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Por sua capacidade de gerar trabalho, emprego e renda, aliando o social ao econômico e, assim, transformando realidades ao redor do mundo, mais de 1,2 bilhão de cooperados, em 107 países, celebrarão em 7 de julho, o Dia Internacional do Cooperativismo. A data é estimulada pela Aliança Cooperativa Interancional (ACI), organismo de representação global das cooperativas, da qual a OCB faz parte.
A ideia da ACI é que, nessa data, as cooperativas ao redor do globo, num mesmo dia, realizem ações que mostrem a força do cooperativismo. Por isso, todos os anos, a Aliança define um tema e um slogan para marcar a celebração. Assim, neste ano, o tema Consumo e Produção Responsável faz referência ao Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 12 (clique aqui para conhecer
), estabelecido pela ONU, visando a erradicação da pobreza no mundo até 2030. Quanto ao slogan, a ACI propôs o seguinte: “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”. NO BRASIL Aqui no Brasil, desde 2015, o Sistema OCB decidiu promover duas celebrações na mesma data: o Dia Internacional do Cooperativismo, que sempre ocorre no primeiro sábado do mês de julho, e o Dia de Cooperar, um movimento composto por iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, em todos os estados brasileiros, e que estão alinhadas com os ODS, da Onu. Entretanto, por conta dos jogos da Copa do Mundo, o Sistema OCB decidiu antecipar em uma semana as duas celebrações. Assim, as cooperativas brasileiras, apoiadas pelas organizações estaduais e unidade nacional do Sistema OCB realizarão suas ações e iniciativas no dia 30 de junho. MENSAGEM GLOBAL Confira abaixo a mensagem da ACI direcionada às cooperativas de todo o mundo a respeito do Dia Internacional do Cooperativismo: 96º DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO 24º DIA INTERNACIONAL DE COOPERATIVAS DAS NAÇÕES UNIDAS Sociedades sustentáveis por meio da cooperação No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional das Cooperativas. Por meio do slogan Sociedades Sustentáveis através da cooperação, mostraremos que, graças aos nossos valores, princípios e estruturas de governança, as cooperativas possuem tanto sustentabilidade quanto resiliência em sua essência, já que o interesse pela comunidade é o sétimo de seus princípios orientadores. A Aliança Cooperativa Internacional está incentivando seus associados a usarem a hashtag #CoopsDay e o guia dos cooperados
(versão em espanhol) para divulgar o evento. “Nós representamos 1,2 bilhão de cooperados. Não há outro movimento econômico, social e político no mundo que, em menos de 200 anos, tenha crescido tanto quanto nós. Mas o crescimento não é o mais importante. Nós consumimos, produzimos e usamos os recursos que o planeta nos dá, de forma cuidadosa e com muito respeito ao meio ambiente e com as comunidades. É por isso que somos um parceiro fundamental para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ”, afirma o presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guarco. Sociedades sustentáveis são aquelas que correspondem aos limites ambientais, sociais e econômicos e conduzem ao crescimento. Por sua própria natureza, as cooperativas desempenham um papel triplo: • Como atores econômicos, criam oportunidades de emprego, meios de subsistência e geração de renda; • Como empresas centradas nas pessoas com objetivos sociais, contribuem para a igualdade e justiça social; • Como instituições democráticas, são controladas por seus associados, desempenhando papel de liderança na sociedade e nas comunidades locais. Enquanto um relatório recente da PwC
mostrou que duas em cada cinco empresas ainda ignoram ou não possuem engajamento significativo com os ODS, as cooperativas assumiram a liderança. As cooperativas têm participação importante para cumprir todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e seus alvos associados. Em 2016, a Aliança Cooperativa Internacional lançou a campanha Coops For 2030
para demonstrar o compromisso das cooperativas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e celebrar a contribuição cooperativa para tornar o mundo um lugar melhor. As cooperativas têm experiência na construção de sociedades sustentáveis e firmes. Por exemplo, muitas cooperativas agrícolas trabalham para manter a longevidade da terra onde cultivam, por meio de práticas agrícolas sustentáveis. As cooperativas de consumo, cada vez mais, apoiam o abastecimento sustentável de seus produtos e educam os consumidores sobre o consumo responsável. As cooperativas habitacionais ajudam a garantir moradias seguras e acessíveis. Os bancos cooperativos contribuem para a estabilidade graças à sua proximidade aos seus clientes e proporcionam acesso a financiamento a nível local e são abrangentes mesmo em áreas remotas. As cooperativas de serviços estão envolvidas no acesso rural à energia e à água, e muitas delas estão engajadas na liderança da transição energética para contribuir com a democratização da energia elétrica. As cooperativas sociais e de trabalho em diversos setores (saúde, comunicações, turismo, etc.) visam fornecer bens e serviços de maneira eficiente, criando empregos sustentáveis e de longo prazo – e elas o fazem cada vez mais de maneira amigável ao planeta. “No Dia Internacional das Cooperativas, vamos mostrar ao mundo: que é possível crescer com democracia, igualdade e justiça social; que nossas sociedades não podem continuar desperdiçando recursos e excluindo pessoas; que devemos melhorar o presente e preservar o futuro para as próximas gerações; e que nos orgulhamos de fazer parte desse movimento. Um movimento com valores e princípios. Um movimento comprometido com a justiça social e a sustentabilidade ambiental”, afirma Guarco. Fonte: sistemaocb
