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O desenvolvimento regional no Norte do país. Este o objetivo do convênio assinado nesta terça-feira (19/12), entre o Bancoob e o Banco da Amazônia, visando o repasse de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), por meio do cooperativismo de crédito. O Banco da Amazônia é o administrador do fundo e os mecanismos de repasse dos recursos estão previstos na Portaria 23/2017, do Ministério da Integração – que estabelece as normas da gestão dos Fundos Constitucionais de Financiamento (FNO, FCO e FNE). Esta Portaria é fruto do trabalho realizado pela OCB, em parceria com os Sistemas Cooperativos, junto ao Ministério da Integração Nacional, no final de 2016. As regras estabelecidas pela Portaria para repasse ficaram mais claras e passam a dar maior previsibilidade para os agentes operadores realizarem a operação com o tomador final do recurso. NA PRÁTICA Devido à sua capilaridade, as cooperativas de crédito reúnem todas as condições para democratizar o acesso aos recursos dos fundos constitucionais. Para se ter uma ideia, em todo o país, há mais de 5,7 mil pontos de atendimento de bancos cooperativos e, em 564 municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes. Em função disso, por exemplo, os Bancos Cooperativos já operam os recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), administrados pelo Banco do Brasil. Agora, com a assinatura do convênio com o Banco da Amazônia, espera-se repetir a experiência de sucesso, também, na região Norte. Inclusive, o Banco Sicredi já está trabalhando para, ao lado do Bancoob, operar com os recursos do FNO. “Em breve, o Sistema Cooperativo estará, por meio de seus dois Bancos, fazendo com que os recursos do FNO cheguem com mais facilidade a quem mais precisa dele nos longínquos rincões do Norte do Brasil”, comenta Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

Os brasileiros devem começar a sentir, nos próximos anos, os efeitos pós-crise econômica. E, se as previsões do economista Ricardo Amorim se confirmarem, eles serão positivos! O especialista em administração e finanças internacionais foi o convidado especial do último evento com foco econômico e destinado a cooperativas de crédito, realizado, em 2017, pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). O evento ocorreu na Casa do Cooperativismo Brasileiro, em Brasília, na quinta-feira, dia 14/12. Ricardo Amorim, que atua no mercado financeiro desde 1992, dentro e fora do país, sempre como economista e estrategista de investimentos, apresentou um estudo no qual é possível visualizar que, desde 1900, todas as vezes que o Brasil viveu uma grande recessão, os anos seguintes registraram um crescimento econômico favorável. Segundo ele, esse fenômeno vai voltar a ocorrer nos próximos três anos. Ele considerou a atual crise econômica, pela qual passam os brasileiros, como algo de proporções que o Brasil nunca viu antes. Amorim também fez questão de frisar que o momento de as cooperativas crescerem é agora, já que o cenário é favorável para ramos como crédito, agropecuário, saúde e educacional. Ele que é um dos debatedores do programa Manhattan Connection da Globo News desde 2003 e colunista na revista IstoÉ, é o entrevistado desta semana no portal do Sistema OCB. Confira abaixo o que ele pensa sobre crise, oportunidade e cooperativismo. Em momentos de crise econômica, qual o grande problema das expectativas, independentemente de serem positivas ou negativas? A questão das expectativas é que elas refletem o passado e não o futuro, normalmente. Quando o passado é bom, as expectativas tendem a ser muito altas. Quando o passado é ruim elas tendem, pelo contrário, a ser muito baixas. Ou seja, como o passado recente da economia brasileira foi péssimo, as expectativas são as piores possíveis. A gente viveu a mais longa, profunda e grave crise econômica da história brasileira e ela veio junto com uma crise política e moral, também, em proporções que o Brasil nunca tinha visto. E a conclusão é: o brasileiro tem expectativas muito ruins para os próximos anos, considerando o aspecto econômico. Eu, ao contrário, tenho exatamente as expectativas opostas. Porque, se analisarmos a história brasileira desde 1900, todas as vezes que vivemos crises econômicas graves, na sequência o que nós tivemos foi um crescimento econômico muito forte. Veja só, todas as vezes que saímos de uma crise econômica muito aguda – e nenhuma delas foi tão aguda quanto essa, o Brasil cresceu, pelo menos 5% ao ano, por pelo menos três anos seguidos, na sequência. Hoje, os economistas estimam um crescimento econômico de 2% para o Brasil, nos próximos três anos, na média. Contudo, para mim, a economia brasileira vai crescer muito mais do que as pessoas acreditam, atualmente. Então, uma crise é importante para o processo econômico? Ouvimos falar muito que as crises trazem oportunidades, mas eu prefiro pensar diferente. As crises, na verdade, trazem problemas! O que pode trazer