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Inovação e Marketing foi o tema do V módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) que ocorreu na última sexta e sábado no Sistema OCB-AP.
Durante os dois dias de módulo, as Cooperativas participantes puderam ter conhecimento que o
Marketing aplicado ao cooperativismo é muito mais que venda e propaganda ou promoção. É instrumento primordial para que a cooperativa se destaque das demais empresas do mercado.
"Na cooperativa o marketing se preocupa com o relacionamento interno entre os cooperados, organização e clientes, canalizando esforços para que a mesma desenvolva e cresça. E resolvemos trazer essa visão aos cooperados por meio do GESCOOP", explicou a Superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa.
A implantação de marketing ou definição de comunicação não tem regra específica. Cada organização deve consultar uma assessoria direcionada para delimitar os passos a serem seguidos. Mas 4 passos são fundamentais para iniciar a aplicação de marketing em uma cooperativa: Concentrar reflexão sobre especificidades de seu produto/serviço; Efetuar pesquisa de mercado para obter visão clara do campo de atuação; Estabelecer objetivos e metas a atingir; e Escolher estratégias adequadas a seu tipo de serviço, não se esquecendo da especificidade de seu público.
Votar com consciência é mais que um direito; é um dever, especialmente para aqueles que querem fazer parte da construção de um futuro melhor e de um país mais forte. Pensando nisso, o Sistema OCB tem elaborado uma série de materiais (conheça
) com a intenção de reforçar a necessidade da participação dos cooperados nas eleições, de forma consciente, responsável e comprometida com o desenvolvimento socioeconômico do país. Esse assunto é um dos destaques da revista Paraná Cooperativo
deste mês, que traz uma entrevista com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, sobre a importância do voto e, ainda, de uma atuação integrada com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que já resultou em diversos ganhos para o setor. Confira! Qual a importância da Frente para o cooperativismo brasileiro? Após três décadas de atuação legislativa, a Frente Parlamentar do Cooperativismo, a nossa Frencoop, é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional, independentemente da bandeira partidária de seus integrantes ou estado de origem. Os focos são sempre a defesa e o desenvolvimento do movimento cooperativista brasileiro. Para se ter uma ideia dessa força, em pesquisas que realizamos desde 2011 no Congresso, verificamos que, em média, 23% dos deputados e senadores são associados a pelo menos uma cooperativa, e mais deles 90% possuem uma visão positiva do nosso negócio. Esses números são muito expressivos pois são refletidos na defesa das cooperativas na agenda estratégica do país, com políticas públicas e legislações que levam em conta a sua importância para a inclusão financeira e produtiva, geração de renda, empreendedorismo, acesso a mercados e desenvolvimento regional do país. De que forma a OCB atua na coordenação e apoio aos parlamentares da Frencoop? Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop para definir prioridades. Esse alinhamento entre OCB e os parlamentares tem rendido uma série de conquistas no que diz respeito à aprovação de leis e ao combate dos dispositivos e proposições que colocam em risco a segurança do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda Institucional, além de informar, também é uma forma de melhorar a coesão e o comprometimento da Frente? Com certeza. A Agenda Institucional do Cooperativismo é uma ferramenta de trabalho para todos aqueles que se dedicam a contribuir com o desenvolvimento das cooperativas, não apenas os parlamentares. É por isso que ela é feita com foco nos Três Poderes. O material serve como um roteiro, uma espécie de guia de trabalho, para senadores, deputados, formuladores de políticas públicas e representantes do Judiciário. Além de demandas das nossas cooperativas, a Agenda traz informações relevantes do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda reforça o compromisso do nosso movimento com o país, já que traz os pontos prioritários para o desenvolvimento das cooperativas. Para nós, um cooperativismo forte é sinônimo de uma economia forte. Por que é importante que os cooperativistas de todo o país se unam em torno de candidatos que tenham identificação com o cooperativismo? Para, exatamente, escolher o candidato que melhor representa os valores e princípios do cooperativismo. Quanto mais o candidato conhece o nosso modelo de negócio, mais ele terá condições de defender os interesses das cooperativas e, assim, mostrar ao país a força do nosso modelo econômico e as vantagens do trabalho conjunto em prol de um mesmo ideal. Desde a nossa primeira cooperativa no mundo, ainda no século XIX, levamos a prática do desenvolvimento sustentável, baseado no equilíbrio entre o econômico e o social, muito antes disso entrar na moda. Somos, sim, o melhor modelo de negócio que visa a sustentabilidade. É por isso que precisamos ter, cada vez mais, representantes que defendam a nossa bandeira como centro da agenda de decisões do país. Quais os objetivos do Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras, desenvolvido pela OCB, e que está sendo implantado pela Ocepar? Acreditamos que podemos fazer a diferença e nos tornarmos a mudança que queremos ver para os próximos anos no Brasil. Para isso, é necessário arregaçarmos as mangas e enfrentemos de peito aberto o desafio de promovermos essa nova realidade. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras tem exatamente esse objetivo: criarmos a cultura de participação efetiva dos nossos milhões de cooperados no processo político. Esse é um movimento que tem que crescer de baixo para cima, nas conversas de família e entre amigos, na nossa comunidade, para ser realmente efetivo, tendo o engajamento que esperamos. Não basta que um grupo pequeno de lideranças atue nesse sentido, como vimos em outros momentos. Vivemos num mundo cada vez mais conectado, onde as pessoas têm a oportunidade de serem protagonistas nas tomadas de decisões políticas que interferem no seu dia-a-dia e, em decorrência disso, nos rumos do Brasil. Precisamos conversar e analisar atentamente a melhor forma de contribuímos com nosso país. Essa é hora de todos nós participarmos. Quais as principais propostas do cooperativismo brasileiro aos candidatos a presidente do Brasil? O nosso ponto de partida é a compreensão, pelo poder público, do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável e socialmente responsável, capaz de proporcionar inclusão produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional. Todas as propostas estão sendo discutidas no âmbito da Diretoria Colegiada da OCB, que deverá em breve, aprovar os pontos a serem apresentados aos presidenciáveis. A partir das propostas que apresentaremos, acreditamos que teremos as portas abertas para o movimento ser cada vez mais entendido como parte da agenda estratégica do país, com a efetivação de políticas públicas que estimulem nossa atuação, com destaque para o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Com este reconhecimento, também conseguiremos evoluir no entendimento da necessidade de novas linhas de financiamento para o devido atendimento às nossas cooperativas, garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos de fiscalização das atividades do negócio cooperativo, assegurar a devida participação das cooperativas em licitações e fomentar o desenvolvimento de marcos regulatórios de apoio ao cooperativismo, em seus diversos setores econômicos. Continue lendo a entrevista...
