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Na Câmara de Vereadores de Laranjal do Jari foi destacada a importância da instalação da FRENCOOP. O Sistema OCB-AP apresentou aos parlamentares o papel das cooperativas no município e o segmento de atuação através da Frente Parlamentar do Cooperativismo. A Frente foi instalada em alguns municípios e estados, e com isso através do poder legislativo tem construido políticas públicas voltadas as cooperativas com o objetivo de trazer desenvolvimento a comunidade e qualidade de vida as pessoas. Os vereadores sinalizaram o interesse na instalação da frente na Casa de Leis e encabeçar o trabalho para fortalecer o cooperativismo no município.
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COOPERFLORA é referência no beneficiamento de castanha no Vale do Jari[/caption] Na Cooperativa Mista Agroextrativista dos Produtores do Vale do Jari (COOPERFLORA) a equipe do Sistema OCB-AP visitou a Fábrica de castanha da cooperativa que hoje é referência em Laranjal do Jari no beneficiamento da castanha. “Através da cooperativa queremos transformar a vida das pessoas trazendo oportunidade não apenas para os sócios cooperados, mas também, para toda a comunidade onde a cooperativa está inserida, e vamos conseguir”, compartilhou o presidente da COOPERFLORA, Mariolando Araújo. Durante a visita foi apresentado a dinâmica de trabalho da Cooperativa, o crescimento da mesma e as dificuldades enfrentadas pelo setor.

COOPERFLORA é referência no beneficiamento de castanha no Vale do Jari[/caption] Na Cooperativa Mista Agroextrativista dos Produtores do Vale do Jari (COOPERFLORA) a equipe do Sistema OCB-AP visitou a Fábrica de castanha da cooperativa que hoje é referência em Laranjal do Jari no beneficiamento da castanha. “Através da cooperativa queremos transformar a vida das pessoas trazendo oportunidade não apenas para os sócios cooperados, mas também, para toda a comunidade onde a cooperativa está inserida, e vamos conseguir”, compartilhou o presidente da COOPERFLORA, Mariolando Araújo. Durante a visita foi apresentado a dinâmica de trabalho da Cooperativa, o crescimento da mesma e as dificuldades enfrentadas pelo setor.

