do Desenvolvimento Sustentável.
O projeto é desenvolvido desde 2018 no estado do Amapá, pela Universidade Federal Fluminense (UFF) junto com as cooperativas amapaenses, a OCB Amapá e o Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Juntas, estas instituições implantaram Centros Vocacionais e Tecnológicos (CVTs), iniciativa do MCTIC que busca modernizar o processo produtivo de cadeias de produtos naturais, como o açaí, a castanha-do-Brasil e o pescado, no caso do Amapá.
Participaram do processo, ainda, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SETEC), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Os CVTs são unidades públicas e comunitárias de ensino, técnicas e práticas relacionadas com a modernização da produção local. Pelo menos dez cooperativas, divididas em três consórcios (um de cada produto) agora têm CVTs para realização de cursos de capacitação.
O CVT do pescado foi instalado em Santana, o do açaí em Macapá e o da castanha em Laranjal do Jari.
Depois desses anos, os produtos apresentaram foram:
Plano de Negócios das cooperativasPlano de Marketing das cooperativasAssistência Técnica em Arquitetura para cooperativasViveiro de Mudas e pesquisa em resíduos sólidos do processamento da castanhaAproveitamento dos resíduos das cadeias do açaí, castanha e pescadoPortifólio de Produtos das CooperativasRelatório de Prospecção de Indicação GeográficaCatálogo de Patentes das três cadeias produtivasAplicativo de Vendas do Consócio do AçaíPlataforma de Vendas das CooperativasEstudo de Produtividade das Áreas da castanha e do açaí.O Conselheiro de Administração da OCB-AP, Gilcimar Pureza, principal entusiasta da vinda dos CVTs e da instalação do Projeto no Amapá, avaliou que um legado importantíssimo fica para as cooperativas modernizar e melhorar os processos produtivos e a gestão.
“Daqui para frente é colher os bons frutos cultivados nesses anos de projeto, que tenho certeza, serão de modernizar e aumentar a produção das cooperativas nessas três ricas cadeias produtivas que temos no Amapá”, resumiu Pureza.
O coordenador do projeto pela UFF, André Brandão, ressaltou o apoio dos parceiros, sobretudo da OCB-AP, que conectou as cooperativas com as instituições tecnológicas participantes.
“Esse conjunto de produtos técnicos que apresentamos podem ser apresentados pelas cooperativas por muitos anos. São informações preciosas. Contudo, o projeto deixou um legado que considero muito maior, que é a aproximação das comunidades, dos cooperados com as instituições de ciência e tecnologias existentes no estado, secretarias e universidade”, avaliou o professor.









Dando continuidade à parceria que vai proporcionar aos sócios cooperados, colaboradores e familiares a oportunidade do acesso a inúmeros cursos de graduação, pós graduação e tecnólogos com vantagens, com destaque para o curso de Gestão de Cooperativas, a presidente do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, reuniu-se com a equipe técnica do Centro Universitário Cidade Verde (UniFCV), na quarta-feira (22), para planejar os próximos passos e avançar no instrumento jurídico que vai formalizar a iniciativa.
Além da presidente, o encontro, ocorrido na sede da OCB-AP, no Centro de Macapá, reuniu o professor Marco Antônio Melo, a psicopedagoga Ana Carolina e a pedagoga Iracema Alves da Silva, pela instituição de ensino superior, além do assessor jurídico da OCB-AP, Dr.Eide Figueira.
Um dos objetivos é oportunizar a capacitação com qualidade às cooperativas, seus sócios e familiares, dirigentes e colaboradores.
Durante a reunião, a presidente fez uma breve explanação geral sobre o cooperativismo no Brasil e o quadro das cooperativas existentes no Amapá. Ela apresentou os ramos de atuação, com destaque para os que mais crescem, o Agro e de Transporte, o que gerou uma visão mais ampla sobre a parceria.
“Por exemplo: só o ramo agro tem 31 cooperativas. Por isso nosso público é específico, mas proporciona efeitos gerais e engrandecedoras na sociedade. Então, esse momento é importante para todos os envolvidos dedicarem-se na busca de conhecimento, capacitação e desenvolvimento, formatando os anseios no instrumento jurídico perfeito para que a parceria alcance o sucesso desejado”. Declarou Nascimento.
A presidente da OCB-AP apresentou ações do calendário da instituição que também podem abranger a parceria, como o Dia de Cooperar.
