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A superitendente do Sistema OCB/Sescoop-AP Patrícia Sousa, e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira, reuniram com líderes das escolas participantes do Programa Cooperjovem no Amapá. Estiveram representadas as Escolas Estaduais José Bonifácio e Igarapé da Fortaleza. Além da diretora de Negócios do Sicoob Amapá, Eliana Pimentel. Durante o encontro foi apresentado o Concurso Cultural de Desenho e Redação que é uma iniciativa do Instituto Sicoob além do Cronograma da Pesquisa de Impacto Social do Programa Cooperjovem. O Concurso traz a temática "Cooperar para incluir: um por todos e todos por um" que incentiva o debate sobre a inclusão social nas salas de aulas a partir do tema que destaca a inclusão. O Projeto envolve as escolas, alunos e comunidade, fortalecendo a cultura da cooperação, incentivando os alunos a refletirem, debaterem e produzirem desenhos e textos narrativos relacionados ao Cooperativismo. Poderão participar do concurso todos os estudantes do 3º e 5º ano do Ensino Fundamental I, regularmente matriculadas nas escolas acima. Os alunos do 5º ano do ensino fundamental: produção de texto narrativo, já alunos do 3º ano do ensino fundamental: produção de desenhos. Será atribuída a premiação para os três primeiros alunos classificados de cada categoria que receberão um tablet para cada um. E para o respectivo professor dos alunos premiados em nível estadual: R$ 500,00 (quinhentos reais). As inscrições encerram dia 23 de abril. Quanto a avaliação de impacto social, ela será realizada em todos os estados que aplicam o programa, com o objetivo de coletar dados para melhoria e aperfeiçoamento do Projeto.
Projeto Desenvolvimento do Cooperativismo Financeiro é tema de reunião entre OCB/SESCOOP-AP e Sebrae

Representantes do Sistema OCB/SESCOOP-AP receberam na manhã desta quarta-feira, 18, o gestor de Projetos do Sebrae Amapá, Bruno Castro, que apresentou o Projeto do Sebrae Desenvolvimento do Cooperativismo Financeiro no Estado do Amapá. O Projeto tem como foco o apoio ao fortalecimento do cooperativismo financeiro no Amapá a partir de um plano de ação que engloba capacitação de cooperados e colaboradores do Segmento de Crédito, além da realização de consultoria técnica e intercâmbios a fim de garantir a ampliação da oferta de produtos e serviços financeiros aos clientes de pequenos negócios do Estado. Para a diretora técnica do Sebrae, Isana Alencar, a iniciativa da reunião visa alinhar as ações de apoio ao cooperativismo de crédito desenvolvidas pelo Sebrae ao que está previsto no plano de trabalho da OCB/SESCOOP-AP no intuito de prospectar possíveis parcerias entre os envolvidos no projeto e acima de tudo garantir o fortalecimento das ações que apoiam este segmento que tem papel fundamental no desenvolvimento local.

Nos dias 16 e 17 o Presidente do Sistema OCB-AP Gilcimar Pureza e a Superintendente Patricia Sousa participaram do 13° Encontro de Lideranças das Cooperativas do Pará, além da inauguração da nova sede, a agenda contou com a realização da AGO da OCB Pará, oficinas de Planejamento e Excelência na Gestão. Em maio uma equipe de Cooperativas de Santarém visitará o Amapá, para discutir a abertura da filial de uma cooperativa de geração de energia solar. Um parque está sendo instalado naquele município, mas, unidades individuais por empreendimento já são possíveis. O Projeto em parceria da OCB Nacional com a Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV) e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável-GIZ visa o sistema de compensação micro e mini geração distribuída. Segundo o presidente Gilcimar Pureza, o Sistema OCB-AP promoverá um evento para discutir o tema no Amapá visto que se tem a oportunidade de aquisição de equipamentos pela área de livre comércio. No Brasil já são 51 Cooperativas gerando sua própria energia, produzindo 5Mwh com uma economia de 7 milhões por ano. [gallery type="slideshow" columns="4" size="full" ids="2279,2278,2277,2276" orderby="rand"]
Como parte da estratégia do Sicoob em expandir conhecimento e experiência social a partir do cooperativismo financeiro, o Instituto Sicoob de Desenvolvimento Sustentável passou em 2018 a ter alcance nacional e sede em Brasília (DF). O Instituto, que já atuava nos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Amapá, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo, agora conectará pessoas de todo o Brasil com o objetivo de apresentar o cooperativismo como alternativa para um mundo mais colaborativo.
Segundo o presidente do Instituto Sicoob, Marco Aurélio Almada, o Instituto tem um enorme valor estratégico para o Sistema. Almada conta que a nacionalização representa um novo passo para abrir importantes discussões voltadas ao desenvolvimento sustentável das áreas em que atuam as cooperativas do Sicoob.
