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Os agricultores familiares, por meio das suas organizações, que desejam participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Formação de Estoques devem estar atentos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) abre o prazo para inscrição da proposta a partir de 15 de outubro. As cooperativas e associações interessadas podem apresentar propostas por meio do sistema PAANet até o dia 5 de novembro. A expectativa é que a contratação dos projetos inicie a partir de 12 de novembro.
A Conab analisará as propostas considerando os seguintes critérios de participação: mulheres rurais, povos e comunidades tradicionais, assentados(as) e produtores(as) de alimentos orgânicos ou agroecológicos. Projetos de organizações que não operaram nesta modalidade com a Conab nos últimos cinco anos também serão pontuados. Em caso de empate, serão utilizados como parâmetros o cumprimento das obrigações financeiras previstas na contratação, projetos de menor valor e a ordem de apresentação das propostas. O detalhamento dos critérios está disponível na página da Conab.
As propostas devem ser apresentadas por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica e têm como limite R$ 100 mil. Outras informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidas nas superintendências regionais da Conab nos estados.
Os recursos para execução da modalidade são disponibilizados pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).
A modalidade tem como finalidade apoiar financeiramente a constituição de estoques de alimentos por organizações da agricultura familiar, visando agregação de valor à produção e sustentação de preços. Posteriormente, esses alimentos serão comercializados pela organização de agricultores para devolução dos recursos financeiros ao Poder Público.
Para mais informações acesse. Para acessar o PAAnet, clique aqui
! Mais informações para imprensa: Gerência de Imprensa (61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ 2256
O Plano de Trabalho e Orçamento previstos para 2019 foi apresentado durante a 3ª Reunião Ordinária do Conselho Administrativo do SESCOOP/AP realizada na última sexta-feira, 19, no Sistema OCB-AP. Os Conselheiros tiveram acesso ao detalhamento do orçamento e as atividades inseridas para o novo ano que se aproxima.
Palestras, cursos, capacitações, ações, desenvolvimento e fomento do cooperativismo, visitas técnicas, eventos esportivos e concursos motivacionais são algumas das atividades previstas no Plano de Trabalho.
"Avalio de maneira muito positiva o plano, principalmente pelo dinamismo, resgate e diversidade das atividades previstas para 2019", destacou a Conselheira Administrativa, Conceição Capiberibe.
"Estou confiante que teremos um excelente ano. Bons ventos soprarão a favor do Cooperativismo", comentou o Conselheiro Rogério Cavalcante.
Para o presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, e a superintendente Patrícia Sousa, o ano de 2019 significará crescimento e superação.
"Enfrentamos uma crise financeira que afetou todo país e com ainda mais força o Amapá, mas ainda sim, nos mantivemos firmes no funcionamento e atuação, superando até as nossas possibilidades. Por isso, temos convicção que passada essa fase, agora poderemos executar as atividades e ações que planejamos e desejamos para impulsionar o cooperativismo Amapaense" destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
O orçamento e Plano de Trabalho foi aprovado por unanimidade pelo Conselheiro Administrativo composto por Conceição Capiberibe, Rogério Cavalcante, Tereza da Costa e Michel Araújo.
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O Sistema OCB-AP chega no último módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP). Com tema Gestão de Pessoas as Cooperativas participantes encerram um ciclo voltado ao conhecimento e aprimoramento da Gestão Cooperativista.
O instrutor Leoney Miranda, levou aos participantes o conjunto de estratégias empregadas para desenvolver seu capital humano. As ações de Recursos Humanos que são exercidas desde a atração dos profissionais, seu desenvolvimento, retenção e motivação para desempenhar suas funções.
"A gestão de pessoas e dos recursos humanos ganhou força nos últimos tempos. Hoje, administrar o setor pessoal e potencializar o desempenho de quem faz parte de uma empresa ou cooperativa virou um grande diferencial competitivo", destacou o instrutor Leoney Miranda.
A gestão de recursos humanos não se trata apenas de procurar deixar seus colaboradores satisfeitos e motivados. Mas de criar uma estratégia completa, que envolve toda a organização em busca do desenvolvimento, capacitação e humanização de quem faz parte dela. Ela está apoiada em 5 pilares essenciais: motivação, treinamento, processo de comunicação, trabalho em equipe e conhecimento e competência, um ciclo completo abordado no GESCOOP.
