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Iniciou nesta quinta-feira, 1º de agosto e segue até o dia 02 deste mês, o curso de Plano de Negócios voltado para as cooperativas do Amapá. Promovido pela Organização das Cooperativas do Estado do Amapá (OCB- AP), a capacitação tem como objetivo capacitar gestores de cooperativas e cooperados a identificar oportunidades, planejar e desenvolver seus negócios com organização e controle aumentando assim suas chances de sucesso no mercado.
O curso está sendo realizado na sede da OCB-AP, em Macapá, de 8h às 12h e das 14h às 18h, e dará certificado de participação de 16h a cada cooperado. Os participantes aprenderão como estruturar um plano de negócios, terão um panorama do mercado, entenderão a importância de possuir um plano de negócio cooperativista, além do planejamento econômico financeiro.
A capacitação está sendo ministrada pelo instrutor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae- AP), Lucas Lordeiro. Ele ressaltou que tendo o próprio Plano de Negócios, as cooperativas terão mais chances de acertarem e terem o controle sobre suas finanças, compras, gastos e etc. “Sabemos que não basta ter iniciativa ou coragem para empreender. É necessário ter organização e planejamento. Por isso, é fundamental que eles façam e executem o próprio Plano de Negócios”, frisou.
A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop-AP, Naiane Videira, deu boas-vindas aos participantes e ressaltou que o Sistema OCB têm investido na capacitação profissional das cooperativas com cursos e consultoria, orientando e oferecendo todo o suporte técnico e conhecimento necessários para que os cooperados sintam-se seguros e preparados para o mercado empreendedor.
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Com perfil entusiasta e propositivo, Martha Gabriel conjuga múltiplas habilidades e ofícios. De Norte a Sul do país, em uma vasta e dinâmica agenda que inclui conferências e cursos em outros países, a renomada especialista em marketing digital, inovação e educação vem compartilhando sua expertise e legando ensinamentos a públicos cada vez maiores e diversificados.
Para ela, a internet das coisas tem transformado as relações interpessoais e o jeito como lidamos com aparelhos, utensílios e ferramentas – o que é positivo, pois “permite uma inédita otimização de recursos na história da humanidade. Por outro lado, no entanto, conforme essa transformação avança, a onipresença e onisciência da internet invade todos os aspectos da vida, num processo em que estamos cada vez mais “visíveis” na rede. Ela afirma no artigo abaixo que a falta de privacidade, de tempo e de silêncio é um efeito colateral dessa conectividade toda. Confira!
Luxos do século XXI: privacidade, tempo e silêncio
Por Martha Gabriel
Temos visto e sentido a disseminação tecnológica acontecendo em ritmo de crescimento exponencial na sociedade, mas, muitas vezes, não percebemos a revolução silenciosa e invisível que a acompanha, transformando e modificando o polo de valores de nossas vidas.
Quando a internet era jovem, no final do século passado, existia um entusiasmo com as possibilidades de conexão entre pessoas e informações em qualquer lugar do planeta. Conforme a web foi se expandindo, também foi crescendo a quantidade de pessoas e objetos conectadas a ela e, hoje, isso inclui virtualmente todo tipo de dispositivo: carros, geladeiras, termostatos, casas, semáforos, lâmpadas, ou seja, qualquer tipo de objeto, inclusive os pessoais, como roupas e óculos, por exemplo, além, claro, do poderoso smartphone.
Essa é a tão falada internet of everything, termo cunhado por Kevin Ashton em 1999, na qual qualquer coisa dotada de sensores, consegue “sentir” o seu ambiente e se comunicar tanto com outras coisas, quanto com seus donos ou outras pessoas. Com isso, todas as coisas passam a ser smart, ou seja, adquirem uma camada de informação que as permite operar de forma mais inteligente. Desse modo, portanto, a inteligência das coisas tem aumentado no mundo ao nosso redor.
Por um lado, tudo isso é extremamente excitante, pois permite uma inédita otimização de recursos na história da humanidade. Geladeiras que nos informam quando um produto acabou ou perdeu a validade e que faça pedidos automaticamente aos supermercados; cidades que conseguem prever epidemias e manifestações em função da movimentação nas ruas e dados comportamentais; termostatos que regulam a temperatura do ambiente em função da quantidade de pessoas no mesmo; cordas, tênis, raquetes e patinetes que medem nossa performance durante o seu uso para nos ajudar a melhorá-la; escovas de dentes que nos informam a melhor maneira de escovar; camisas que analisam nossa saúde; e mais uma infinidade de possibilidades de otimizações.
Por outro lado, no entanto, conforme a internet of everything avança, precisamos nos conscientizar de que tudo o que fazemos, os lugares que visitamos, bem como o modo que vivemos, compramos, nos divertimos e aprendemos foram profundamente transformados por essa conexão inteligente entre tudo. A onipresença e onisciência da internet invade todos os aspectos das nossas vidas, num processo em que estamos cada vez mais “visíveis” na rede. Esse é o trade-off da otimização e personalização: quanto mais informações pessoais fornecemos, mais eficiente e rico é o processo.
Nesse contexto, torna-se cada vez mais difícil (e em alguns casos, impossível) ter privacidade. Por exemplo, se a sua camisa smart envia alertas sobre a sua saúde automaticamente para o seu médico, ela pode também informar os fabricantes de remédios sobre a sua situação. Cada vez mais empresas empreendedoras estarão minerando o campo da internet of everything em busca de oportunidades de personalização e otimização. Certamente veremos nos próximos anos uma ‘corrida do ouro’ nessa área minando cada vez mais a privacidade.
Além da ubiquidade que nos vê o tempo todo, o novo cenário tecnológico traz também mais dois impactos profundos: 1) a tecnologia nos entretém cada vez mais ininterruptamente, em todas as dimensões da nossa existência; 2) a tecnologia permite que haja muito mais fluxos de comunicação e aparelhos emitindo sons e barulho em qualquer lugar o tempo todo ao nosso redor. As consequências disso é que, além de privacidade, temos também cada vez menos tempo e silêncio em nossas vidas.
O aparato tecnológico ampliou consideravelmente a quantidade de coisas que temos para fazer tanto no trabalho quanto em casa. Por exemplo, antigamente tínhamos apenas uma dúzia de canais de televisão para assistir, enquanto hoje, temos milhares. Antes tínhamos alguns jogos de tabuleiro, hoje temos milhares de jogos online. Além disso, devido ao seu papel de desintermediação, hoje fazemos muito mais coisas que no passado – esse é o caso dos supermercados, em que além de pegar os produtos, também pesamos, embalamos e processamos o pagamento. Ou quando fazemos check-in em voos e hotéis – antes alguém nos atendia, hoje fazemos a entrada de dados, escolha de assentos/quartos, imprimimos o boarding pass e o escaneamos na entrada do avião. E assim por diante. Quanto mais dispositivos conectados, mais coisas para fazer, e menos tempo para tudo. Assim, a gestão do tempo passa a ser uma das principais habilidades humanas hoje.
Uma conclusão óbvia é de que todos esses dispositivos podem emitir sons, conteúdos e informações (por exemplo, a sua camisa smart enviou informações sobre a sua situação para fabricantes de remédio, que poderão, eventualmente te contatar), bem como habilitar o próprio ser humano a se comunicar em qualquer lugar, aumentando a poluição sonora.