“Precisamos nos apresentar como verdadeiramente somos: uma instituição financeira competitiva, mas que coopera e compartilha valores com a comunidade em que está. Em 2017, o Instituto Sicoob alcançou a marca de mais de 130 mil pessoas impactadas e 135 municípios atendidos”, declara.
VOLUNTARIADO
O diferencial do Instituto Sicoob está no banco de voluntariado formado por empregados, diretores e cooperados do Sistema. Só no ano passado, o Programa Voluntário Transformador totalizou mais de 1,3 mil voluntários cadastrados, um crescimento de 31% em um ano, somando mais de 5,3 mil horas de trabalho voluntário desenvolvido em prol das comunidades.
Além de garantir o desenvolvimento social da comunidade na qual está inserido, ao fazer parte do projeto, o indivíduo contribui para o seu crescimento pessoal, entrando em contato com valores essenciais para promoção da cidadania como democracia, igualdade, responsabilidade e solidariedade.
CIDADÃO
“Em um mundo no qual a informação é praticamente uma moeda, garantir o quinto princípio do cooperativismo de educar, formar e informar, é estar um passo à frente. O Instituto Sicoob começa sua atuação desde os mais jovens. No público do Programa Cooperativa Mirim, o número de alunos saltou de 25 para 587 em apenas quatro anos, e a promessa é de continuar expandindo esses ideais em todo o país. Formar uma geração mais consciente dos seus direitos e deveres é essencial para um futuro promissor”, afirma o superintendente do Instituto, Luiz Edson Feltrim.
EDUCAÇÃO
No eixo de Educação Cooperativista, mais de 61 mil pessoas foram sensibilizadas diretamente, número 43,5% maior em relação a 2016. O programa Cooperjovem, desempenhado pela associação em parceria com o Sescoop, avançou 52% de um ano para outro, atendendo mais de 29 mil alunos, em 215 escolas públicas e privadas.
Dentro do Programa Cooperativa Mirim, o Instituto Sicoob fundou as primeiras cooperativas com a participação do público infanto-juvenil da Região Norte do Brasil. Em 2017, o programa fechou o ano com 17 cooperativas mirins instituídas e mais de 580 associados.
O programa de Educação Financeira também cresceu e trouxe resultados significantes. Por meio dos programas, como as Palestras e o Se Liga Finanças, mais de 7 mil pessoas foram capacitadas. Já o pilar de Educação Ambiental oportunizou palestras e debates sobre o consumo consciente para mais de 3,5 mil pessoas.
INTERESSE PELA COMUNIDADE
O Instituto Sicoob para o Desenvolvimento Sustentável foi criado em 2004 com o objetivo de difundir a cultura cooperativista e contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável das comunidades. Atua em território nacional por meio de ações conjuntas e integradas com as cooperativas e na formação de voluntários para promover o desenvolvimento local.
A instituição tem como finalidade o sétimo princípio do cooperativismo, o interesse pela comunidade, ao fomentar a promoção de líderes comunitários com a cultura cooperativista. Sua metodologia está fundamentada no e no quinto princípio do cooperativismo: interesse pela comunidade e educação, formação e informação.
SICOOB
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,1 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 466 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação).
Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras.
A rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,6 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br
Fonte: Instituto Sicoob
Fonte: Instituto Sicoob
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A Cooperativa dos Produtores Agroextrativista do Maruanum (COOPAM) realizou no último sábado, 14, a AGO que tratou da prestação de contas e eleição do Conselho Fiscal. p
Participaram do evento os técnicos do Sistema OCB-AP, Amarildo Brazão e Maria Nascimento. O Presidente da Cooperativa Adesil Vitor agradeceu a participação e assessoria.
Na comunidade de Santo Antônio da Pedreira, produtores rurais, receberam orientações de Cooperativismo. A principal demanda é verticalização da produção de mandioca. Participaram da reunião com diretores da associação o Presidente da OCB-AP Gilcimar Pureza e a Superitendente Patrícia Sousa.
O Presidente falou que já há um projeto em curso que é o da COOPERCEDRO e todas as orientações foram passadas. Houve interesse deles de integração caso a COOPERCEDRO deseje discutir a produção.
“O ano de 2018 é muito importante! Temos pela frente a oportunidade de escrever um novo capítulo na história do nosso país, transformando dificuldades em crescimento. Afinal, o que queremos é um Brasil mais justo, mais ético, mais democrático, mais sustentável.”
A frase acima foi dita nesta quarta-feira pelo presidente do Sistema OCB no lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo – 2018, uma ferramenta de trabalho direcionada aos representantes dos Três Poderes da República, que contribuirá com o crescimento do cooperativismo e, também, com a economia do país.
O evento contou com a participação do presidente da República, Michel Temer, integrantes do governo, cerca de 40 parlamentares e representantes do movimento cooperativista brasileiro.
