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Produtores e cooperativas da agricultura familiar de todo o país podem ser beneficiados com novas regras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A novidade foi publicada hoje no Diário Oficial da União (Decreto nº 9.214/2017
). Assim, os produtos oriundos de cooperativas ou propriedades da agricultura familiar poderão ser destinados à rede pública de saúde, aos estabelecimentos prisionais e às unidades de internação do sistema socioeducativo. O decreto também possibilita aos agricultores familiares, por meio de cooperativas ou associações, a contratação de prestação de serviços e ou aquisição de insumos de terceiros para beneficiar, processar e industrializar os alimentos a serem adquiridos no âmbito do programa, conforme dispositivos definidos pelo Grupo Gestor do PAA. O Programa de Aquisição de Alimentos está estreitamente ligado à política de segurança alimentar e nutricional brasileira, pois, dentre o escopo de atuação do programa, os produtos da agricultura familiar adquiridos pelo governo são distribuídos a projetos de cunho social, podendo ainda ser destinados à formação de estoques públicos, repassados a bancos de alimentos, doados a instituições assistenciais, distribuídos em cestas de alimentos a grupos em situação de risco alimentar ou até mesmo vendidos a pequenos criadores e pequenas agroindústrias. A permissão da aquisição de insumos e a contratação de prestação de serviços atende ao pleito do Sistema OCB, pois visa dar mais segurança jurídica às cooperativas e produtores, visto que os produtos processados, beneficiados e industrializados pelos agricultores familiares e seus empreendimentos, que são extremamente relevantes no fortalecimento e desenvolvimento deste segmento produtivo, de forma alguma descaracterizam a origem do produto como sendo da agricultura familiar. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a publicação do novo decreto do PAA demonstra a importância do programa para a comercialização da produção brasileira, principalmente em momentos de turbulência, a exemplo da situação atual da cadeia do leite. “Ao expandir o rol de beneficiários do PAA, o governo vai diretamente ao encontro dos anseios da agricultura familiar e do cooperativismo, que possuem grande preocupação com a comercialização dos seus produtos. Ao mesmo tempo, fortalece o combate à fome e à pobreza no Brasil”. ORÇAMENTO PARA 2018 Recentemente, após forte atuação do Sistema OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a Comissão de Agricultura da Câmara aprovou emenda ao Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2018, para ampliar os recursos do PAA, originalmente dotados em apenas R$ 4 milhões, para um montante total de R$ 318 milhões. A emenda revigora a importância do programa, que tem tido uma redução considerável de seu orçamento nos últimos anos. Fonte: Sistema Ocb

A Comissão de Políticas Agrárias da Assembléia Legislativa do Amapá e o Sistema OCB-AP, promoveram uma plenária com as cooperativas cuja pauta foi a apresentação e discussão do Projeto de Lei Complementar 005/17, que dispõe sobre as terras públicas e devolutas do Estado, que disciplina sua ocupação, e revoga a Lei Complementar 004 de 1993. Participaram do encontro o Deputado membro da FRENCOOP AMAPÁ, Max da AABB articulador da plenária e a Deputada Roseli Matos. Os parlamentares também ampliaram a discussão sobre temas como a RENCA e políticas que entravam o desenvolvimento dos setores econômicos. A apresentação foi realizada pelo Dr. Sérgio Paulo, advogado e engenheiro Agrônomo que assessora a Comissão neste tema, onde todos os participantes puderam sanear dúvidas e esclarecer as questões para enviarem suas propostas a legislação que ainda está sob discussão com a sociedade para adequações se necessárias. Haverá um plenária ampliada e final na Assembleia Legislativa no dia 04 de dezembro para então encaminhar para deliberação. As cooperativas poderão encaminhar sugestões direto a Comissão da Assembléia ou via Sistema OCB-AP.