Portanto, a superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, avalia que o GESCOOP atuou como pilar principal desse processo, voltado a motivação e capacitação. Ajudando essa engrenagem administrativa funcionar e ganhar força.
"Qualquer empresa ou cooperativa depende do comprometimento individual de cada pessoa que participa dela. Um cooperado ou funcionário sem motivação rende muito menos do que é capaz e está sempre pronto para desistir na primeira oportunidade possível. Por isso, trabalhamos todos os princípios e setores para que nossos cooperados saiam mais preparados e acima de tudo motivados para as atividades administrativas dos seus empreendimentos cooperativistas", compartilhou Patrícia.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou hoje o Projeto de Lei (PL) 9.044/2017, que obriga a imposição de restrições à importação de leite originado de países que não adotam regras de proteção ambiental similares às normas brasileiras. A matéria segue para análise do Senado Federal.
O projeto, de autoria conjunta dos deputados Evair de Melo (ES), Sergio Souza (PR) e Zé Silva (MG), representantes da Diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), busca dar maior segurança à produção nacional de leite, que tem sofrido com a volatilidade do mercado internacional, que muitas vezes, impõem condições desiguais entre os produtos lácteos brasileiros em relação aos demais.
O novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) já autoriza a imposição de sanções à importação de bens agropecuários cuja produção seja incompatível com a lei ambiental brasileira. Mas o argumento para a modificação é que esse caráter autorizativo tornou a sanção inócua e, por isso, seria necessário obrigar as restrições no caso de importação de leite.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é favorável ao projeto, por se tratar de medida que busca dar maior segurança jurídica e justiça ao mercado de leite e derivados brasileiro. Atenta ao tema, a OCB participa de diversas frentes com o objetivo de sanar as atuais assimetrias no mercado internacional de lácteos.
Inovação e Marketing foi o tema do V módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) que ocorreu na última sexta e sábado no Sistema OCB-AP.
Durante os dois dias de módulo, as Cooperativas participantes puderam ter conhecimento que o
Marketing aplicado ao cooperativismo é muito mais que venda e propaganda ou promoção. É instrumento primordial para que a cooperativa se destaque das demais empresas do mercado.
"Na cooperativa o marketing se preocupa com o relacionamento interno entre os cooperados, organização e clientes, canalizando esforços para que a mesma desenvolva e cresça. E resolvemos trazer essa visão aos cooperados por meio do GESCOOP", explicou a Superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa.
A implantação de marketing ou definição de comunicação não tem regra específica. Cada organização deve consultar uma assessoria direcionada para delimitar os passos a serem seguidos. Mas 4 passos são fundamentais para iniciar a aplicação de marketing em uma cooperativa: Concentrar reflexão sobre especificidades de seu produto/serviço; Efetuar pesquisa de mercado para obter visão clara do campo de atuação; Estabelecer objetivos e metas a atingir; e Escolher estratégias adequadas a seu tipo de serviço, não se esquecendo da especificidade de seu público.
Votar com consciência é mais que um direito; é um dever, especialmente para aqueles que querem fazer parte da construção de um futuro melhor e de um país mais forte. Pensando nisso, o Sistema OCB tem elaborado uma série de materiais (conheça
) com a intenção de reforçar a necessidade da participação dos cooperados nas eleições, de forma consciente, responsável e comprometida com o desenvolvimento socioeconômico do país. Esse assunto é um dos destaques da revista Paraná Cooperativo
deste mês, que traz uma entrevista com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, sobre a importância do voto e, ainda, de uma atuação integrada com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que já resultou em diversos ganhos para o setor. Confira! Qual a importância da Frente para o cooperativismo brasileiro? Após três décadas de atuação legislativa, a Frente Parlamentar do Cooperativismo, a nossa Frencoop, é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional, independentemente da bandeira partidária de seus integrantes ou estado de origem. Os focos são sempre a defesa e o desenvolvimento do movimento cooperativista brasileiro. Para se ter uma ideia dessa força, em pesquisas que realizamos desde 2011 no Congresso, verificamos que, em média, 23% dos deputados e senadores são associados a pelo menos uma cooperativa, e mais deles 90% possuem uma visão positiva do nosso negócio. Esses números são muito expressivos pois são refletidos na defesa das cooperativas na agenda estratégica do país, com políticas públicas e legislações que levam em conta a sua importância para a inclusão financeira e produtiva, geração de renda, empreendedorismo, acesso a mercados e desenvolvimento regional do país. De que forma a OCB atua na coordenação e apoio aos parlamentares da Frencoop? Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop para definir prioridades. Esse alinhamento entre OCB e os parlamentares tem rendido uma série de conquistas no que diz respeito à aprovação de leis e ao combate dos dispositivos e proposições que colocam em risco a segurança do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda Institucional, além de informar, também é uma forma de melhorar a coesão e o comprometimento da Frente? Com certeza. A Agenda Institucional do Cooperativismo é uma ferramenta de trabalho para todos aqueles que se dedicam a contribuir com o desenvolvimento das cooperativas, não apenas os parlamentares. É por isso que ela é feita com foco nos Três Poderes. O material serve como um roteiro, uma espécie de guia de trabalho, para senadores, deputados, formuladores de políticas públicas e representantes do Judiciário. Além de demandas das nossas cooperativas, a Agenda traz informações relevantes do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda reforça o compromisso do nosso movimento com o país, já que traz os pontos prioritários para o desenvolvimento das cooperativas. Para nós, um cooperativismo forte é sinônimo de uma economia forte. Por que é importante que os cooperativistas de todo o país se unam em torno de candidatos que tenham identificação com o cooperativismo? Para, exatamente, escolher o candidato que melhor representa os valores e princípios do cooperativismo. Quanto mais o candidato conhece o nosso modelo de negócio, mais ele terá condições de defender os interesses das cooperativas e, assim, mostrar ao país a força do nosso modelo econômico e as vantagens do trabalho conjunto em prol de um mesmo ideal. Desde a nossa primeira cooperativa no mundo, ainda no século XIX, levamos a prática do desenvolvimento sustentável, baseado no equilíbrio entre o econômico e o social, muito antes disso entrar na moda. Somos, sim, o melhor modelo de negócio que visa a sustentabilidade. É por isso que precisamos ter, cada vez mais, representantes que defendam a nossa bandeira como centro da agenda de decisões do país. Quais os objetivos do Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras, desenvolvido pela OCB, e que está sendo implantado pela Ocepar? Acreditamos que podemos fazer a diferença e nos tornarmos a mudança que queremos ver para os próximos anos no Brasil. Para isso, é necessário arregaçarmos as mangas e enfrentemos de peito aberto o desafio de promovermos essa nova realidade. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras tem exatamente esse objetivo: criarmos a cultura de participação efetiva dos nossos milhões de cooperados no processo político. Esse é um movimento que tem que crescer de baixo para cima, nas conversas de família e entre amigos, na nossa comunidade, para ser realmente efetivo, tendo o engajamento que esperamos. Não basta que um grupo pequeno de lideranças atue nesse sentido, como vimos em outros momentos. Vivemos num mundo cada vez mais conectado, onde as pessoas têm a oportunidade de serem protagonistas nas tomadas de decisões políticas que interferem no seu dia-a-dia e, em decorrência disso, nos rumos do Brasil. Precisamos conversar e analisar atentamente a melhor forma de contribuímos com nosso país. Essa é hora de todos nós participarmos. Quais as principais propostas do cooperativismo brasileiro aos candidatos a presidente do Brasil? O nosso ponto de partida é a compreensão, pelo poder público, do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável e socialmente responsável, capaz de proporcionar inclusão produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional. Todas as propostas estão sendo discutidas no âmbito da Diretoria Colegiada da OCB, que deverá em breve, aprovar os pontos a serem apresentados aos presidenciáveis. A partir das propostas que apresentaremos, acreditamos que teremos as portas abertas para o movimento ser cada vez mais entendido como parte da agenda estratégica do país, com a efetivação de políticas públicas que estimulem nossa atuação, com destaque para o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Com este reconhecimento, também conseguiremos evoluir no entendimento da necessidade de novas linhas de financiamento para o devido atendimento às nossas cooperativas, garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos de fiscalização das atividades do negócio cooperativo, assegurar a devida participação das cooperativas em licitações e fomentar o desenvolvimento de marcos regulatórios de apoio ao cooperativismo, em seus diversos setores econômicos. Continue lendo a entrevista...