oportunidade é como nós reagimos a elas. No cooperativismo, por exemplo: o que faz com que se converta crise em oportunidade é exatamente o fato de que as pessoas se aproximarem mais. Então, o que a crise cria é a oportunidade de nos reinventarmos de uma forma melhor e mais forte. Se as cooperativas conseguirem ter a capacidade de melhorar seus processos, suas equipes, seu atendimento, seu serviço e seus produtos, aí, sim, elas terão criado as oportunidades. Mas é possível registrar crescimento, sem passar por uma crise? Em tese, sim, mas infelizmente, a natureza humana mostra que só nos mexemos quando a coisa fica difícil, não quando a coisa está fácil. Eu costumo dizer, em tom de brincadeira, que sou uma pessoa ‘do contra’. Quando as coisas vão bem, costumo ser aquele que faz o papel de chato, que alerta para não afrouxar, que é o costumamos fazer, já que tudo está favorável. Quando as coisas estão indo bem, achamos que continuarão caminhando bem sozinhas, mas isso não acontece. Elas só foram bem, graças ao que fizemos bem anteriormente. É por isso que precisamos continuar assumindo o nosso papel de protagonista para que as coisas continuem indo bem. Afinal, tudo é reflexo do que fazemos. A crise faz o contrário. Quando as coisas vão mão, elas nos apertam, nos chacoalham e aí, sim, percebemos que precisamos fazer o que precisa ser feito para tudo melhor. Então, considerando esse cenário em que as coisas começam a melhorar, quais as oportunidades que as cooperativas têm diante de si? Falando especificamente sobre as cooperativas de crédito, a grande oportunidade vem do fato de que, hoje, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, não estão em uma situação financeira tão tranquila quanto estavam há alguns anos. Na minha opinião, isso se deve a algumas diretrizes erradas de pisar no acelerador num momento em que a economia brasileira estava piorando (estamos falando de três, quatro anos atrás). Essas diretrizes erradas causaram alguns problemas de crédito na carteira dessas duas instituições, deixando-as mais limitadas para expandir seu crédito. Os bancos estrangeiros têm reduzido sua presença no Brasil e os bancos privados também têm sido reticentes. Isso é que cria as oportunidades para as cooperativas de crédito. Outro ponto, é que as cooperativas, de maneira geral, atuam nos setores que estão entre os que mais crescem no Brasil. Dentre eles, posso citar três: - Educação: temos a participação de cooperativas muito importantes nesse setor. O Brasil viveu um momento de expansão da classe média – fenômeno que deve volta a ocorrer nos próximos anos – e isso fez com que muitas pessoas buscassem mais educação. - Saúde: o mesmo fenômeno fez com que muitas pessoas buscassem mais saúde. E essa é uma outra área em que as cooperativas são muito fortes. Aliás, saúde é um setor que as pessoas tendem a buscar cada vez mais, porque o setor público está em uma situação financeira difícil, limitando sua capacidade financeira de prover esse serviço básico ao cidadão. Consequentemente, isso gera oportunidade para quem trabalha com saúde no setor privado. - Agronegócio: esse setor vem sendo e continuará a ser um dos motores da economia brasileira, porque a demanda por comida no mundo, principalmente vinda da China e da Índia, deve crescer muito mais nas próximas décadas. E isso gera, mais uma vez oportunidades para as cooperativas agrícolas porque elas são muito fortes. Aliás, por falar em cooperativas agropecuárias, temos um outro fator de oportunidade para todas as outras cooperativas: graças ao agronegócio forte, o interior do país também tem se fortalecido muito. Nos últimos 15 anos, para se ter uma ideia, as cidades do interior cresceram muito mais que as capitais brasileiras. E em 2018 isso não será diferente. A grande questão é que, as cooperativas, em geral, têm uma grande presença nas cidades do interior do país, especialmente as agropecuárias e de crédito. Fonte: Sistema OCB

O Sindicato e Organização das Cooperativas no Amapá (Sistema OCB-AP) vem a público esclarecer que desde o início tem contribuido com as investigações da Operação da Polícia Federal “Senhores da Fome”, na qual a Cooperativa Agrocoop está sendo investigada. O Sistema OCB-AP enviou um documento a Polícia Federal no dia 6 de novembro de 2017 se colocando a disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento e entregar a documentação necessária que estivesse em posse da OCB-AP para garantir o sucesso da investigação. Na manhã desta sexta-feira, 15, a Polícia Federal esteve nas dependências do Sistema para solicitar a documentação da referida Cooperativa investigada. O presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza, que tem contribuido diretamente nas investigações, presta esclarecimentos neste momento e soma junto ao trabalho da PF. A OCB-AP é uma instituição extremamente séria e comprometida e atua apenas como órgão sindical e registral das cooperativas, sempre focada no interesse do Cooperativismo do Estado do Amapá.