“Vejo um leque muito grande de parcerias com a OCB, não só na gestão de Cooperativas, mas em recursos humanos, área administrativa, engenharias, pós graduações. E para que isso se consolide, é preciso que a gente planeje, e sempre com acompanhamento jurídico, por isso teremos outros encontros ainda”, ressaltou o professor Marco Antônio Melo.



A Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru (COMARU) iniciou o treinamento que vai preparar colabores e sócios cooperados para uma nova linha de produção da cadeia da castanha.
A farinha da castanha – ou torta da castanha, como é muito conhecida – é um resíduo oriundo do beneficiamento e extração de óleo do fruto. É muito procurada pela indústria de alimentos como base para produção de pães, bolos, tortas e outros derivados, devido ao seu alto valor nutricional. Também é utilizada na implementação da ração animal.
Mas, para transformar este resíduo em produto, é necessária adequação de instalações, equipamentos e capacitação profissional. Por isto, a Comaru iniciou no último dia 18 um curso específico, voltado para a produção e manipulação de alimentos.
O treinamento, que prossegue nos próximos dias 25 de setembro e 2 de outubro, é uma parceria da cooperativa amapaense com o Instituto Conexões Sustentáveis (Fundo Conexsus), organização sem fins lucrativos, que trabalha para ativar o ecossistema de negócios comunitários rurais e florestais, com objetivo de aumentar a renda dos pequenos produtores e fortalecer a conservação dos ecossistemas naturais, através do PDO (Plano de Desenvolvimento da Organização).
A OCB Amapá apoia a iniciativa, que é apenas um dos primeiros passos na direção da melhoria de vida para os extrativistas e ribeirinhos cooperados e não cooperados da região do Vale do Jari, principal polo produtivo da cadeia da castanha no Estado do Amapá.
“Esse treinamento promoverá um grande avanço no aproveitamento máximo do que a castanha pode oferecer. É inovadora essa visão da COMARU, que vai aumentar a renda e pode gerar mais empregos, inclusive, por conte dessa nova linha de produção. Nós parabenizamos a cooperativa por mais essa iniciativa”, analisou a presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento.
O Sistema OCB Amapá abraçou a ideia de povos indígenas do norte do Estado e vai ajudar a criar a primeira cooperativa formada por etnias que vivem nas terras Uaçá, no município de Oiapoque.
O apoio foi confirmado pela presidente da OCB-AP, Maria Nascimento, ao representante do Conselho de Caciques do Uaçá, José Yaparrá. Ele percorreu cerca de 600 km de sua aldeia até chegar à sede da OCB Amapá, em Macapá, em busca de informações sobre como constituir uma cooperativa e foi recebido com total incentivo.
Segundo o cacique, a ideia é constituir uma entidade do ramo agro, especializada em agricultura familiar e tendo como carro-chefe o manejo de açaí, que tem grande potencial na região. Além dessas, ainda estão em estudo outras atividades que as riquezas do território indígena podem proporcionar de forma sustentável.
Ainda não é possível quantificar quanto seria a produção, mas só para se ter uma ideia, as terras indígenas do norte do Amapá abrangem cerca de 60 aldeias, segundo Yaparrá.
“Escolhemos em conjunto uma cooperativa porque queremos nos organizar e trabalhar juntos sempre. E estamos bastante esperançosos após este contato com a OCB em Macapá, agora sabemos que teremos apoio”, animou-se o cacique.
Maria Nascimento reuniu o corpo técnico da OCB e colocou à disposição a expertise da Casa para auxiliar em todas as etapas do processo de criação da cooperativa indígena.
“É uma iniciativa fantástica. E nós ficamos muito empolgados com ela. O potencial deste empreendimento legítimo que eles querem criar, por si só, já é uma marca muito forte. Estamos de mãos dadas neste projeto e vamos torná-lo realidade com certeza”, declarou a presidente da OCB-AP.
Ocorre nesta terça e quarta-feira, dias 21 e 22 de setembro, a edição 2021 do Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (ENMCOOP).
Assim como em 2020, a programação terá palestras e painéis virtuais sobre temas envolvendo a vida profissional e pessoal de 20 mil participantes de mais de 10 países. Por isto, a OCB Amapá convida as empreendedoras e cooperadas do Amapá a participar deste importante evento.
O ENMCOOP será realizado de forma totalmente virtual. Podem participar do evento mulheres e homens que atuam nos diversos segmentos do agro, como em fazendas, cooperativas, indústrias, órgãos de pesquisa, dentre outros. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI (gpoconecta.com.br/enmcoop).