), estabelecido pela ONU, visando a erradicação da pobreza no mundo até 2030. Quanto ao slogan, a ACI propôs o seguinte: “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”. NO BRASIL Aqui no Brasil, desde 2015, o Sistema OCB decidiu promover duas celebrações na mesma data: o Dia Internacional do Cooperativismo, que sempre ocorre no primeiro sábado do mês de julho, e o Dia de Cooperar, um movimento composto por iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, em todos os estados brasileiros, e que estão alinhadas com os ODS, da Onu. Entretanto, por conta dos jogos da Copa do Mundo, o Sistema OCB decidiu antecipar em uma semana as duas celebrações. Assim, as cooperativas brasileiras, apoiadas pelas organizações estaduais e unidade nacional do Sistema OCB realizarão suas ações e iniciativas no dia 30 de junho. MENSAGEM GLOBAL Confira abaixo a mensagem da ACI direcionada às cooperativas de todo o mundo a respeito do Dia Internacional do Cooperativismo: 96º DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO 24º DIA INTERNACIONAL DE COOPERATIVAS DAS NAÇÕES UNIDAS Sociedades sustentáveis por meio da cooperação No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional das Cooperativas. Por meio do slogan Sociedades Sustentáveis através da cooperação, mostraremos que, graças aos nossos valores, princípios e estruturas de governança, as cooperativas possuem tanto sustentabilidade quanto resiliência em sua essência, já que o interesse pela comunidade é o sétimo de seus princípios orientadores. A Aliança Cooperativa Internacional está incentivando seus associados a usarem a hashtag #CoopsDay e o guia dos cooperados
(versão em espanhol) para divulgar o evento. “Nós representamos 1,2 bilhão de cooperados. Não há outro movimento econômico, social e político no mundo que, em menos de 200 anos, tenha crescido tanto quanto nós. Mas o crescimento não é o mais importante. Nós consumimos, produzimos e usamos os recursos que o planeta nos dá, de forma cuidadosa e com muito respeito ao meio ambiente e com as comunidades. É por isso que somos um parceiro fundamental para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ”, afirma o presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guarco. Sociedades sustentáveis são aquelas que correspondem aos limites ambientais, sociais e econômicos e conduzem ao crescimento. Por sua própria natureza, as cooperativas desempenham um papel triplo: • Como atores econômicos, criam oportunidades de emprego, meios de subsistência e geração de renda; • Como empresas centradas nas pessoas com objetivos sociais, contribuem para a igualdade e justiça social; • Como instituições democráticas, são controladas por seus associados, desempenhando papel de liderança na sociedade e nas comunidades locais. Enquanto um relatório recente da PwC
mostrou que duas em cada cinco empresas ainda ignoram ou não possuem engajamento significativo com os ODS, as cooperativas assumiram a liderança. As cooperativas têm participação importante para cumprir todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e seus alvos associados. Em 2016, a Aliança Cooperativa Internacional lançou a campanha Coops For 2030
para demonstrar o compromisso das cooperativas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e celebrar a contribuição cooperativa para tornar o mundo um lugar melhor. As cooperativas têm experiência na construção de sociedades sustentáveis e firmes. Por exemplo, muitas cooperativas agrícolas trabalham para manter a longevidade da terra onde cultivam, por meio de práticas agrícolas sustentáveis. As cooperativas de consumo, cada vez mais, apoiam o abastecimento sustentável de seus produtos e educam os consumidores sobre o consumo responsável. As cooperativas habitacionais ajudam a garantir moradias seguras e acessíveis. Os bancos cooperativos contribuem para a estabilidade graças à sua proximidade aos seus clientes e proporcionam acesso a financiamento a nível local e são abrangentes mesmo em áreas remotas. As cooperativas de serviços estão envolvidas no acesso rural à energia e à água, e muitas delas estão engajadas na liderança da transição energética para contribuir com a democratização da energia elétrica. As cooperativas sociais e de trabalho em diversos setores (saúde, comunicações, turismo, etc.) visam fornecer bens e serviços de maneira eficiente, criando empregos sustentáveis e de longo prazo – e elas o fazem cada vez mais de maneira amigável ao planeta. “No Dia Internacional das Cooperativas, vamos mostrar ao mundo: que é possível crescer com democracia, igualdade e justiça social; que nossas sociedades não podem continuar desperdiçando recursos e excluindo pessoas; que devemos melhorar o presente e preservar o futuro para as próximas gerações; e que nos orgulhamos de fazer parte desse movimento. Um movimento com valores e princípios. Um movimento comprometido com a justiça social e a sustentabilidade ambiental”, afirma Guarco. Fonte: sistemaocb

O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, recebeu nesta quarta o Superintendente dos Correios no Amapá, Heráclito Mendes, para discutir o lançamento do Selo Comemorativo dos 30 Anos de fundação da OCB no Amapá. Segundo o Superintendente Heráclito Mendes, o selo integrará o acervo Nacional do Museu do Selo. "É uma forma de registro para posteridade de uma instituição que fez história e que contribuiu diretamente com o desenvolvimento do Amapá" afirmou o presidente Gilcimar Pureza. Participaram da reunião a Superintendente do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa, e a Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira. A meta é lançar o Selo no dia 30 de Junho no Dia de Cooperar.
A audiência pública ocorreu na Assembleia Legislativa promovida pela cooperativa COOEMAP, por requerimento do Deputado Estadual Pedro Dalua, que discutiu os problemas da paralização da atividade garimpeira e os problemas das atividades agrícolas em Tartarugalzinho.
Segundo a Presidente da COOPERCEDRO, Sandra Siqueira, solo e subsolo estão nas mãos de multinacionais.