) com a intenção de reforçar a necessidade da participação dos cooperados nas eleições, de forma consciente, responsável e comprometida com o desenvolvimento socioeconômico do país. Esse assunto é um dos destaques da revista Paraná Cooperativo
deste mês, que traz uma entrevista com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, sobre a importância do voto e, ainda, de uma atuação integrada com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que já resultou em diversos ganhos para o setor. Confira! Qual a importância da Frente para o cooperativismo brasileiro? Após três décadas de atuação legislativa, a Frente Parlamentar do Cooperativismo, a nossa Frencoop, é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional, independentemente da bandeira partidária de seus integrantes ou estado de origem. Os focos são sempre a defesa e o desenvolvimento do movimento cooperativista brasileiro. Para se ter uma ideia dessa força, em pesquisas que realizamos desde 2011 no Congresso, verificamos que, em média, 23% dos deputados e senadores são associados a pelo menos uma cooperativa, e mais deles 90% possuem uma visão positiva do nosso negócio. Esses números são muito expressivos pois são refletidos na defesa das cooperativas na agenda estratégica do país, com políticas públicas e legislações que levam em conta a sua importância para a inclusão financeira e produtiva, geração de renda, empreendedorismo, acesso a mercados e desenvolvimento regional do país. De que forma a OCB atua na coordenação e apoio aos parlamentares da Frencoop? Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop para definir prioridades. Esse alinhamento entre OCB e os parlamentares tem rendido uma série de conquistas no que diz respeito à aprovação de leis e ao combate dos dispositivos e proposições que colocam em risco a segurança do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda Institucional, além de informar, também é uma forma de melhorar a coesão e o comprometimento da Frente? Com certeza. A Agenda Institucional do Cooperativismo é uma ferramenta de trabalho para todos aqueles que se dedicam a contribuir com o desenvolvimento das cooperativas, não apenas os parlamentares. É por isso que ela é feita com foco nos Três Poderes. O material serve como um roteiro, uma espécie de guia de trabalho, para senadores, deputados, formuladores de políticas públicas e representantes do Judiciário. Além de demandas das nossas cooperativas, a Agenda traz informações relevantes do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda reforça o compromisso do nosso movimento com o país, já que traz os pontos prioritários para o desenvolvimento das cooperativas. Para nós, um cooperativismo forte é sinônimo de uma economia forte. Por que é importante que os cooperativistas de todo o país se unam em torno de candidatos que tenham identificação com o cooperativismo? Para, exatamente, escolher o candidato que melhor representa os valores e princípios do cooperativismo. Quanto mais o candidato conhece o nosso modelo de negócio, mais ele terá condições de defender os interesses das cooperativas e, assim, mostrar ao país a força do nosso modelo econômico e as vantagens do trabalho conjunto em prol de um mesmo ideal. Desde a nossa primeira cooperativa no mundo, ainda no século XIX, levamos a prática do desenvolvimento sustentável, baseado no equilíbrio entre o econômico e o social, muito antes disso entrar na moda. Somos, sim, o melhor modelo de negócio que visa a sustentabilidade. É por isso que precisamos ter, cada vez mais, representantes que defendam a nossa bandeira como centro da agenda de decisões do país. Quais os objetivos do Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras, desenvolvido pela OCB, e que está sendo implantado pela Ocepar? Acreditamos que podemos fazer a diferença e nos tornarmos a mudança que queremos ver para os próximos anos no Brasil. Para isso, é necessário arregaçarmos as mangas e enfrentemos de peito aberto o desafio de promovermos essa nova realidade. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras tem exatamente esse objetivo: criarmos a cultura de participação efetiva dos nossos milhões de cooperados no processo político. Esse é um movimento que tem que crescer de baixo para cima, nas conversas de família e entre amigos, na nossa comunidade, para ser realmente efetivo, tendo o engajamento que esperamos. Não basta que um grupo pequeno de lideranças atue nesse sentido, como vimos em outros momentos. Vivemos num mundo cada vez mais conectado, onde as pessoas têm a oportunidade de serem protagonistas nas tomadas de decisões políticas que interferem no seu dia-a-dia e, em decorrência disso, nos rumos do Brasil. Precisamos conversar e analisar atentamente a melhor forma de contribuímos com nosso país. Essa é hora de todos nós participarmos. Quais as principais propostas do cooperativismo brasileiro aos candidatos a presidente do Brasil? O nosso ponto de partida é a compreensão, pelo poder público, do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável e socialmente responsável, capaz de proporcionar inclusão produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional. Todas as propostas estão sendo discutidas no âmbito da Diretoria Colegiada da OCB, que deverá em breve, aprovar os pontos a serem apresentados aos presidenciáveis. A partir das propostas que apresentaremos, acreditamos que teremos as portas abertas para o movimento ser cada vez mais entendido como parte da agenda estratégica do país, com a efetivação de políticas públicas que estimulem nossa atuação, com destaque para o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Com este reconhecimento, também conseguiremos evoluir no entendimento da necessidade de novas linhas de financiamento para o devido atendimento às nossas cooperativas, garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos de fiscalização das atividades do negócio cooperativo, assegurar a devida participação das cooperativas em licitações e fomentar o desenvolvimento de marcos regulatórios de apoio ao cooperativismo, em seus diversos setores econômicos. Continue lendo a entrevista...