) com a intenção de reforçar a necessidade da participação dos cooperados nas eleições, de forma consciente, responsável e comprometida com o desenvolvimento socioeconômico do país. Esse assunto é um dos destaques da revista Paraná Cooperativo
deste mês, que traz uma entrevista com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, sobre a importância do voto e, ainda, de uma atuação integrada com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que já resultou em diversos ganhos para o setor. Confira! Qual a importância da Frente para o cooperativismo brasileiro? Após três décadas de atuação legislativa, a Frente Parlamentar do Cooperativismo, a nossa Frencoop, é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional, independentemente da bandeira partidária de seus integrantes ou estado de origem. Os focos são sempre a defesa e o desenvolvimento do movimento cooperativista brasileiro. Para se ter uma ideia dessa força, em pesquisas que realizamos desde 2011 no Congresso, verificamos que, em média, 23% dos deputados e senadores são associados a pelo menos uma cooperativa, e mais deles 90% possuem uma visão positiva do nosso negócio. Esses números são muito expressivos pois são refletidos na defesa das cooperativas na agenda estratégica do país, com políticas públicas e legislações que levam em conta a sua importância para a inclusão financeira e produtiva, geração de renda, empreendedorismo, acesso a mercados e desenvolvimento regional do país. De que forma a OCB atua na coordenação e apoio aos parlamentares da Frencoop? Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop para definir prioridades. Esse alinhamento entre OCB e os parlamentares tem rendido uma série de conquistas no que diz respeito à aprovação de leis e ao combate dos dispositivos e proposições que colocam em risco a segurança do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda Institucional, além de informar, também é uma forma de melhorar a coesão e o comprometimento da Frente? Com certeza. A Agenda Institucional do Cooperativismo é uma ferramenta de trabalho para todos aqueles que se dedicam a contribuir com o desenvolvimento das cooperativas, não apenas os parlamentares. É por isso que ela é feita com foco nos Três Poderes. O material serve como um roteiro, uma espécie de guia de trabalho, para senadores, deputados, formuladores de políticas públicas e representantes do Judiciário. Além de demandas das nossas cooperativas, a Agenda traz informações relevantes do nosso movimento. O lançamento anual da Agenda reforça o compromisso do nosso movimento com o país, já que traz os pontos prioritários para o desenvolvimento das cooperativas. Para nós, um cooperativismo forte é sinônimo de uma economia forte. Por que é importante que os cooperativistas de todo o país se unam em torno de candidatos que tenham identificação com o cooperativismo? Para, exatamente, escolher o candidato que melhor representa os valores e princípios do cooperativismo. Quanto mais o candidato conhece o nosso modelo de negócio, mais ele terá condições de defender os interesses das cooperativas e, assim, mostrar ao país a força do nosso modelo econômico e as vantagens do trabalho conjunto em prol de um mesmo ideal. Desde a nossa primeira cooperativa no mundo, ainda no século XIX, levamos a prática do desenvolvimento sustentável, baseado no equilíbrio entre o econômico e o social, muito antes disso entrar na moda. Somos, sim, o melhor modelo de negócio que visa a sustentabilidade. É por isso que precisamos ter, cada vez mais, representantes que defendam a nossa bandeira como centro da agenda de decisões do país. Quais os objetivos do Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras, desenvolvido pela OCB, e que está sendo implantado pela Ocepar? Acreditamos que podemos fazer a diferença e nos tornarmos a mudança que queremos ver para os próximos anos no Brasil. Para isso, é necessário arregaçarmos as mangas e enfrentemos de peito aberto o desafio de promovermos essa nova realidade. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras tem exatamente esse objetivo: criarmos a cultura de participação efetiva dos nossos milhões de cooperados no processo político. Esse é um movimento que tem que crescer de baixo para cima, nas conversas de família e entre amigos, na nossa comunidade, para ser realmente efetivo, tendo o engajamento que esperamos. Não basta que um grupo pequeno de lideranças atue nesse sentido, como vimos em outros momentos. Vivemos num mundo cada vez mais conectado, onde as pessoas têm a oportunidade de serem protagonistas nas tomadas de decisões políticas que interferem no seu dia-a-dia e, em decorrência disso, nos rumos do Brasil. Precisamos conversar e analisar atentamente a melhor forma de contribuímos com nosso país. Essa é hora de todos nós participarmos. Quais as principais propostas do cooperativismo brasileiro aos candidatos a presidente do Brasil? O nosso ponto de partida é a compreensão, pelo poder público, do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável e socialmente responsável, capaz de proporcionar inclusão produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional. Todas as propostas estão sendo discutidas no âmbito da Diretoria Colegiada da OCB, que deverá em breve, aprovar os pontos a serem apresentados aos presidenciáveis. A partir das propostas que apresentaremos, acreditamos que teremos as portas abertas para o movimento ser cada vez mais entendido como parte da agenda estratégica do país, com a efetivação de políticas públicas que estimulem nossa atuação, com destaque para o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Com este reconhecimento, também conseguiremos evoluir no entendimento da necessidade de novas linhas de financiamento para o devido atendimento às nossas cooperativas, garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos de fiscalização das atividades do negócio cooperativo, assegurar a devida participação das cooperativas em licitações e fomentar o desenvolvimento de marcos regulatórios de apoio ao cooperativismo, em seus diversos setores econômicos. Continue lendo a entrevista...