Em Vitória do Jari o Sistema OCB-AP esteve presente na Cooperativa dos Produtores Agropecuário e Extrativistas de Vitória do Jari (COOPAVAJ). A equipe prestigiou a Assembleia Geral da Cooperativa que tratou da eleição e posse da diretoria e do conselho fiscal, a equipe aproveitou para destacar as obrigações contábeis da cooperativa perante os órgãos. A COOPAVAJ conta com 42 cooperados que estão empenhados em contribuir com a sociedade cooperativista em prol de seu desenvolvimento.
A Cooperativa de Pesca e Extrativismo do Sul do Amapá (COOPVITÓRIA) também recebeu a visita da comitiva do Sistema OCB-AP. A cooperativa é a mais nova filiada do Sistema, e conta hoje com 35 sócios cooperados e seu carro chefe é o pescado.
Durante a visita, a Cooperativa pode ter acesso a Palestra de Cooperativismo, além do atendimento e assessoria na Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária a qual teve como pauta a prestação de contas do exercício de 2017, eleição do conselho fiscal entre outras pautas.
“Foi satisfatório ver que as pessoas estão confiantes com o trabalho realizado na cooperativa e estão unidas para fortalecer o setor e ganhar ainda mais espaço e renda”, ressaltou a superitendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa.
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O Vale do Jari recebeu a visita dos representantes do Sistema OCB-AP que foram acompanhar de perto o trabalho desenvolvido pelas cooperativas. A Cooperativa Mista de Mulheres Extrativistas do Alto Cajari (COOPEMAC), localizada no Maracá, contou com a assessoria da OCB-AP durante a Assembleia Geral Ordinária.
A COOPEMAC é filiada a OCB/AP desde 2012 e ao longo dos anos as parcerias com o Sistema possibilitaram a capacitação das mulheres cooperativistas.
“Constatamos que as cooperadas estão gerindo seu empreendimento com ética e responsabilidade e através da cooperativa promovendo renda as suas filiadas”, destacou o presidente Interino da OCB-AP, Denei Oliveira.
Presidência
Elziane Ribeiro foi reconduzida ao cargo de presidente da Cooperativa por mais quatro anos. Na oportunidade da assembleia foi eleita sua Diretoria e Conselho fiscal que fez uma reforma para agregar mais atividades no estatuto social.
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As cooperativas transformam realidades. Elas geram trabalho, renda e felicidade em todos os cantos do país. Sabe por quê? Porque elas estão comprometidas com o desenvolvimento das comunidades onde estão situadas e a materialização disso é o Dia de Cooperar (Dia C), um movimento que demonstra o compromisso das cooperativas com quem mais importa: as pessoas. A partir de hoje (5/2), as cooperativas brasileiras podem inscrever no site do Dia C suas iniciativas de responsabilidade social, que coloquem em prática os valores e princípios cooperativistas, por meio de ações voluntárias. Neste ano, o Sistema OCB reforça a ideia de que existem várias possibilidades de atuar em ações contínuas, com comprometimento, e que cabem no dia a dia de cada voluntário, afinal, o lema do Dia C reforçam que “Atitudes Simples Movem o Mundo”. Em 2018, o Dia C assume o aspecto de movimento, um incentivo do Sistema OCB e de suas unidades estaduais para a realização de iniciativas diferenciadas, contínuas e transformadoras. Para se ter uma ideia do tamanho deste movimento, em apenas nove anos, o Dia C já conta com a adesão de mais de 1,5 mil cooperativas, que abraçaram essa ideia e transformaram a vida de mais de dois milhões de pessoas. E isso só é possível por meio do trabalho engajado de cerca de 120 mil voluntários, em 1.081 municípios, de todos os estados brasileiros. Além disso, desde 2016, o Dia de Cooperar tem ampliado o diálogo com parceiros globais, ao agir em acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o plano de ação estipulado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o alcance da erradicação da pobreza, proteção do planeta e garantia do alcance da paz e da prosperidade, até 2030. O Dia C, enquanto movimento nacional, tem a missão de estimular as iniciativas diferenciadas, contínuas e transformadoras desenvolvidas pelas cooperativas brasileiras, com o apoio do sistema cooperativista brasileiro, em prol das comunidades e mostrar que, mesmo a nível local, o alcance dos ODS é possível. INSCRIÇÃO Caso queira contribuir, as inscrições para o Dia de Cooperar 2018 já podem ser feitas. As cooperativas já podem inscrever suas iniciativas, individualmente ou em conjunto. Basta preencher o cadastro online no site: diac.somoscooperativismo.coop.br e contribuir com um país mais justo. E, para se tornar um agente de transformação, conheça ainda mais sobre o movimento, assistindo ao vídeo: https://goo.gl/SsBPnn. CELEBRAÇÃO Em virtude da realização da Copa do Mundo, neste ano, a celebração do Dia de Cooperar será, excepcionalmente, no último sábado de junho, dia 30. Caso sua cooperativa deseje realizar alguma ação transformadora, ela pode contar com o suporte do Sescoop, presente em cada estado brasileiro. É só entrar em contato com a equipe local que coordena o Dia C. Vem com a gente. Afinal, juntos SomosCoop!

A 1° Reunião Extraordinária do Conselho Fiscal do Sescoop-AP de 2018 indicou como presidente Charlon de Jesus Rodrigues; vice-presidente Marcelo Padilha; e secretário Daciel Cunha. Na pauta também teve a aprovação do Plano de Trabalho Anual do Conselho e do Regimento Interno. O grupo também aprovou o Calendário de Reuniões para 2018. "Começamos o ano focados na boa execução e andamento das atividades da casa. O Conselho está muito comprometido e fortalecido", ressaltou a superintendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa.