O Sistema OCB-AP acompanha a execução do Projeto de Manejo Florestal no Assentamento Agroextrativista, área de atuação da COOPMARACÁ, no município de Mazagão, com um projeto estimado em 100 mil metros cúbicos.
Pelo menos 1.200 famílias serão beneficiadas com a distribuição oriunda do Manejo Florestal.
"Sendo que 80% vai ser distribuído entre as famílias assentadas e
10% para manutenção da ATEX-MA e Associados. O restante do percentual será destinado às afiliadas com 5% e ao fundo de educação com 5%, além do fundo de produção para fomentar as atividades que já existem voltadas ao açaí, castanha e demais produtos", explicou Rogério Chucre, presidente da ATEX-MA e Tesoureiro da COOPMARACÁ.
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O Sistema OCB-AP realizou a 4ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração onde foi deliberada a pauta sobre o Resumo das Atividades do 1º Semestre de 2018; a Instituição da Resolução nº 051 do Sistema OCB Nacional; entre outros temas internos.
Além do resumo das atividades a nova resolução trata também do registro de novas cooperativas e das conformidades para regularização, como contribuições e registros legais em dia.
O Sistema OCB Nacional passa a ter uma regra geral em todo o país para que as cooperativas legais não sejam prejudicadas pelas falsas cooperativas.
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O Sistema OCB-AP foi uma das instituições no Amapá que recebeu a visita de representantes do Governo Federal para participar do Programa Inovação Social, que visa identificar no país entidades que possam promover junto aos Estados e Municípios, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acompanhando os programas de governo e colaborando com práticas de inovação.
O Sistema OCB-AP foi indicado pelo Sistema SESI/SENAI que já atua em nível nacional. O Sistema foi indicado porque atua num setor econômico que distribui renda e realiza promoção social das comunidades onde as Cooperativas estão inseridas, e que ganhou força com as campanhas dos Dia de COOPERAR no Amapá.
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Farinha, tucupi, bolo de macaxeira, maniçoba, macaxeira frita, entre outros derivados de mandioca. O Festival da Mandioca realizado pela Cooperativa Mista Agropecuária e Industrial do Cedro (COOPERCEDRO), na Comunidade do Cedro, no município de Tartarugalzinho mostrou seu potencial no último fim de semana.
A programação foi além de expor os derivados da mandioca e ofertou atendimentos de saúde, orientação sobre INSS e crédito rural, emissão de Carteira do Produtor, palestras, recreação, atividades de lazer, entre outras iniciativas.
"O Festival cumpriu seu objetivo de promover um dos principais produtos da região, integrando a comunidade local e as localidades próximas. Além de promover ações de cidadania, saúde, recreação e lazer", destacou a presidente da COOPERCEDRO, Sandra Siqueira.
O presidente do Sistema OCB-AP e a Superintendente Patrícia Sousa prestigiaram a programação.
"A COOPERCEDRO tem expandido seu trabalho e mostrado que muito coisa pode ser feita com trabalho e determinação. Exemplos como este, nos motiva a apostar, apoiar e trabalhar cada vez mais pelo fortalecimento do cooperativismo", disse Gilcimar Pureza.
O evento também foi marcado pelo reconhecimento e homenagem dos pioneiros do assentamento e aqueles que se destacam no meio da população local. Além da presença da Escola Família.
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Uma Cooperativa é uma associação de pessoas com interesses comuns, gerida de forma democrática, isto é, com a participação de todos, que respondem por atos e responsabilidades de forma igualitária.
Parte dessas responsabilidades são destaque no IV módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) iniciado ontem, 31, no Sistema OCB/AP.
O tema principal é a gestão contábil e tributação básica de sociedades cooperativas, processo vital para o desenvolvimento do negócio.
"A maior parte das decisões no âmbito das organizações está suportada por informações de natureza econômico-financeira produzidas pela contabilidade. Através da contabilidade podemos identificar aonde estão aplicados os recursos e como foram obtidos, qual foi o desempenho econômico e qual a posição da cooperativa, dados necessários para a estratégica e evolução do negócio", destacou a Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Neste curso, são apresentados os aspectos ficais e contábeis relacionados a uma sociedade cooperativa além da escrituração contábil e tributação que envolve tal sociedade.