O Presidente da COOEMAP, Chico Nogueira, afirmou que os Garimpeiros buscam se organizar e os meios legais, mas é negligenciado ao cidadão local porque multinacionais conseguem licença de pesquisa mas não operam, e fazem de reserva particular um patrimônio que é do povo brasileiro.
Houve ainda, reunião com líderes das Cooperativas de Garimpeiros na OCB-AP que discutiu na agenda de trabalho a fundação da Federação para junho.
Participou da reunião representando a UNIFAP a acadêmica de jornalismo, Rayane Penha informando que a UNIFAP aprovou projeto na Fundação Brasil de Direitos Humanos para realizar uma pesquisa evidenciando o garimpeiro do Amapá e que será uma referência nacional pois não há trabalho similar publicado. Participaram ainda, representantes das Cooperativas COOEMAP, COOTA, COOGAL, COOPGAVIN, COOMING e MINACOOP. Além dos dirigentes da OCB-AP, Gilcimar Pureza e Rogério Alcântara.


A Presidência da República publicou, na última semana, o Decreto nº 9.395/2018
, que amplia até 31 de dezembro de 2018 o prazo para requerer a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme previsto no § 3º do art. 29 da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. O pedido de prorrogação foi um pleito conjunto da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Na visão da OCB, a prorrogação é positiva não propriamente por conta do CAR, que, conforme dados da Embrapa Territorial, já possui mais de 94% das propriedades rurais do país cadastradas, e sim por conta do prazo de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao CAR, desde a sanção da Lei nº 13.335/2016
(oriunda da MPV 724/2016). Uma vez encerrado tal prazo, há a insegurança jurídica de que as áreas rurais consolidadas não mais possam ser regularizadas com as regras diferenciadas do novo Código Florestal, as quais são fundamentais para compatibilizar a proteção do meio ambiente com a produção de alimentos no país. Em termos práticos, corria-se o risco de que o regramento diferenciado para o proprietário de imóvel rural com área consolidada fosse considerado encerrando antes mesmo de o poder público cumprir sua obrigação de analisar integralmente o Cadastro Ambiental Rural e de promover a efetiva implantação do Programa de Regularização Ambiental em nível estadual. Próximos passos Nos próximos meses, OCB, CNA, FPA e outras entidades do setor agropecuário estarão reunidas com o objetivo de sugerir a implantação de medidas que possam equacionar a questão de forma definitiva.
, que amplia até 31 de dezembro de 2018 o prazo para requerer a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme previsto no § 3º do art. 29 da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. O pedido de prorrogação foi um pleito conjunto da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Na visão da OCB, a prorrogação é positiva não propriamente por conta do CAR, que, conforme dados da Embrapa Territorial, já possui mais de 94% das propriedades rurais do país cadastradas, e sim por conta do prazo de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao CAR, desde a sanção da Lei nº 13.335/2016
(oriunda da MPV 724/2016). Uma vez encerrado tal prazo, há a insegurança jurídica de que as áreas rurais consolidadas não mais possam ser regularizadas com as regras diferenciadas do novo Código Florestal, as quais são fundamentais para compatibilizar a proteção do meio ambiente com a produção de alimentos no país. Em termos práticos, corria-se o risco de que o regramento diferenciado para o proprietário de imóvel rural com área consolidada fosse considerado encerrando antes mesmo de o poder público cumprir sua obrigação de analisar integralmente o Cadastro Ambiental Rural e de promover a efetiva implantação do Programa de Regularização Ambiental em nível estadual. Próximos passos Nos próximos meses, OCB, CNA, FPA e outras entidades do setor agropecuário estarão reunidas com o objetivo de sugerir a implantação de medidas que possam equacionar a questão de forma definitiva.
A Presidência da República sancionou, na última semana, a Lei nº 13.670/2018
, oriunda do PL 8.456/2017 (PLC 52/2018), do Poder Executivo, que pôs fim à política de desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia. Após ampla mobilização da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o texto sancionado manteve na política os códigos de aves, suínos e peixes, que contribuirão com a alíquota de 1% sobre a receita bruta, conforme prevê a legislação atual. A política de desoneração terá vigência até dia 31 de dezembro de 2020, para aqueles setores que mantiveram o benefício. Os novos recursos arrecadados serão usados para compensar parte do impacto da redução no valor do litro do óleo diesel nas refinarias. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no caso do segmento de aves, suínos e peixes, os dados obtidos das cooperativas demonstram que a política teve, sim, nos últimos anos, papel relevante para o aumento dos postos de trabalho, continuidade dos investimentos e manutenção da competitividade no mercado exterior. “Mesmo em tempos de estagnação econômica, de embargos internacionais e de elevação do custo de insumos, nosso setor continuou investindo e empregando, contando com o papel importante da desoneração neste processo”, destacou Freitas. Autores das emendas que mantinham o setor de aves, suínos e pescados, os deputados Valdir Colatto (SC) e Osmar Serraglio (PR) comemoraram a manutenção do setor na política, tendo em vista seu efeito multiplicador para a ampliação de investimentos e geração de empregos no setor. “Reconhecemos, assim, aqueles que têm levantado a economia do Brasil, mesmo em tempos adversos. Nas cooperativas, o impacto positivo da política é maior, pois é revertido para a geração de renda dos próprios produtores e, logo, da comunidade onde se inserem”, destacou Serraglio.