O próximo sábado, 16, será marcado pela I Corrida do Cooperativismo Amapaense realizada pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Amapá (OCB-AP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Amapaense (Sescoop-AP). A largada está marcada para às 6h, na frente do Parque do Forte, com percurso de 5km. A inscrição para corrida foi apenas um brinquedo novo. Com a iniciativa o Sistema OCB/AP arrecadou mais de 500 brinquedos que serão doados para os Correios para atender os inúmeros pedidos de crianças carentes. “A nossa corrida é uma forma de promoção do cooperativismo local para levar a qualidade de vida aos nossos cooperados e a população em geral. Aliado a isso temos o lado beneficente o qual teremos a satisfação de tornar melhor o Natal de centenas de crianças nos mais diversos bairros de Macapá atendendo as cartinhas que chegam aos Correios neste período”, destacou o presidente do Sistema OCB/AP, Gilcimar Pureza. Entrega de Kits Os kits para os corredores inscritos serão entregues nos dias 14 e 15 de dezembro, das 9h às 11h e das 14h às 16h, no Sistema OCB-AP, localizado na Rua Tiradentes nº102, esquina com Avenida Raimundo Álvares da Costa, no bairro Central. Percurso A corrida terá 5km, com largada às 6h, e percurso saindo do Parque do Forte, até a sede do Ministério Público no Araxá, e retornando ao Parque do Forte. Premiação A corrida contará com premiação em troféu para os três primeiros colocados masculino e feminino. Sorteios Durante a programação teremos 10 sorteios, cada um de R$100 para os inscritos além dos sorteios de brindes. Mais informações: Naiane Videira - 99162-6429 Lílian Guimarães - 98124-9681
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A convite da EMBRAPA, o Sistema OCB-AP foi selecionado como entidade parceira junto ao Projeto BEM DIVERSO do PNUD e Fundo Global do meio Ambiente-GEF. O projeto atua na cadeia produtiva do Açaí onde o Sistema OCB-AP, atende a Cooperativa AÇAÍ COOP no Município de Afuá.
O encontro anual do Projeto tem esse ano a temática "Conservando a biodiversidade pelo uso sustentável", o evento reúne populações tradicionais apoiadas pelo projeto e especialistas para troca de conhecimentos, experiências e informações. São três dias de debates – de 5 a 7 de dezembro – em torno da conservação da biodiversidade e de boas práticas de extrativismo sustentável de plantas, que têm alto potencial para geração de renda, inclusão social e conservação da biodiversidade e serviços ambientais.
O projeto atua nos biomas Cerrado, Caatinga e Amazônia, reconhecidos pela importância socioambiental, mas ameaçados pelo aumento de práticas agrícolas pouco sustentáveis. Nesses biomas, o projeto atua em seis territórios, todos reconhecidos pela importância na exploração de produtos da biodiversidade, com significativa organização social e produtiva.
"Essa é uma oportunidade única para reunir populações tradicionais, indígenas e agricultores familiares de diversas regiões do Brasil e que tem experiências emblemáticas no uso sustentável e conservação da biodiversidade", comentou o presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza.
Programação
No primeiro dia de evento, os participantes debateram o que a gastronomia pode fazer para a biodiversidade e foi apresentada a proposta do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade, uma iniciativa do Instituto ATÁ. Também tiveram debates sobre comercialização dos produtos da biodiversidade, sobre educação contextualizada dos povos tradicionais, e sobre exemplos de estratégias apoiadas pelo projeto para valorizar as espécies da sociobiodiversidade.
Neste segundo dia, haverá mesas de discussão sobre a experiência das mulheres na luta pela autonomia no campo, políticas públicas, planejamento da paisagem e agregação de valor aos produtos da biodiversidade. No terceiro dia do evento, os debatedores apresentarão resultados sobre a importância dos produtos da biodiversidade para a conservação, os exemplos e desafios da industrialização desses produtos e a luta pela garantia dos territórios dos povos tradicionais.

Membros do Conselho de Administração das Unidades Estaduais do Sescoop participam em Brasília da capacitação que visa trabalhar no desenvolvimento contínuo com foco no aprimoramento do papel de titulares do Conselho de Administração. O Amapá está representado pelos Conselheiros Dra. Conceição Capiberibe, Tereza Sizu e Michel Araújo. São dois dias de programação que incluem as principais normativas do Sescoop; Papéis e Atribuições dos Conselhos à Luz do Regimento Interno; Governança, estrutura de controle e gestão da ética; além da visão geral do Plano de Trabalho do Conselho Fiscal. A capacitação iniciou nesta terça-feira, 05, e seguirá na quarta-feira, 06.