Muita gente por aí ainda não se deu conta de que boa parte daquilo que consome – desde serviços até produtos de primeira necessidade ou itens de alto valor agregado – foi produzido, transportado ou comercializado por uma cooperativa. Isso quer dizer que bem antes de o sol nascer, já tem cooperado trabalhando duro para alimentar, vestir e facilitar a vida de milhares de famílias brasileiras. Ao fazer isso, esses cooperados e suas cooperativas transformam realidades, por meio da geração de trabalho, renda e inclusão socioeconômica nas comunidades onde estão inseridas. E, ao final do dia, um único sentimento liga essas pessoas: o orgulho de ser parte de um movimento que valoriza quem faz, como faz e porquê faz. Assim, para reforçar esse orgulho de ser cooperativista e, também, para garantir que mais e mais brasileiros conheçam esse jeito humanizado de fazer negócios e gerar resultados, o Sistema OCB acaba de lançar o movimento SomosCoop – uma campanha nacional de valorização das cooperativas brasileiras, seus cooperados e empregados. Motivação Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa campanha nasceu para ser um movimento nacional de valorização do orgulho de trabalhar, de forma cooperativa, por uma economia local mais forte e, assim, por um país mais desenvolvido e próspero. Para a liderança, é por acreditar na possibilidade real de unir desenvolvimento econômico, social e ambiental, somando forças e compartilhando resultados, que cooperativistas de todos os cantos do país trabalham diariamente. “Essas pessoas têm a certeza de que contribuem com o desenvolvimento não apenas do cooperativismo, mas do Brasil”, enfatiza o presidente. Contribuição “Hoje, somos mais de 13 milhões de brasileiros que defendem um país mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. As nossas cooperativas têm uma contribuição importante na produção agropecuária nacional, na inclusão e na educação financeira de milhões de pessoas no país. E fazemos o mesmo em muitas outras áreas. Na saúde, por exemplo, garantimos atendimento de qualidade para 28 milhões de brasileiros. Ou seja, o cooperativismo está muito mais presente na vida do brasileiro do que ele imagina”, avalia Márcio Lopes. Por fim, o anfitrião da noite fez questão de afirmar: “Tenho certeza de que, juntos, vamos fazer barulho e levar o movimento SomosCoop para todos os cantos desse nosso Brasil. Vamos mostrar à população brasileira que as relações de ganha a ganha são possíveis, sim, podendo ser colocadas em prática a partir da cooperação. Vamos juntos, afinal, todos nós, SomosCoop!”. Como será O movimento começa ainda neste ano com o lançamento de um vídeo institucional sobre o poder transformador do cooperativismo, spots para rádio e anúncios para internet, além de revistas. Para 2018 está prevista a divulgação de uma webserie sobre como as cooperativas colaboram com o desenvolvimento das comunidades onde estão inseridas. “Nossa proposta não é fazer uma divulgação de caráter publicitário do cooperativismo”, destaca a gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke. “Queremos engajar as pessoas para essa causa, fazendo cada cooperativa ou cooperado abraçar, à sua maneira, o SomosCoop. Elas poderão usar o carimbo da campanha em seus produtos, vestir a camisa, simplesmente dizer ao mundo o quanto sentem orgulho de ser Coop”, conclui. Participe Para participar é bem simples. Basta acessar o site: www.somos.coop.br
, fazer o cadastro e baixar o material disponível. A partir daí, é só usar sem moderação, divulgando a campanha para seus cooperados e comunidade em geral. As cooperativas também poderão enviar sugestões de histórias, cases, palestras e iniciativas capazes de promover a valorização e o pleno reconhecimento do cooperativismo no Brasil. A sua participação fará toda a diferença. O endereço eletrônico é:

A plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou, hoje, a minuta da ITG 2004, que trata de conceitos, regras e formas de escrituração e elaboração das demonstrações contábeis. O maior ganho, contudo, está nas definições trazidas acerca do patrimônio líquido das cooperativas. Além disso, a nova norma contábil reformula as atuais regras representadas pela NBC T 10.8 (cooperativas em geral) e 10.21 (cooperativas operadoras de planos de assistência à saúde). COOPERATIVISMO A minuta da ITG 2004, proposta pela própria Câmara Técnica do CFC, em meados de agosto deste ano, foi levada à audiência pública durante o mês de setembro. Assim, pelo prazo de um mês, profissionais e entidades puderam se manifestar sobre os termos da minuta. Por isso, o Sistema OCB registrou seu posicionamento na audiência, defendendo a aprovação da ITG 2004, em mais uma etapa de uma atuação junto ao CFC em prol da adequada contabilização das quotas de capital social das cooperativas. Recebidas as contribuições, a Câmara Técnica voltou a se reunir nesta quarta-feira (22/11) e aprovou a minuta da ITG 2004 com poucos ajustes. O principal ponto da norma, referente à classificação contábil das quotas de capital social no patrimônio líquido da cooperativa, ficou mantido. E nesta sexta-feira (24/11), a Plenária do CFC ratificou o entendimento da Câmara Técnica pela aprovação da ITG 2004. O resultado da reunião da Plenária consolida um trabalho do Sistema OCB que se desenvolve desde novembro de 2010, quando o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, por meio da Resolução CFC nº 1055/2005, aprovou a Interpretação Técnica ICPC 14, que estabelecia, expressamente, a classificação das quotas de capital social de cooperados e instrumentos similares no passivo. Para a OCB, a interpretação dada pela ICPC 14, além de contrariar a lei (Lei nº 13.097/15, que alterou a Lei nº 5.764/71), princípios contábeis e especificidades das sociedades cooperativa, desencadearia impactos e resultados extremamente negativos na análise financeira das cooperativas. Com a aprovação da ITG 2004, o CFC pacifica, então, o entendimento de que as quotas de capital social devem ser contabilizadas no patrimônio líquido da cooperativa, pondo fim a uma longa discussão sobre o tema e à insegurança que perdurou durante as sucessivas prorrogações do início da vigência do ICPC 14, cujo entendimento passa a não ser adotado no Brasil. TRAMITAÇÃO A norma agora segue para publicação no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer até o fim da próxima semana. AVALIAÇÃO Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da ITG 2004 representa uma grande conquista para o cooperativismo brasileiro. “O convencimento do CFC da inadequação e dos prejuízos que poderiam advir da interpretação de que as quotas de capital social deveriam ser contabilizadas no passivo da cooperativa foi um trabalho “longo e árduo”, mas o resultado é uma norma que respeita as especificidades das sociedades cooperativas no Brasil, delineadas pela legislação”, avalia. Para ele, é fundamental destacar que, em apoio ao posicionamento institucional do Sistema OCB, profissionais das unidades estaduais, da área contábil, do meio acadêmico e, inclusive, de alguns Conselhos Regionais de Contabilidade também atuaram no sentido de demonstrar que as quotas de capital social devem ser contabilizadas no patrimônio líquido da cooperativa. “Hoje, celebramos uma vitória, fruto do esforço coletivo e resultado da cooperação”, conclui. Fonte: SISTEMA OCB
O Sistema OCB-AP realizou a apresentação do Projeto da I Corrida do Cooperativismo Amapaense para os representantes das Cooperativas do estado. O evento ocorrerá no dia 16 de dezembro, disponibilizando 500 vagas para os corredores.