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A comissão especial para a reformulação da CIEA-AP (Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental) reuniu-se na manhã na última quinta-feira, 30, em sessão ordinária para consolidar a redação oficial da proposta do decreto e do seu regimento interno. O Sistema OCB-AP se fez mais uma vez presente com seu representante e assessor jurídico, Dr. Eide Figueira, contribuindo com a compilação do texto final que será apresentado ao governador do Estado do Amapá.
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O Sistema OCB-AP representado pelo presidente Gilcimar Pureza, e as Cooperativas Cooperflora, Comagro, Camaipi, Cooperalca, AmazonBai, Agroporto, Coopetral, Comaru, Cassiporé e Coopmaracá participam do Desafio Conexsus, realizado em Macapá. As referidas cooperativas foram escolhidas pela Conexsus durante um processo de seleção.
O evento tem objetivo de desenvolver em rede o potencial econômico de negócios comunitários sustentáveis, para que participem ativamente e de forma mais justa das cadeias produtivas que fazem parte.
O foco são as áreas da sociobiodiversidade e da produção agroecológica, florestal, de alimentação saudável e de orgânicos, especialmente em áreas protegidas na Amazônia.
A grande finalidade é ativar e fortalecer os ecossistemas de desenvolvimento de negócios sustentáveis, com a combinação de recursos de fomento e financiamento em novos arranjos produtivos.
"É um momento de aprendizado o qual muito tem a colaborar com as cadeias produtivas", ressaltou Mariolando Araújo, da Coopeflora, de Laranjal do Jari.
As etapas de todos os processos visam o cadastro no Mapa e Panorama do Desafio Conexsus; as Oficinas e visitas técnicas para análise das organizações cadastradas; e o Ciclo de Desenvolvimento de Negócios Comunitários Sustentáveis.
"Poder participar deste processo junto com parte das cooperativas do Amapá, fortalece nosso trabalho, e acima de tudo norteia a base do trabalho dos nossos cooperados", destacou Gilcimar Pureza.
O Desafio aponta o desenvolvimento de organizações e negócios comunitários mais estruturados, ajuda a compor novos arranjos de comercialização e amplia o acesso ao crédito e a outros instrumentos financeiros.
O evento no Amapá prossegue na próxima quarta-feira, 29.
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O Amapá esteve representado no Intercoop pela Superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, durante os dias 21 e 22 de agosto, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília/DF.
O Intercoop é um novo evento criado pelo Sistema OCB para impulsionar a intercooperação, transformando oportunidades em negócios e fortalecendo o cooperativismo. Em sua primeira edição, o encontro reuniu cooperativas dos mais diferentes ramos, tamanhos e regiões.
"Os participantes vivenciaram diferentes experiências e conhecimentos do universo cooperativista, com resultados que vão impactar positivamente todos os ramos do cooperativismo", avaliou Patrícia Sousa.
No total, 300 cooperativas, de todas as regiões do país, participaram do Intercoop. O público também contou com representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, responsável por toda a programação pautada no processo de autogestão no negócio cooperativo. O objetivo do evento foi disseminar boas práticas de gestão entre as cooperativas e estimular a entrada delas em novos mercados.
Patrícia Sousa, também participou do Encontro de Superintendentes onde foi discutido assuntos relacionados ao posicionamento dos Sistemas durante as eleições, contribuição sindical, anuário 2019, orçamento, receita e temas direcionados aos programas e ações executadas pelo Sistema.
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A gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, tomou posse na manhã desta terça-feira, 14, no Colegiado de Vogais – como são chamados os membros gestores -, que conduzem os trabalhos da Junta Comercial do Amapá (Jucap) por quatro anos. Ela e o Conselheiro Charlon Rodrigues representam a OCB-AP no Colegiado.
Nascimento que atua no contato diário junto as cooperativas, encarou a missão com muita serenidade e afirmou que somará com o trabalho da Jucap. “Fico honrada com a indicação e não medirei esforços para desempenhar um bom trabalho. Trago na veia o cooperativismo e a vontade de somar para fazer a diferença”, disse a representante do Sistema OCB-AP.
O presidente da Jucap, Gilberto Laurindo, acompanhado da equipe gestora deu as boas vindas a nova colegiada e ressaltou os pontos principais da missão. “Somos 34 e é preciso uma atuação constante para atender as inúmeras demandas. Poder contar com o setor cooperativista muito nos orgulha e fortalece nossos propósitos”.
A posse foi acompanhada pelo pelo presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza. “Desejo sucesso e sei que nosso nome estará bem representado pela força de vontade e compromisso que a Nascimento tem diante de nossas missões”.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado. O colegiado é formado por representantes da Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia); Federação do Comércio do Estado do Amapá (Fecomércio-AP); Federação das Indústrias do Amapá (Fieap); Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amapá; Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá; Conselho Regional de Economia do Amapá; Conselho Regional de Contabilidade do Amapá; Conselho Regional de Administração do Amapá; Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amapá (OAB-AP); e do Governo do Estado do Amapá.
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O Sistema OCB-AP em aliança com ACIA, APROSOJA, ACRIAP, FECOOMI discute em todo Estado os entraves registrados em manifestos regionais. As demandas irão constituir uma única carta compromisso com os candidatos para o pleito eleitoral.
Denominado de Movimento Amapá que Produz essa força em prol do desenvolvimento cooperativista conta com o apoio de produtores rurais de grãos, agricultores familiares, garimpeiros, madeireiros, pecuaristas, extrativistas tradicionais, pescadores e comerciantes.