Programação
Este ano, o evento online terá temas como o cenário político e econômico para o agronegócio brasileiro pós-pandemia, mercado financeiro e commodities, gestão 5.0, alta performance no campo, contribuições dos jovens ao agro do presente e do futuro, sucessão familiar, empreendedorismo e agricultura digital.


Na abertura, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, abordará o tema “A importância da consolidação da imagem do agro brasileiro para o mundo”.
Nomes conhecidos entre as mulheres do agro, como a presidente da Bayer, Malu Nachreiner, a presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, a especialista em sucessão familiar, Mariely Biff, a advogada especialista em agro, Ticiane Figueiredo, e a palestrante, Dani Amaral, que inspira pessoas e empresas a saírem mais fortes das dificuldades, também farão parte da programação.
Outro ponto de destaque será a palestra motivacional de Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete e ídolo nacional. Outra celebridade é o padre Fábio de Melo, que retorna para uma das palestras mais esperadas: “Transformando sua Mente”.
A OCB Amapá abriu as portas da sua sede, nesta sexta-feira (17), para receber o Colegiado da Junta Comercial do Amapá (Jucap) e sediar a 2a Reunião Extraordinária da instituição no exercício 2021. Foi a primeira vez que a sessão foi realizada na casa do Cooperativismo amapaense.
A reunião também marcou a despedida do Colegiado do Quadriênio 2017/2021, que será recomposto na próxima semana em solenidade de posse de novos diretores e vogais.
Na ocasião, a presidente executiva da OCB-AP, Maria Nascimento, apresentou um pouco do funcionamento do Sistema de Cooperativas e agradeceu pelos últimos 4 anos de atenção que os diretores e vogais deram para o avanço dos processos e abertura de novas Cooperativas no Amapá.
"O assento que hoje ocupamos na Jucap é fundamental para o desenvolvimento do cooperativismo no Amapá. Os processos das cooperativas são diferentes de processos de empresas e outras entidades privadas. Então, pro Cooperativismo ter um representante com conhecimento técnico dos ritos previstos na lei das cooperativas é um auxílio muito grande para o setor. Estamos muito confiantes nessa integração. E a casa do Cooperativismo do Amapá está sempre de portas abertas para a Jucap e essa parceria que só trará benefícios para o Amapá e sua economia", ponderou Nascimento.
Ela ocupou um dos 17 assentos do Colegiado de Vogais da Junta Comercial do quadriênio que se encerrou. E na posse da próxima semana será reconduzida à cadeira para o próximo quadriênio, 2021/2025, tendo como suplente o superintende da OCB, Michel Araújo.
Na ordem dos trabalhos, ocorreu a aprovação das Atas da 1ª Reunião Ordinária de 2021, realizada em 25 de junho, e da 2ª Reunião Ordinária de 2021, realizada em 26 de agosto.
A sessão também marcou a associação da Jucap à Federação Nacional das Juntas Comerciais (FENAJU).
O presidente da Jucap, Helder Santana, que representa o Governo do Amapá no Colegiado e que prosseguirá à frente do órgão pelos próximos 4 anos, frisou que os diretores e vogais terão um árduo trabalho em razão da retomada cada vez maior das atividades econômicas em face ao recuo da pandemia. Por isso, a equipe tem que estar tecnicamente preparada para um crescimento da demanda, sobretudo processos de abertura e novas empresas e cooperativas.
"Quero também parabenizar a cada um daqueles vogais que contribuíram para a modernização da casa nesse quadriênio. E aos que estarão conosco nos próximos 4 anos, sejam bem vindos, temos uma missão desafiadora pela frente", declarou o presidente da Jucap.
Ao final os vogais receberam um kit com produtos das cooperativas do Amapá.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado.
O colegiado é formado ainda por representantes da Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia); Federação do Comércio do Estado do Amapá (Fecomércio-AP); Federação das Indústrias do Amapá (Fieap); Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amapá; Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá; Conselho Regional de Economia do Amapá; Conselho Regional de Contabilidade do Amapá; Conselho Regional de Administração do Amapá; Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amapá (OAB-AP); e do Governo do Estado do Amapá.








O Sistema OCB Amapá está incentivando as cooperativas do ramo Agro que trabalham com a agricultura familiar a participar do edital do projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor.