A corrida vem com uma proposta diferenciada de promover todas vertentes do cooperativismo e apresentar para sociedade em geral os serviços prestados por cada uma. As cooperativas poderão levar seus produtos e serviços para expor no dia da corrida, que será uma grande vitrine.
"Aliamos a promoção da qualidade de vida com a realização desta corrida, mas também um espaço de confraternização entre os cooperados e promoção do trabalho de cada uma. Agradecemos muito a participação ativa de todos na apresentação do Projeto e aguardamos a presença maciça no dia da corrida para que possamos mostrar a força do Cooperativismo amapaense", destacou Gilcimar Pureza.
Inscrições
Os cooperados que quiserem se inscrever na corrida podem ir até o Sistema OCB-AP. Cada inscrição custa apenas um brinquedo novo.
A Corrida
A corrida terá 5km, com largada marcada para ás 6h da frente do Parque do Forte seguindo até o Araxá e retornando ao Parque do Forte. Todos os participantes inscritos receberão medalha.
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A superitendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa; e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira; prestigiaram em Brasília, a cerimônia do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão que ocorreu no início da semana. O prêmio é um reconhecimento nacional às cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade do cooperativismo, por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança. Promovido a cada dois anos, a iniciativa é dirigida às cooperativas singulares registradas e regulares com o Sistema OCB, participantes do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). "É uma excelente oportunidade para aprimorar a gestão, ampliar a rede de relacionamentos e aumentar a visibilidade das Cooperativas. Um momento de conhecer as boas práticas aplicadas nos outros estados e levar ainda mais conhecimento ao nosso Amapá", destacou a superintendente Patrícia Sousa.

No último domingo, 19, foi fundada a Cooperativa de Plantas Ornamentais e Projetos de Sustentabilidade-COOPERPLAN. Seu quadro social é formado por produtores de plantas ornamentais, artesãos, paisagistas e extencionistas rurais que atuam no setor. O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza participou da Assembleia Geral de constituição e disse que é um mercado promissor com várias oportunidades de mercado e que é uma Cooperativa pioneira nesta atividade. Na presidência estará Maurício Rocha; na diretoria Financeira Érika Neves, na diretoria Administrativa Janaína Souza. Já no Conselho Fiscal estará Reginaldo de Jesus, Lucivaldo Nascimento e Aderlan Pena. Como suplentes Sandro da Gama, Lierge Santos e Girlene Magave. O grupo demonstrou entusiasmo visto que estão mobilizados há pelo menos seis meses no planejamento da cooperativa.