No entanto, além disso, a tecnologia também alavancou o crescimento populacional e a urbanização no planeta, aumentando cada vez mais a densidade de pessoas e coisas praticando emissões sonoras ao nosso redor: televisões e monitores ligados em todos ambientes, pessoas usando seus smartphones (tanto para conversar quanto para ver e ouvir os seus conteúdos), alertas de sensores de carros, fornos, telefones, aplicativos, etc. Assim, o silêncio está se tornando uma raridade.
Sabemos que em cada momento da história, a escassez sempre determinou o valor das coisas – quanto mais escassa, mais valiosa. Partindo desse princípio, acredito que nos próximos anos nos daremos conta que, em função da transformação tecnológica em nossas vidas, os artigos de luxo do século XXI serão a privacidade, o tempo e o silêncio. Será que temos consciência e estamos preparados para isso?
Fonte: Sistema OCB
Idealizado com o objetivo de divulgar o cooperativismo e de promover o sentimento de orgulho naqueles que já vivem a realidade de uma empresa cooperativa, o Movimento SomosCoop está a um passo de ter sua marca reconhecida nacionalmente. É que ela está entre as marcas que disputam o prêmio Brasil Design Award, na categoria Design de Impacto Positivo. A premiação está na 9ª edição é uma iniciativa da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign).
“Para nós é uma grande honra estar entre as finalistas e é também uma oportunidade de mostrar ao Brasil que o cooperativismo vale a pena. Estamos trabalhando com o SomosCoop há pouco mais de dois anos e, para alcançar nossos objetivos, a participação das cooperativas é essencial”, comenta a gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke, responsável pelo desenvolvimento das ações do movimento, em nível nacional.
Segundo ela, além de aderirem ao SomosCoop, o que é totalmente gratuito, as cooperativas podem votar participar da premiação, votando na marca que representa o modelo mais humanizado de fazer negócios: o cooperativismo. Além das cooperativas, unidades estaduais, parceiros e entusiastas do setor também podem registrar o voto. Para isso, basta clicar aqui. O prazo de votação termina no dia 5/8.
“Votar no SomosCoop é contribuir com a ressignificação da imagem do cooperativismo brasileiro. Nós abraçamos e vivemos uma filosofia de negócios que transforma o mundo num lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. Contamos com a participação de todos votando e divulgando essa votação popular. Quanto mais votos, melhor!”, avalia a Daniela.
SOMOSCOOP
O SomosCoop é um movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. A principal meta é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade. Este movimento busca, ainda, despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa.
O PRÊMIO
Esta é a 9ª edição do Brasil Design Award, uma iniciativa da Associação Brasileira de Empresas de Design – Abedesign. O prêmio conta com 10 categorias principais: Branding, Craft For Design, Design de Ambiente, Design de Embalagem, Design de Impacto Positivo, Design de Produto, Design de Serviço, Design Digital, Design Editorial e Design Gráfico. Suas categorias são divididas em 78 subcategorias e buscam representar o cenário do design nacional.
Foi publicada no Diário Oficial de hoje a Portaria 144/2019
que possibilita aos agricultores familiares associados às cooperativas agropecuárias não detentoras de DAP Jurídica comercializarem sua matéria-prima no âmbito do Selo Combustível Social. O Selo auxilia tanto na inclusão produtiva e social dos agricultores familiares fornecedores de matéria-prima para a produção de biodiesel como na geração de renda no campo. Sustentando a organização produtiva desses agricultores, amparando sua inserção no mercado e viabilizando de forma efetiva o acesso à assistência técnica aos associados, as cooperativas agropecuárias são peças fundamentais para a instrumentalização do programa. 24 Assim, é uma ferramenta de fomento à inserção do agricultor familiar cooperado de forma organizada e qualificada no mercado do biodiesel. A cooperativa cria condições para a comercialização da matéria-prima de seus cooperados, em volume, para as empresas de biodiesel. Em contrapartida, recebe apoio para que possa disponibilizar assistência técnica adequada e direcionada aos seus produtores. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a portaria é fundamental para o cooperativismo agropecuário brasileiro “A medida permite que 40 mil novos agricultores familiares de cooperativas possam comercializar suas matérias-primas para a produção de biodiesel. Isso ampliará o acesso a novos mercados e a renda dos nossos cooperados”. As vantagens que este produtor encontra ao se associar a uma cooperativa são ainda maiores, já que elas são capazes, graças ao volume total de produção, de abrir os caminhos do produto deste agricultor familiar até às empresas de biodiesel. É inquestionável a relevância dos biocombustíveis, particularmente do biodiesel, no fomento à diversificação da matriz energética nacional por meio de fontes renováveis. Além de ter um importante papel na esfera ambiental, o biodiesel brasileiro possuí um diferencial também nos eixos econômico e social do tripé da sustentabilidade produtiva, graças ao Selo Combustível Social, concedido a empresas produtoras de biodiesel que cumpram critérios previamente estabelecidos. A medida, que começa a valer de imediato, é um pleito que vinha sendo trabalhado pelo Sistema OCB desde governos anteriores e consta em nossa Agenda Institucional e no documento entregue aos candidatos à presidência em 2018. Acesse aqui esses documentos: Agenda Institucional do Cooperativismo
Propostas para um Brasil mais cooperativo
que possibilita aos agricultores familiares associados às cooperativas agropecuárias não detentoras de DAP Jurídica comercializarem sua matéria-prima no âmbito do Selo Combustível Social. O Selo auxilia tanto na inclusão produtiva e social dos agricultores familiares fornecedores de matéria-prima para a produção de biodiesel como na geração de renda no campo. Sustentando a organização produtiva desses agricultores, amparando sua inserção no mercado e viabilizando de forma efetiva o acesso à assistência técnica aos associados, as cooperativas agropecuárias são peças fundamentais para a instrumentalização do programa. 24 Assim, é uma ferramenta de fomento à inserção do agricultor familiar cooperado de forma organizada e qualificada no mercado do biodiesel. A cooperativa cria condições para a comercialização da matéria-prima de seus cooperados, em volume, para as empresas de biodiesel. Em contrapartida, recebe apoio para que possa disponibilizar assistência técnica adequada e direcionada aos seus produtores. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a portaria é fundamental para o cooperativismo agropecuário brasileiro “A medida permite que 40 mil novos agricultores familiares de cooperativas possam comercializar suas matérias-primas para a produção de biodiesel. Isso ampliará o acesso a novos mercados e a renda dos nossos cooperados”. As vantagens que este produtor encontra ao se associar a uma cooperativa são ainda maiores, já que elas são capazes, graças ao volume total de produção, de abrir os caminhos do produto deste agricultor familiar até às empresas de biodiesel. É inquestionável a relevância dos biocombustíveis, particularmente do biodiesel, no fomento à diversificação da matriz energética nacional por meio de fontes renováveis. Além de ter um importante papel na esfera ambiental, o biodiesel brasileiro possuí um diferencial também nos eixos econômico e social do tripé da sustentabilidade produtiva, graças ao Selo Combustível Social, concedido a empresas produtoras de biodiesel que cumpram critérios previamente estabelecidos. A medida, que começa a valer de imediato, é um pleito que vinha sendo trabalhado pelo Sistema OCB desde governos anteriores e consta em nossa Agenda Institucional e no documento entregue aos candidatos à presidência em 2018. Acesse aqui esses documentos: Agenda Institucional do Cooperativismo
Propostas para um Brasil mais cooperativo
O Sistema OCB-AP participou na última sexta-feira, 19, com a Federação das Cooperativas Minerais (FECOOMI), ACIA, ACRIAP, APROSOJA e as entidades empresariais e de produtores rurais e extrativistas dos municípios, do movimento AMAPÁ QUE PRODUZ, que acontece desde de 2018, e visa discutir e propor soluções para problemas estruturais que impedem o desenvolvimento do Amapá. As discussões se dão em nível local, pois cada município tem problemas específicos.