O Sistema OCB-AP lamenta profundamente a morte do taxista Raimundo Vieira Costa, de 56 anos, cooperado da COVEM, e assim como todos os amapaenses, clama por justiça. A OCB-AP se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor, e segue na certeza de que o espírito deste homem trabalhador está nos braços do Pai! Nossos sinceros sentimentos. Sistema OCB-AP
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I Encontro de Alinhamentos dos Superintendentes 2018[/caption] O Amapá esteve representado pela superitendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa, no I Encontro de Alinhamentos dos Superintendentes 2018, em Brasília. O encontro que reuniu representantes de todos os estados da Federação abordou assuntos relacionados ao Sescoop que envolveram Diretriz Finalística; Fundecoop Governança – Segregação deliberativo e executivo Acórdão 699/2016; Transparência e Processos Educacionais. Já relacionados à OCB foi discutido sobre o XIV CBC – Etapas e Pesquisa; Processo Eleitoral (Pesquisa de opinião, perfil e cartilha); Relatório de Gestão – Apoio nas AGOs Estaduais; Estrutura Tributária; Plano de trabalho; Conselho Fiscal OCB; Agenda Legislativa – data e importância da participação dos estados e Prêmio Somoscoop – Etapas e nova categoria. Na Cncoop o assuntos foram relacionados à Contribuição Sindical; Legislação Trabalhista – MPV 808/2017; Previdência Privada; Plano de Saúde; Indicadores; Agenda Sistêmica; Fortalecimento do Cooperativismo Regional e Formação de Líderes e Executivos. "O encontro foi extremamente produtivo e saímos com a mente renovada para execução das atividades e o fortalecimento do cooperativo em nosso Estado", destacou Patrícia Sousa.

I Encontro de Alinhamentos dos Superintendentes 2018[/caption] O Amapá esteve representado pela superitendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa, no I Encontro de Alinhamentos dos Superintendentes 2018, em Brasília. O encontro que reuniu representantes de todos os estados da Federação abordou assuntos relacionados ao Sescoop que envolveram Diretriz Finalística; Fundecoop Governança – Segregação deliberativo e executivo Acórdão 699/2016; Transparência e Processos Educacionais. Já relacionados à OCB foi discutido sobre o XIV CBC – Etapas e Pesquisa; Processo Eleitoral (Pesquisa de opinião, perfil e cartilha); Relatório de Gestão – Apoio nas AGOs Estaduais; Estrutura Tributária; Plano de trabalho; Conselho Fiscal OCB; Agenda Legislativa – data e importância da participação dos estados e Prêmio Somoscoop – Etapas e nova categoria. Na Cncoop o assuntos foram relacionados à Contribuição Sindical; Legislação Trabalhista – MPV 808/2017; Previdência Privada; Plano de Saúde; Indicadores; Agenda Sistêmica; Fortalecimento do Cooperativismo Regional e Formação de Líderes e Executivos. "O encontro foi extremamente produtivo e saímos com a mente renovada para execução das atividades e o fortalecimento do cooperativo em nosso Estado", destacou Patrícia Sousa.

O inicio de fevereiro foi marcado pela 1ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá (OCB/AP). Na pauta foi deliberado o Calendário de Reuniões para Exercício 2018 da OCB/AP; Apresentação das Cooperativas que nasceram em 2017; Apresentação e Homologação das Cooperativas que tiveram baixa; Apresentação das Cooperativas Regulares até 01 de fevereiro de 2018; avaliação do Ranking da Contribuição Cooperativista Exercício 2017; Contribuição Cooperativista; além da leitura da Diretriz da Resolução nº 50 da Unidade Nacional. "É uma reunião de acompanhamento dos índices da unidade a qual debatemos inúmeros pontos e nos organizamos para a execução dos trabalhos planejados. Estamos confiantes que teremos um ano bem produtivo", destacou a superintendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa.

Cooperativista há 18 anos, Denei de Oliveira, foi escolhido presidente interino do Sistema OCB-AP pelo Conselho Administrativo da casa. De acordo com orientação do Sistema OCB Nacional, Denei Oliveira, deverá permanecer interinamente como presidente por 60 dias, podendo ser ou não efetivado. Denei de Oliveira atua na Cooperativa Dourada no município de Santana, e tem um trabalho de décadas voltado ao setor pesqueiro no Amapá. No Cooperativismo, sempre participou das atividades e condução dos trabalhos do Sistema OCB-AP, como Conselheiro Administrativo. "É um desafio assumir a presidência interina, temos as ferramentas necessárias para dar os encaminhamentos as ações planejadas pela equipe e outras que temos em mente, como a profissionalização da classe e o desenvolvimento do setor. Não tenho dúvida que juntos faremos um excelente trabalho em prol do cooperativismo amapaense".
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Cooperativa Mineral em Pedra Branca[/caption]