O Sistema OCB-AP acompanha a execução do Projeto de Manejo Florestal no Assentamento Agroextrativista, área de atuação da COOPMARACÁ, no município de Mazagão, com um projeto estimado em 100 mil metros cúbicos.
Pelo menos 1.200 famílias serão beneficiadas com a distribuição oriunda do Manejo Florestal.
"Sendo que 80% vai ser distribuído entre as famílias assentadas e
10% para manutenção da ATEX-MA e Associados. O restante do percentual será destinado às afiliadas com 5% e ao fundo de educação com 5%, além do fundo de produção para fomentar as atividades que já existem voltadas ao açaí, castanha e demais produtos", explicou Rogério Chucre, presidente da ATEX-MA e Tesoureiro da COOPMARACÁ.
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O Sistema OCB-AP realizou a 4ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração onde foi deliberada a pauta sobre o Resumo das Atividades do 1º Semestre de 2018; a Instituição da Resolução nº 051 do Sistema OCB Nacional; entre outros temas internos.
Além do resumo das atividades a nova resolução trata também do registro de novas cooperativas e das conformidades para regularização, como contribuições e registros legais em dia.
O Sistema OCB Nacional passa a ter uma regra geral em todo o país para que as cooperativas legais não sejam prejudicadas pelas falsas cooperativas.
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O Sistema OCB-AP foi uma das instituições no Amapá que recebeu a visita de representantes do Governo Federal para participar do Programa Inovação Social, que visa identificar no país entidades que possam promover junto aos Estados e Municípios, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acompanhando os programas de governo e colaborando com práticas de inovação.
O Sistema OCB-AP foi indicado pelo Sistema SESI/SENAI que já atua em nível nacional. O Sistema foi indicado porque atua num setor econômico que distribui renda e realiza promoção social das comunidades onde as Cooperativas estão inseridas, e que ganhou força com as campanhas dos Dia de COOPERAR no Amapá.
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Farinha, tucupi, bolo de macaxeira, maniçoba, macaxeira frita, entre outros derivados de mandioca. O Festival da Mandioca realizado pela Cooperativa Mista Agropecuária e Industrial do Cedro (COOPERCEDRO), na Comunidade do Cedro, no município de Tartarugalzinho mostrou seu potencial no último fim de semana.
A programação foi além de expor os derivados da mandioca e ofertou atendimentos de saúde, orientação sobre INSS e crédito rural, emissão de Carteira do Produtor, palestras, recreação, atividades de lazer, entre outras iniciativas.
"O Festival cumpriu seu objetivo de promover um dos principais produtos da região, integrando a comunidade local e as localidades próximas. Além de promover ações de cidadania, saúde, recreação e lazer", destacou a presidente da COOPERCEDRO, Sandra Siqueira.
O presidente do Sistema OCB-AP e a Superintendente Patrícia Sousa prestigiaram a programação.
"A COOPERCEDRO tem expandido seu trabalho e mostrado que muito coisa pode ser feita com trabalho e determinação. Exemplos como este, nos motiva a apostar, apoiar e trabalhar cada vez mais pelo fortalecimento do cooperativismo", disse Gilcimar Pureza.
O evento também foi marcado pelo reconhecimento e homenagem dos pioneiros do assentamento e aqueles que se destacam no meio da população local. Além da presença da Escola Família.