As inscrições estão abertas até o dia 5 de outubro e podem ser feitas por meio do formulário online NESTE LINK
. Para ver o edital completo CLIQUE AQUI
.
O edital também abre espaço para entidades do Acre, Amazonas e Pará. Os empreendimentos selecionados pelo edital poderão contar com aportes, serviços e ferramentas para identificação de demandas em áreas específicas de gestão do empreendimento coletivo, como também para a construção e execução de um plano de ação e qualificação de processos de planejamento, entre outros serviços.
O projeto é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.
Poderão participar do processo de seleção cooperativas e associações da agricultura familiar, localizadas em um dos estados de atuação do projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor (Acre, Amapá, Amazonas e Pará), nas cadeias de valor do cacau, do açaí, da castanha-do-brasil e do pirarucu de manejo, e bem como de outros produtos da sociobiodiversidade amazônica.
O edital prevê, ainda, ações de promoção à articulação, negociação, integração e pactuação do empreendimento com outras organizações da agricultura familiar, da sociedade civil e de governos, para participação em programas de compras institucionais de alimentos, mercados privados e diferenciados, como também com o setor privado, para estabelecer e melhorar relações comerciais e formalizar parcerias.
A OCB Amapá está nos preparativos finais da segunda etapa do Programa de Desenvolvimento e Fomento da Cooperativas do Seguimento Mineral. A programação está sendo concluída e em breve as datas das atividades serão divulgadas no site e canais da OCB com as entidades.
O projeto é uma iniciativa do Sistema OCB Amapá, que tem a finalidade de implantar gestão de excelência nas Cooperativas MINACOOP, VERDE MINAS, COOGAL, COOEMAP, COOPGAVIN E COOMING.
As cooperativas contempladas estão nas localidades de Oiapoque, Calçoene no Distrito de Lorenço, Porto Grande na Comunidade do Vila Nova e Pedra Branca do Amaparí, na Comunidade São Domingos.
De 22 a 27 de agosto aconteceu a primeira etapa do programa, que teve como finalidade fazer levantamento de imagens e sonora de depoimentos e entrevista de dirigentes, diretores, cooperados e colaboradores das cooperativas inseridas no projeto.
A coleta de material foi realizada pelo jornalista e produtor audiovisual Disney Nascimento de Paula, contratado pelo Centro de Apoio da Mineração Sustentável (Camisbra), empresa responsável pela execução do projeto.
O corpo técnico da OCB Amapá acompanha o andamento do programa em cada fase. Por isto, a primeira etapa contou com o suporte do técnico de operações, Marildo Souto, e da analista de cooperativismo, Marcela Pinheiro, ambos do Sescoop Amapá, além do direcionamento do Conselheiro da OCB-AP, Gilcimar Pureza.






O Sistema OCB Amapá fechou uma parceria com o Centro Universitário Cidade Verde (UniFCV) para implantação do Curso Superior de Gestão de Cooperativas.
A redação final do convênio entre o sistema e a instituição educacional superior está sendo concluída e a parceria que vai proporcionar a graduação no segmento cooperativista será formalizada em breve.
O objetivo da parceria é ofertar facilidade aos cooperados, filhos e colaboradores das cooperativas regulares com o sistema OCB Amapá.
O projeto está sendo tratado pela equipe técnica da OCB, sob a supervisão da presidente Maria Nascimento, e com o professor Marcos Antônio, responsável pela UniFCV.
“É uma honra poder trazer essa notícia tão boa para o nosso setor cooperativista do Amapá. Esse curso vai ajudar a solidificar e fortalecer ainda mais este setor econômico que tanto contribui com a economia do estado”, avalia a presidente da OCB Amapá.
Cooperativas amapaenses dos ramos de produção e trabalho, saúde, agropecuário e transporte aderiram ao Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) 2021. A ferramenta é voltada para autogestão, com a adoção de boas práticas administrativas e de governança.
O programa foi desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade, consoante ao modelo MEG (Modelo de Excelência de Gestão), em parceria com o Sistema Cooperativo Nacional e administrado pelo Sescoop Nacional e suas unidades estaduais.
No Amapá, nove cooperativas se inscreveram na plataforma digital, através do preenchimento dos seus dados. Contudo, apenas duas delas concluíram todas as etapas do questionário. Vale lembrar que essa ferramenta apresenta um diagnóstico final que servirá de base de melhoria de gestão para as cooperativas. Mas, para isto, todas as etapas têm que ser completadas.