Quando o assunto é cooperativismo, a teoria e a prática têm andado de mãos dadas pelo desenvolvimento das cooperativas brasileiras. E essa parceria – que envolve a rotina diária do setor e o estudo científico – está sendo celebrada de hoje até quarta-feira (22/11), durante a quarta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O evento é uma realização do Sistema OCB e ocorre no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), em Brasília. O tema deste ano é: “Desenvolvendo negócios inclusivos e responsáveis: cooperativas na teoria, política e prática”. Os objetivos são evidenciar o cooperativismo como um modelo de negócios diferenciado e que precisa ser estimulado local e regionalmente, e promover uma aproximação entre a área acadêmica e a realidade das cooperativas brasileiras. Pesquisadores de todas as partes do país, além de representantes de unidades estaduais do Sistema OCB, acompanham a programação
baseada em quatro eixos norteadores: identidade e educação, quadro legal, governança e gestão e capital e finanças. TEMPESTIVIDADE Durante a abertura do evento, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar a velocidade com que tudo tem evoluído nos últimos tempos. Segundo ele, as cooperativas têm se empenhado em acompanhar as mudanças, entretanto, com o apoio dos pesquisadores acadêmicos esse ritmo de adaptação legal, operacional, mercadológica e social passa a ser muito mais tempestivo. “As cooperativas precisam ser competitivas para dar resultados aos seus cooperados, por isso, é muito importante colocar em prática tudo aquilo que a academia pesquisa e desenvolve. As cooperativas subsidiam esses estudos com dados, informações, relatórios e documentos. E, como contrapartida, os pesquisadores devolvem estratégias diferenciadas, por exemplo, de como melhorar a rotina das nossas cooperativas”, argumenta Márcio Freitas. Ao final de seu discurso, o anfitrião se disse muito grato pelo trabalho dos estudiosos. “Nós estamos muito agradecidos pela contribuição que as pesquisas de vocês trazem ao nosso movimento. Saibam que o sucesso de vocês é o sucesso das nossas cooperativas”, conclui. FUTURO Para o secretário-executivo da Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), Marco Antônio Lima, o EBPC é uma grande oportunidade de pensar e planejar o futuro tanto do movimento cooperativista quanto da economia nacional. GANHA-GANHA Davi Moura, professor doutor e integrante do Comitê Científico do IV EBPC, também ressaltou a relevância da relação entre cooperativa e pesquisadores. Para ele, quando ambos os lados somam suas forças, o resultado obtido são benefícios bilaterais de fundamental importância para o desenvolvimento tanto de um lado quanto de outro. COOPERAÇÃO Por fim, Danilo Barros Nassif Junior, coordenador do Programa de Pesquisa em Engenharias do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou a celebração de um acordo de cooperação com o Sistema OCB, visando a inclusão do cooperativismo no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para ele, o cooperativismo é a solução para muitos problemas socioeconômicos no país. A previsão é de que o acordo seja assinado ainda neste ano. PROGRAMAÇÃO Logo após a abertura do evento, o analista técnico e econômico da OCB, Hugo de Castro Andrade, fez uma apresentação institucional sobre o papel de cada uma das entidades que compõem o Sistema OCB (Sescoop, OCB e CNCoop), discorrendo ainda, sobre os principais números do setor. A programação desta segunda-feira terminou com o painel Quadro Legal e Identidade Cooperativa, moderado pelo pesquisador da Escola Superior de Cooperativismo (Escoop), do Rio Grande do Sul, Márcio de Conto, e que contou, ainda, com a apresentação dos professores Gustavo Diniz, da USP, e Hagen Henry, da Universidade de Helsinki, localizada na Finlândia. Clique aqui
para acessar as fotos do evento. Fonte: Sistema OCB

Nesta sexta-feira, 19, o Presidente do Sistema OCB-AP, Dirigentes da Cooperativa COOPERFLORA, Mariolando Araújo e Sebastião Braz Castelo e o senhor Bruno Mineiro estiveram com secretário de Transportes do Estado, Jorge Amanajas, para tratar da manutenção do "Ramal do Tira Couro" até o manancial da Hidrelétrica de Santo Antônio em Laranjal do Jari para abrirem um desembarcadouro que servirá para escoamento de Castanha-do-Brasil, Camu-camu e outros produtos das comunidades tradicionais da região bem como a mobilidade de cerca de 165 famílias que habitam no território.
O Sistema OCB-AP orientou e a assessorou a condução da Assembleia Geral da Cooperativa Equinócio na noite da última quinta-feira, 16. Na ocasião houve a eleição da Diretoria, Conselho de Ética e Admissão de novos sócios.
Com processo eleitoral dinâmico e transparente segue na presidência Jorge Ribeiro, como vice-presidente Antônio Edson de Souza, Tesoureiro Laudegário Picanço, e na Diretoria Operacional Edilson de Abreu.
No Conselho de Ética Efetivo assume a presidência Ken Kennedy Leite, como secretário Marcelo dos Santos, e membro Carlos Augusto Peres. Já os suplentes são Leocildo Almeida e Manoel Cardoso.
“Somos muito gratos ao Sistema OCB-AP por todo apoio e orientação recebida. Reconhecemos que avançamos muito nos últimos anos, e isso se deve muito a aos cursos, capacitações e orientações da OCB que caminha junto com a gente. Agora, uma nova etapa se inicia, e reafirmamos nosso compromisso com toda categoria”, ressaltou o presidente da Equinócio, Jorge Ribeiro.
O presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, parabenizou a Cooperativa pela condução do processo, e colocou o Sistema a disposição. “Trabalhamos juntos, esse é o grande diferencial. A união de esforços e valorização de nossos cooperados e cooperativas resultam na colheita do sucesso do trabalho de cada um. E essa é a essência do cooperativismo, estender a mão e seguir junto na caminhada”, compartilhou Gilcimar Pureza.