Inovação é o mesmo que encontrar uma solução para um problema real. Isso todo mundo sabe. O que é difícil nesse processo que envolve a descentralização do poder é garantir que todos os indivíduos de uma empresa, cooperativa ou organização, estejam motivados para buscar as respostas mais criativas, econômicas e possíveis de execução. Esse é o pensamento do especialista em inovação, Gustavo Caetano, eleito uma das 50 mentes mais inovadoras do país pela revista Proxxima (Meio&Mensagem), um dos 15 brasileiros mais influentes da internet pela Revista GQ e bicampeão do prêmio de CEO do ano (Pequenas Empresas Grandes Negócios e The Next Web). O mineiro discorreu sobre inovação dentro e fora do Brasil durante sua palestra, ministrada durante a cerimônia de entrega do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, na noite desta terça-feira (22/11), em Brasília. Sua startup, a Samba Tech, foi eleita três vezes nos Estados Unidos como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo e a Forbes a colocou como uma das 10 Startups para se observar na América Latina. A Samba entrou para a lista da revista Fast Company como uma das 10 mais inovadoras da América Latina e Caetano foi eleito pelo MIT como uma das 10 mentes mais inovadoras do país. A empresa de Caetano é a segunda melhor para se trabalhar em Minas Gerais, e a quarta no ranking Brasil, segundo o Great Place to Work. Confira! O que é inovação? Cite exemplos. As pessoas tendem a confundir inovação com invenção e não é bem isso. Inovação é encontrar soluções para resolver os problemas reais das pessoas. Pra mim, as empresas extremamente inovadoras são aquelas que encontram soluções para questões que já existem há muito tempo, de maneira diferente. Por exemplo: o Waze, é um excelente caso de inovação. Quando ele entrou no mercado de GPS, cheio de players gigantescos como a Tomtom e a Garmin, líderes da época, decidiu focar em um único problema que nenhum deles estava resolvendo: o trânsito. E isso foi feito. O problema do trânsito foi resolvido e agora o Waze é a maior empresa de GPS do mundo. Tanto que, recentemente, foi vendida por US$ 1 bilhão para o Google. Muitas pessoas não aderem à cultura da inovação na sua empresa porque acham que precisam ser muito criativos para inventar algo que não existe. E o Waze é um exemplo clássico do que já existia, mas que focou em um problema que ninguém tinha focado antes. Porque inovar é tão importante? Inovar, hoje em dia, não é mais uma opção. Veja bem, se listássemos as grandes empresas americanas da década de 50, veríamos que 90% delas não existem mais. Vale pensar o seguinte: naquela época, uma nova tecnologia poderia demorar até 50 anos para entrar no mercado e isso não ocorre atualmente. A cada seis meses temos uma nova tecnologia disponível. Então, inove ou morra tentando! Não tem opção. Todo mundo tem de aderir à inovação, agora, como uma estratégia de sobrevivência. Ou a inovação ocorre, ou o seu negócio tende a terminar em alguns anos, porque possivelmente será substituído por alguém que faz isso melhor, de uma maneira diferente e com um custo mais barato. Quando inovar e o que é necessário? A inovação depende da cultura da empresa, do DNA das organizações. Se não existe, é necessário traze-la ao ambiente de trabalho. Eu tive a oportunidade de estudar na universidade da Disney, uma empresa de 100 anos, e ela consegue se reinventar constantemente. Eu descobri que isso não tem nada a ver com criatividade, como muita gente imagina. Não é necessário ser super criativo para ser inovador. Na verdade, inovação tem a ver com processos e com a necessidade de estar atento às oportunidades de melhoria. Por isso a inovação não depende de uma área específica, mas de pessoas. Todas elas. E isso pode ser obtido com algumas coisas básicas. A primeira delas é a identificação de problemas; a segunda é a revisão de propósito, já que a razão de ser de uma empresa, há 10 anos, é diferente da de hoje; e, por último, é importante trazer pessoas boas para dentro da organização, dando a oportunidade para os erros. Todo processo de inovação depende do erro. Nenhuma empresa inovadora que conhecemos nasceu de uma ideia genial e sempre teve tudo a seu favor. Todas elas experimentaram, erraram! E isso ocorre desde os