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Uma Cooperativa é uma associação de pessoas com interesses comuns, gerida de forma democrática, isto é, com a participação de todos, que respondem por atos e responsabilidades de forma igualitária.
Parte dessas responsabilidades são destaque no IV módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) iniciado ontem, 31, no Sistema OCB/AP.
O tema principal é a gestão contábil e tributação básica de sociedades cooperativas, processo vital para o desenvolvimento do negócio.
"A maior parte das decisões no âmbito das organizações está suportada por informações de natureza econômico-financeira produzidas pela contabilidade. Através da contabilidade podemos identificar aonde estão aplicados os recursos e como foram obtidos, qual foi o desempenho econômico e qual a posição da cooperativa, dados necessários para a estratégica e evolução do negócio", destacou a Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Neste curso, são apresentados os aspectos ficais e contábeis relacionados a uma sociedade cooperativa além da escrituração contábil e tributação que envolve tal sociedade.
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A comissão especial para a reformulação da CIEA-AP (Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental) reuniu-se na manhã na última quinta-feira, 30, em sessão ordinária para consolidar a redação oficial da proposta do decreto e do seu regimento interno. O Sistema OCB-AP se fez mais uma vez presente com seu representante e assessor jurídico, Dr. Eide Figueira, contribuindo com a compilação do texto final que será apresentado ao governador do Estado do Amapá.
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O Sistema OCB-AP representado pelo presidente Gilcimar Pureza, e as Cooperativas Cooperflora, Comagro, Camaipi, Cooperalca, AmazonBai, Agroporto, Coopetral, Comaru, Cassiporé e Coopmaracá participam do Desafio Conexsus, realizado em Macapá. As referidas cooperativas foram escolhidas pela Conexsus durante um processo de seleção.
O evento tem objetivo de desenvolver em rede o potencial econômico de negócios comunitários sustentáveis, para que participem ativamente e de forma mais justa das cadeias produtivas que fazem parte.
O foco são as áreas da sociobiodiversidade e da produção agroecológica, florestal, de alimentação saudável e de orgânicos, especialmente em áreas protegidas na Amazônia.
A grande finalidade é ativar e fortalecer os ecossistemas de desenvolvimento de negócios sustentáveis, com a combinação de recursos de fomento e financiamento em novos arranjos produtivos.
"É um momento de aprendizado o qual muito tem a colaborar com as cadeias produtivas", ressaltou Mariolando Araújo, da Coopeflora, de Laranjal do Jari.
As etapas de todos os processos visam o cadastro no Mapa e Panorama do Desafio Conexsus; as Oficinas e visitas técnicas para análise das organizações cadastradas; e o Ciclo de Desenvolvimento de Negócios Comunitários Sustentáveis.
"Poder participar deste processo junto com parte das cooperativas do Amapá, fortalece nosso trabalho, e acima de tudo norteia a base do trabalho dos nossos cooperados", destacou Gilcimar Pureza.
O Desafio aponta o desenvolvimento de organizações e negócios comunitários mais estruturados, ajuda a compor novos arranjos de comercialização e amplia o acesso ao crédito e a outros instrumentos financeiros.
O evento no Amapá prossegue na próxima quarta-feira, 29.
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O Amapá esteve representado no Intercoop pela Superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, durante os dias 21 e 22 de agosto, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília/DF.
O Intercoop é um novo evento criado pelo Sistema OCB para impulsionar a intercooperação, transformando oportunidades em negócios e fortalecendo o cooperativismo. Em sua primeira edição, o encontro reuniu cooperativas dos mais diferentes ramos, tamanhos e regiões.
"Os participantes vivenciaram diferentes experiências e conhecimentos do universo cooperativista, com resultados que vão impactar positivamente todos os ramos do cooperativismo", avaliou Patrícia Sousa.
No total, 300 cooperativas, de todas as regiões do país, participaram do Intercoop. O público também contou com representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, responsável por toda a programação pautada no processo de autogestão no negócio cooperativo. O objetivo do evento foi disseminar boas práticas de gestão entre as cooperativas e estimular a entrada delas em novos mercados.
Patrícia Sousa, também participou do Encontro de Superintendentes onde foi discutido assuntos relacionados ao posicionamento dos Sistemas durante as eleições, contribuição sindical, anuário 2019, orçamento, receita e temas direcionados aos programas e ações executadas pelo Sistema.