Segundo Márcio Freitas, o cooperativismo pode fazer, ainda mais, pelo desenvolvimento da economia. “Com o nosso jeito cooperativo de fazer negócios, gerar riquezas e multiplicar resultados, já assumimos importante destaque em setores como o agropecuário, o financeiro, o de saúde e o de transporte. E, como armazéns de confiança, as cooperativas assumem, também, o papel de protagonista desse processo de transformação”, argumenta.
Brasil Cooperativo
“Como disse o presidente Márcio, a palavra confiança é que alicerça o cooperativismo. E é exatamente o que alicerça, também, os avanços que temos tido no Brasil. Meu desejo é de que o Brasil se torne uma grande cooperativa e que todos cooperem entre si! Para mim, cooperar é operar junto! E essa cooperação, em conjunto, é que resulta em frutos muito saudáveis que têm sido colhidos por todos nós”, destaca o presidente da República, Michel Temer.
Sobre a situação do país, Temer asseverou: “A inflação está caindo, os juros estão diminuindo e nós estamos recuperando empregos e a economia. Temos de ser otimistas. Há dificuldades? Sim, nós temos. Assim como outros países têm! Mas eu digo: o Brasil voltou e com o apoio dos cooperados e das cooperativas voltou para ficar e ser, se Deus quiser, uma grande cooperativa!”
(clique aqui para ler outros trechos do discurso de Michel Temer
) Marco Regulatório “Em seu papel de inclusão, o cooperativismo pode ser o modelo de negócio mais viável para o desenvolvimento sustentável, já que se destaca pela participação democrática, independência e economia. O cooperativismo é resultado! É a capacidade de promover oportunidades! Nós, integrantes da Frencoop, temos o dever de traduzir essa magnitude em leis e políticas que favoreçam o seu marco regulatório ou que, pelo menos, não representem entraves para seu desenvolvimento, a fim de tornar o Brasil, uma nação cada vez mais cooperativista”, enfatizou o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Osmar Serraglio, em seu discurso. Agenda Institucional do Cooperativismo A Agenda Institucional do Cooperativismo
– 2018 está em sua 12ª edição e consolida as propostas que serão defendidas durante o ano junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e que englobam, além de questões sobre a regulamentação do cooperativismo, temas específicos a atividades econômicas, como Transporte, Saúde, Crédito, Agropecuária e Consumo. Destacam-se, como exemplo, os projetos de simplificação tributária para as cooperativas que, em determinados setores, passam pela bitributação (física e jurídica); de inclusão em programas de micro e pequenas empresas; do recolhimento de Imposto Sobre Serviço (ISS) por município das cooperativas de saúde, e do acesso aos recursos do FAT pelas cooperativas de crédito. A consolidação das propostas em uma agenda única do cooperativismo tem o intuito de promover a competitividade das cooperativas e apresentar o setor como uma alternativa econômica ao país. Fonte: Sistema OCB
) Marco Regulatório “Em seu papel de inclusão, o cooperativismo pode ser o modelo de negócio mais viável para o desenvolvimento sustentável, já que se destaca pela participação democrática, independência e economia. O cooperativismo é resultado! É a capacidade de promover oportunidades! Nós, integrantes da Frencoop, temos o dever de traduzir essa magnitude em leis e políticas que favoreçam o seu marco regulatório ou que, pelo menos, não representem entraves para seu desenvolvimento, a fim de tornar o Brasil, uma nação cada vez mais cooperativista”, enfatizou o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Osmar Serraglio, em seu discurso. Agenda Institucional do Cooperativismo A Agenda Institucional do Cooperativismo
– 2018 está em sua 12ª edição e consolida as propostas que serão defendidas durante o ano junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e que englobam, além de questões sobre a regulamentação do cooperativismo, temas específicos a atividades econômicas, como Transporte, Saúde, Crédito, Agropecuária e Consumo. Destacam-se, como exemplo, os projetos de simplificação tributária para as cooperativas que, em determinados setores, passam pela bitributação (física e jurídica); de inclusão em programas de micro e pequenas empresas; do recolhimento de Imposto Sobre Serviço (ISS) por município das cooperativas de saúde, e do acesso aos recursos do FAT pelas cooperativas de crédito. A consolidação das propostas em uma agenda única do cooperativismo tem o intuito de promover a competitividade das cooperativas e apresentar o setor como uma alternativa econômica ao país. Fonte: Sistema OCB
Ancara, capital da Turquia, foi palco da primeira reunião do Conselho Executivo da Organização Internacional das Cooperativas Agropecuárias (ICAO, na sigla em inglês), organismo setorial da Aliança Cooperativa Internacional e que tem um brasileiro como integrante. O evento ocorreu nos dias 5 e 6 e contou com a participação do presidente do Sistema OCB/MT, Onofre Cezário Filho, e, ainda, de representantes do cooperativismo da Coreia do Sul, da Finlândia, do Japão, da Malásia, da Noruega, da Polônia, da Uganda e da própria Turquia.