Cooperativa Mineral em Pedra Branca[/caption]
O Sistema OCB Amapá esteve presente no município de Pedra Branca para o assessoramento da Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária da Cooperativa Mineral São Domingos (COOMING), na qual deliberaram pautas como Relatório de Gestão referente ao exercício de 2017, análise e aprovação do Plano de Trabalho para o exercício de 2018 e a prestação de contas.
A OCB-AP tem acompanhado as Assembleias de todas as cooperativas no estado, dando o suporte e as orientações necessárias para a boa condução e funcionamento administrativo.
"Essa foi mais uma cooperativa que pudemos presenciar que cresceu muito em termos de organização. Todos comprometidos com o crescimento e desenvolvimento da cooperativa. É gratificante ver os resultados das nossas consultorias através do Sistema OCB/SESCOOP-AP junto a COOMING", avaliou a gerente Administrativa da OCB-AP, Maria Nascimento.
A COOMING conta com 65 cooperados, com uma diretoria e um conselho fiscal ativo, e está empenhada em trazer resultados para seus cooperados fortalecendo assim o setor Mineral e o Sistema Cooperativista no estado.

Em Serra do Navio, o Sistema OCB-AP esteve presente para Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa COOAPAST, onde foram discutidos assuntos relacionados a eleição e posse da Diretoria e Conselho Fiscal, Apresentação do Relatório de Gestão e Plano de Trabalho para o exercício de 2018. A condução de todo processo foi realizada pela gerente Administrativa da OCB-AP, Maria Nascimento.

O Sistema OCB-AP está presente nos quatro cantos do Amapá dando suporte e assistência para as cooperativas. Na última semana a gerente Administrativa da OCB-AP, Maria Nascimento, participou do assessoramento da Assembleia Geral de Constituição da Cooperativa das Mulheres Extrativistas do Município de Porto Grande (COMAP). A assembleia contou com a participação de 37 pessoas interessadas em constituir uma cooperativa do Ramo Agropecuário. Durante o encontro foi feita análise e aprovação do estatuto social, eleição e posse do Conselho Fiscal que terá três membros efetivos e três membros suplentes em seu quadro, para o mandato de um ano. Na ocasião também ocorreu a eleição e posse da diretoria. A cooperativa terá em seu quadro de dirigentes uma presidente, uma diretora Administrativa e uma diretora Financeira com mandato de 4 anos. Todas as cooperadas possuem DAP física, área para plantio e cultivo de produtos voltados para a agricultura familiar. Como o cultivo de açaí; frutas de lavoura permanente, produção de mudas, coleta de castanha-do-pará em florestas nativas, fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes. Também foi identificada a fabricação de farinha de mandioca e derivados. "É um grupo consolidado e busca através da cooperativa poder comercializar os produtos de sua produção, trazendo as pessoas mais qualidade de vida e o retorno financeiro aos cooperados", avaliou a gerente Maria Nascimento.