O Movimento que foi lançado em julho em Laranjal do Jari, seguiu para Santana e em sequência Oiapoque. As discussões constituirão um observatório social para acompanhar os mandatos ano a ano e propor soluções na parceria público/privada na política fundiária, no licenciamento ambiental, na verticalização da produção, na inovação tecnológica com aproximação dos acadêmicos com o setor produtivo do Amapá.
Em Santana, o Movimento reuniu as Cooperativas MOTOEXPRESSO, DOURADA, AGROSAN E AGROPORTO. Já no município de Oiapoque o evento foi prestigiado pela COMFCOI, COOPTUR, COOMACAF, CASSIPORE, MINACOOP e VERDE MINAS.
Daniel Sebben, da APROSOJA, disse que o momento não poderia ter sido melhor para o lançamento deste amplo debate sobre o futuro do Amapá. “Queremos sim aproveitar a mobilização que as Eleições 2018 deverão produzir para também dialogarmos a respeito sobre as propostas para que o poder público possa interagir com a iniciativa privada no sentido de ampliar a capacidade do Amapá produzir o seu sustento”, disse o produtor rural.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, que tem integrado ativamente as discussões junto ao ramo cooperativista do estado, destacou a representatividade do setor. “Nossa ideologia é o trabalho, somos produtores rurais, pescadores, garimpeiros, madeireiros, extrativistas, comerciantes. Somos o coração desse estado, e é preciso que nossos representantes valorizem e formulem políticas concretas que promovam o crescimento”, destacou Gilcimar.
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Cooperativas concluíram neste sábado, 11, mais um módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) promovido pelo Sistema OCB-AP. Com o tema Assembleia Geral – Instrumentos e procedimentos obrigatórios os participantes chegaram na metade da jornada de conhecimento que prevê seis módulos com diversos temas e abordagens.
“Estamos muito satisfeitos com a adesão dos cooperados, e principalmente, com a evolução das cooperativas no que diz respeito às boas praticas aprendidas, que estão sendo colocadas em prática. A profissionalização da gestão é o objetivo a ser alcançado, e percebemos a cada dia que estamos no caminho certo” destacou a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Próximos módulos
O IV módulo acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro, com tema Gestão Contábil e Tributação Básica de Sociedades Cooperativas. O V módulo está marcado para os dias 28 e 29 de setembro com tema Inovação e Marketing. O VI módulo finaliza os trabalhos nos dias 19 e 20 de outubro com tema Gestão de Pessoas.
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O Sistema OCB-AP representado pelo presidente Gilcimar Pureza, e a Superintendente Patrícia Sousa, participou do Dia de Monitoramento do Projeto Mandiocultura, realizado pela Cooperativa Mista Agropecuária e Industrial do Cedro (COOPERCEDRO), na Região do Maruanum, que ocorreu no último fim de semana.
No local foi visitado o campo de pesquisa de variedades de mandioca, que tem 42 espécies. A região já conta com cerca 60 hectares plantados pelos agricultores. A visita também foi acompanhada pelas instituições do Movimento Amapá que Produz (ACIA, APROSOJA e ACRIAP) e possíveis parceiros comerciais como o empresário Jaime Nunes.
“A COOPERCEDRO têm sido uma das cooperativas atuantes e responsáveis pelo abastecimento de mandioca e seus derivados no Amapá. A organização e empenho dos cooperados tem sido extremamente importante para o crescimento e desenvolvimento da mesma”, destacou Gilcimar Pureza.
A COOPERCEDRO atende 60% dos cooperados da agricultura familiar.
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A gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, esteve na última sexta-feira, 03, no Distrito do Lourenço, representando o Sistema OCB-AP durante a pré Assembléia da COOGAL.
A Palestra sobre cooperativismo abriu o encontro, em seguida, Nascimento conduziu os trabalhos de assessoria da pré Assembleia Geral Extraordinária. O evento contou com a presença dos diretores e cooperados da cooperativa.
"O objetivo foi deixar as pessoas cientes do sistema cooperativista e da mesa forma discutir junto com os cooperados as mudanças propostas para a Assembléia Geral Extraordinária", explicou Nascimento.
A Assembléia da COOGAL está marcada para o dia 24 de agosto e através das alterações sugeridas pelo Sistema OCB-AP trará melhorias na gestão da cooperativa.
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Sem medir esforços para melhorar a vida dos cooperados e da comunidade onde estão localizadas, as cooperativas brasileiras têm mostrado como o cooperativismo é capaz de transformar a realidade socioeconômica do país inteiro.