No Vale do Jari, por exemplo, a dependência do Projeto JARI e sua crise, além da saída de bancos de fomento da região como o Banco da Amazônia, tem gerado altas taxas de desemprego e com isso a extração ilegal de madeira, e pirataria nos castanhais e açaízais nas reservas extrativistas da população tradicional.
Nesta segunda plenária, no entanto, foi celebrada conquistas como a reforma do setor produtivo das Secretarias do Governo do Estado (SEMA, AMAPÁ TERRAS, RURAP), aprovada na Assembleia Legislativa sob a condução da Comissão de Constituição e Justiça-CCJ, presidida pelo deputado Jesus Pontes, membro do movimento e sancionada pelo governador Waldez Góes, com atuação do vice-governador Jaime Nunes, também membro do movimento.
A partir da demanda do movimento ocorrida no ano de 2018, em plenárias no Oiapoque, Jari e Santana, foi contemplada por exemplo a assistência técnica a mineração pelo RURAP, além das mudanças do IMAP hoje AMAPÁ TERRAS e na SEMA.
A nova estrutura foi apresentada e debatida na plenária pelo deputado Jesus Pontes, conduzida pelo presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
A iniciativa da plenária foi de um requerimento aprovado na Câmara de Vereadores pelo vereador Marcelo Padilha, presidente da FRENCOOP Jari. Estiveram presentes o senhor Francisco Ramalho da ACILAJA, Valdimar Barros da SINDCOM JARI, Jurandir Baena da ACEMDA, Francisco Nogueira da FECOOMI, Jorge Rafel da Fundação Jari, e Lourdes Moraes e Sind Rural.
Houve ainda uma mobilização para garantir a permanência do Banco da Amazônia, que está no município ainda por conta de uma decisão liminar do Dr. João Bosco, da Justiça Federal.
Comerciantes, agricultores, extrativistas, garimpeiros, pescadores, pecuaristas e estudantes seguem mobilizados cientes que o destravamento do setor produtivo promoverá um desenvolvimento permanente no Amapá.
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Profissionais do Sistema OCB-AP e Sescoop-AP participaram entre os dias 16 e 19 de julho, em Brasília-DF, do Capacitacoop 2019. Um evento voltado para o alinhamento da estratégia sistêmica com foco nos resultados, a partir, da implantação de indicadores.
Durante os 4 dias os representantes do Amapá, assim como, as demais unidades estaduais puderam compartilhar boas práticas realizadas no Brasil, e ainda, se debruçaram no estudo e debate sobre a importância de regularmente mensurar resultados através da coleta e análise de dados, para priorização das melhores soluções para a gestão e negócios das cooperativas.
"Outros temas também foram abordados durante o evento, como a reestruturação dos ramos, que vigorará a partir de 2020, registro e regularidade das cooperativas, licitação e contratos e e-social. Um mundo de informações que nos abastece de conhecimento e renova nosso gás para fazer mais e melhor", destacou a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Para Maurília Maciel a oportunidade foi enriquecedora. "Achei excelente juntar as áreas meio e fim para que tenhamos a compreensão do que cada uma é responsável. Vimos a importância do trabalho em equipe para alcançarmos nossos objetivos que é o cumprimento das metas estabelecidas com a entrega de bons serviços para as cooperativas".
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Momento histórico para as agroindústrias artesanais em todo o Brasil. Nesta quinta-feira (18), durante a comemoração dos 200 dias do governo Jair Bolsonaro, foi assinado o decreto que regulamenta o Selo Arte, responsável por identificar os produtos artesanais (primeiramente os derivados de leite), no processo de comercialização em todo o território nacional.
O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, participou da solenidade, junto com o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de melo (ES), autor da Lei nº 13.680/18 que desburocratiza a produção e a venda desses alimentos, ampliando o mercado para o setor. Para o parlamentar, a assinatura do decreto representa a vitória dos produtores artesanais contra a burocracia.
“Para chegar aonde chegamos, passamos por inúmeros debates na Câmara e no Senado, envolvendo diversos setores interessados, como os produtores artesanais e cooperativas, além de entidades como Anvisa, o Ministério da Saúde, a OCB, o Sebrae e tantos outros parceiros nessa trajetória. A partir de agora, com esse decreto, vamos redescobrir o Brasil por meio dos sabores e dos aromas do nosso rural brasileiro, que irá ampliar sua contribuição à gastronomia nacional”, declarou Evair de Melo.
Em seu pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu o comprometimento do deputado Evair de Melo e, também, do senador Davi Alcolumbre (AP), por conduzirem o projeto de lei até sua votação nas duas Casas de Lei.
Para o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a partir do selo arte, o pequeno produtor poderá levar seus produtos aos melhores mercados e, segundo ele, “o limite de onde esse produto pode chegar é a qualidade dele”.
Já a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, destacou que o setor agroartesanal estava preso a uma legislação da década de 50 e que, por isso, os produtos tinham impedida a comercialização fora do estado de origem. “Graças ao decreto, a circulação das mercadorias passa a ser regulamentada. Acabou a clandestinidade. Agora, os produtores poderão vender para todo o mundo de cabeça erguida. Esperamos que este seja um estímulo ao desenvolvimento da cadeia”.
REPERCUSSÃO
O Queijo da Canastra, produzido na região da Serra da Canastra, no interior de Minas Gerais, é um dos produtos artesanais mais famosos e de sabor reconhecido em todo o Brasil. Com sua casca amarelada e textura macia, seu modo de produção preserva uma tradição de mais de 200 anos, sendo reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Presidente da Associação dos Produtores de Queijo da Canastra (Aprocan) e produtor há mais de 20 anos, João Carlos Leite afirma que a regulamentação do Selo Arte significa a quebra do monopólio da agroindústria não-artesanal. Ele afirma que a Lei 13.680/18 corrige um erro histórico produzido pela Lei 1283/50, fortalecendo o agroartesanato.
“Milhões de brasileiros, que vivem da produção artesanal de alimentos, como o Queijo da Canastra e tantos outros, caíram na clandestinidade por conta de uma legislação que privilegiava as indústrias. O Selo Arte veio sanar essa deficiência, criando parâmetros sanitários ao agroartesanato, propiciando produtos de valor agregado e desencadeando milhares de empregos. Para nós da Canastra, é a nossa alforria”, declarou Leite.
Convidado a falar em nome das mais de 170 mil famílias de produtores agroartesanais do país, segundo dados do Ministério da Agricultura, João Leite, que é cooperativista, destacou: “mesmo com todas as dificuldades, ainda resistimos aos excessos do sanitarismo. Geramos emprego, renda e trazemos alegria à sociedade brasileira, especialmente quando divulgamos nossos produtos fora do país e trazemos medalhas de reconhecimento de qualidade internacional.”
O presidente da Aprocan também destaca a importância do Selo Arte para a mudança de comportamento do consumidor. “O Selo é uma marca cognitiva. A pessoa que adquirir um produto com esta identificação saberá que está lidando com um produto sustentável, ambientalmente correto, que conta com uma identidade cultural e valoriza o pequeno produtor que, por sua vez, atua na desconcentração de renda no país”.