A história que você vai ler está servindo de modelo para o cooperativismo e também para o Banco Central do Brasil. Ela mostra como uma cooperativa é capaz de transformar, para sempre, as vidas de milhares de pessoas. Estamos falando da Sicoob Credichapada – cooperativa de crédito sediada na cidade mineira de Chapada Gaúcha, onde é realizado o Programa de Educação Cooperativa, Empreendedora e Financeira. Para o Banco Central, o programa é considerado referência nacional e, com o apoio do Sicoob Credichapada as aulas de educação financeira são ministradas em 30 escolas públicas da região, beneficiando mais de sete mil estudantes. O assunto foi o destaque principal da 22ª edição da revista Saber Cooperar, editada pelo sistema OCB e que já está disponível aqui em nosso site Revista Saber Cooperar
. Confira! Crédito para o futuro Sete da manhã, sol a pino, poeira a rodo. É cedo, faz calor e o pó incomoda, mas os estudantes da Escola Municipal Getúlio Inácio de Farias, encravada na Comunidade Marimbas, zona rural do município de Chapada Gaúcha, no norte de Minas Gerais, estão prontos para mais um dia de estudo. No programa, aulas de matemática, português, história, geografia, artes e cooperativismo. Sim, é isso mesmo que você leu: cooperativismo. Os alunos da escola, dirigida por Marinho Neves, 42 anos, são moradores da própria comunidade Marimbas, além das comunidades de Pequi, Cabeçudo e Mangal. No dia a dia, eles aprendem sobre cooperativismo, empreendedorismo e educação financeira. Nessas aulas, descobrem como economizar dinheiro, comprar de maneira consciente, calcular juros e escolher, de forma responsável, o que fazer com os próprios recursos. A iniciativa ocorre graças ao Programa de Educação Cooperativa, Empreendedora e Financeira, um dos muitos projetos apoiados pela Sicoob Credichapada – cooperativa de crédito sediada na cidade e liderada pelo gaúcho Marcos Maier, 42 anos. Considerado referência nacional de educação financeira pelo Banco Central, o programa atende sete mil estudantes, em mais de 30 escolas públicas, nos municípios de Chapada Gaúcha, Urucuia, Pintópolis, São Francisco e Januária. Em sala de aula, esses meninos e meninas estudam e aplicam os sete princípios cooperativistas (veja quadro), além de exercitar o comportamento empreendedor e a gestão das finanças pessoais. O conhecimento é aplicado de forma prática em cooperativas escolares – espécie de “laboratórios” para a vivência dos conceitos estudados a partir da produção e venda de produtos, com gestão dos alunos. Atualmente são duas: a Cooperativa Escolar União (Unicoop), na Escola Municipal Getúlio Inácio de Farias, e a Cooperativa Escolar Moacir Cândido, da Escola Estadual Moacir Cândido (Coopermoc). A terceira está em processo de constituição, na Escola Estadual José Manoel Cirino, no Distrito de São Joaquim, em Januária (MG). Eleita democraticamente presidente da Unicoop, a estudante Kelly Mendes, 17 anos, tem se empenhado em ajudar a cooperativa escolar a constituir um patrimônio. Somente em outubro do ano passado, ela e os outros cooperados – todos do ensino fundamental e médio – arrecadaram R$ 3.500 com a venda de hortaliças, frutas, bolos, biscoitos, doces e artesanato, como bonecas de palha. O dinheiro foi reinvestido na própria escola e também na cooperativa. Depois de muito negociar com as empresas locais, eles conseguiram bancar a reforma do colégio, construir a sede da Unicoop, comprar móveis e eletrodomésticos, confeccionar camisetas e ainda montar uma horta comunitária. Para continuar lendo, clique aqui
.

O Sistema OCB-AP e Sescoop-AP aderiram à Campanha SomosCoop. A equipe do Amapá registrou o momento na manhã desta segunda-feira, 15. O movimento levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. Seu principal objetivo é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade. Este movimento busca despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa. Acreditamos que é possível transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. O movimento SomosCoop quer mostrar isso para todo mundo e promover engajamento à causa cooperativista. Venha com a gente!

A gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, participou no último fim de semana da orientação e acompanhamento da 1ª Reunião Conjunta do Conselho de Administração e Membros do Conselho Fiscal da Cooperativa dos Produtos da Amazônia – CAMAIPI, além da visita técnica no local.
Na pauta assuntos relacionados a prestação de contas dos órgãos de diretoria, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal. Além da apresentação do relatório de gestão e o plano de atividade da CAMAIPI para o exercício de 2018.
A visita também foi marcada pela pesquisa de campo para conhecer a produção dos cooperados.
“É perceptível a evolução da cooperativa e o crescimento do nível de gestão, pois os gestores da cooperativa estão bem preparados e os cooperados estão comprometidos com desenvolvimento da cooperativa”, destacou Nascimento.
É válido ressaltar que a cooperativa participa dos programas de monitoramento do SESCOOP/AP, e com isso aos poucos a cooperativa está alcançando excelentes resultados.
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O desenvolvimento regional no Norte do país. Este o objetivo do convênio assinado nesta terça-feira (19/12), entre o Bancoob e o Banco da Amazônia, visando o repasse de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), por meio do cooperativismo de crédito. O Banco da Amazônia é o administrador do fundo e os mecanismos de repasse dos recursos estão previstos na Portaria 23/2017, do Ministério da Integração – que estabelece as normas da gestão dos Fundos Constitucionais de Financiamento (FNO, FCO e FNE). Esta Portaria é fruto do trabalho realizado pela OCB, em parceria com os Sistemas Cooperativos, junto ao Ministério da Integração Nacional, no final de 2016. As regras estabelecidas pela Portaria para repasse ficaram mais claras e passam a dar maior previsibilidade para os agentes operadores realizarem a operação com o tomador final do recurso. NA PRÁTICA Devido à sua capilaridade, as cooperativas de crédito reúnem todas as condições para democratizar o acesso aos recursos dos fundos constitucionais. Para se ter uma ideia, em todo o país, há mais de 5,7 mil pontos de atendimento de bancos cooperativos e, em 564 municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes. Em função disso, por exemplo, os Bancos Cooperativos já operam os recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), administrados pelo Banco do Brasil. Agora, com a assinatura do convênio com o Banco da Amazônia, espera-se repetir a experiência de sucesso, também, na região Norte. Inclusive, o Banco Sicredi já está trabalhando para, ao lado do Bancoob, operar com os recursos do FNO. “Em breve, o Sistema Cooperativo estará, por meio de seus dois Bancos, fazendo com que os recursos do FNO cheguem com mais facilidade a quem mais precisa dele nos longínquos rincões do Norte do Brasil”, comenta Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