O objetivo é promover a integração, o intercâmbio de experiências e a intercooperação entre as cooperativas de produção primária. O ICAO foi criado em 1965 e tem sua sede operacional na Coreia do Sul. A organização é uma das oito entidades setoriais de representação de ramos subordinadas à ACI.
PAUTA
A reunião do comitê executivo abordou dois temas estratégicos ao cooperativismo global: o comércio entre cooperativas e a liderança feminina nos empreendimentos. Para tratar da temática comercial, as delegações foram convidadas a apresentar seus trabalhos na promoção do comércio de suas organizações membro. Parcerias com governos e entre cooperativas foram ressaltadas como um caminho essencial para acesso no acesso a mercados.
BRASIL
Segundo o representante do Brasil no Conselho de Administração da ACI, Onofre Filho, há muitas oportunidades para exportação de cooperativas brasileiras nos mercados asiáticos e europeus. “O principal interesse da participação da OCB nas atividades do ICAO é prospectar oportunidades para a inserção internacional de nossas cooperativas. O ICAO é uma plataforma importante para fomentar o comércio internacional e estimular a intercooperação. Estamos certos que uma parceria entre as organizações representativas de cada país poderia aumentar o fluxo comercial entre as cooperativas do Brasil, da Europa e da Ásia”, avalia.
Onofre chefiou a delegação brasileiro que participou da Reunião do Comitê Executivo do ICAO e conduzirá as negociações para implementação das parcerias comerciais discutidas durante o evento.
MULHER
A participação de mulheres na liderança das cooperativas foi o segundo assunto tratado na reunião. Com o objetivo de compartilhar suas experiências, dirigentes dos quatro continentes foram convidadas a compartilhar seu trabalho e a situação da participação feminina em seus países.
O Brasil foi representado por Isabela Weber, vice-presidente da Unicoton, cooperativa mato-grossense de produtores de algodão. Com 88 cooperados e 20 anos de fundação, a Unicoton atua nos mercados nacional e internacional.
A brasileira teve a oportunidade de contar sobre sua trajetória na lida do campo, bem como sua liderança na condução dos negócios da cooperativa. Nascida no âmbito de uma família de cooperativistas, Isabela também abordou questões relacionadas à sucessão familiar nas cooperativas brasileiras.
CASOS DE SUCESSO
Com uma programação voltada para o intercâmbio cultural, o evento contou ainda com relatos de dirigentes cooperativistas da Malásia, Coreia, Japão, Uganda e Finlândia. O objetivo dos intercâmbios promovidos pelo ICAO é facilitar a multiplicação de boas práticas.
No último dia do evento, as delegações tiveram a oportunidade de conhecer cooperativas agropecuárias turcas, localizadas na região da capital, Ancara. O grupo visitou plantas de processamento, embalagem e cultivo de mudas na cidade de Beypazari.
Quanto mais se conhece o Brasil, mais é possível pensar em políticas públicas que promovam o desenvolvimento sustentável do país. Por isso, a realização de censos, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é tão fundamental. Em parceria com a OCB, o IBGE está concluindo o levantamento de dados nas propriedades rurais, e já iniciou os preparativos para o Censo Demográfico 2020.
O assunto foi tratado nesta terça-feira (10/4), durante um seminário realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília, e que contou com a presença de parlamentares e representantes do Instituto, da OCB e de entidades parceiras.
Na ocasião, o presidente IBGE, Roberto Olinto, pediu apoio aos deputados para a realização do Censo Demográfico de 2020, que deve ter um custo total de R$ 3 bilhões. Ele explicou que, com o teto de gastos estabelecido pela Emenda Constitucional 95, apesar das muitas demandas para os orçamentos, as despesas só podem crescer de acordo com a inflação.
Olinto explicou, ainda, que esse tipo de levantamento é importante, por exemplo, para as discussões relativas à distribuição de impostos federais entre estados e municípios. Isso porque a divisão depende do tamanho da população. “Sem o censo demográfico, o Brasil não vai conseguir trabalhar na agenda 2030 das Nações Unidas de Desenvolvimento Sustentável. Vários desses indicadores são basicamente obtidos no censo”, disse.
PREVIDÊNCIA
Cláudio Crespo, diretor de Pesquisas do IBGE, disse que é importante monitorar a concentração da população em grandes cidades. Segundo ele, mais de 60% da população vive em cerca de 400 dos 5.570 municípios. “O crescimento da população deve ser revertido a partir de 2040 e os dados de envelhecimento são importantes para a discussão das contas da Previdência Social”, afirmou.