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A gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, tomou posse na manhã desta terça-feira, 14, no Colegiado de Vogais – como são chamados os membros gestores -, que conduzem os trabalhos da Junta Comercial do Amapá (Jucap) por quatro anos. Ela e o Conselheiro Charlon Rodrigues representam a OCB-AP no Colegiado.
Nascimento que atua no contato diário junto as cooperativas, encarou a missão com muita serenidade e afirmou que somará com o trabalho da Jucap. “Fico honrada com a indicação e não medirei esforços para desempenhar um bom trabalho. Trago na veia o cooperativismo e a vontade de somar para fazer a diferença”, disse a representante do Sistema OCB-AP.
O presidente da Jucap, Gilberto Laurindo, acompanhado da equipe gestora deu as boas vindas a nova colegiada e ressaltou os pontos principais da missão. “Somos 34 e é preciso uma atuação constante para atender as inúmeras demandas. Poder contar com o setor cooperativista muito nos orgulha e fortalece nossos propósitos”.
A posse foi acompanhada pelo pelo presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza. “Desejo sucesso e sei que nosso nome estará bem representado pela força de vontade e compromisso que a Nascimento tem diante de nossas missões”.
A Jucap é um órgão da administração Estadual, responsável, dentre outras funções, por realizar o registro de empresas que atuam no Estado. O colegiado é formado por representantes da Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia); Federação do Comércio do Estado do Amapá (Fecomércio-AP); Federação das Indústrias do Amapá (Fieap); Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amapá; Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amapá; Conselho Regional de Economia do Amapá; Conselho Regional de Contabilidade do Amapá; Conselho Regional de Administração do Amapá; Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amapá (OAB-AP); e do Governo do Estado do Amapá.
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O Sistema OCB-AP em aliança com ACIA, APROSOJA, ACRIAP, FECOOMI discute em todo Estado os entraves registrados em manifestos regionais. As demandas irão constituir uma única carta compromisso com os candidatos para o pleito eleitoral.
Denominado de Movimento Amapá que Produz essa força em prol do desenvolvimento cooperativista conta com o apoio de produtores rurais de grãos, agricultores familiares, garimpeiros, madeireiros, pecuaristas, extrativistas tradicionais, pescadores e comerciantes.
O Movimento que foi lançado em julho em Laranjal do Jari, seguiu para Santana e em sequência Oiapoque. As discussões constituirão um observatório social para acompanhar os mandatos ano a ano e propor soluções na parceria público/privada na política fundiária, no licenciamento ambiental, na verticalização da produção, na inovação tecnológica com aproximação dos acadêmicos com o setor produtivo do Amapá.
Em Santana, o Movimento reuniu as Cooperativas MOTOEXPRESSO, DOURADA, AGROSAN E AGROPORTO. Já no município de Oiapoque o evento foi prestigiado pela COMFCOI, COOPTUR, COOMACAF, CASSIPORE, MINACOOP e VERDE MINAS.
Daniel Sebben, da APROSOJA, disse que o momento não poderia ter sido melhor para o lançamento deste amplo debate sobre o futuro do Amapá. “Queremos sim aproveitar a mobilização que as Eleições 2018 deverão produzir para também dialogarmos a respeito sobre as propostas para que o poder público possa interagir com a iniciativa privada no sentido de ampliar a capacidade do Amapá produzir o seu sustento”, disse o produtor rural.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, que tem integrado ativamente as discussões junto ao ramo cooperativista do estado, destacou a representatividade do setor. “Nossa ideologia é o trabalho, somos produtores rurais, pescadores, garimpeiros, madeireiros, extrativistas, comerciantes. Somos o coração desse estado, e é preciso que nossos representantes valorizem e formulem políticas concretas que promovam o crescimento”, destacou Gilcimar.
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Cooperativas concluíram neste sábado, 11, mais um módulo da Formação Continuada em Gestão Estratégica de Cooperativas (GESCOOP) promovido pelo Sistema OCB-AP. Com o tema Assembleia Geral – Instrumentos e procedimentos obrigatórios os participantes chegaram na metade da jornada de conhecimento que prevê seis módulos com diversos temas e abordagens.