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A I Corrida do Cooperativismo Amapaense vai ter tudo que o corredor merece: - kit: sacola sustentável, camisa, número de peito e chip; - Medalha; - Troféus para os três primeiros lugares feminino e masculino; - Sorteios; - Programação Cultural; - Corrida cronometrada; - Três pontos de hidratação; - Kit de frutas no final da prova. Inscrições: Apenas um brinquedo (Novo) 500 vagas 16/12/2017 - 6h Percurso: Largada do Parque do Forte até o Ministério Público e retorna para o Parque do Forte. Local de Inscrições: Sistema OCB-AP (Rua Tiradentes n°102 - na frente do CREAP).

Os amantes de corrida vão adorar essa iniciativa! O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Amapá (Sescoop-AP) realizarão no dia 16 de dezembro a I Corrida do Cooperativismo Amapaense. Uma corrida beneficente que visa a promoção do cooperativismo local, da qualidade de vida, e ainda, oportunizar que centenas de pessoas possam contribuir para um Natal melhor de inúmeras crianças que vivem nos abrigos de nosso estado. Inscrições Serão 500 vagas e a inscrição custará apenas um brinquedo novo. As inscrições serão feitas presencialmente de 16 de novembro a 11 dezembro, no Sistema OCB-AP, localizado na Rua Tiradentes nº102, esquina com Avenida Raimundo Álvares da Costa, no bairro Central. Percurso A corrida terá 5km, com largada às 6h, e percurso saindo do Parque do Forte, até a sede do Ministério Público no Araxá, e retornando ao Parque do Forte. Kit do corredor O kit do corredor será composto de sacola sustentável, camisa, barra de cereal, número de peito e chip. Premiação A corrida contará com premiação em troféu para os três primeiros colocados masculino e feminino. Sorteios Durante a programação teremos 10 sorteios, cada um de R$100 para os inscritos além dos sorteios de brindes. Mais informações com Lílian Guimarães 98124-9681.

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (31/10), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 28/2017, que regulamenta o transporte remunerado privado individual de passageiros, realizado por meio de aplicativos. Foram 46 votos favoráveis contra 10 contrários e uma única abstenção. O Sistema OCB trabalhou ativamente, em conjunto com parlamentares membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), pela aprovação do projeto. Além disso, a participação das cooperativas de táxi que se mobilizaram em todos os estados, também foi essencial para o processo. Primeiramente, houve uma mudança positiva para as cooperativas de táxi com a alteração da relatoria que ficou com o senador Eduardo Lopes (RJ) considerado um relator “neutro” e que apresentou voto pela aprovação do PLC 28, com emendas. Após a apresentação do parecer, o Senado aprovou o texto com as emendas 13 e 16 que estavam acordadas, uma para retirar a placa vermelha e outra a obrigação da propriedade do veículo pelo motorista do aplicativo, e posteriormente a emenda 14 determinando que os Municípios e o Distrito Federal fiscalizem o transporte remunerado privado individual de passageiros, retirando a obrigatoriedade da regulamentação. O texto final aprovado dispõe que o transporte de passageiros por aplicativos é serviço remunerado, não aberto ao público, por meio de veículos de aluguel, para a realização de viagens individualizadas ou compartilhadas solicitadas exclusivamente por usuários previamente cadastrados em aplicativos ou outras plataformas de comunicação em rede. Dessa forma, os motoristas de aplicativos não podem efetuar corridas caso não tenham sido solicitadas pelas plataformas. Além disso, esses motoristas deverão possuir: Carteira B ou superior; veículo que atenda aos requisitos de idade máxima; emitir e manter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV); e, ainda, apresentar certidão negativa de antecedentes criminais. O tema é de extrema relevância para o cooperativismo brasileiro, pois a chegada de aplicativos que possibilitam o transporte individual de passageiros por veículos não regulados pelo Estado tem causado um forte impacto no trabalho realizado pelos taxistas. O Sistema OCB defende a concorrência mais justa e igualitária entre taxistas e aplicativos, pois os taxistas, enquanto permissionários de um serviço de utilidade pública, são obrigados a atender aos requisitos e condições previstas na Lei n° 12.468/2011, das quais os provedores de rede de compartilhamento estão isentos, fato que gera grandes distorções no setor. O projeto de lei vem então para corrigir esse fato, diminuindo as discrepâncias para concorrer no mercado. O texto segue para deliberação da Câmara dos Deputados, que analisará as mudanças feitas pelo Senado.