AGROPECUÁRIO
O deputado Carlos Melles (MG), presidente da Frente Parlamentar de Geografia, Estatística e Meio Agroambiental, ressaltou a importância do Censo Agropecuário de 2017, que deve ter os primeiros resultados conhecidos em julho. "Vai dar para saber como o produtor está vivendo, que tecnologia ele está usando, que grau de escolaridade ele tem, se ele já é filho ou neto, ver como está o êxodo rural. Isso é fundamental para a formulação e execução do setor mais importante do Brasil, que é o agropecuário", argumenta.
COOPERATIVISMO
Desde outubro do ano passado, milhares de recenseadores do IBGE têm cruzado o país, de Norte a Sul, a pé, de carro, de ônibus e até em bicicletas, para obter o mais completo raio X do setor produtivo brasileiro. É o Censo Agropecuário 2017, realizado com o apoio OCB e que, até então, já visitou mais de 96,5% dos estabelecimentos rurais do país.
Segundo o IBGE, a intenção é visitar 5,3 milhões de propriedades. Este universo é o mesmo encontrado no último Censo Agro, realizado há 12 anos. Até o momento, o Rio Grande do Norte é o estado com o menor percentual de coleta, com visita a 75,6% das propriedades rurais, seguido por Alagoas (76,5%), Maranhão (76,7%), Rio Grande do Sul (81,9%) e Paraná (81,9%).
Esses percentuais, segundo o IBGE, são calculados em relação ao número de estabelecimentos encontrados pelo censo de 2006, contudo, depois de mais de uma década e com a possibilidade de incorporação entre propriedades, por exemplo, pode ser que, nesses estados, o número de estabelecimentos rurais tenha diminuído. Assim, a coleta pode estar mais próxima do fim do que se esperava inicialmente. A expectativa do IBGE é de que o número exato de estabelecimentos existente no país seja conhecido em julho de 2018.
Até lá, e considerando as dificuldades regionais encontradas ao longo do período do Censo, tais como regiões alagadas e transporte, os recenseadores continuarão a visita aos estabelecimentos rurais durante os próximos meses para finalização do trabalho nessas áreas remanescentes.
APOIO
Desde o início das visitas, o IBGE sempre contou com o apoio da OCB, que se dedicou a sensibilizar cooperativas e cooperados a contribuir com o Censo, participando ativamente do processo de levantamento de informações no campo brasileiro.
“A participação das cooperativas é extremamente importante para a conclusão do Censo Agropecuário 2017 e para o panorama da atividade agropecuária brasileira. Por isso, a OCB tem estimulado participação ativa dos cooperados, sobretudo, no repasse do maior número possível de informações sobre a atividade rural da propriedade”, explica a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Motta.
(Com informações da Agência Câmara Notícias)
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O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, e o Conselheiro do Sescoop-AP, Rogério Alcântara, reuniram na tarde desta quarta-feira, 11, com líderes da mineração de todo estado para traçar uma programação que irá reunir iniciativas a favor da mineração no Amapá. As agendas ocorrerão em maio.
A extensa agenda do Ramo Mineral das Cooperativas do Amapá inicia com o Encontro Estadual onde será lançado a "Carta dos Garimpeiros do Amapá", contra criminalização do setor e a falta de políticas públicas de apoio, que será realizado em Macapá.
"No Encontro Estadual pretendemos celebrar um Acordo de Cooperação com a UEAP, para dar suporte as condicionantes ambientais exigidas por lei a ser realizada pelos alunos de Engenharia Florestal, Química e de Produção e diagnóstico do Ramo Mineral das Cooperativas do Amapá", destacou Gilcimar Pureza.
Em seguida, os representantes do setor irão até Brasília para Audiência no Ministério da Indústria e Comércio onde irão entregar a Carta dos Garimpeiros do Amapá.
A agenda também prevê o Intercâmbio na
Cooperativa de Peixoto, no Mato Grosso, para conhecer as boas práticas de gestão ambiental e Inovação Tecnológica.
"Precisamos de iniciativas desta natureza. A OCB-AP e o presidente Gilcimar tem tido o entendimento necessário que precisamos para avançar e ter o devido reconhecimento e fortalecimento. Vamos caminhar juntos e unidos com as demais cooperativas", destacou o presidente da COEMAP, Chico Nogueira.
Estiveram presentes representantes das seguintes Cooperativas: COOMEJE - Laranjal do Jari, COOPVALE - Pedra Branca, COOPGAVIN - Porto Grande, COOGACA - Tartarugalzinho, COOMING - Pedra Branca, COOGAL - Calçoene e COEMAP - Sede Macapá.