SAIBA MAIS
De acordo com o texto que será assinado pela Presidência da República, produtos artesanais de origem animal são aqueles feitos à base de matérias-primas de origem animal de produção própria ou de origem determinada, resultantes da adoção de técnicas predominantemente manuais por indivíduo que detenha o domínio integral do processo produtivo.
A primeira etapa de aplicação do Selo Arte é destinada apenas a produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).
Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foram assinadas nesta quinta-feira a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte. As instruções normativas devem ficar em consulta pública pelos próximos 30 dias. (Com informações do Ministério da Agricultura)
De acordo com o texto que será assinado pela Presidência da República, produtos artesanais de origem animal são aqueles feitos à base de matérias-primas de origem animal de produção própria ou de origem determinada, resultantes da adoção de técnicas predominantemente manuais por indivíduo que detenha o domínio integral do processo produtivo.
A primeira etapa de aplicação do Selo Arte é destinada apenas a produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).
Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foram assinadas nesta quinta-feira a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte. As instruções normativas devem ficar em consulta pública pelos próximos 30 dias. (Com informações do Ministério da Agricultura)
Não deixem passar despercebido aquele registro da sua rotina diária!
A rede que fisga o peixe, que alimenta milhares de amapaenses. A coleta da castanha que tanto apreciamos. A busca incessante do mineral para garantir a sobrevivência. A colheita e manipulação da fruta que vira polpa. A plantação que gera alimento. O transporte nosso de cada dia. O cacau que vira licor e chocolate. Os profissionais que estão prontos para servir.
Seja qual for a sua atividade ou ramo, capte a essência da rotina da sua Cooperativa por meio de um registro fotográfico e participe do nosso Concurso.
As melhores fotografias serão premiadas com uma câmera fotográfica (1°lugar), um smartphone (2°lugar), e outro smartphone para o (3°lugar).
Inscreva-se e consulte o regulamento em www.amapa.coop.br
Vamos mostrar a força do Cooperativismo Amapaense!
Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras acompanharam, nesta quinta-feira (11/7) a apresentação da nova proposta de piso mínimo para fretes no país, realizada durante o 33ª Reunião do Fórum Permanente do TRC, ocorrido em Brasília. O documento é o resultado de Consulta Pública promovida pela ANTT, e que contou com as contribuições da OCB.
O responsável técnico do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da ESALQ-LOG, professor José Vicente Caixeta, conduziu a apresentação da proposta de Política Nacional de Pisos Mínimos de Frete, baseada nas contribuições recepcionadas via audiência pública, promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Segundo informações da Agência, o relatório final dessa audiência pública já se encontra finalizado, mas aguardando a aprovação da Diretoria Geral da ANTT, para que seja publicado. A expectativa é de que esse relatório esteja disponível no site da Agência, até o dia 20 de julho.
COMPROMISSO
Um dos compromissos assumidos pelo Ministério de Infraestrutura, foi a criação de um aplicativo de cálculo do valor do frete, baseado na metodologia proposta na Política Nacional de Pisos Mínimos. De acordo com representantes do Ministério, o aplicativo encontra-se em fase de teste e será disponibilizado nas lojas virtuais após publicação da nova tabela. Os interessados podem acessa-lo por aqui. Vale destacar que o aplicativo já apresenta os valores validados de acordo com a nova metodologia apresentada pela ANTT.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana, em primeiro turno, o texto base da Reforma da Previdência (PEC 6/2019). E a matéria contém alguns pontos de interesse para o cooperativismo brasileiro, todos eles analisados e discutidos pelo Sistema OCB e pelos deputados da Frente Parlamentar do Cooperativismo, a Frencoop.
Confira as alterações aprovadas na comissão especial e que foram mantidas na votação em plenário:
CSLL de cooperativas de crédito: Alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.
FAT ao BNDES: Manutenção da redução de 40% para 28% dos recursos do FAT ao BNDES, para garantir a continuidade dos programas de desenvolvimento do setor produtivo financiados pelo banco.
Aposentadoria rural: Idade mínima de 60 anos para homens e 55 anos para mulheres. E mais: tempo de atividade rural será reconhecido para concessão de aposentadoria de acordo com as regras vigentes à época do exercício da atividade.
Imunidade tributária das exportações: Retirado dispositivo que colocava fim à imunidade das exportações para os setores que participam da desoneração da folha e que pagam a tributação pela receita bruta (aves e suínos, por exemplo).
Funrural: Retirado dispositivo que vedava qualquer nova remissão ou prorrogação de dívidas fora da folha de pagamento, dentre elas, o Funrural.
A votação da Reforma ainda está em andamento na Câmara, com destaques ainda sendo analisados pelo plenário. A expectativa é que a apreciação dos destaques se encerre neste sábado (13/07) e o segundo turno de votação da proposta aconteça após o recesso parlamentar.
Inicia na próxima segunda-feira, 15, as inscrições para o Curso Desenvolvendo um Plano de Negócios realizado pelo Sistema OCB-AP.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.amapa.coop.bre as vagas são limitadas. O curso ocorrerá nos dias 01 e 02 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O objetivo é qualificar dirigentes, cooperados e funcionários de cooperativas em elaboração, implementação e gerenciamento de um plano de negócios para minimizar riscos e identificar oportunidades no mercado. "O plano de negócios é uma importante e fundamental ferramenta de gestão, com ele as cooperativas definem claramente os objetivos a serem alcançados e quais os caminhos que deverão ser percorridos para que a estratégia seja alcançada, com isso, riscos e impactos negativos para o negócio são minimizados" destacou a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Com o objetivo de valorizar a cultura regional e comemorar seus 20 anos de criação, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Amapá (Sescoop/AP) realizará o I Concurso de Fotografia - “Pelas lentes do cooperativismo Amapaense”. O objetivo do concurso é mostrar o dia a dia das cooperativas e exaltar o trabalho desenvolvido por elas para o crescimento econômico e social do Estado do Amapá.
Para participar, basta realizar a inscrição no site www.amapa.coop.br, até 13 de agosto. A avaliação das fotografias será feita até o dia 19 de agosto, e será anunciado os vencedores no mesmo site e nas mídias sociais do Sescoop/AP. A participação é aberta aos cooperados, funcionários de cooperativas e familiares diretos, maiores de 18 anos. É vedada a participação de funcionários e conselheiros do Sistema OCB/AP.
As melhores fotografias serão premiadas com uma câmera fotográfica profissional (1º lugar); um smartphone (2º lugar); e também um smartphone para o (3°lugar).
Os participantes deverão obedecer ao tema exigido na competição enviando registros que abordem o dia a dia das cooperativas, mostrando a realidade das pessoas, serviços e produtos e o meio onde estão inseridos (meio ambiente e/ou comunidade), valorizando o cooperativismo local. Cada participante poderá inscrever até cinco fotografias, mas, somente uma será premiada.
“As fotografias devem ser inéditas, ou seja, não podem ter sido publicadas em qualquer veículo de comunicação ou premiadas em outros concursos. Os participantes deverão possuir, ainda, todos os direitos autorais sobre as fotografias inscritas no presente concurso”, destacou a Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira.
Avaliação
Somente serão avaliadas fotografias com tamanho igual ou superior a 3 megapixels em formato JPEG. Fica livre a edição ou não das imagens.