“Estamos muito satisfeitos com a adesão dos cooperados, e principalmente, com a evolução das cooperativas no que diz respeito às boas praticas aprendidas, que estão sendo colocadas em prática. A profissionalização da gestão é o objetivo a ser alcançado, e percebemos a cada dia que estamos no caminho certo” destacou a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Próximos módulos
O IV módulo acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro, com tema Gestão Contábil e Tributação Básica de Sociedades Cooperativas. O V módulo está marcado para os dias 28 e 29 de setembro com tema Inovação e Marketing. O VI módulo finaliza os trabalhos nos dias 19 e 20 de outubro com tema Gestão de Pessoas.
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O Sistema OCB-AP representado pelo presidente Gilcimar Pureza, e a Superintendente Patrícia Sousa, participou do Dia de Monitoramento do Projeto Mandiocultura, realizado pela Cooperativa Mista Agropecuária e Industrial do Cedro (COOPERCEDRO), na Região do Maruanum, que ocorreu no último fim de semana.
No local foi visitado o campo de pesquisa de variedades de mandioca, que tem 42 espécies. A região já conta com cerca 60 hectares plantados pelos agricultores. A visita também foi acompanhada pelas instituições do Movimento Amapá que Produz (ACIA, APROSOJA e ACRIAP) e possíveis parceiros comerciais como o empresário Jaime Nunes.
“A COOPERCEDRO têm sido uma das cooperativas atuantes e responsáveis pelo abastecimento de mandioca e seus derivados no Amapá. A organização e empenho dos cooperados tem sido extremamente importante para o crescimento e desenvolvimento da mesma”, destacou Gilcimar Pureza.
A COOPERCEDRO atende 60% dos cooperados da agricultura familiar.
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A gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento, esteve na última sexta-feira, 03, no Distrito do Lourenço, representando o Sistema OCB-AP durante a pré Assembléia da COOGAL.
A Palestra sobre cooperativismo abriu o encontro, em seguida, Nascimento conduziu os trabalhos de assessoria da pré Assembleia Geral Extraordinária. O evento contou com a presença dos diretores e cooperados da cooperativa.
"O objetivo foi deixar as pessoas cientes do sistema cooperativista e da mesa forma discutir junto com os cooperados as mudanças propostas para a Assembléia Geral Extraordinária", explicou Nascimento.
A Assembléia da COOGAL está marcada para o dia 24 de agosto e através das alterações sugeridas pelo Sistema OCB-AP trará melhorias na gestão da cooperativa.
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Sem medir esforços para melhorar a vida dos cooperados e da comunidade onde estão localizadas, as cooperativas brasileiras têm mostrado como o cooperativismo é capaz de transformar a realidade socioeconômica do país inteiro.
É por isso que o Sistema OCB realiza, a cada dois anos, o Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano
. A ideia é reconhecer essas iniciativas, estimulando a troca de experiências entre as mais de 6,6 mil cooperativas. Para participar, basta clicar aqui
e se inscrever. O prazo vai até o dia 30 de agosto. SOBRE O PRÊMIO Desde sua primeira edição, em 2004, já foram premiadas ações de mais de 80 cooperativas, elevando, assim, o nível de comprometimento tanto com a sustentabilidade do negócio quanto com as questões sociais. O prêmio está dividido em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia, Intercooperação e Cooperjovem. Os projetos devem conter benefícios comprovados aos cooperados e à comunidade local. A avaliação das iniciativas inscritas será realizada a partir de uma matriz de pontuação, conduzida por uma comissão indicada e nomeada pelo Sistema OCB, entidade composta pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). QUER SABER MAIS? Clique aqui
ou fala com a gente. Meu nome é Aurélio Prado e meus contatos são: 61 3217-1525 ouEste endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
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e se inscrever. O prazo vai até o dia 30 de agosto. SOBRE O PRÊMIO Desde sua primeira edição, em 2004, já foram premiadas ações de mais de 80 cooperativas, elevando, assim, o nível de comprometimento tanto com a sustentabilidade do negócio quanto com as questões sociais. O prêmio está dividido em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia, Intercooperação e Cooperjovem. Os projetos devem conter benefícios comprovados aos cooperados e à comunidade local. A avaliação das iniciativas inscritas será realizada a partir de uma matriz de pontuação, conduzida por uma comissão indicada e nomeada pelo Sistema OCB, entidade composta pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). QUER SABER MAIS? Clique aqui
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