Com a aprovação da Lei que cria o Marco Legal da Ciência, e Inovação Tecnológica que possibilita a ampliação da parceria público-privada, para incentivar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica. Na última quinta-feira, 05, estiveram na OCB para discutir termos de cooperação o reitor da Universidade Estadual do Amapá (UEAP) Prof. Dr. Perseu da Silva Aparício, o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico de Macapá, Luciano Dias, os representantes da Empresa Amapá Telhas, Wagner e Aline Carvalho e a Assessora de Marketing, Flávia Silva, com equipe do Sistema OCB-AP, Presidente Gilcimar Pureza, e a superintendente Patrícia Sousa. A discussão inicial se deu a partir da demanda de olarias do Amapá de aproveitamento do caroço do Açaí, que se desdobraram em outras parcerias por solicitação do Reitor da UEAP, que colocou a necessidade de estágio dos alunos de Engenharia Ambiental, Engenharia de Pesca, de Engenharia de Produção, Engenharia Florestal e Engenharia Química, que podem atuar nos diagnósticos de mineração, de resíduos sólidos como do açaí das batedeiras e seu aproveitamento, nas agroindústrias e outras ações a partir da atuação da Empresa Júnior e dos equipamentos q estão sendo adquiridos pela UEAP que pode servir as Cooperativas. A SEMDEC, através do Secretário Luciano Dias, solicitou parceria para atuação na cidade de Macapá na modernização e implementação de feiras e capacitação de produtores familiares nos distritos iniciando pelo Pacuí, com mandiocultura e Açaí. Deliberaram que as equipes técnicas reunirão para ajustar responsabilidades de cada parte, envolvendo também a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia para assinatura dos termos e início das atividades com os alunos já para o mês de abril por conta das ações que já estão em curso. O Sistema OCB-AP, mapeará outras demandas dos setores que possam ser apoiados pelos formandos dessas graduações. Com a aprovação da Lei que cria o Marco Legal da Ciência, e Inovação Tecnológica que possibilita a ampliação da parceria público-privada, para incentivar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica. Na última quinta-feira, 05, estiveram na OCB para discutir termos de cooperação o reitor da Universidade Estadual do Amapá (UEAP) Prof. Dr. Perseu da Silva Aparício, o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico de Macapá, Luciano Dias, os representantes da Empresa Amapá Telhas, Wagner e Aline Carvalho e a Assessora de Marketing, Flávia Silva, com equipe do Sistema OCB-AP, Presidente Gilcimar Pureza, e a superintendente Patrícia Sousa. A discussão inicial se deu a partir da demanda de olarias do Amapá de aproveitamento do caroço do Açaí, que se desdobraram em outras parcerias por solicitação do Reitor da UEAP, que colocou a necessidade de estágio dos alunos de Engenharia Ambiental, Engenharia de Pesca, de Engenharia de Produção, Engenharia Florestal e Engenharia Química, que podem atuar nos diagnósticos de mineração, de resíduos sólidos como do açaí das batedeiras e seu aproveitamento, nas agroindústrias e outras ações a partir da atuação da Empresa Júnior e dos equipamentos q estão sendo adquiridos pela UEAP que pode servir as Cooperativas. A SEMDEC, através do Secretário Luciano Dias, solicitou parceria para atuação na cidade de Macapá na modernização e implementação de feiras e capacitação de produtores familiares nos distritos iniciando pelo Pacuí, com mandiocultura e Açaí. Deliberaram que as equipes técnicas reunirão para ajustar responsabilidades de cada parte, envolvendo também a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia para assinatura dos termos e início das atividades com os alunos já para o mês de abril por conta das ações que já estão em curso. O Sistema OCB-AP, mapeará outras demandas dos setores que possam ser apoiados pelos formandos dessas graduações.


Durante os dias 27 e 28 de março o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, cumpriu agenda em Brasília, onde participou da reunião com Presidente Márcio Freitas e o Superintendente Renato Nobile, na ocasião tratou do projeto para celebrar os 30 anos da OCB Amapá, que será posto em pauta neste mês de abril na reunião do Conselho de Administração. Na pauta também esteve as tratativas do Ramo Mineral que deverá ser precedido de um Encontro em Macapá com as Cooperativas de Garimpeiros. Já na Assembleia Geral da OCB, Gilcimar representou a região Norte, e entre outros assuntos no Plano de Trabalho 2018 está prevista ações como aceleradora de negócios das cooperativas, eventos preparatórios para o Congresso Brasileiro de Cooperativismo em 2019, consolidação de compêndio de Jurisprudência para apoio jurídico as Cooperativas, eventos de reconhecimento da ONU no Brasil sobre o Programa Dia C e Dia de Cooperar. Gilcimar, participou ainda, da agenda com assessoria do Deputado Marcos Reàtegui, que tratará da reunião no Ministério de Minas e Energia durante a programação do Intercâmbio. A força do Cooperativismo Os números atualizados do Cooperativismo são 6.857 cooperativas, 13,2 milhões de cooperados, 376 mil empregos diretos gerados pelas cooperativas.