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Uma gestão eficiente é, certamente, sinônimo de resultados socioeconômicos de grande importância. É pensando assim que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza no próximo dia 21/11, em Brasília, a cerimônia de entrega do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão. A Cerimônia contará com a participação de representantes das 41 cooperativas reconhecidas nesta edição do prêmio, bem como das organizações estaduais do Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte. A premiação, realizada sempre nos anos ímpares, é o reconhecimento nacional às cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade do cooperativismo, por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância do prêmio. “Ele foi criado para valorizar o trabalho sério e comprometido das cooperativas brasileiras, que fortalecem a economia local por meio da geração de emprego, renda e da preservação dos recursos naturais”, explica. INOVAÇÃO Os participantes terão a oportunidade de assistir à uma palestra sobre inovação, a ser ministrada por Gustavo Caetano, eleito uma das 50 mentes mais inovadoras do país pela revista Proxxima (Meio&Mensagem), um dos 15 brasileiros mais influentes da internet pela Revista GQ e bicampeão do prêmio de CEO do ano (Pequenas Empresas Grandes Negócios e The Next Web). Sua startup, a Samba Tech, foi eleita por três vezes nos Estados Unidos como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo e a Forbes a colocou como uma das 10 Startups para se observar na América Latina. A Samba entrou para a lista da revista Fast Company como uma das 10 mais inovadoras da América Latina e Caetano foi eleito pelo MIT como uma das 10 mentes mais inovadoras do país. Recentemente o Linkedin nomeou Gustavo Caetano como um dos 10 mais influenciadores da internet ao lado de Ricardo Amorim, Luiza Helena, Viviane Senna entre outros. Suas palestras mostram como empresas de qualquer setor podem inovar usando as mesmas técnicas de Startups de sucesso, e já foram vistas pelos CEOs e lideranças das maiores empresas do país. Gustavo também foi indicado como “Mark Zuckerberg brasileiro” pelo site americano Business Insider. Fonte: Sistema OCB

Uma gestão eficiente é, certamente, sinônimo de resultados socioeconômicos de grande importância. É pensando assim que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza no próximo dia 21/11, em Brasília, a cerimônia de entrega do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão. A Cerimônia contará com a participação de representantes das 41 cooperativas reconhecidas nesta edição do prêmio, bem como das organizações estaduais do Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte. A premiação, realizada sempre nos anos ímpares, é o reconhecimento nacional às cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade do cooperativismo, por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância do prêmio. “Ele foi criado para valorizar o trabalho sério e comprometido das cooperativas brasileiras, que fortalecem a economia local por meio da geração de emprego, renda e da preservação dos recursos naturais”, explica. INOVAÇÃO Os participantes terão a oportunidade de assistir à uma palestra sobre inovação, a ser ministrada por Gustavo Caetano, eleito uma das 50 mentes mais inovadoras do país pela revista Proxxima (Meio&Mensagem), um dos 15 brasileiros mais influentes da internet pela Revista GQ e bicampeão do prêmio de CEO do ano (Pequenas Empresas Grandes Negócios e The Next Web). Sua startup, a Samba Tech, foi eleita por três vezes nos Estados Unidos como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo e a Forbes a colocou como uma das 10 Startups para se observar na América Latina. A Samba entrou para a lista da revista Fast Company como uma das 10 mais inovadoras da América Latina e Caetano foi eleito pelo MIT como uma das 10 mentes mais inovadoras do país. Recentemente o Linkedin nomeou Gustavo Caetano como um dos 10 mais influenciadores da internet ao lado de Ricardo Amorim, Luiza Helena, Viviane Senna entre outros. Suas palestras mostram como empresas de qualquer setor podem inovar usando as mesmas técnicas de Startups de sucesso, e já foram vistas pelos CEOs e lideranças das maiores empresas do país. Gustavo também foi indicado como “Mark Zuckerberg brasileiro” pelo site americano Business Insider. Fonte: Sistema OCB

O potencial das cooperativas brasileiras de atender à demanda internacional por produtos made in Brazil foi apresentado nesta segunda-feira (13/11), em Kuala Lumpur, na Malásia, durante a Assembleia Geral da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). O evento começou nesta segunda e termina na sexta-feira, reunindo representantes de 96 países.
A gerente institucional do Sistema OCB, Fabiola Nader Motta, apresentou o Catálogo Brasileiro de Cooperativas Exportadoras
, documento traduzido para sete idiomas e que reúne as principais informações relativas aos produtos, endereços, contatos e demais dados que podem aproximar aqueles que compram daqueles que vendem. O material está disponível no site do Sistema OCB, na aba serviços.
A participação do Brasil na programação da Conferência da ACI, não para por aí. Na quarta-feira, dia 15, o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, apresentará o Dia de Cooperar (Dia C)
, o maior programa de responsabilidade socioambiental executado pelas cooperativas brasileiras.
O mineiro participará do painel “Cooperativas para 2030: Exemplos do Engajamento das Cooperativas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”. Nele, será apresentada uma plataforma on-line na qual as cooperativas poderão compartilhar suas iniciativas de engajamento para o alcance dos ODS, como o Dia C, por exemplo, que nasceu em Minas Gerais e ganhou o Brasil, ao possibilitar a realização de mais de 5,6 milhões de atendimentos.
ELEIÇÃOAs conferências da ACI ocorrem a cada dois anos com o propósito de aprovar o planejamento e as contas da entidade. De quatro em quatro anos, são realizadas as eleições para Presidência e para o Conselho da Aliança, formado por 15 membros eleitos. Cada país só pode ter um candidato e, neste ano, serão 25 candidaturas para o conselho e duas para a presidência da entidade.