, oriunda do PL 8.456/2017 (PLC 52/2018), do Poder Executivo, que pôs fim à política de desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia. Após ampla mobilização da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o texto sancionado manteve na política os códigos de aves, suínos e peixes, que contribuirão com a alíquota de 1% sobre a receita bruta, conforme prevê a legislação atual. A política de desoneração terá vigência até dia 31 de dezembro de 2020, para aqueles setores que mantiveram o benefício. Os novos recursos arrecadados serão usados para compensar parte do impacto da redução no valor do litro do óleo diesel nas refinarias. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no caso do segmento de aves, suínos e peixes, os dados obtidos das cooperativas demonstram que a política teve, sim, nos últimos anos, papel relevante para o aumento dos postos de trabalho, continuidade dos investimentos e manutenção da competitividade no mercado exterior. “Mesmo em tempos de estagnação econômica, de embargos internacionais e de elevação do custo de insumos, nosso setor continuou investindo e empregando, contando com o papel importante da desoneração neste processo”, destacou Freitas. Autores das emendas que mantinham o setor de aves, suínos e pescados, os deputados Valdir Colatto (SC) e Osmar Serraglio (PR) comemoraram a manutenção do setor na política, tendo em vista seu efeito multiplicador para a ampliação de investimentos e geração de empregos no setor. “Reconhecemos, assim, aqueles que têm levantado a economia do Brasil, mesmo em tempos adversos. Nas cooperativas, o impacto positivo da política é maior, pois é revertido para a geração de renda dos próprios produtores e, logo, da comunidade onde se inserem”, destacou Serraglio.
Após reunião de trabalho com a diretora do SEST/SENAT, Julie Chaves e a diretora de Aprendizagem, Nicole Cavalcante, será assinado um termo de cooperação que está sendo tratado entre as partes, mas os trabalhos iniciaram pelos Municípios de Laranjal e Vitória do Jari.
Tarifas e serviços especiais serão realizados com as Cooperativas filiadas ao Sistema OCB-AP.
"Esse trabalho conjunto tem sido extremamente produtivo e essa parceria será muito importante para os municípios", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
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A Cooperativa COOPERFLORA localizada na cidade de Laranjal do Jari-AP, realizou o evento para reabertura da fábrica que contou com a participação do presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza; da superitendente da OCB-AP, Patrícia Sousa; do Deputado Federal Marcos Reategui; da representante do SEST/ SENAT, Nicole Cavalcante; dos dirigentes da COOPMOVEIS, Marcela, Edilson e Ruvenete, entre outros.
A Cooperativa tem capacidade de produção de cerca de 30 toneladas/mês de amêndoa desidratada e sem casca, de acordo com padrão do Ministério da Agricultura.
O Deputado Marcos Reategui, buscou apoio com projeto junto ao Ministério de Ciência e Tecnologia no Programa Centro de Vocação Tecnológica.
Hoje a produção é artesanal com tecnologia adaptada. Com a implantação do Projeto haverá a modernização da planta industrial e amplia-se a escala de produção.
"No final quem ganha é o consumidor porque conseguiremos minimizar custos", disse Mariolando Araújo, presidente da COOPERFLORA.
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A COOPERATIVA COOPERCEDRO é a primeira cooperativa inscrita na Campanha Dia de Cooperar 2018, com um lindo projeto de disseminação do Cooperativismo, através da representação artística de jovens filhos de Cooperados.
A primeira apresentação do grupo será no dia 08/06, às 17h30, no Sebrae Macapá.
Convidamos todos a prestigiarem!
Cuidar do econômico sem descuidar das pessoas. Essa é a natureza do cooperativismo
, um modelo de negócios que já envolve um em cada cinco brasileiros, na geração de trabalho, emprego e renda. E, assim, gerando e compartilhando resultados sociais e econômicos, pouco a pouco, o cooperativismo vai ganhando o Brasil e mostrando que cooperar vale a pena, quando todos trabalham juntos pelo bem comum. Colocando em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, as cooperativas se empenham em melhorar não só a vida de cooperados, familiares e empregados, mas de todos aqueles que vivem ao redor delas. Um grande exemplo disso é o Dia de Cooperar (Dia C)
, um movimento de responsabilidade social que prevê iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais. O Dia C
, que em 2018 completa cinco anos de atuação nacional, já faz parte, inclusive, da agenda estratégica do Sistema OCB
e reforça o propósito do movimento SomosCoop
: tornar o cooperativismo brasileiro mais conhecido pela sociedade e despertar o orgulho naqueles que já fazem da cooperação uma prática diária. E motivos para se orgulhar desse modelo econômico não faltam. Só no ano passado, mais de dois milhões de pessoas foram beneficiadas pelas iniciativas de quase 1,6 mil cooperativas, desenvolvidas por mais de 120 mil voluntários, em todas as regiões do país. Aliás, essas iniciativas estão alinhadas aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
, propostos pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de erradicar a pobreza extrema no mundo até 2030. Uma pequena mostra dessas iniciativas compõe uma publicação
muito especial: uma revista cuidadosamente editada pelo Sistema OCB
para mostrar o alcance das milhares de ideias que saíram do papel em 2017 e que têm modificado, para melhor, a vida de muitos brasileiros. (clique aqui
) “O Dia C
já se transformou em um grande movimento nacional de projetos estruturados e iniciativas voluntárias com o objetivo de fortalecer o cooperativismo, tornando-o um instrumento efetivo de transformação de realidades no Brasil. Essas atividades foram realizadas em 1081 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, mostrando o quanto estamos presentes na vida das pessoas e em todos os cantos do país”, avalia Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB. SAIBA MAIS Quer saber como o cooperativismo