tempos de Leonardo da Vinci ou Thomas Edson. Todas essas figuras foram grandes experimentadores. Eles testavam várias coisas o tempo inteiro e, vale dizer que, hoje, é barato testar. Então, é urgente e vital trazer essa cultura do teste, da execução e tirar da cabeça a ideia de que inovação vem de alguma especialidade ou habilidade, afinal não adianta ter ideias brilhantes e não conseguir colocá-las em prática. Essa é a chave das grandes empresas inovadoras que têm conseguido transformar suas visões em resultados. Você acha que o Brasil é um país inovador? Sim. Porque as pessoas sempre dão um jeito de resolver problemas que parecem irresolvíveis. Infelizmente, essa característica do brasileiro é usada para o mal. Eu vejo vários golpes tão bem bolados e penso que se o autor deles usasse essa energia para o bem, poderia ter montado uma startup ou criado algo inovador para resolver os problemas das pessoas e não prejudica-las. O brasileiro é um povo que sempre pensa em formas diferentes de resolver um problema. Mesmo sem o dinheiro que o americano tem ou o processo que o alemão possui, a gente consegue fazer muita coisa boa por aqui! O que falta, muitas vezes, é metodologia. Nós ainda dependemos muito de um líder que pense e execute, mas não temos isso na base das pessoas, ou seja, os liderados não pensam em como resolver os problemas que está diante deles. Muitas vezes eles esperam que o chefe resolva. Outra coisa que falta é uma educação proativa de transformar a inovação em algo acessível para todos. As pessoas que lidam com os processos é que sabem como melhorá-los. Não se pode esperando que um presidente pare e resolva tudo dentro da empresa, mas isso depende muito da descentralização do poder dentro das organizações. O modelo tradicional de empresa brasileira é muito concentrado. O poder fica na mão de poucos. Geralmente, tudo passa pelo presidente ou pela diretoria e esse é um modelo antigo. O modelo novo dá poder às pessoas. Então, independente do cargo, dê poder às pessoas. Dê a oportunidade de elas proporem soluções e aí será possível ver ideias extraordinárias nascendo. O problema do modelo tradicional é que ele é muito “eu mando e você obedece” e não dá voz para quem está na ponta, executando a tarefa. E é ele que lida com o mercado e com os clientes. Muitas vezes os executivos estão confinados nos escritórios sem ideia do que está acontecendo lá fora. Fonte: Sistema OCB

Foi realizado neste sábado (02.12), o I ENCONTRO DE COOPERATIVAS AGROFLORESTAL DO AMAPÁ, com lançamento do Projeto AMAPÁ AGROINDUSTRIAL, de iniciativa da Cooperativa AGROPORTO. Um projeto que visa a verticalização da fruticultura no Estado, com a integração de cooperativas de todos os municípios que tenham interesse em agregar valor a produção. O evento contou com ampla participação das cooperativas do ramo agropecuário e de produtores rurais da região. Compuseram a mesa as instituições parceiras do projeto: - Banco do Brasil, Sr Eduardo Oliveira, Gerente de Mercado; - Associação Comercial do Amapá-ACIA, Sr Jaime Nunes-Presidente; - Banco da Amazônia, Sr Gledson Salles- Gerente; - Governo do Amapá, Sr Edson Santos - Presidente do PESCAP; - Sistema OCB-AP, Presidente Gilcimar Pureza; - Associação dos Criadores do Amapá-ACRIAP, Presidente Jesus Pontes; - Deputado Federal Marcos Reategui - Mauro Souza, Presidente Cooperativa AGROPORTO. Além de representantes do SEBRAE, Deputado Max da AABB. Após as exposições das instituições e sua parceria no projeto, ficou deliberado agendas específicas com as cooperativas com Banco do Brasil e ACIA para desenvolvimento de outras atividades comerciais além da fruticultura e as polpas de frutas. O presidente Gilcimar Pureza falou que o evento foi um sucesso e mostra um novo comportamento dos dirigentes das cooperativas no desenvolvimento das atividades comerciais na profissionalização da gestão. O deputado Marcos Reategui falou que este movimento do agronegócio seja por grandes produtores de grãos ou por agricultores familiares e pescadores é a melhor alternativa para o desenvolvimento do Amapá, pois os recursos federais que por anos mantiveram o Estado agora são insuficientes para suas necessidades e falou dos projetos dos quais seu mandato tem colaborado e se colocou a disposição do Sistema OCB-AP para apoiar no que for preciso para fortalecer essas atividades, dentre elas o empenho na prorrogação do prazo da Lei 13340 que anistia de juros de dívidas e facilita a renegociação com Banco da Amazônia como exemplo. [gallery ids="1662,1663,1664,1665,1666,1667"]