É por isso que o Sistema OCB realiza, a cada dois anos, o Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano
. A ideia é reconhecer essas iniciativas, estimulando a troca de experiências entre as mais de 6,6 mil cooperativas. Para participar, basta clicar aqui
e se inscrever. O prazo vai até o dia 30 de agosto. SOBRE O PRÊMIO Desde sua primeira edição, em 2004, já foram premiadas ações de mais de 80 cooperativas, elevando, assim, o nível de comprometimento tanto com a sustentabilidade do negócio quanto com as questões sociais. O prêmio está dividido em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia, Intercooperação e Cooperjovem. Os projetos devem conter benefícios comprovados aos cooperados e à comunidade local. A avaliação das iniciativas inscritas será realizada a partir de uma matriz de pontuação, conduzida por uma comissão indicada e nomeada pelo Sistema OCB, entidade composta pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). QUER SABER MAIS? Clique aqui
ou fala com a gente. Meu nome é Aurélio Prado e meus contatos são: 61 3217-1525 ouEste endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
. A ideia é reconhecer essas iniciativas, estimulando a troca de experiências entre as mais de 6,6 mil cooperativas. Para participar, basta clicar aqui
e se inscrever. O prazo vai até o dia 30 de agosto. SOBRE O PRÊMIO Desde sua primeira edição, em 2004, já foram premiadas ações de mais de 80 cooperativas, elevando, assim, o nível de comprometimento tanto com a sustentabilidade do negócio quanto com as questões sociais. O prêmio está dividido em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia, Intercooperação e Cooperjovem. Os projetos devem conter benefícios comprovados aos cooperados e à comunidade local. A avaliação das iniciativas inscritas será realizada a partir de uma matriz de pontuação, conduzida por uma comissão indicada e nomeada pelo Sistema OCB, entidade composta pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). QUER SABER MAIS? Clique aqui
ou fala com a gente. Meu nome é Aurélio Prado e meus contatos são: 61 3217-1525 ou
Dados da Aliança Cooperativa Internacional apontam que de cada seis pessoas no mundo uma está associada a uma cooperativa. São 1,2 bilhão de cooperados presentes em 105 países, gerando 250 milhões de empregos. No Brasil, são mais de 6,6 mil cooperativas, 13,2 milhões de cooperados e 376 empregos formais gerados. No Pará, são 174 cooperativas, 65.881 cooperados, 4.822 empregos diretos e cerca de 200 mil pessoas envolvidas direta e indiretamente no segmento.
Com todos esses números, fica fácil perceber o quando o mercado cooperativista é uma realidade viável no país. No ranking nacional, o estado do Pará ocupa a 14º posição e lidera a região Norte em potencial de cooperativas.
“Seguindo o nosso Planejamento Estratégico, estamos trabalhando na direção da qualificação para acelerar o desenvolvimento das cooperativas. Com esse mestrado realizado pelo IFPA, em Castanhal, nossas metas convergem e teremos cada vez mais cooperativas aperfeiçoadas e aptas a concorrer no mercado nacional e internacional. Precisamos potencializar nossos talentos e assumir o nosso papel diante da sociedade”, defende Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
MESTRADO
Nesta perspectiva, o Instituto Federal do Pará (IFPA) – Campus Castanhal, por meio do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares (PPDRGEA) e do Termo de Convênio Técnico-Científico entre o IFPA e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (Sescoop/PA), lançou o edital do Processo Seletivo do Curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares no último dia 25. As inscrições começam nesta terça-feira, 31/7 e seguem até o dia 14 de agosto.
Ao todo, são 20 vagas, sendo 16 para funcionários e/ou associados de cooperativas com registro e adimplentes no Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA) e quatro para demanda social; distribuídas em duas linhas de pesquisa: Dinâmica e Manejo de Agroecossistemas e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares.
Os candidatos poderão escolher as subáreas de cada linha de pesquisa, a saber: Dinâmica e Manejo de Agroecossistemas – subáreas: agronomia, agroecologia e aquicultura. Gestão de Empreendimentos Agroalimentares, subáreas: tecnologia e análises de produtos agroindustriais, administração, economia, serviço social e educação.
Segundo o professor do PPDRGEA, Adebaro Alves dos Reis, a ideia do mestrado surgiu do próprio movimento cooperativista. “As cooperativas cobravam isso de nós para que elas pudessem ter mais conhecimento e prática para fortalecer a gestão e aprimorar a produção nos empreendimentos agroalimentares. A nossa expectativa é contribuir para a consolidação do cooperativismo no Pará e, também, das parcerias técnico-científicas com a Universidade de Alicante, da Espanha, onde serão realizados os estágios dos mestrandos em 2020”.
Cooperativas fortes, com resultados sociais e econômicos cada vez maiores e fazendo sua parte para transformar a realidade das cidades brasileiras. Esse é o cenário positivo pelo qual o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop
) tem trabalhado desde que surgiu, há 20 anos. E, para marcar essas duas décadas de trabalho e, ainda, visando contribuir com o desenvolvimento sustentável do movimento cooperativista brasileiro, foi lançada hoje a Diretriz de Atuação do Sescoop
, durante evento realizado nesta terça-feira (31/7), em Brasília, e que contou com a participação de representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, composto pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e, claro, pelo Sescoop. Durante a abertura do evento, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, fez questão de destacar que o Sescoop foi criado há duas décadas para acompanhar de perto as cooperativas brasileiras e, com isso, oferecer soluções para a sustentabilidade do negócio. “Isso faz parte da missão do Sescoop: promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras”, reforça Nobile. Além disso, segundo ele, a Diretriz de Atuação representa um marco na história do movimento cooperativista brasileiro. “O cooperativismo é feito por pessoas e para pessoas, por isso, a padronização dos processos é importante na busca de respostas adequadas diante da diversidade de todo o país”, avalia. COMO VAI FUNCIONAR O documento lançado nesta terça-feira, pretende oferecer uma linha orientadora para a atuação de todas as unidades estaduais do Sescoop, considerando o contexto atual e a visão de futuro do cooperativismo brasileiro, de modo a potencializar os resultados em benefício dos cooperados e seus familiares e empregados. “Nossa intenção é