As fotografias recebidas serão julgadas por uma Comissão Julgadora formada por representantes das áreas de comunicação e fotografia que irão escolher as 12 melhores imagens. Já as 3 fotografias vencedoras serão escolhidas pela comissão formada pela Direção, Conselho Administrativo e Comunicação da Instituição. Caberá à Comissão Julgadora selecionar as melhores fotografias, avaliando critérios como: tema do concurso; qualidade; composição artística; iluminação e enquadramento.
Os participantes poderão tirar suas dúvidas sobre o concurso ou regulamento por meio do e-mail:
Ter indicadores que comprovem a efetividade de ações e investimentos é a forma mais segura de evidenciar a eficácia da gestão de um negócio, independentemente do setor econômico. É por isso que o Sistema OCB está concluindo a formatação de um pacote de indicadores institucionais a ser utilizado tanto pela unidade nacional quanto por suas organizações estaduais.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, os indicadores são importantes ferramentas de gestão interna, pois contribuem para uma maior clareza quanto ao direcionamento institucional e para a pactuação de metas, permitindo, também, a avaliação da execução da estratégia proposta e do próprio modelo de atuação.
“Favorecem [os indicadores], também, a geração de informações, de forma a mensurar e comunicar a contribuição do Sistema OCB para o fortalecimento do modelo cooperativista, além da transparência perante as cooperativas, a sociedade e demais partes interessadas”, avalia o superintendente.
CAPACITACOOP
Os indicadores do Sistema devem ser lançados oficialmente na próxima semana (de 16 a 19), durante evento nacional de capacitação, em Brasília, que contará com a participação de dezenas de técnicos das organizações estaduais do Sistema OCB.
ENTREVISTA
Renato Nobile é o entrevistado desta semana e falou um pouco mais sobre os indicadores. Confira!
Como surgiu o projeto dos indicadores?
Com objetivo de garantir uma atuação sistêmica e otimizar o resultado do trabalho realizado pelas três casas (OCB, Sescoop e CNCoop), foi elaborado o Plano Estratégico do Sistema OCB 2015-2020, com a definição de indicadores para a mensuração da estratégia. Porém, estava faltando implementar o processo de monitoramento dos resultados em nível nacional.
Dessa forma, o projeto de implementação dos indicadores institucionais foi iniciado em setembro de 2017, com a participação de representantes das Unidades Estaduais, além da Unidade Nacional, e consistiu na priorização de indicadores, considerando o melhor custo-benefício para definição de processos de coleta e registro dos dados nacionais, além do processo de monitoramento.
Foram utilizadas as seguintes premissas: relevância para a tomada de decisão, custo reduzido de implementação e, por fim, mensuração de resultados nos âmbitos nacional e estadual.
Porque é importante ter indicadores?
Os indicadores são importantes ferramentas de gestão interna, pois contribuem para uma maior clareza quanto ao direcionamento institucional e para a pactuação de metas, permitindo a avaliação da execução da estratégia proposta e do próprio modelo de atuação. Ainda, favorece a geração de informações, de forma a mensurar e comunicar a contribuição do Sistema OCB para o fortalecimento do modelo cooperativista, além da transparência perante as cooperativas, a sociedade e demais partes interessadas.
Considerando que os indicadores abrangem todo o Sistema OCB, qual o papel das unidades?
O Sistema OCB tem um plano estratégico sistêmico, que abrange todas as unidades (nacional e estaduais) do Sescoop, da OCB e da CNCoop. Assim, todos agimos em torno de um propósito comum, buscando alcançar a visão do cooperativismo, cada um cumprindo sua missão e atuando para alcançar seus objetivos estratégicos, uma vez que a qualidade dos nossos resultados e indicadores depende do comprometimento de todos.
No caso das unidades estaduais, é importante destacar que elas são responsáveis pela qualidade e disponibilidade do dado. Cada uma tem a responsabilidade de registrar e classificar – correta e tempestivamente – os dados para os indicadores, utilizando-se dos conceitos padronizados nacionalmente. Vale ressaltar que cabe à unidade nacional a consolidação de todos os dados e, ainda, a disponibilização dos referenciais comparativos em nível regional e, também, nacional.
Quantos e quais são esses indicadores?
Iniciamos a implantação em 2017 com um painel de 41 indicadores, sendo: 15 para o Sescoop, 14 para a OCB, três para a CNCoop e outros nove, compartilhados. Como o monitoramento de indicadores é um processo novo para o Sistema OCB, espera-se o constante aprimoramento, a partir das medições e ajustes, principalmente nesse momento de implantação.
A fim de promover o alinhamento de conceitos e de processos, foi estruturada a série Cadernos de Indicadores do Sistema OCB.
Por falar nisso, qual a importância do alinhamento de conceitos com as unidades?
É fundamental que todas as pessoas que trabalham com os dados do Sistema OCB tenham clareza, estejam alinhadas e adotem o mesmo conceito, para que as medições sejam uniformes e confiáveis. Os indicadores ajudam a promover mudanças significativas dentro das organizações, pois possibilitam não só medir os resultados alcançados como também entender cada processo mais profundamente. Por isso, se o indicador mostrar um resultado errado, as decisões serão tomadas a partir de premissas erradas. O que queremos é evitar que isso ocorra.
Com relação à série Cadernos de Indicadores do Sistema OCB, poderia fazer um breve resumo?
O trabalho de implementação de indicadores de desempenho em uma organização é desafiador e exige um conjunto de conhecimentos, processos, práticas e decisões. Para facilitar a consulta ao material do trabalho e dar mais destaque a cada conteúdo produzido, o Sistema OCB elaborou seis cadernos com a seguinte proposta:
Caderno 1: Fundamentos e etapas para a Implementação de Indicadores de Desempenho
Trata dos principais conceitos envolvendo indicadores e sua implementação, descreve o processo de implementação em nove etapas e aborda alguns pontos importantes do processo de integração entre a implementação dos indicadores de desempenho com o planejamento estratégico da organização.
Caderno 2: Diagnóstico da Situação Atual
Apresenta o resultado do diagnóstico da situação atual com relação a indicadores de desempenho no Sistema OCB, fruto de duas atividades principais: uma pesquisa on-line com todas as unidades estaduais, realizada em julho de 2018, com o objetivo de identificar os principais conceitos utilizados, as ferramentas e os processos adotados; e visitas presenciais a cinco estado (Espírito Santo, Amazonas, Pernambuco, Goiás e Paraná), com o intuito de identificar como era a coleta, o registro e o tratamento dos dados necessários à produção dos indicadores de desempenho.
Caderno 3: Fichas Técnicas dos Indicadores de Desempenho
Contém a ficha de todos os indicadores selecionados para serem implementados na primeira fase do trabalho, com detalhes sobre os conceitos envolvidos, a fórmula de cálculo, periodicidade, responsáveis, procedimentos de coleta, entre outros aspectos relevantes para a implementação.
Caderno 4: Compêndio de Boas Práticas em Indicadores de Desempenho
Reúne 10 boas práticas relacionadas a indicadores em organizações que trilham o caminho da excelência em gestão. Os exemplos foram extraídos da Comunidade de Boas Práticas da FNQ e todos passaram por um processo de aprovação de conteúdo pela Equipe Técnica da FNQ e receberam certificado após o processo.
Caderno 5: Indicadores Mais Utilizados
Apresenta uma lista genérica de indicadores mais utilizados em diferentes e diversas instituições, em três grandes áreas e subáreas: partes interessadas (controladores, acionistas, financiadores e indicadores econômico-financeiros), modelo de negócio (cadeia de valor e fornecedor) e gestão do desempenho (ativos, recursos e competências). O objetivo é apoiar a construção do sistema de indicadores pela aplicação do pensamento análogo, bem como estimular sua pesquisa e descobrir outros e novos indicadores.