Produtores e cooperativas da agricultura familiar de todo o país podem ser beneficiados com novas regras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A novidade foi publicada hoje no Diário Oficial da União (Decreto nº 9.214/2017
). Assim, os produtos oriundos de cooperativas ou propriedades da agricultura familiar poderão ser destinados à rede pública de saúde, aos estabelecimentos prisionais e às unidades de internação do sistema socioeducativo. O decreto também possibilita aos agricultores familiares, por meio de cooperativas ou associações, a contratação de prestação de serviços e ou aquisição de insumos de terceiros para beneficiar, processar e industrializar os alimentos a serem adquiridos no âmbito do programa, conforme dispositivos definidos pelo Grupo Gestor do PAA. O Programa de Aquisição de Alimentos está estreitamente ligado à política de segurança alimentar e nutricional brasileira, pois, dentre o escopo de atuação do programa, os produtos da agricultura familiar adquiridos pelo governo são distribuídos a projetos de cunho social, podendo ainda ser destinados à formação de estoques públicos, repassados a bancos de alimentos, doados a instituições assistenciais, distribuídos em cestas de alimentos a grupos em situação de risco alimentar ou até mesmo vendidos a pequenos criadores e pequenas agroindústrias. A permissão da aquisição de insumos e a contratação de prestação de serviços atende ao pleito do Sistema OCB, pois visa dar mais segurança jurídica às cooperativas e produtores, visto que os produtos processados, beneficiados e industrializados pelos agricultores familiares e seus empreendimentos, que são extremamente relevantes no fortalecimento e desenvolvimento deste segmento produtivo, de forma alguma descaracterizam a origem do produto como sendo da agricultura familiar. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a publicação do novo decreto do PAA demonstra a importância do programa para a comercialização da produção brasileira, principalmente em momentos de turbulência, a exemplo da situação atual da cadeia do leite. “Ao expandir o rol de beneficiários do PAA, o governo vai diretamente ao encontro dos anseios da agricultura familiar e do cooperativismo, que possuem grande preocupação com a comercialização dos seus produtos. Ao mesmo tempo, fortalece o combate à fome e à pobreza no Brasil”. ORÇAMENTO PARA 2018 Recentemente, após forte atuação do Sistema OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a Comissão de Agricultura da Câmara aprovou emenda ao Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2018, para ampliar os recursos do PAA, originalmente dotados em apenas R$ 4 milhões, para um montante total de R$ 318 milhões. A emenda revigora a importância do programa, que tem tido uma redução considerável de seu orçamento nos últimos anos. Fonte: Sistema Ocb

A Comissão de Políticas Agrárias da Assembléia Legislativa do Amapá e o Sistema OCB-AP, promoveram uma plenária com as cooperativas cuja pauta foi a apresentação e discussão do Projeto de Lei Complementar 005/17, que dispõe sobre as terras públicas e devolutas do Estado, que disciplina sua ocupação, e revoga a Lei Complementar 004 de 1993. Participaram do encontro o Deputado membro da FRENCOOP AMAPÁ, Max da AABB articulador da plenária e a Deputada Roseli Matos. Os parlamentares também ampliaram a discussão sobre temas como a RENCA e políticas que entravam o desenvolvimento dos setores econômicos. A apresentação foi realizada pelo Dr. Sérgio Paulo, advogado e engenheiro Agrônomo que assessora a Comissão neste tema, onde todos os participantes puderam sanear dúvidas e esclarecer as questões para enviarem suas propostas a legislação que ainda está sob discussão com a sociedade para adequações se necessárias. Haverá um plenária ampliada e final na Assembleia Legislativa no dia 04 de dezembro para então encaminhar para deliberação. As cooperativas poderão encaminhar sugestões direto a Comissão da Assembléia ou via Sistema OCB-AP.