A Casa do Cooperativismo Amapaense recebeu na manhã desta segunda-feira, 26, o lançamento do Programa Peixe Popular para a Semana Santa do Governo do Amapá. No auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB-AP) estiveram presentes representantes das Associações e Cooperativas de Pesca, parlamentares, secretários de Governo e lideranças do Cooperativismo. O programa Peixe Popular é uma ação continuada do Governo do Estado, que visa fortalecer a atividade pesqueira nas colônias, cooperativas e piscicultores, além de oferecer à população um produto nobre da região com preço mais acessível. A OCB-AP apoia iniciativas que mobilizam e fortalecem o setor pesqueiro. "Estamos de portas abertas para colaborar e trabalhar em conjunto. A OCB é a casa do Cooperativismo e sempre defenderá todos os setores que a integram", destacou o presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza. "O cooperativismo tem a pujança que precisamos para que nosso estado cresça e desenvolva. Por isso, nosso trabalho segue focado nesse propósito e parceria com a OCB e o Governo do Amapá", ressaltou o deputado Federal, Marcos Reátegui. O presidente da Pescap, Edson França, informou que a comercialização de pescado a preços populares este ano, amplia o alcance para nove municípios do Amapá, durante a Semana Santa. E também ressaltou a importância do trabalho da OCB. "A OCB é uma grande parceira e o presidente Gilcimar Pureza tem sido incansável em defesa das cooperativas, por isso, fizemos questão desse lançamento aqui na Casa do Cooperativismo. A previsão é que 150 toneladas de peixes sejam vendidas em todo o estado de 27 a 30 de março, com a oferta de 40 espécies. Na capital teremos mais de dez pontos em bairros diferentes para prestigiar toda população".

A cooperativa COVEM realizou sua assembleia geral Ordinária com o apoio do Sistema OCB-AP, obedecendo a lei 5.5764/71 e praticando os princípios do sistema cooperativista. Na oportunidade a COVEM tratou sobre a prestação de contas do exercício de 2017 e a eleição e posse do conselho fiscal e de ética.

O Sistema OCB-AP e Sescoop-AP realizaram as reuniões dos Conselhos Administrativo e Fiscal. Os encontros marcaram o retorno do presidente Gilcimar Pureza, ao comando da casa. Em ambas as ocasiões, o presidente informou aos Conselheiros sua agenda do próximo dia 26 de março, com a participação na Assembleia Geral da OCB que ocorrerá em Brasília, na qual ele representará a Região Norte no Conselho de Administração. "Aproveitarei a Assembleia para tratar da celebração dos 30 anos da OCB-AP, além da agenda no Ministério de Minas e Energia para alinhar a realização do intercâmbio do Ramo Mineral das cooperativas do Amapá no Mato Grosso em abril", destacou Gilcimar Pureza. O presidente agradeceu a confiança e o apoio de todos e informou que em breve convocará a Assembleia Geral Ordinária da OCB-AP, e que a AGE marcada pro dia 27 de março está cancelada por perda do objeto a ser tratado conforme estatuto.

A atuação de cooperativas no mercado de seguros é uma realidade em quase 80 países e beneficia cerca de 915 milhões de pessoas (físicas e jurídicas). Aqui, no Brasil, essa prática está perto de ocorrer também. É que o relator do PL nº 3139/2015, deputado Vinícius Carvalho (SP), apresentou, nesta terça-feira, na Câmara Federal, um texto substitutivo que amplia a possibilidade da oferta de seguros por entes cooperados. Originalmente, o texto do PL vedava a participação das cooperativas nesse mercado. Cabe, agora, aos integrantes da Comissão Especial, criada especificamente para debater a matéria, apresentar suas contribuições ao texto, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Após a deliberação do Colegiado, o projeto será analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para o Senado Federal. INCENTIVO A Lei Geral das Cooperativas (Lei nº 5.764/1971) incentiva o cooperativismo brasileiro a atuar em qualquer setor e atividade econômica. Por isso, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representante do setor cooperativista no país, tem participado das discussões sobre o tema na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a fim de subsidiar a regulamentação nacional das cooperativas de seguros, a partir de modelos internacionais bem-sucedidos. REPRESENTATIVIDADE Atualmente, existem mais de cinco mil cooperativas e mutuais focadas em seguros – veículos leves e de carga, vida, funerário – atuando em todo o mundo. A participação delas no mercado global do setor chega a 24%, segundo dados da Federação Internacional do Seguro Cooperativo e Mutual, ligada à Aliança Cooperativa Internacional.

Escolha deverá ser confirmada durante Assembleia Geral Do setor pesqueiro, cooperativista há 18 anos e atuante junto ao cooperativismo do Amapá, Denei Oliveira, foi o nome escolhido pelo Conselho Administrativo para assumir à presidência do Sistema OCB-AP. Denei, havia assumido interinamente a presidência em janeiro, vaga antes ocupada por Gilcimar Pureza, o qual teve um excelente trabalho junto ao cooperativismo local. Após 60 dias a frente do Sistema, o Conselho de Administração atendendo regras do Estatuto, indicou Denei de Oliveira como Presidente efetivo do Sistema OCB/SESCOOP-AP, e a indicação será homologada pela Assembleia Geral no dia 27 de março. “Fico muito honrado e feliz. É um compromisso que tenho encarado com muita responsabilidade, e acima de tudo, contado com o apoio de todos que integram o Sistema. Estamos focados e acompanhando de perto o trabalho desenvolvido em todo estado. Tenho certeza que teremos uma gestão vitoriosa com a união de todos”, destacou Denei.