Caderno 6: Medidas para a Implementação de Indicadores – Unidade Nacional
Apresenta oito medidas recomendadas para a implementação do sistema de indicadores de desempenho no Sistema OCB, dada a situação atual diagnosticada. Lista também as premissas necessárias para o sucesso da implementação e as condições que delinearam as soluções recomendadas.
Sobre o monitoramento dos indicadores, como é possível garantir a qualidade dos dados recebidos das unidades estaduais? É preciso que as ferramentas sejam padronizadas?
É preciso que os conceitos utilizados para o registro dos dados sejam padronizados. As ferramentas preferencialmente precisam ser as mesmas, para que o dado seja transmitido de forma tempestiva e contemple todos os atributos necessários para constituir o indicador, além de viabilizar a consolidação dos dados em âmbito nacional, realizar as medições e os relatórios de resultados. A própria organização estadual deverá avaliar os resultados dos indicadores, para que sejam feitas as devidas correções, seja no processo ou na ferramenta de coleta. Reconhecemos que várias unidades já possuem ferramentas próprias, é por isso que o maior desafio será a consolidação de uma padronização em nível nacional.
Os resultados devem ser avaliados de quanto em quanto tempo?
Para alguns indicadores, é possível a medição mensal. Porém, todos terão um recorte anual, como forma de mensurar os resultados propostos para cada ano e comunicar à sociedade. Os resultados embasarão as reuniões dos tomadores de decisão.
Após elaborados, qual o próximo passo para a implementação desses indicadores?
Será realizada uma capacitação nacional, durante a edição 2019 do Capacitacoop, sobre os conceitos e processos de coleta de registro dos dados a serem padronizados em todos os estados. Além disso, serão elaborados relatórios de resultados periódicos, a fim de verificar o grau de aderência aos conceitos adotados. Em 2020, será realizado um workshop de resultados do Sistema OCB.
Programa Brasil Mais Cooperativo – Ministério da Agricultura
A ministra Tereza Cristina assinou, no dia 4/7, pacote de medidas para fomentar o cooperativismo agropecuário no país. A primeira portaria cria o Programa Brasil Mais Cooperativo, que funcionará como um guarda-chuva para as demais políticas que o ministério pretende desenvolver para o setor. A segunda portaria trata sobre a DAP Jurídica e o terceiro documento é uma proposta de decreto para a Casa Civil sobre o Selo Combustível Social, garantindo maior acesso a agricultores cooperados a essas políticas públicas. Todas essas medidas são resultado de uma articulação forte do Sistema OCB e do MAPA.
Matérias: https://somoscooperativismo.coop.br/noticia/21490/pacote-de-medidas-e-assinado-pelo-mapaehttp://www.agricultura.gov.br/noticias/ministerio-da-agricultura-lanca-programa-brasil-mais-cooperativo
PEC 6/2019 – Reforma da Previdência
CSLL de cooperativas de crédito: Após mobilização da OCB e da Frencoop perante o relator, deputado Samuel Moreira, incluiu um patamar menor de aumento da CSLL para cooperativas de crédito (de 15 para 17%) em relação às demais instituições financeiras (de 15 para 20%). Havia a indicação de que a CSLL das cooperativas de crédito também fosse alterada para 20%. Com apoio do deputado Evair de Melo (ES), essa posição foi revertida.
FAT e BNDES: Após mobilização da OCB, da Frencoop e de outras entidades do setor produtivo, o relator da PEC recuou da intenção de transferir integralmente os recursos do FAT-BNDES para a Previdência Social. Desta forma, retornou-se ao texto original da PEC, que prevê a redução de 40% para 28% dos recursos do FAT BNDES, para garantir a continuidade dos programas de desenvolvimento do setor produtivo financiados pelo banco.
Aposentadoria rural: Após mobilização da OCB e de diversas entidades do setor produtivo, o relator adequou as regras dos trabalhadores rurais no texto, garantindo idade mínima de 60 anos para homens e 55 anos para mulheres. O texto garante, ainda, que o tempo de atividade rural será reconhecido para concessão de aposentadoria do trabalhador rural de acordo com as regras vigentes à época do exercício da atividade.
Fim da imunidade das exportações: Como ponto de atenção, o relatório manteve o fim da imunidade das exportações para os setores que participam da desoneração da folha e que pagam a tributação pela receita bruta (aves e suínos, por exemplo).
Texto 3/7: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1773948&filename=Tramitacao-PEC+6/2019MPV 881/2019 – Liberdade Econômica
Desburocratização do acesso das cooperativas de crédito aos fundos constitucionais: Após mobilização da OCB, foram apresentadas seis emendas com o mesmo teor por parlamentares da Frencoop, com objetivo de destravar o acesso dos fundos constitucionais para as cooperativas de crédito. Após essa mobilização, o Banco do Brasil procurou a OCB para fechar texto de consenso em relação ao tema, que foi acatado pelo relator da proposta, deputado Jerônimo Goergen (RS), em seu relatório preliminar. A MPV ainda tem que ser aprovada na comissão especial e nos plenários da Câmara e do Senado.
Adequação da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA): O relator da MPV 881/2019 também incluiu em seu relatório preliminar adequação da TCFA conforme o enquadramento de receita bruta aplicado pelo BNDES, conforme texto do PL 10.273/2018, constante na Agenda Institucional do Cooperativismo 2019, cuja redação foi sugerida pela OCB.
Política de Piso Mínimo do Frete: o relator propôs redação prevendo que as indenizações e sanções que fazem referência do art. 5º da Lei 13.703/18 passam a valer apenas a partir da publicação dos pisos mínimos e da planilha que atenderem os requisitos do art. 6º da referida lei, dando maior segurança jurídica para os embarcadores.
Revisão da intermediação entre operadoras de planos de saúde e intermediários: OCB, Unimed e Frencoop se reuniram com o relator para sugerir a inclusão de dispositivo que ponha fim à obrigatoriedade na intermediação, por administradoras de benefício, do relacionamento entre as operadoras e os beneficiários de planos coletivos. A ideia é que as operadoras possam enviar boletos de cobrança diretamente aos beneficiários, agilizando o relacionamento com eles. O relator garantiu que irá estudar a possibilidade de inclusão do pleito no relatório final.
Revisão na constituição de ativos garantidores por operadoras de planos de saúde: OCB, Unimed e Frencoop se reuniram com o relator para sugerir a inclusão de dispositivo que reveja o percentual de bens imóveis que possam ser dados como garantia pelas operadoras. O percentual atual passaria de 20 para 50%. O relator garantiu que irá estudar a possibilidade de inclusão do pleito no relatório final.
Selo Combustível Social: Como ponto de atenção, no texto preliminar do relatório da MPV 881/2019, foi incluído, ainda, dispositivo que permite que empresas cerealistas forneçam matéria prima no âmbito da política do Selo Combustível Social.
PL 8.824/2017 – Internet no campo por cooperativas
Projeto de autoria do deputado Evair de Melo (ES), foi aprovado Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), com relatório do deputado Heitor Schuch (RS). A matéria segue agora para Comissão de Ciência e Tecnologia (CCTCI). A proposição assegura que as sociedades cooperativas possam ofertar serviços de telefonia móvel e banda larga fixa ou móvel, especialmente na área rural.