pode contribuir com a construção de um Brasil mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos? Basta clicar em um dos links abaixo: - Dia de Cooperar
- Revista Dia C 2017
(vá para o fim da página) - Movimento SomosCoop
- Cooperativismo Brasileiro
Fonte: ocb.org.br
, um modelo de negócios que já envolve um em cada cinco brasileiros, na geração de trabalho, emprego e renda. E, assim, gerando e compartilhando resultados sociais e econômicos, pouco a pouco, o cooperativismo vai ganhando o Brasil e mostrando que cooperar vale a pena, quando todos trabalham juntos pelo bem comum. Colocando em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, as cooperativas se empenham em melhorar não só a vida de cooperados, familiares e empregados, mas de todos aqueles que vivem ao redor delas. Um grande exemplo disso é o Dia de Cooperar (Dia C)
, um movimento de responsabilidade social que prevê iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais. O Dia C
, que em 2018 completa cinco anos de atuação nacional, já faz parte, inclusive, da agenda estratégica do Sistema OCB
e reforça o propósito do movimento SomosCoop
: tornar o cooperativismo brasileiro mais conhecido pela sociedade e despertar o orgulho naqueles que já fazem da cooperação uma prática diária. E motivos para se orgulhar desse modelo econômico não faltam. Só no ano passado, mais de dois milhões de pessoas foram beneficiadas pelas iniciativas de quase 1,6 mil cooperativas, desenvolvidas por mais de 120 mil voluntários, em todas as regiões do país. Aliás, essas iniciativas estão alinhadas aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
, propostos pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de erradicar a pobreza extrema no mundo até 2030. Uma pequena mostra dessas iniciativas compõe uma publicação
muito especial: uma revista cuidadosamente editada pelo Sistema OCB
para mostrar o alcance das milhares de ideias que saíram do papel em 2017 e que têm modificado, para melhor, a vida de muitos brasileiros. (clique aqui
) “O Dia C
já se transformou em um grande movimento nacional de projetos estruturados e iniciativas voluntárias com o objetivo de fortalecer o cooperativismo, tornando-o um instrumento efetivo de transformação de realidades no Brasil. Essas atividades foram realizadas em 1081 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, mostrando o quanto estamos presentes na vida das pessoas e em todos os cantos do país”, avalia Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB. SAIBA MAIS Quer saber como o cooperativismo
pode contribuir com a construção de um Brasil mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos? Basta clicar em um dos links abaixo: - Dia de Cooperar
- Revista Dia C 2017
(vá para o fim da página) - Movimento SomosCoop
- Cooperativismo Brasileiro
Fonte: ocb.org.br
O parecer do deputado Vinícius Carvalho (SP) a respeito do projeto de lei nº 3.139/2015 que trata de seguros privados, ampliando a possibilidade de atuação das cooperativas regulamentadas nesse nicho, foi aprovado nesta terça-feira (22/5), pela Comissão Especial, da Câmara dos Deputados. A atuação de cooperativas no mercado de seguros é uma realidade em quase 80 países e beneficia cerca de 915 milhões de pessoas (físicas e jurídicas).
Atualmente, apesar de poder atuar no mercado de seguros, as sociedades cooperativas estão limitadas às atividades de seguro agrícola, de saúde e de acidentes do trabalho. Com apoio do presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, deputado Osmar Serraglio (PR), o relator do projeto acatou sugestões da OCB que visam modernizar a legislação vigente, de modo a permitir que as cooperativas atuem em outros segmentos, como o de seguro veicular, devendo ser observadas as especificidades do cooperativismo.
SEGURANÇA JURÍDICA
O substitutivo aprovado trouxe grandes avanços de modo a garantir a segurança jurídica e formas de operação para as associações e cooperativas, além de prever normas de proteção ao associado e, ainda, assegurar a aplicação da legislação especializada para as cooperativas, inclusive nos aspectos tributários. Dessa forma, a aprovação do projeto atende uma demanda popular de modo a gerar inclusão no mercado de seguros.
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei Complementar 420/2014, sobre micro e pequenas empresas e estímulo aos pequenos negócios, aprovou na tarde desta terça-feira (22/5) o parecer do deputado Otávio Leite (RJ), que entre as propostas incluiu o tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para cooperativas de pequeno porte em questões não-tributárias, garantindo segurança jurídica e desenvolvimento para o setor.
Segundo o texto aprovado, aquelas cooperativas que se enquadrarem nos limites de pequenos negócios, definidos na Lei Complementar (LCP) 123/2006, terão garantido o direito aos benefícios não-tributários desta lei, em relação a acesso a mercados, contratações públicas, relações do trabalho, crédito e capitalização, estímulo à inovação, dentre outros.
Durante a votação da matéria, o pleito do cooperativismo contou com o apoio, além do relator, do deputado Luiz Carlos Hauly (PR), que destacou o trabalho exercido pelas pequenas cooperativas para o desenvolvimento da economia do país. Ambos são integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
SEGURANÇA JURÍDICA
Em relação às contratações públicas, a medida acaba com os questionamentos em relação a participação das pequenas cooperativas em processos licitatórios. Apesar de já existir uma lei ordinária (Lei 11.488/2007) que estende os benefícios não-tributários da LCP 123/2006 a essas cooperativas, desde que o Poder Executivo editou o Decreto 8.538/2015, o qual limitou os benefícios apenas às cooperativas de consumo, alguns órgãos passaram a não permitir tratamento diferenciado aos demais ramos do cooperativismo, ocasionando judicialização e dificultando o acesso a mercados desses pequenos empreendedores.