Muita gente por aí ainda não se deu conta de que boa parte daquilo que consome – desde serviços até produtos de primeira necessidade ou itens de alto valor agregado – foi produzido, transportado ou comercializado por uma cooperativa. Isso quer dizer que bem antes de o sol nascer, já tem cooperado trabalhando duro para alimentar, vestir e facilitar a vida de milhares de famílias brasileiras. Ao fazer isso, esses cooperados e suas cooperativas transformam realidades, por meio da geração de trabalho, renda e inclusão socioeconômica nas comunidades onde estão inseridas. E, ao final do dia, um único sentimento liga essas pessoas: o orgulho de ser parte de um movimento que valoriza quem faz, como faz e porquê faz. Assim, para reforçar esse orgulho de ser cooperativista e, também, para garantir que mais e mais brasileiros conheçam esse jeito humanizado de fazer negócios e gerar resultados, o Sistema OCB acaba de lançar o movimento SomosCoop – uma campanha nacional de valorização das cooperativas brasileiras, seus cooperados e empregados. Motivação Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa campanha nasceu para ser um movimento nacional de valorização do orgulho de trabalhar, de forma cooperativa, por uma economia local mais forte e, assim, por um país mais desenvolvido e próspero. Para a liderança, é por acreditar na possibilidade real de unir desenvolvimento econômico, social e ambiental, somando forças e compartilhando resultados, que cooperativistas de todos os cantos do país trabalham diariamente. “Essas pessoas têm a certeza de que contribuem com o desenvolvimento não apenas do cooperativismo, mas do Brasil”, enfatiza o presidente. Contribuição “Hoje, somos mais de 13 milhões de brasileiros que defendem um país mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. As nossas cooperativas têm uma contribuição importante na produção agropecuária nacional, na inclusão e na educação financeira de milhões de pessoas no país. E fazemos o mesmo em muitas outras áreas. Na saúde, por exemplo, garantimos atendimento de qualidade para 28 milhões de brasileiros. Ou seja, o cooperativismo está muito mais presente na vida do brasileiro do que ele imagina”, avalia Márcio Lopes. Por fim, o anfitrião da noite fez questão de afirmar: “Tenho certeza de que, juntos, vamos fazer barulho e levar o movimento SomosCoop para todos os cantos desse nosso Brasil. Vamos mostrar à população brasileira que as relações de ganha a ganha são possíveis, sim, podendo ser colocadas em prática a partir da cooperação. Vamos juntos, afinal, todos nós, SomosCoop!”. Como será O movimento começa ainda neste ano com o lançamento de um vídeo institucional sobre o poder transformador do cooperativismo, spots para rádio e anúncios para internet, além de revistas. Para 2018 está prevista a divulgação de uma webserie sobre como as cooperativas colaboram com o desenvolvimento das comunidades onde estão inseridas. “Nossa proposta não é fazer uma divulgação de caráter publicitário do cooperativismo”, destaca a gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke. “Queremos engajar as pessoas para essa causa, fazendo cada cooperativa ou cooperado abraçar, à sua maneira, o SomosCoop. Elas poderão usar o carimbo da campanha em seus produtos, vestir a camisa, simplesmente dizer ao mundo o quanto sentem orgulho de ser Coop”, conclui. Participe Para participar é bem simples. Basta acessar o site: www.somos.coop.br
, fazer o cadastro e baixar o material disponível. A partir daí, é só usar sem moderação, divulgando a campanha para seus cooperados e comunidade em geral. As cooperativas também poderão enviar sugestões de histórias, cases, palestras e iniciativas capazes de promover a valorização e o pleno reconhecimento do cooperativismo no Brasil. A sua participação fará toda a diferença. O endereço eletrônico é:

A plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou, hoje, a minuta da ITG 2004, que trata de conceitos, regras e formas de escrituração e elaboração das demonstrações contábeis. O maior ganho, contudo, está nas definições trazidas acerca do patrimônio líquido das cooperativas. Além disso, a nova norma contábil reformula as atuais regras representadas pela NBC T 10.8 (cooperativas em geral) e 10.21 (cooperativas operadoras de planos de assistência à saúde). COOPERATIVISMO A minuta da ITG 2004, proposta pela própria Câmara Técnica do CFC, em meados de agosto deste ano, foi levada à audiência pública durante o mês de setembro. Assim, pelo prazo de um mês, profissionais e entidades puderam se manifestar sobre os termos da minuta. Por isso, o Sistema OCB registrou seu posicionamento na audiência, defendendo a aprovação da ITG 2004, em mais uma etapa de uma atuação junto ao CFC em prol da adequada contabilização das quotas de capital social das cooperativas. Recebidas as contribuições, a Câmara Técnica voltou a se reunir nesta quarta-feira (22/11) e aprovou a minuta da ITG 2004 com poucos ajustes. O principal ponto da norma, referente à classificação contábil das quotas de capital social no patrimônio líquido da cooperativa, ficou mantido. E nesta sexta-feira (24/11), a Plenária do CFC ratificou o entendimento da Câmara Técnica pela aprovação da ITG 2004. O resultado da reunião da Plenária consolida um trabalho do Sistema OCB que se desenvolve desde novembro de 2010, quando o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, por meio da Resolução CFC nº 1055/2005, aprovou a Interpretação Técnica ICPC 14, que estabelecia, expressamente, a