Texto: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1607433&filename=PL+8824/2017PL 1.292/1995 – Lei de licitações e contratos
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto principal do projeto que instituiu novas normas para licitações, que inclui todos os pleitos solicitados pela OCB.
O texto aprovado veda qualquer situação que comprometa, restrinja ou frustre o caráter competitivo do processo licitatório, inclusive nos casos de participação de sociedades cooperativas.
Além disso, o relator, deputado Augusto Coutinho (PE), após solicitação da OCB, corrigiu o texto da Comissão Especial, de modo que todas as cooperativas de pequeno porte estejam nas mesmas condições das microempresas e empresas de pequeno porte na ordem cronológica de pagamentos.
No momento, aguarda deliberação dos destaques no Plenário da Câmara dos Deputados.
Texto: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1765896&filename=PPR+1+PL129295+%3D%3E+PL+1292/1995Além disso, estamos atuando e avançando em temas como: Reforma Tributária, modernização da Lei Geral das Cooperativas, Marco Regulatório do Transporte Rodoviário de Cargas, licenciamento ambiental. Manteremos todos informados sobre os andamentos.
A comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 6/2019) finalizou, na noite desta quinta-feira (4/7), a votação dos destaques que alteram trechos do substitutivo do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).
Um deles retirou do texto da Reforma da Previdência dois dispositivos: o primeiro, que vedava qualquer nova prorrogação ou remissão de dívidas fora da folha de pagamentos, a exemplo do Funrural; e o segundo, que tributava as contribuições previdenciárias substitutivas da folha de pagamento nas exportações (o que afetaria algumas cadeias do setor agropecuário, como aves e suínos).
Esses dois pontos, que impactam diretamente o cooperativismo agro, foram alcançados a partir da atuação de integrantes das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e Agropecuária (FPA), como os deputados Evair de Melo (PP-ES), Alceu Moreira (MDB-RS), Sérgio Souza (MDB-PR) e Jerônimo Goergen (PP-RS).
Outros temas que envolvem as cooperativas e seus cooperados e que merecem destaque são:
CSLL para cooperativas de crédito: após mobilização da OCB e da Frencoop, o relator retornou alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.
Aposentadoria Rual: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.
A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição parta ambos os sexos.
A matéria agora segue para votação em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados. Clique aqui para conferir o texto aprovado na comissão especial.
O sistema OCB Amapá deu todo o suporte para a criação de mais uma cooperativa no Estado. A marca Gasoline – cooperativa de consumo – foi lançada na manhã desta sexta-feira (5), na sede do sistema, em Macapá.
O novo empreendimento chega com a proposta de baratear os produtos mais consumidos pela população, como gás de cozinha, gêneros alimentícios e combustível, medicamentos e energia elétrica.
O presidente da Gasoline, Rafael Jácome, explicou que o empreendimento barateia os produtos através de isenções fiscais previstas em lei para cooperativas. O gás de cozinha, por exemplo, que tem média de preço de R$ 85 em Macapá, pode ser comprado pela cooperativa por R$ 56 – redução de 34%.
“O cooperado faz o pedido para a cooperativa, que entre em contato com as distribuidoras parceiras e faz o pedido. Nós conseguimos equacionar cooperativa e mercado. O resultado são preços de produtos mais baratos. A vantagem é que nós usamos os benefícios da cooperativa para reduzir o preço de custo destes produtos”, explicou o presidente.
Jácome disse que a oferta de gasolina está em fase de implementação. “Iniciamos com o gás de cozinha para, primeiramente, estabilizar a cooperativa no mercado. De acordo com o nosso planejamento, em seguida, ampliaremos para a gasolina, medicamentos e, assim, por diante”, revelou o presidente.
Para se tornar um cooperado e se beneficiar com os preços mais baixos, é necessário pagar a taxa de adesão (R$20) e anuidade (20). Existe, ainda, uma taxa de manutenção do cooperado, que é de apenas R$ 5 mensais.
O conselheiro administrativo da OCB Amapá, Edilson Lima, ressaltou que, além de atender a população amapaense, a Gasoline também vai fornecer produtos para outras cooperativas, ajudando na sustentabilidade destes empreendimentos no Amapá.
“Principalmente na questão do combustível e gás, que as cooperativas precisam para o seu funcionamento. Assim como a Gasoline, nós ajudamos outras cooperativas a se formar, na legalização, a parte jurídica, estruturação, consultoria e nos demais processos de construção da cooperativa. Com esta cooperativa de consumo, fechamos um leque de vários tipos de serviços que o cooperativismo pode oferecer à população amapaense”, ponderou o conselheiro.
Inicialmente com 70 cooperados, a Gasoline já espera mais adesões. Apenas cooperados podem comprar, através da cooperativa, produtos com preço mais em conta.
A sede da cooperativa fica no Macapá Shopping, no bairro Central de Macapá.
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Grandes notícias para as cooperativas agropecuárias! Um pacote de medidas que favorecem o cooperativismo no segmento foi assinado nesta quinta-feira (4/7) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. As novidades são fruto do esforço do Sistema OCB junto à pasta para que cooperativas e agricultores familiares tenham ampliados sua participação e acesso em políticas públicas voltadas ao setor.
A primeira medida assinada cria o programa Brasil Mais Cooperativo, cuja base é o documento “Propostas Para Um Brasil Mais Cooperativo”, de autoria do Sistema OCB, entregue a representantes do Governo Federal. O intuito do documento foi apresentar ao novo governo do país as propostas de como o cooperativismo pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Seguindo a mesma ideia, o programa vai abranger todas as políticas em favor do cooperativismo que o Mapa pretende adotar.
Uma dessas políticas públicas também foi assinada nesta quinta-feira. Trata-se da Portaria nº 62/2019 que altera a forma de cálculo para concessão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para as cooperativas agropecuárias, tornando a DAP mais acessível a cooperativas que possuam agricultores familiares em seus quadros sociais.
COMBUSTÍVEL SOCIAL
A ministra Teresa Cristina também anunciou o envio, à Casa Civil, do decreto que vai permitir que 40 mil agricultores familiares, por meio de suas cooperativas, possam fornecer matérias-primas para a produção de biodiesel no âmbito do Selo Combustível Social. O programa viabiliza que usinas produtoras de biodiesel tenham acesso às alíquotas de PIS/Pasep e Cofins com coeficientes de redução diferenciados oferecendo, em contrapartida, meios para uma adequada assistência técnica aos agricultores familiares fornecedores, ampliando assim a oferta qualificada de matéria-prima e a renda familiar desses produtores.
“Contamos com as cooperativas para, juntas, oferecer aos pequenos proprietários rurais mais acesso à informação e geração de renda”, disse Tereza Cristina durante a solenidade.
IMPORTÂNCIA
O Secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, disse que essas medidas são de extrema importância para a inclusão de mais e mais cooperativas nos programas do governo federal. “Estamos muito contentes em poder atender esses pedidos da OCB na semana em que o país celebra os 50 anos da OCB, o Dia de Cooperar e, também, o Dia Internacional do Cooperativismo.”