consolidar e evidenciar as ações realizadas pelo Sescoop, focadas nas cooperativas, de modo consistente e coerente com uma política nacional, de acordo com os pressupostos legais, regimentais e doutrinários. Para isso, foi necessário construir uma linha-mestra que norteie a atuação das unidades estaduais, respeitando as particularidades regionais”, explica a gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira. Segundo ela, o modelo de atuação preconizado pela diretriz considera o desenvolvimento das pessoas, por meio da redução das lacunas de competências necessárias ao desenvolvimento das cooperativas, conforme necessidades identificadas por meio dos diagnósticos. “Assim, nosso trabalho é um ciclo virtuoso que gera mais e mais valor. Esse processo trará soluções que fazem sentido para cada cooperativa e, assim, gerará impactos positivos nos resultados”, frisa Karla. Ela explicou, ainda, que a Diretriz de Atuação do Sescoop trabalha com base em quatro eixos de atuação: Identidade: ajuda as cooperativas a se adequarem à legislação cooperativista, a se manterem fieis ao estatuto e a garantirem a integridade dos valores cooperativistas no dia-a-dia do negócio. Governança: oferece um modelo de governança e liderança estratégicas baseado nos princípios cooperativistas de tomada de decisão coletiva. Gestão: possibilita a implementação e o aperfeiçoamento de processos de gestão, com base em modelo de excelência. Desempenho: monitora o resultado da cooperativa para que seja possível adotar medidas para a melhoria do desempenho global do negócio. PARTICIPAÇÃO “Temos uma grande expectativa com relação aos desdobramentos dessa Diretriz de Atuação, por isso, pedimos que todos se envolvam, afinal, o trabalho depende do empenho de todos, como Sistema. Por isso, a dedicação de cada um de nós será essencial na hora de colocar tudo isso em prática. As pessoas são o início, o meio e o fim de todo o nosso processo. Venha com a gente, e nos ajude a desenvolver as cooperativas e o cooperativismo no Brasil”, conclui Renato Nobile. EFETIVIDADE “A diretriz dá um Norte, ao mesmo tempo que mantém a individualidade cada região, de cada estado, aquilo que cada um já construiu, baseado nas suas realidades e necessidades. O fato de termos um pensamento sistêmico melhora a coleta de dados e nos permite mais segurança na hora de nos expormos aos órgãos consultores e fiscalizadores.” Élvio Silveira, coordenador de Formação Profissional e do Monitoramento do Sescoop/SC
) tem trabalhado desde que surgiu, há 20 anos. E, para marcar essas duas décadas de trabalho e, ainda, visando contribuir com o desenvolvimento sustentável do movimento cooperativista brasileiro, foi lançada hoje a Diretriz de Atuação do Sescoop
, durante evento realizado nesta terça-feira (31/7), em Brasília, e que contou com a participação de representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, composto pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e, claro, pelo Sescoop. Durante a abertura do evento, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, fez questão de destacar que o Sescoop foi criado há duas décadas para acompanhar de perto as cooperativas brasileiras e, com isso, oferecer soluções para a sustentabilidade do negócio. “Isso faz parte da missão do Sescoop: promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras”, reforça Nobile. Além disso, segundo ele, a Diretriz de Atuação representa um marco na história do movimento cooperativista brasileiro. “O cooperativismo é feito por pessoas e para pessoas, por isso, a padronização dos processos é importante na busca de respostas adequadas diante da diversidade de todo o país”, avalia. COMO VAI FUNCIONAR O documento lançado nesta terça-feira, pretende oferecer uma linha orientadora para a atuação de todas as unidades estaduais do Sescoop, considerando o contexto atual e a visão de futuro do cooperativismo brasileiro, de modo a potencializar os resultados em benefício dos cooperados e seus familiares e empregados. “Nossa intenção é consolidar e evidenciar as ações realizadas pelo Sescoop, focadas nas cooperativas, de modo consistente e coerente com uma política nacional, de acordo com os pressupostos legais, regimentais e doutrinários. Para isso, foi necessário construir uma linha-mestra que norteie a atuação das unidades estaduais, respeitando as particularidades regionais”, explica a gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira. Segundo ela, o modelo de atuação preconizado pela diretriz considera o desenvolvimento das pessoas, por meio da redução das lacunas de competências necessárias ao desenvolvimento das cooperativas, conforme necessidades identificadas por meio dos diagnósticos. “Assim, nosso trabalho é um ciclo virtuoso que gera mais e mais valor. Esse processo trará soluções que fazem sentido para cada cooperativa e, assim, gerará impactos positivos nos resultados”, frisa Karla. Ela explicou, ainda, que a Diretriz de Atuação do Sescoop trabalha com base em quatro eixos de atuação: Identidade: ajuda as cooperativas a se adequarem à legislação cooperativista, a se manterem fieis ao estatuto e a garantirem a integridade dos valores cooperativistas no dia-a-dia do negócio. Governança: oferece um modelo de governança e liderança estratégicas baseado nos princípios cooperativistas de tomada de decisão coletiva. Gestão: possibilita a implementação e o aperfeiçoamento de processos de gestão, com base em modelo de excelência. Desempenho: monitora o resultado da cooperativa para que seja possível adotar medidas para a melhoria do desempenho global do negócio. PARTICIPAÇÃO “Temos uma grande expectativa com relação aos desdobramentos dessa Diretriz de Atuação, por isso, pedimos que todos se envolvam, afinal, o trabalho depende do empenho de todos, como Sistema. Por isso, a dedicação de cada um de nós será essencial na hora de colocar tudo isso em prática. As pessoas são o início, o meio e o fim de todo o nosso processo. Venha com a gente, e nos ajude a desenvolver as cooperativas e o cooperativismo no Brasil”, conclui Renato Nobile. EFETIVIDADE “A diretriz dá um Norte, ao mesmo tempo que mantém a individualidade cada região, de cada estado, aquilo que cada um já construiu, baseado nas suas realidades e necessidades. O fato de termos um pensamento sistêmico melhora a coleta de dados e nos permite mais segurança na hora de nos expormos aos órgãos consultores e fiscalizadores.” Élvio Silveira, coordenador de Formação Profissional e do Monitoramento do Sescoop/SC
O ato de cooperar também salva vidas, uma iniciativa da Cooperativa Equinócio na manhã desta terça-feira, 31, mostrou através da doação de sangue que todos podem ajudar o próximo de alguma forma.