Os brasileiros devem começar a sentir, nos próximos anos, os efeitos pós-crise econômica. E, se as previsões do economista Ricardo Amorim se confirmarem, eles serão positivos! O especialista em administração e finanças internacionais foi o convidado especial do último evento com foco econômico e destinado a cooperativas de crédito, realizado, em 2017, pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). O evento ocorreu na Casa do Cooperativismo Brasileiro, em Brasília, na quinta-feira, dia 14/12. Ricardo Amorim, que atua no mercado financeiro desde 1992, dentro e fora do país, sempre como economista e estrategista de investimentos, apresentou um estudo no qual é possível visualizar que, desde 1900, todas as vezes que o Brasil viveu uma grande recessão, os anos seguintes registraram um crescimento econômico favorável. Segundo ele, esse fenômeno vai voltar a ocorrer nos próximos três anos. Ele considerou a atual crise econômica, pela qual passam os brasileiros, como algo de proporções que o Brasil nunca viu antes. Amorim também fez questão de frisar que o momento de as cooperativas crescerem é agora, já que o cenário é favorável para ramos como crédito, agropecuário, saúde e educacional. Ele que é um dos debatedores do programa Manhattan Connection da Globo News desde 2003 e colunista na revista IstoÉ, é o entrevistado desta semana no portal do Sistema OCB. Confira abaixo o que ele pensa sobre crise, oportunidade e cooperativismo. Em momentos de crise econômica, qual o grande problema das expectativas, independentemente de serem positivas ou negativas? A questão das expectativas é que elas refletem o passado e não o futuro, normalmente. Quando o passado é bom, as expectativas tendem a ser muito altas. Quando o passado é ruim elas tendem, pelo contrário, a ser muito baixas. Ou seja, como o passado recente da economia brasileira foi péssimo, as expectativas são as piores possíveis. A gente viveu a mais longa, profunda e grave crise econômica da história brasileira e ela veio junto com uma crise política e moral, também, em proporções que o Brasil nunca tinha visto. E a conclusão é: o brasileiro tem expectativas muito ruins para os próximos anos, considerando o aspecto econômico. Eu, ao contrário, tenho exatamente as expectativas opostas. Porque, se analisarmos a história brasileira desde 1900, todas as vezes que vivemos crises econômicas graves, na sequência o que nós tivemos foi um crescimento econômico muito forte. Veja só, todas as vezes que saímos de uma crise econômica muito aguda – e nenhuma delas foi tão aguda quanto essa, o Brasil cresceu, pelo menos 5% ao ano, por pelo menos três anos seguidos, na sequência. Hoje, os economistas estimam um crescimento econômico de 2% para o Brasil, nos próximos três anos, na média. Contudo, para mim, a economia brasileira vai crescer muito mais do que as pessoas acreditam, atualmente. Então, uma crise é importante para o processo econômico? Ouvimos falar muito que as crises trazem oportunidades, mas eu prefiro pensar diferente. As crises, na verdade, trazem problemas! O que pode trazer oportunidade é como nós reagimos a elas. No cooperativismo, por exemplo: o que faz com que se converta crise em oportunidade é exatamente o fato de que as pessoas se aproximarem mais. Então, o que a crise cria é a oportunidade de nos reinventarmos de uma forma melhor e mais forte. Se as cooperativas conseguirem ter a capacidade de melhorar seus processos, suas equipes, seu atendimento, seu serviço e seus produtos, aí, sim, elas terão criado as oportunidades. Mas é possível registrar crescimento, sem passar por uma crise? Em tese, sim, mas infelizmente, a natureza humana mostra que só nos mexemos quando a coisa fica difícil, não quando a coisa está fácil. Eu costumo dizer, em tom de brincadeira, que sou uma pessoa ‘do contra’. Quando as coisas vão bem, costumo ser aquele que faz o papel de chato, que alerta para não afrouxar, que é o costumamos fazer, já que tudo está favorável. Quando as coisas estão indo bem, achamos que continuarão caminhando bem sozinhas, mas isso não acontece. Elas só foram bem, graças ao que fizemos bem anteriormente. É por isso que precisamos continuar assumindo o nosso papel de protagonista para que as coisas continuem indo bem. Afinal, tudo é reflexo do que fazemos. A crise faz o contrário. Quando as coisas vão mão, elas nos apertam, nos chacoalham e aí, sim, percebemos que precisamos fazer o que precisa ser feito para tudo melhor. Então, considerando esse cenário em que as coisas começam a melhorar, quais as oportunidades que as cooperativas têm diante de si? Falando especificamente sobre as cooperativas de crédito, a grande oportunidade vem do fato de que, hoje, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, não estão em uma situação financeira tão tranquila quanto estavam há alguns anos. Na minha opinião, isso se deve a algumas diretrizes erradas de pisar no acelerador num momento em que a economia brasileira estava piorando (estamos falando de três, quatro anos atrás). Essas diretrizes erradas causaram alguns problemas de crédito na carteira dessas duas instituições, deixando-as mais limitadas para expandir seu crédito. Os bancos estrangeiros têm reduzido sua presença no Brasil e os bancos privados também têm sido reticentes. Isso é que cria as oportunidades para as cooperativas de crédito. Outro ponto, é que as cooperativas, de maneira geral, atuam nos setores que estão entre os que mais crescem no Brasil. Dentre eles, posso citar três: - Educação: temos a participação de cooperativas muito importantes nesse setor. O Brasil viveu um momento de expansão da classe média – fenômeno que deve volta a ocorrer nos próximos anos – e isso fez com que muitas pessoas buscassem mais educação. - Saúde: o mesmo fenômeno fez com que muitas pessoas buscassem mais saúde. E essa é uma outra área em que as cooperativas são muito fortes. Aliás, saúde é um setor que as pessoas tendem a buscar cada vez mais, porque o setor público está em uma situação financeira difícil, limitando sua capacidade financeira de prover esse serviço básico ao cidadão. Consequentemente, isso gera oportunidade para quem trabalha com saúde no setor privado. - Agronegócio: esse setor vem sendo e continuará a ser um dos motores da economia brasileira, porque a demanda por comida no mundo, principalmente vinda da China e da Índia, deve crescer muito mais nas próximas décadas. E isso gera, mais uma vez oportunidades para as cooperativas agrícolas porque elas são muito fortes. Aliás, por falar em cooperativas agropecuárias, temos um outro fator de oportunidade para todas as outras cooperativas: graças ao agronegócio forte, o interior do país também tem se fortalecido muito. Nos últimos 15 anos, para se ter uma ideia, as cidades do interior cresceram muito mais que as capitais brasileiras. E em 2018 isso não será diferente. A grande questão é que, as cooperativas, em geral, têm uma grande presença nas cidades do interior do país, especialmente as agropecuárias e de crédito. Fonte: Sistema OCB