COMPROMISSO COM O PAÍS
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, Márcio Lopes de Freitas, avaliou as medidas como um marco na história do cooperativismo do país. “Nós elaboramos o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo
com a intenção de mostrar ao novo governo o quanto também estamos comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Então, a partir desse programa do Ministério da Agricultura, esperamos que outras áreas também vejam as cooperativas como estratégicas nesse processo de retomada do crescimento.” EM BREVE Outros dois acordos de cooperação entre OCB, Sescoop e Governo Federal serão assinados em um futuro próximo: um visa fomentar a intercooperação de boas práticas em gestão e inserção em mercados entre as regiões Norte e Sul, e outro voltado para cooperação técnica no desenvolvimento dos profissionais de ciências agrárias das cooperativas em defesa agropecuária.
com a intenção de mostrar ao novo governo o quanto também estamos comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Então, a partir desse programa do Ministério da Agricultura, esperamos que outras áreas também vejam as cooperativas como estratégicas nesse processo de retomada do crescimento.” EM BREVE Outros dois acordos de cooperação entre OCB, Sescoop e Governo Federal serão assinados em um futuro próximo: um visa fomentar a intercooperação de boas práticas em gestão e inserção em mercados entre as regiões Norte e Sul, e outro voltado para cooperação técnica no desenvolvimento dos profissionais de ciências agrárias das cooperativas em defesa agropecuária.
Um marco para a economia e para o cooperativismo! Após quase 20 anos de negociações, as autoridades do Mercosul e da União Europeia acabam de anunciar a conclusão das negociações em torno do Acordo de Associação entre os dois blocos. A decisão foi anunciada após reunião das equipes negociadoras em Bruxelas, na Bélgica. O acordo comercial tem grande potencial para a ampliação das exportações brasileiras, já que consolida-se, assim, uma área de livre-comércio composta por mais de 775 milhões de habitantes e US$ 20 trilhões de Produto Interno Bruto unificado.
Falando especialmente sobre o setor cooperativista, os ganhos podem chegar a cerca de US$ 70 bilhões na exportação de produtos gerados por cooperativas, com 98% deste valor concentrado no ramo agropecuário, sendo carnes (US$ 12 bilhões, principalmente para carne de frango), açúcar (US$ 9 bilhões) e milho (US$ 4 bilhões) os com mais potencial. As cooperativas produtoras de café, rações, sucos, frutas, especiarias, mel e algodão também serão beneficiadas. O acordo traz pontos de atenção para as cooperativas focadas em vinhos, lácteos, trigo e malte e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) destaca que sempre defendeu o posicionamento destes setores com relação as propostas do acordo.
Os ramos Mineral, de Produção, Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde também são contemplados e somatizam potencial de US$1,4 bilhão em exportações. Neste contexto, as cooperativas de garimpo de quartzo e estanho, e as produtoras de alguns tipos de calçados (especialmente sandálias e componentes de calçados), são as principais beneficiadas.
Na importação, o potencial de venda dos produtos de cooperativas da União Europeia para o Brasil também se aproxima de US$ 70 bilhões, sendo 70% no agronegócio. A inclusão de produtos como fertilizantes ou maquinário europeu no acordo de livre-comércio, e a possível autorização de participação de prestadores europeus de serviços na economia brasileira, podem reduzir o custo de produção no campo e nas cidades do país. Cooperativas de Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde, por exemplo, podem ter os custos de compra de seus insumos reduzidos pelo acordo.
Este é o marco da finalização das tratativas. Contudo, para que entre em vigor, o acordo ainda deverá passar pela ratificação dos Parlamentos das nações envolvidas. Nos últimos acordos semelhantes esse processo levou até 5 anos, e a Organização das Cooperativas Brasileiras seguirá acompanhando os novos passos e empenhada, ao lado da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), na defesa dos interesses do setor junto ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional.
A autogestão das Cooperativas é essencial, pois garante maior competitividade e, principalmente, o atendimento aos interesses dos cooperados. O Sistema OCB-AP e Sescoop-AP tem trabalhado na promoção dessa vertente, atuando diretamente na capacitação das Cooperativas.
Na manhã dessa quinta-feira, 27, iniciou o Curso Preparatório de Procedimentos Assembleares para Cooperativas, ministrado pelo Contador e Especialista em Cooperativismo, Fabiano Oliveira.
Durante dois dias, 16 Cooperativas que representam os ramos mineral, transporte, agro, trabalho, consumo e saúde terão noções sobre função de uma assembleia geral, convocação das assembleias gerais, quórum de instalação e aprovação, desenvolvimento da AGO e AGE, trâmites relacionados para registro dos atos de legalização com a Junta Comercial e processo digitais, entre outros conteúdos.
“Atuamos com base na realidade da cooperativa. Identificamos juntos quais são as melhores soluções. Ganha o colaborador, ganha o cooperado, ganha a cooperativa”, destacou o palestrante Marcelo Oliveira.
O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, destacou que para transformar os ideais cooperativistas em atitudes, é necessário acima de tudo entender o negócio. “Só a formação profissional possibilita a construção dessa ponte. Por isso, o Sistema OCB-AP acredita e investe no conhecimento por meio das capacitações, com essa ferramenta podemos acompanhar esse processo de transformação e crescimento dos nossos cooperados e cooperativas”.
Recém criada a Cooperativa de Trabalho e Prestação de Serviço em Geral e dos Profissionais do Lar (COOP-SERVICE) participa da sua primeira capacitação, um momento importante para quem deseja galgar um caminho de crescimento no mercado local.
“Uma grande experiência. Tirar dúvidas, ter novos horizontes e entender o funcionamento de tudo é algo extremamente importante para a nossa rotina”, descreveu Clarisse Alves.
Experiência compartilhada pela Cooperativa dos Agricultores Extrativistas do Rio Vila Nova (CAEVE). “É um horizonte amplo. Sem dúvida, conhecimento é a chave do sucesso. Estamos aqui para aprender e disseminar esse aprendizado com os demais cooperados”, destacou João Alex Ferreira.
O curso encerra nessa sexta-feira, 28.
A cada nova Cooperativa que está prestes a nascer, o Sistema OCB-AP, atua de inúmeras formas: o primeiro passo é a orientação documental e burocrática, esclarecendo o que é necessário para formar a Cooperativa. Passado a fase documental, a equipe tem a preocupação de ter um contato mais aprofundado com os integrantes que compõem essa nova "empresa", e palestra sobre as diversas vertentes do Cooperativismo.
Na última quarta-feira, 26, o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, a gerente Administrativa da OCB-AP, Maria Nascimento, e o Analista de Cooperativismo Michel Araújo, tiveram essa missão primordial junto à uma Cooperativa que está em processo de formação do Ramo Transporte.
O objetivo foi fazer com que o grupo compreenda o que é uma cooperativa, como ela funciona direitos e deveres dos cooperados, parte tributária entre outros assuntos que fazem parte da rotina do novo negócio.
"Destacamos o papel representativo e orientativo da OCB, quanto a formação profissional e acompanhamento da Gestão do SESCOOP-AP. Mostramos o caminho que devem seguir, e o que é necessário para o fortalecimento do negócio", destacou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
De acordo com Marcelo Rodrigues, representante da Cooperativa que está em constituição, o grupo já tem como atividade o transporte de carga e passageiros entre os municípios de Pedra Branca e Macapá, e agora o passo é se tornar uma Cooperativa para expandir o negócio é ter mais organização.
"Estamos aqui hoje para montar nossa empresa cooperativa e através dela trazer renda e aumentar a qualidade de vida de nossos cooperados, já estamos decididos à constituir nossa empresa e acreditamos que a forma certa é através da cooperativa. Agradecemos o apoio e o acompanhamento da equipe do Sistema OCB-AP que se tornou fundamental neste processo".
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