AGENDA INSTITUCIONAL
O pleito é uma das prioridades da Agenda Institucional do Cooperativismo 2018
. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da matéria corresponde ao devido reconhecimento da importância do cooperativismo para o desenvolvimento do mercado de pequenos negócios. “Essa é uma importante vitória para o cooperativismo e para os pequenos negócios, pois garante que o poder público apoie e facilite a inserção em mercados dos pequenos empreendedores, independentemente do formato societário escolhido, melhorando o ambiente de negócios do país”, avalia Márcio Freitas. TRAMITAÇÃO Após a votação na comissão especial, a matéria segue para votação no Plenário da Câmara dos Deputados.
. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da matéria corresponde ao devido reconhecimento da importância do cooperativismo para o desenvolvimento do mercado de pequenos negócios. “Essa é uma importante vitória para o cooperativismo e para os pequenos negócios, pois garante que o poder público apoie e facilite a inserção em mercados dos pequenos empreendedores, independentemente do formato societário escolhido, melhorando o ambiente de negócios do país”, avalia Márcio Freitas. TRAMITAÇÃO Após a votação na comissão especial, a matéria segue para votação no Plenário da Câmara dos Deputados.
O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, e a Superintendente Patrícia Sousa estiveram no período de 10 a 12 de maio, em Laranjal do Jari, cumprindo agenda para organização do Dia de Cooperar que será realizado este ano naquele município.
Acompanhado de Dirigentes das Cooperativas COOMEJE, COOPMOVEIS, COOPERFLORA e COMARU, e do Conselheiro Marcelo Padilha, o representantes da OCB-AP realizaram agenda institucional para formação de parcerias para mobilização e logística.
Os parceiros já formados no Município são: Prefeitura de Laranjal do Jari, Câmara de Vereadores, Fundação Jari, SEBRAE Laranjal do Jari, IFAP Campus Laranjal do Jari e NATURA Cosméticos.
O Presidente da Câmara de Vereadores, Walcimar Fonseca, e o Prefeito Márcio Serrão, agradeceram a iniciativa pois os eventos das instituições acontecem sempre na capital e o Sistema OCB-AP, inova com esta ação de grande visibilidade.
Este ano, o Dia de Cooperar atuará com jovens e sua inserção ao mercado de trabalho, com oficinas vocacionais, feira de profissões, projetos de desenvolvimento no Amapá e as oportunidades.
Instituições do Sistema S, Faculdades, Universidades e Instituições privadas do Setor Produtivo participarão do evento.
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O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, e o Conselheiro Edyr Pacheco estiveram em Brasília participando do evento que tratou das mudanças no marco legal da ANEL, e que permite que qualquer um, independente do ramo produza e distribua energia para consumo da sua atividade, de seus cooperados ou para comercialização, seja de biomassa, hidro, solar ou de biodigestor.
A ação é parte de uma cooperação entre a Federação das Cooperativas da Alemanha-DGRV, Agência de Cooperação Alemã-GYZ, OCB Nacional e Cooperativas do Setor.
Participaram ainda agentes financeiros com programas de fomento específico para a atividade como BNDES, BANCO DO BRASIL e BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL.
Na ocasião também foi lançado o guia prático de constituição de Cooperativas de produção de energia fotovoltaica.
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Hoje lançamos a cartilha “Cooperativas de Energia – Guia de constituição de Cooperativas de Geração Distribuída Fotovoltaica”. Um material completo com orientações sobre a constituição de cooperativas especializadas na geração compartilhada de energia e que foi apresentado durante o “Seminário de Produção de Energia no Cooperativismo: Oportunidades e Desafios”. Confira:https://bit.ly/2I7sumu
Fonte: Sistema OCB
Fonte: Sistema OCB
No período de 3 a 5 de maio estiveram no Município de Calçoene os membros da Diretoria Executiva do Sistema OCB-AP, Patrícia Sousa e Gilcimar Pureza, acompanhado dos Técnicos Josimar Gomes e Marcelo Creão, fazendo levantamento das áreas de Manejo do Açaí da Cooperativa AÇAÍ SABOR.
Em reunião com os cooperados foi entregue o Projeto da Agroindústria para processamento de Açaí e frutos regionais.
O Presidente Sérgio Paulo agradeceu o apoio do Sistema OCB-AP e dos Técnicos dizendo que é um segundo passo após a titulação do terreno da Cooperativa que mede 30x60 metros às margens da rodovia BR-156 na entrada do Município.
O Engenheiro Agrônomo Marcelo Creão proferiu palestra acerca do manejo do Açaí e dos derivados possíveis de serem processados a exemplo do mesmo modelo implantado na comunidade de Anauerapucu com recursos do Projeto TERRA SOL do INCRA, já que a maioria dos cooperados estão em áreas de assentamento do órgão.
Segundo o Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, as Cooperativas já regularizadas no Ministério da Agricultura produziram 399 toneladas de polpas em 2017. O objetivo é estimular outras Cooperativas a verticalizar a produção.
O Projeto buscará 3 linhas de financiamento em que se enquadra no perfil de pequeno porte.
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Ao redor do mundo, diversas nações celebraram nesta terça-feira (1º/5), o Dia do Trabalho e, para reforçar que o cooperativismo faz parte desse movimento global de geração de trabalho, emprego e renda, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) divulgou uma nota oficial discorrendo sobre os desafios tanto do mercado quanto dos profissionais.