O Sistema OCB-AP realizou a palestra de cooperativismo para os produtores da agricultura familiar e pescadores interessados em constituir uma cooperativa do Ramo agropecuário. O grupo recebeu orientações relacionadas aos direitos e deveres dos cooperados e quanto as obrigações da cooperativa, o papel de cada cooperado e a importância da OCB/AP e do SESCOOP/AP para as cooperativas. O grupo já dispõe de um local onde funcionará a sede administrativa da cooperativa além de demonstrar organização na concepção dos primeiros passos. “O objetivo da palestra é fazer nossas cooperativas nascerem com qualidade, dinamismo na operacionalidade e acima de tudo responsabilidade na condução dos trabalhos”, destacou a Gerente Administrativa do Sistema OCB-AP, Maria Nascimento.

Em Mazagão, o Sistema OCB-AP levou conhecimento sobre o Cooperativismo aos sócios cooperados da CAMAIPI. O objetivo é agregar mais conhecimento ao ramo em que eles atuam visando o comprometimento e a responsabilidade de sócios com a cooperativa. “Quando se sabe quem é e onde se quer chegar fica mais fácil alcançar o objetivo. E para nós da cooperativa é muito importante que nossos cooperados tenham educação cooperativista”, destacou o presidente da CAMAIPI, Wilton Duarte. “A cooperativa CAMAIPI está passando por um processo de organização interna, acredita-se que através da capacitação e do treinamento aos seus cooperados, se alcançará de forma mais efetiva seu objetivo que é estar entre as melhores no mercado”, explicou a Gerente Administrativa da OCB-AP, Maria Nascimento. A cooperativa conta hoje com profissionais capacitados para atuar na administração da cooperativa, e na última assembleia Ordinária finalizou o exercício com saldo positivo tanto em caixa quanto nas ações da cooperativa. Na assembleia foram tratados assuntos como aprovação do Relatório de gestão do exercício de 2017 e foi apresentado o Plano de atividades para o exercício de 2018 e eleição do conselho Fiscal. [gallery columns="6" ids="2149,2150,2151,2152,2153,2154,2155,2156,2157,2158,2159,2160,2161"]

Na Câmara de Vereadores de Laranjal do Jari foi destacada a importância da instalação da FRENCOOP. O Sistema OCB-AP apresentou aos parlamentares o papel das cooperativas no município e o segmento de atuação através da Frente Parlamentar do Cooperativismo. A Frente foi instalada em alguns municípios e estados, e com isso através do poder legislativo tem construido políticas públicas voltadas as cooperativas com o objetivo de trazer desenvolvimento a comunidade e qualidade de vida as pessoas. Os vereadores sinalizaram o interesse na instalação da frente na Casa de Leis e encabeçar o trabalho para fortalecer o cooperativismo no município.
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COOPERFLORA é referência no beneficiamento de castanha no Vale do Jari[/caption] Na Cooperativa Mista Agroextrativista dos Produtores do Vale do Jari (COOPERFLORA) a equipe do Sistema OCB-AP visitou a Fábrica de castanha da cooperativa que hoje é referência em Laranjal do Jari no beneficiamento da castanha. “Através da cooperativa queremos transformar a vida das pessoas trazendo oportunidade não apenas para os sócios cooperados, mas também, para toda a comunidade onde a cooperativa está inserida, e vamos conseguir”, compartilhou o presidente da COOPERFLORA, Mariolando Araújo. Durante a visita foi apresentado a dinâmica de trabalho da Cooperativa, o crescimento da mesma e as dificuldades enfrentadas pelo setor.

COOPERFLORA é referência no beneficiamento de castanha no Vale do Jari[/caption] Na Cooperativa Mista Agroextrativista dos Produtores do Vale do Jari (COOPERFLORA) a equipe do Sistema OCB-AP visitou a Fábrica de castanha da cooperativa que hoje é referência em Laranjal do Jari no beneficiamento da castanha. “Através da cooperativa queremos transformar a vida das pessoas trazendo oportunidade não apenas para os sócios cooperados, mas também, para toda a comunidade onde a cooperativa está inserida, e vamos conseguir”, compartilhou o presidente da COOPERFLORA, Mariolando Araújo. Durante a visita foi apresentado a dinâmica de trabalho da Cooperativa, o crescimento da mesma e as dificuldades enfrentadas pelo setor.