“O prazo para finalização das resposta é dezembro, mas precisamos que as nossas cooperativas do Estado, que se habilitem e concluam a participação o quanto antes. Dessa forma, teremos um raio x dos pontos fortes, mas principalmente, dos pontos que precisam melhorar dentro da gestão da cooperativa”, explicou a analista em Cooperativismo e Monitoramento da OCB-AP, Marcela Silva.
Segundo ela, aos dirigentes podem entrar em contato com a OCB e será agendado um momento para auxílio do preenchimento de todas as fases do questionário.
Entre as principais novidades do PDGC 2021 está a integração com outras plataformas do Sistema OCB. O sistema também dá acesso a outro serviço do Sescoop, o Diagnóstico Assistido, que dá orientação sobre práticas e evidências que os responsáveis pelo processo na cooperativa precisam saber.






Foi em uma das maiores vitrines do setor produtivo da América Latina que o cooperativismo do Amapá mostrou mais uma vez a sua força e a qualidade dos seus produtos. Com apoio da OCB Amapá, as Cooperativas Cooperflora, Bio+Açaí e Agroporto levaram uma amostra do seu potencial até o Parque de Exposições Assis Brasil, no município de Esteio, no Rio Grande do Sul, onde participaram e tiveram oportunidades negócios na 44ª Expointer. O evento ocorreu de 4 a 12 de setembro.
O ponto alto da programação para as representantes amapaenses foi a certificação dos produtos da Bio+ Açaí e Agroporto com o Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf), classificação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para identificar aos consumidores um alto padrão de qualidade.
O Senaf traz um QR Code às embalagens, que direciona automaticamente para uma página web com informações sobre o produto, como estado de origem, valor nutricional e o contato do produtor familiar. Basta que o consumidor aponte a câmera do celular para o código.
A presidente da OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que a certificação potencializa a produção familiar e aproxima os produtos do consumidor final. Ela também evidenciou que o objetivo principal era aumentar a visibilidade da produção.
No Pavilhão da Agricultura Familiar, a Cooperflora, a Bio+Açaí e a Agroporto puderam apresentar seus produtos para cerca de 15 mil visitantes por dia, segundo a organização do evento. Contudo, também houve 56 mil visualizações na plataforma online da feira, de 25 países.
“É uma grande vitrine e essas cooperativas se organizaram com o auxílio e apoio da OCB para participar dessa grande oportunidade. Mais do que as vendas dos produtos que foram levados, o importante foi a visibilidade aos produtos, que proporcionam contatos e negócios a seguir”, resumiu a presidente.
Entre os 228 expositores de Minas Gerais, Rio de Janeiro e dos anfitriões do Rio Grande do Sul, que estiveram presentes nesta edição do evento, as três agroindústrias do Amapá se destacaram.
O presidente da Bio+Açaí, Edilson Rocha, presente pela segunda vez na Expointer, foi com objetivo de expandir a marca da polpa e do sorvete de açaí orgânico. E conseguiu. Ele fechou com um representante do RS, aumentando seu leve de comércio nacional, que já continha, além do próprio Amapá, os estados de São Paulo e Santa Catarina.
A 44ª Expointer destacou-se pelo rígido e responsável protocolo de prevenção e proteção à saúde individual e coletiva contra o covid-19, um modelo sanitário com todos os cuidados possíveis com intuito de prevenir contágios mesmo com público presencial.



Membros da Cooperativa de Trabalho e Artefatos Naturais do Rio das Castanhas (COOPNHARIN), sediada no sul do Estado do Amapá, elegeram e empossaram a nova gestão que comandará a entidade pelos próximos dois anos.
A Assembleia Geral Extraordinária que definiu os cooperados Daniel Ribeiro de Lima como presidente, Rodrigo de Souza Santa como vice-presidente, e Gabriela Nunes Corrêa como secretária, ocorreu no último dia 5 de setembro, na cidade de Vitória do Jarí.
A Assembleia foi instalada e coordenada pelo Comitê Especial Provisório que conduziu os trabalhos pautados. A analista em Cooperativismo e Monitoramento do Sistema OCB Amapá, Marcela Silva, e o técnico em Projetos Sociais da Fundação Jari, Arnaldo Barbosa dos Santos, ajudaram a organizar os trabalhos.