O Brasil busca novamente integrar o Conselho da entidade por meio da candidatura de Onofre Cezário, atualmente presidente do Sistema OCB/MT e diretor da unidade nacional da OCB. A participação verde e amarela no board da ACI tem sido uma constante nos últimos 25 anos. Roberto Rodrigues foi o primeiro representante eleito, ocupando o cargo durante quatro anos. Depois dele, foi a vez de Americo Utumi e Eudes Aquino, que ficaram 12 e 4 anos, respectivamente.
A quantidade de votos em assembleia é proporcional à quantidade de cooperados representados e a quota do Brasil é grande. O número máximo de votos que um país membro pode ter é 25 e quem representa mais cooperados tem mais votos. A eleição está marcada para ocorrer na próxima sexta-feira, dia 17/11.
CAMPANHAConhecido por fomentar a educação cooperativista, Onofre acredita que ela é o alicerce para o futuro. Por isso, quer unir forças e investir em intercâmbios acadêmicos como forma de compartilhar conhecimento entre os países membros da ACI.
A intercooperação também está na pauta da campanha de Onofre. Ele pretende estimular os negócios entre as cooperativas e reforçar que o movimento cooperativista brasileiro consegue aliar sustentabilidade e produtividade. “E é justamente esse diferencial que deve ser demonstrado aos organismos internacionais e à sociedade de forma a estimular a competitividade das cooperativas”, comenta o candidato brasileiro.
Ele vê na Aliança Cooperativa Internacional o mais importante agente para essa divulgação. O Brasil conta com o apoio de todos os países da América Latina para a eleição de Onofre ao Conselho e apoia a candidatura da Argentina para a presidência da ACI.
Quer saber mais sobre a Conferência, clique aqui.
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O Sistema OCB e Sescoop/AP estão representados na Capacitação para Membros do Conselho Fiscal do Sescoop que iniciou dia 6 e encerra neste dia 7 de novembro na Casa do Cooperativismo em Brasília (DF). Participam das discussões a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa; e os conselheiros Marcelo Padilha e Charlon de Jesus Rodrigues.
O evento trabalha o desenvolvimento contínuo dos participantes com foco no aprimoramento do papel de membros do Conselho. A abertura contou com a apresentação feita por Márcio Lopes de Freitas, Presidente Geral e Renato Nobile, Superintendente Geral do Sescoop, com uma programação voltada aos eixos: Principais Atos Constitutivos do Sescoop, Regimento Interno do Conselho Fiscal Nacional/Estadual e Planos de Trabalho.
"A atividade tem o objetivo de capacitar os participantes para o aperfeiçoamento do papel desempenhado pelos membros de conselhos fiscais. Essa troca é extremamente importante para o aperfeiçoamento do nosso trabalho" avaliou a superitendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa.

O Curso de Gestão Financeira promovido pelos Sistema OCB/Sescoop- AP iniciou na noite de terça-feira, 07, e atraiu inúmeros participantes. A atenção esteve voltada para um assunto que atrai muito interesse - sensibilizar e informar sobre a importância de conhecer e utilizar as informações geradas pela contabilidade como ferramenta para controlar e planejar um negócio. "É extremamente importante conhecer as principais formas de controle, planejamento e análise necessárias à organização das finanças para o controle de todas as atividades financeiras que possam assegurar bons resultados. E acima de tudo, é preciso compreender a necessidade de uma administração minuciosa das atividades financeiras como garantia de permanência no mercado e redução dos riscos financeiros", explicou o palestrante Alberto Tavares. As Cooperativas Equinócio e Covem terão oportunidade até a próxima sexta-feira, 10, de conhecer como levantar, documentar e analisar todas as informações financeiras para tomar decisões acertadas, contribuindo diretamente no controle das finanças e garantindo a saúde financeira das cooperativas.