A nota também enfatiza o fato de o cooperativismo contribuir com a construção de um mundo mais justo e inclusivo. “As cooperativas oferecem um novo paradigma, onde inclusão, participação e crescimento caminham lado a lado”, afirmou Ariel Guarco (foto), presidente da Aliança Cooperativa Internacional.
REPRESENTAÇÃO
O Brasil está representado na ACI, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), desde 1988. De lá pra cá, o cooperativismo brasileiro passou a acompanhar eventos internacionais, trocar experiências e a participar da definição das diretrizes do cooperativismo mundo afora.
A ACI é uma associação internacional sem fins lucrativos estabelecida em 1985 para promover o modelo empresarial de cooperativas. A Aliança é a voz para cooperativas no mundo todo, representando mais de 300 federações e organizações cooperativas em 105 países (números de janeiro de 2017).
E como o assunto é trabalho, segundo a ACI, uma em cada seis pessoas no mundo é cooperativista, ou seja, 1,2 bilhão de pessoas possuem uma ocupação profissional graças ao cooperativismo, por meio das mais de 2,94 milhões de cooperativas. Além de gerar trabalho, essas cooperativas também geram 280 milhões de empregos diretos.
Confira, abaixo a Nota da ACI:
Os desafios do futuro do trabalho: como as cooperativas podem ser parte da solução
No Dia Internacional do Trabalhador (1º de maio), a Aliança Cooperativa Internacional celebra o compromisso dos cooperadores em criar empregos sustentáveis e trabalho formal, reduzindo a desigualdade de renda, e mostrando sua capacidade de ser um grande laboratório experimentando com formas de trabalho inovadoras e sustentáveis. A Aliança Cooperativa Internacional atende e representa mais de 3 milhões de cooperativas e mais de 1,2 bilhão de membros de cooperativas em todo o mundo, em todos os setores da economia.
O mundo está sofrendo com altos níveis de desemprego e subemprego, especialmente entre os jovens. Também sofre com o aumento da insegurança no emprego, a deterioração da proteção social e com as crescentes desigualdades. Mas as cooperativas, como um dos maiores agentes na área trabalhista e representando quase 10% da população mundial empregada, pode ser parte da solução para muitos dos desafios do futuro do trabalho.
Como empresas centradas em pessoas que pertencem a seus membros e são por eles administradas para realizar suas necessidades e aspirações comuns, sejam estes membros clientes, empregados, usuários ou residentes, cooperativas são democraticamente administradas e controladas. A capacidade inerente das cooperativas de inovar e se adaptar para satisfazer as necessidades da comunidade pode ser uma ferramenta para trazer democracia, igualdade e sustentabilidade para o ambiente de trabalho.
“Mudanças tecnológicas, a economia baseada no conhecimento, big data e deslocalização estão, entre outros fatores, rapidamente causando um impacto no mundo do trabalho – e ainda temos que levar em conta questões como disparidades salariais entre os gêneros e escravidão moderna, que afeta pessoas de todos os gêneros e idades ao redor do mundo. As cooperativas oferecem um novo paradigma, onde inclusão, participação e crescimento caminham lado a lado”, afirmou Ariel Guarco, Presidente da Aliança Cooperativa Internacional.
A Aliança Cooperativa Internacional aprovou a Iniciativa do Centenário da Organização Internacional do Trabalho com foco no Futuro do Trabalho e, dentro deste contexto, a criação pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho. O movimento cooperativo apresentou uma carta de posicionamento sobre o Relatório Inicial da Comissão Global, chamado Cooperativas e o Futuro do Trabalho, mostrando a relevância das cooperativas no trabalho e emprego, e propôs recomendações de políticas visando promover as contribuições de cooperativas para o futuro do trabalho.
Quais são as características do trabalho cooperativo?
Com relação aos atributos do trabalho que as pessoas valorizam, o relatório Cooperativas e Emprego: um Relatório Global revela que pessoas que trabalham em uma cooperativa ou em uma estrutura de cooperativa em diferentes partes do mundo sentem “uma combinação de lógica econômica, busca por eficiência, flexibilidade compartilhada, senso de participação, ambiente familiar, orgulho e reputação, forte sentimento de identidade e foco em valores.” [1] O relatório foi publicado pelo CICOPA, organização setorial da Aliança Cooperativa Internacional para a indústria e serviços, em 2014, e sua seção qualitativa é baseada em uma série de entrevistas.
As cooperativas também vêm trabalhando com grupos vulneráveis como trabalhadores migrantes e refugiados, contribuindo para a criação de empregos e integração no trabalho. Conforme a OIT destacou [2], cooperativas em vários países têm integrado ativamente migrantes em sua força de trabalho ou oferecido apoio a estas pessoas, inclusive com relação à redução de riscos para a saúde e psicossociais.
Enquanto que a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas defende o pleno emprego, as políticas macroeconômicas deslocaram sua atenção em promover o emprego para focar em políticas monetárias e de preços, austeridade e flexibilização. Cooperativas tendem a priorizar eficiência de longo prazo ao invés de eficiência administrativa de curto prazo, não só porque são movidas pelas necessidades e aspirações dos cidadãos, mas também porque os envolvem em uma empresa da qual são donos em conjunto e democraticamente controlam
Cooperativas em muitos países já começaram a aproveitar novas oportunidades que foram disponibilizadas na “economia branca”, “economia verde”, “economia circular” e indústrias criativas. Em várias destas atividades, a forma cooperativa tem uma vantagem comparativa porque uma gestão descentralizada e democrática é geralmente conducente à entrega destas atividades. Reunir-se em grupos e redes cooperativas oferece melhores condições de desenvolvimento nestes setores graças às economias de escala que estes grupamentos geram.