A idéia foi sugerida pela secretária da Cooperativa, Milena da Silva, que é doadora de sangue desde 2011. A Equinócio aderiu a campanha como uma iniciativa do Dia de Cooperar, e mobilizou companheiros de trabalho, amigos de rotina e familiares para um verdadeiro mutirão em prol da vida.
“Foi gratificante ter meus colegas de trabalho doando sangue e mobilizados neste ato. Formamos um corrente do bem que ajudará dezenas de pessoas que dependem deste sangue para viver”, compartilhou Milena da Silva.
No mês de julho o Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amapá (Hemoap) tem uma baixa nos números de doações de sangue em virtude das férias, e foi justamente pensando em fortalecer o estoque que o presidente da Equinócio, Jorge Rocha, comprou a idéia e aderiu a sugestão da companheira de trabalho.
“Nossa rotina é estressante e cansativa, e hoje saimos da rotina e olhamos a vida por outra vertente – fazer o bem e salvar vidas. Foi realmente gratificante fazer parte deste momento”, descreveu Jorge Rocha.
A superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, acompanhou as doações e entregou um kit do Dia de Cooperar aos doadores. “Que gesto bonito. Ficamos orgulhosos com esse espírito solidário dos nossos cooperados”, destacou Patrícia.
Doe sangue e salve vidas
Cerca de 40 bolsas de sangue foram coletadas com as doações mobilizadas pela Cooperativa Equinócio. Em média, o Hemoap recebe 60 doações por dia, mas tem capacidade para receber até 120 doações/dia. Uma bolsa de 450ml de sangue coletado durante a doação é capaz de ajudar até quatro pessoas.
O Hemoap reforça quem pode doar sangue: toda pessoa saudável, com mais de 50 kg, entre 16 e 69 anos; menores de 18 anos com autorização dos responsáveis e maiores de 65, se forem doadores assíduos. O doador precisa estar descansado e alimentado. Antes de doar, a pessoa passa pela triagem clínica, onde é feito um questionário sobre a saúde e a vida da pessoa para tentar identificar todo fatores que, porventura, a deixem inapto, temporariamente. A coleta de sangue acontece de 7h30 às 12h de segunda à sexta-feira.
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Duas cooperativas filiadas ao Sistema OCB-AP receberam nesta segunda-feira, 30, o Selo Amapá – Produto do Meio do Mundo, que visa valorizar os produtos de origem local, fortalecendo a economia amapaense. A certificação é elaborada pelo governo estadual e foi concedida às cooperativas porque elas cumprem os requisitos legais para o funcionamento das atividades voltadas para o seu local de produção e beneficiamento. A solenidade, que certificou outras 22 empresas amapaenses, aconteceu no Museu Sacaca, zona sul de Macapá.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, acredita que o selo é mais um mecanismo de fortalecimento ao cooperativismo amapaense. Para ele, a certificação demonstra que as cooperativas vêm seguindo a legislação e cumprindo o papel de fomentar a economia local.
“Nossos programas de apoio à gestão nas cooperativas tem contribuindo para que elas alcancem de modo que consigam se enquadrar nesse tipo de certificação. Este é um caminho para fortalecer cada vez mais o cooperativismo amapaense”, registrou o presidente, acrescentando que, atualmente, são 69 cooperativas filiadas ao sistema.
O moveleiro Edilson Melo recebeu a certificação representando a Cooperativa dos Moveleiros do Jari, que existe há 18 anos e reúne 27 trabalhadores do município de Laranjal do Jari, no sul do Amapá. O moveleiro conta que a ação é mais uma medida deve impulsionar o trabalho já desenvolvido pelo profissionais.
Edilson ressaltou que o apoio do Sistema OCB-AP é fundamental para o desenvolvimento da cooperativa.
“Nós temos acompanhamento constante do Sistema OCB-AP que nos capacita e nos atualiza ao apresentar novas formas de trabalho”, conta o moveleiro.
Outra Cooperativa que recebeu o Selo Amapá foi a Cooperativa dos Produtos da Amazônia - Camaipi representada pelo Presidente Wilton Duarte, hoje a Cooperativa reúne 38 cooperados do Município de Mazagão, no sul do Estado; eles trabalham com produtos da agricultura familiar, como açaí e castanha – itens que foram apresentados ao público durante uma degustação. Para Wilton, a certificação representa a o oportunidade de fortalecer o trabalho desenvolvido pela cooperativa.
Wilton conta que a Cooperativa Camaipi conta com o apoio do Sistema OCB-AP para continuar se desenvolvendo e ganhando cada vez mais espaço no Estado.
“Recebemos treinamentos oferecidos pelo Sistema OCB-AP e também a oportunidade de conhecer outras cooperativas a região norte. Isto enriqueceu nosso conhecimento e nos trouxe novas visões de negócio. Assim, nos sentimos mais preparados para atuar”, disse o Presidente da Cooperativa.
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