Na mesma assembleia, os cooperados escolheram, também, os membros do Conselho Fiscal para o próximo ano, e analisaram e aprovaram a Prestação de Contas dos exercícios 2018, 2019 e 2020. Eles também fortaleceram a COOPNHARIN com a admissão de novos cooperados.
“A COOPNHARIN deu um grande passo, principalmente depois desse período crítico da pandemia, demonstrando organização ao fazer a sua prestação de contas e preparar terreno para os próximos dois anos da Diretoria e Conselho Fiscal eleitos e empossados. Essa organização deixa a instituição mais forte e a OCB auxilia tecnicamente esse processo para que as cooperativas estejam cada vez mais prontas, com a casa arrumada, para avançar, crescer e contribuir para o desenvolvimento econômico do Estado”, avaliou a presidente do Sistema OCB Amapá, Maria Nascimento.
Fundada em 2005, a Cooperativa de Trabalho e Artefatos Naturais do Rio das Castanhas é especialista na produção e design de móveis, brinquedos e utensílios como fruteiras, pisos, portas e outros produtos com madeira certificada. Atende à encomendas internas e do mercado internacional


O Sistema OCB Amapá deu início a um estudo científico que vai investigar e determinar as causas dos entraves ao desenvolvimento de cooperativas do ramo agro no estado e propor soluções estratégicas de gestão, planejamento e acesso a mercados.
Para isto, a pesquisa vai traçar um perfil socioeconômico de todas as 31 cooperativas do ramo agro no Estado, identificando as atividades econômicas praticadas pelos empreendimentos, analisando o modelo de gestão e estratégias produtivas, e encontrando os fatores que limitam o acesso dessas cooperativas ao mercado para escoarem seus produtos.
O estudo, feito pela OCB Amapá em parceria com Cooperativa de Profissionais de Assistência Técnica e Administração Urbana e Rural do Estado do Amapá (Plastec) e o Instituto de Pesquisas Científicas do Amapá (Iepa), foi apresentado e começou a ser aplicado nesta quarta-feira (1), durante encontro que reuniu a diretoria do sistema e diretores das entidades alvo do estudo.
O evento ocorreu em formato híbrido, ou seja, parte presencial e parte virtual, e respeitou todos os protocolos sanitários de prevenção à covid-19.
A apresentação dos objetivos, métodos e outras especificidades da pesquisa foram apresentados pelo presidente da cooperativa, José Maria Vaz, e pelo pesquisador do Iepa, João da Luz Freitas.
A presidente executiva da OCB Amapá, Maria Nascimento, destacou que, apesar de contribuírem significativamente com a produção de alimentos, geração de emprego e renda e divisas para o Estado, as cooperativas do ramo Agro enfrentam dificuldades, especialmente após três intensas ondas de pandemia que paralisaram o mercado. Por isto, é necessário rever o modelo de gestão e planejamento atual.
Atualmente 67,75% das agrocooperativas do Amapá estão em situação de inadimplência com o Sistema de Cooperativismo local. Segundo levantamento da OCB, das 31 cooperativas do segmento, apenas 10 estão adimplentes.
“Em consequência de diversos fatores, que serão identificados neste estudo, as cooperativas não têm conseguido evoluir e se firmar no mercado. Por isto, a pesquisa visa esclarecer se o modelo atual de condução das cooperativas tem sido afetado pela falta de gestão e planejamento estratégico, através de uma profunda análise de dados que serão fornecidos pelas próprias cooperativas”, explicou Nascimento.
Ela lembrou que o estudo tem sua importância não apenas para as cooperativas, mas também para a economia do estado, pois, no Amapá, esses empreendimentos são fonte de sobrevivência para agricultores familiares e trabalhadores rurais que produzem nos campos e nas florestas.
O presidente da Plastec lembrou que o Censo Agropecuário de 2017, mostrou a agricultura familiar é a sustentação da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, caso de muitas cidades do Amapá.
“Queremos identificar as causas específicas deste alto índice de inadimplência, por exemplo. Por isto este estudo elaborado pela Plastec em parceria com o Iepa vai investigar as causas desses entraves nas cooperativas do ramo agro”.
Durante o evento desta quarta, foi ensinado aos dirigentes sobre o preenchimento de um questionário socioeconômico, que vai condensar informações para que o perfil socioeconômico das cooperativas seja traçado.
“Com isto será possível indicar linhas de ações estratégicas que os empreendimentos terão que colocar em prática para que alcancem o desenvolvimento”, avaliou João da Luz.