Recomendações de políticas para a promoção de cooperativas
Assim como a OIT reconheceu a contribuição das cooperativas para criação de empregos por meio da Recomendação sobre a Promoção das Cooperativas de 2002 (no 193), a Aliança Cooperativa Internacional pede à Comissão Global e aos governos que estendam este reconhecimento à discussão sobre o futuro do trabalho.
Como nossa carta de posicionamento sugere, promover o modelo de negócios cooperativo pode ser parte da solução para muitos dos desafios que o mundo do trabalho, em constante mudança, está enfrentando.
A Aliança Cooperativa Internacional pede aos governos que:
-Promovam ativamente o modelo cooperativo como um criador de empregos de qualidade e renda coletiva em níveis locais, nacionais e internacionais;
-Mudem as condições de acesso à proteção social para que todos os trabalhadores possam ter acesso a ela, independentemente de sua situação empregatícia;
-Aprovem legislação permitindo o monitoramento do funcionamento adequado de cooperativas, inclusive no campo dos direitos dos trabalhadores;
-Incentivem fortemente o diálogo e as alianças entre o movimento cooperativo e as organizações sindicais.

O Sistema OCB-AP, Sebrae, AFAP e Rurap estiveram na Cooperativa Coopercedro, localizada no Assentamento do Cedro, no município de Tartarugalzinho. Na ocasião foram apresentadas pela Agência Fomento Amapá as linhas de crédito individuais e coletivas disponibilizadas pela instituição, além de outras oportunidades de negócios e financiamentos. A ação faz parte do Projeto “Crescer no campo mandiocultura” do Sebrae que tem como objetivo ensinar aos agricultores maneiras empresariais da exploração da mandioca no estado do Amapá. “A evolução das técnicas e dos meios de produção se faz necessária para promover um aumento significativo da produção, vital para o desenvolvimento do setor no estado do Amapá”, explicou Naiane Videira, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/AP.
A Cooperativa Mista do Amapá-COOPERMAP realizou neste sábado, 28, um evento com cooperados e parceiros para celebrar a Fundação da Cooperativa e recebimento do Certificado do Sistema OCB-AP.
A Cooperativa tem como atividade principal a comercialização de pescado, e tem sua sede próxima Feira do Pescado no Perpétuo Socorro.
O Presidente João Dércio Barcelar Alves, agradeceu o apoio do Sistema OCB-AP e os cooperados e parceiros que apostaram no projeto.
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O Sistema OCB-AP e a Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas da Ilha de Santana, realizaram um dia de campo na última sexta-feira, 27, para apresentar o trabalho da Agricultura Familiar na Ilha de Santana.
Participaram do evento a DIAGRO, o RURAP, PESCAP, CONAB, às Cooperativas CIPAMAP e COOPERMAP, e representantes da Prefeitura de Santana.
Após a apresentação institucional realizada na Sede dos Pescadores de Santana o grupo seguiu para o campo na propriedade do Presidente Rodolfo, acompanhado pelos Diretores Joeci e Fernando. Os técnicos puderam verificar in loco como está o processo de produtividade na agricultura, criação de pequenos animais, piscicultura e produção de açaí. Em seguida, participaram do almoço oferecido pela cooperativa além de degustarem os doces já produzidos pela AGROSSAN.
Cada instituição presente apresentou de que forma poderá contribuir para melhorar o desempenho da Cooperativa, como a instalação de câmara frigorífica para ampliar a parceria com a Cooperativa AGROPORTO, e posteriormente avaliar a retomada da agroindústria existente na Ilha, com melhoramento do processo produtivo e o acesso ao mercado institucional como PAA e PNAE.
A OCB-AP fará um calendário de atividades para agregar as ações das instituições.
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As Cooperativas do Amapá aprovaram por unanimidade a prestação de contas do Sistema OCB-AP durante a Assembleia Geral realizada na tarde desta quinta-feira, 26. O trabalho e empenho da equipe pautado na credibilidade junto aos cooperados resultou na apresentação de um relatório consistente e de muito trabalho executado em 2017. A votação foi acompanhada pelo representante do Sistema OCB Nacional, Dr. Igor Vianna.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, acompanhado da sua equipe de gestão apresentou aos líderes de cooperativas o Relatório que abrangeu todos os trabalhos realizados em 2017, além dos ramos de atuação, equilíbrio das contas e crescimento do cooperativismo no estado.
“Seguimos no caminho da profissionalização da gestão, com um quadro técnico pequeno, mas um plano de trabalho e metas bem definidas, adotando sistemas de controle interno, liderança e acima de tudo acompanhamento e relação direta com o cooperativismo e apoio as cooperativas do Amapá. Temos uma relação de respeito com cada cooperativa e primamos pelo desenvolvimento de cada uma”, ressaltou o presidente Gilcimar Pureza.
Hoje o Amapá conta com 41 cooperativas ativas representado os setores agropecuário, transporte, mineral, trabalho, crédito, produção, saúde, educacional, consumo, turismo e lazer. São quase 30 anos de trabalho, onde o Sistema OCB-AP defende os interesses e fortalece todo trabalho desenvolvimento pelas cooperativas.
A Assembleia Geral finalizou com os Conselheiros Edyr Pacheco, Denei Oliveira, Edilson Reis e Aviano Rocha agradecendo a presença de todos, e ressaltando a importância da participação ativa das cooperativas, não apenas no quesito de receita e regularidade, mas também, na contribuição efetiva de todas as vertentes que envolvem o cooperativismo.
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