Novembro Azul inicia com a conscientização dos homens quanto a prevenção do câncer de próstata, e a Cooperativa Equinócio Rádio Táxi contribui nessa luta atuando junto ao Instituto Joel Magalhães (Ijoma) na compra das camisas da campanha e disseminando as orientações da prevenção com seus passageiros. Uma corrente do bem formada por meio do Cooperativismo. Entre você também nessa campanha! #novembroazul #somosocooperativismo #sistemaocbap #radiotaxiequinocio #compreessaideia #prevencao

O Dia de Cooperar (Dia C), o maior programa de responsabilidade socioambiental das cooperativas brasileiras, bem como a repercussão positiva de suas ações, foram destaques do seminário internacional promovido pela Aliança Cooperativa Internacional, em Ulan Bator, capital da Mongólia. A participação brasileira no evento teve por objetivo compartilhar o trabalho das cooperativas brasileiras em prol da Agenda 2030. Por isso, foi feita uma apresentação sobre o perfil do cooperativismo no Brasil, seus números, oportunidades e desafios, destacando o trabalho das cooperativas em prol do alcance dos ODS, por meio do Dia de Cooperar. Além disso, representantes da Federação de Cooperativas Unimed do Rio Grande do Sul e da Cooperativa Unimed Noroeste RS puderam apresentar o projeto “Vida Melhor”, vencedor do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão 2015-2016. A iniciativa oferece a membros da comunidade onde a cooperativa está localizada serviços de saúde, colaborando de forma direta para o ODS 3, que estabelece as metas para que a população mundial tenha acesso a serviços de saúde de qualidade. Após a apresentação das iniciativas, os brasileiros responderam a questionamentos das lideranças de organizações internacionais, trocaram experiências e debateram o potencial do cooperativismo, em nível global, de colaborar com o desenvolvimento econômico, com a segurança social e, consequentemente, com o alcance das metas estabelecidas pelos países na Agenda 2030. A delegação teve também a oportunidade de visitar cooperativas locais e agências ligadas ao governo da Mongólia. GRANDE ALIADO O cooperativismo brasileiro tem se mostrado um propulsor da economia do país e da redução da pobreza. Por isso, tem sido reconhecido por diversas autoridades locais e internacionais como um grande aliado nos esforços para o alcance dos ODS. Ciente da responsabilidade envolvida, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) tem participado e apoiado a promoção de eventos que estimulem o engajamento de cooperativas. Em março deste ano, a OCB organizou um seminário internacional, cujo objetivo foi a promoção de um intercâmbio que possibilitasse uma troca de experiências. O evento, realizado em São Paulo, contou com a participação de representantes de 25 países e fortaleceu as ações realizadas pela ACI para a promoção dos ODS. Em maio, representantes da OCB participaram de capacitação oferecida pela ONU para a promoção dos ODS junto às cooperativas. NOVA IORQUE Já em julho, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, discursou em evento realizado na sede da ONU, em Nova Iorque, sobre o trabalho das cooperativas brasileiras em prol da Agenda 2030. MALÁSIA Neste mês de novembro, a OCB apresenta o projeto “Dia C” na Assembleia Geral da Aliança Cooperativa Internacional, que será realizada em Kuala Lumpur, na Malásia. O objetivo da participação é estimular a adoção de projetos similares em outros países. ATUAÇÃO INTERNACIONAL Ciente da importância econômica e social das relações internacionais contemporâneas, a OCB desenvolve um amplo trabalho na área, visando defender o interesse de nossos cooperados, suas cooperativas, famílias e comunidades. Além de ações de cooperação internacional, como o intercâmbio de experiências na Mongólia, a OCB desenvolve ações de promoção internacional dos serviços e produtos exportados pelas cooperativas do Brasil. A instituição trabalha, ainda, pela representação internacional do cooperativismo brasileiro em 13 organizações, além de fazer o assessoramento de suas unidades estaduais e cooperativas para ações de benchmarking e cooperação em outros países. ENGAJAMENTO O evento contou com a parceria da Confederação de Cooperativas da Mongólia, da Federação Mongol de Cooperativas Agropecuárias e do governo do país asiático. O tema deste ano foi: “Engajando o cooperativismo a contribuir com a Agenda 2030 das Nações Unidas em prol dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”. O seminário ocorreu entre nos dias 25 e 26 deste mês e reuniu lideranças da própria Mongólia e, ainda, representantes das organizações cooperativistas da China, Coreia do Sul e Japão. DIVULGAÇÃO O seminário internacional fez parte de uma série de eventos apoiados pela ACI para a divulgação dos ODS da ONU, de forma a estimular o engajamento das cooperativas em todo mundo. Para isso, a Aliança conta com um recurso disponibilizado por meio de um projeto de cooperação com a União Europeia. O objetivo das ações é propiciar a lideranças cooperativistas mais informações sobre a chamada Agenda 2030 da ONU e divulgar casos de sucesso em países onde as cooperativas já estão comprometidas em colaborar com o alcance dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. PROGRAMAÇÃO Em Ulan Bator, durante dois dias, os participantes tiveram a oportunidade de debater ações de cooperação que estimulem o desenvolvimento do cooperativismo na Mongólia e, consequentemente, fazer do setor um aliado natural da ONU para alcançar os ODS até 2030. Enriqueceram o debate as apresentações de organismos cujas ações têm alcance global, tais como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Comunidades Globais e Agência Americana para a Cooperação Internacional. MONGÓLIA Situada na Ásia Central, entre a Rússia e a China, a Mongólia é um país de pouco mais de três milhões de habitantes. Metade da população vive na capital do país, Ulan Bator. Ainda existem grupos nômades populosos, que percorrem as belas paisagens do país se dedicando a agricultura de subsistência. Com uma grade extensão territorial, a economia mongol está centrada na agropecuária e na mineração. Existem aproximadamente quatro mil cooperativas, sendo que os ramos mais fortes são o Agropecuário, Trabalho e Crédito. Fonte: Sistema OCB