classificação das quotas de capital social de cooperados e instrumentos similares no passivo. Para a OCB, a interpretação dada pela ICPC 14, além de contrariar a lei (Lei nº 13.097/15, que alterou a Lei nº 5.764/71), princípios contábeis e especificidades das sociedades cooperativa, desencadearia impactos e resultados extremamente negativos na análise financeira das cooperativas. Com a aprovação da ITG 2004, o CFC pacifica, então, o entendimento de que as quotas de capital social devem ser contabilizadas no patrimônio líquido da cooperativa, pondo fim a uma longa discussão sobre o tema e à insegurança que perdurou durante as sucessivas prorrogações do início da vigência do ICPC 14, cujo entendimento passa a não ser adotado no Brasil. TRAMITAÇÃO A norma agora segue para publicação no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer até o fim da próxima semana. AVALIAÇÃO Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da ITG 2004 representa uma grande conquista para o cooperativismo brasileiro. “O convencimento do CFC da inadequação e dos prejuízos que poderiam advir da interpretação de que as quotas de capital social deveriam ser contabilizadas no passivo da cooperativa foi um trabalho “longo e árduo”, mas o resultado é uma norma que respeita as especificidades das sociedades cooperativas no Brasil, delineadas pela legislação”, avalia. Para ele, é fundamental destacar que, em apoio ao posicionamento institucional do Sistema OCB, profissionais das unidades estaduais, da área contábil, do meio acadêmico e, inclusive, de alguns Conselhos Regionais de Contabilidade também atuaram no sentido de demonstrar que as quotas de capital social devem ser contabilizadas no patrimônio líquido da cooperativa. “Hoje, celebramos uma vitória, fruto do esforço coletivo e resultado da cooperação”, conclui. Fonte: SISTEMA OCB
O Sistema OCB-AP realizou a apresentação do Projeto da I Corrida do Cooperativismo Amapaense para os representantes das Cooperativas do estado. O evento ocorrerá no dia 16 de dezembro, disponibilizando 500 vagas para os corredores.
A corrida vem com uma proposta diferenciada de promover todas vertentes do cooperativismo e apresentar para sociedade em geral os serviços prestados por cada uma. As cooperativas poderão levar seus produtos e serviços para expor no dia da corrida, que será uma grande vitrine.
"Aliamos a promoção da qualidade de vida com a realização desta corrida, mas também um espaço de confraternização entre os cooperados e promoção do trabalho de cada uma. Agradecemos muito a participação ativa de todos na apresentação do Projeto e aguardamos a presença maciça no dia da corrida para que possamos mostrar a força do Cooperativismo amapaense", destacou Gilcimar Pureza.
Inscrições
Os cooperados que quiserem se inscrever na corrida podem ir até o Sistema OCB-AP. Cada inscrição custa apenas um brinquedo novo.
A Corrida
A corrida terá 5km, com largada marcada para ás 6h da frente do Parque do Forte seguindo até o Araxá e retornando ao Parque do Forte. Todos os participantes inscritos receberão medalha.
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A superitendente do Sescoop-AP, Patrícia Sousa; e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Naiane Videira; prestigiaram em Brasília, a cerimônia do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão que ocorreu no início da semana. O prêmio é um reconhecimento nacional às cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade do cooperativismo, por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança. Promovido a cada dois anos, a iniciativa é dirigida às cooperativas singulares registradas e regulares com o Sistema OCB, participantes do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). "É uma excelente oportunidade para aprimorar a gestão, ampliar a rede de relacionamentos e aumentar a visibilidade das Cooperativas. Um momento de conhecer as boas práticas aplicadas nos outros estados e levar ainda mais conhecimento ao nosso Amapá", destacou a superintendente Patrícia Sousa.

No último domingo, 19, foi fundada a Cooperativa de Plantas Ornamentais e Projetos de Sustentabilidade-COOPERPLAN. Seu quadro social é formado por produtores de plantas ornamentais, artesãos, paisagistas e extencionistas rurais que atuam no setor. O Presidente do Sistema OCB-AP, Gilcimar Pureza participou da Assembleia Geral de constituição e disse que é um mercado promissor com várias oportunidades de mercado e que é uma Cooperativa pioneira nesta atividade. Na presidência estará Maurício Rocha; na diretoria Financeira Érika Neves, na diretoria Administrativa Janaína Souza. Já no Conselho Fiscal estará Reginaldo de Jesus, Lucivaldo Nascimento e Aderlan Pena. Como suplentes Sandro da Gama, Lierge Santos e Girlene Magave. O grupo demonstrou entusiasmo visto que estão mobilizados há pelo menos seis meses no planejamento da cooperativa.

Quando o assunto é cooperativismo, a teoria e a prática têm andado de mãos dadas pelo desenvolvimento das cooperativas brasileiras. E essa parceria – que envolve a rotina diária do setor e o estudo científico – está sendo celebrada de hoje até quarta-feira (22/11), durante a quarta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O evento é uma realização do Sistema OCB e ocorre no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), em Brasília. O tema deste ano é: “Desenvolvendo negócios inclusivos e responsáveis: cooperativas na teoria, política e prática”. Os objetivos são evidenciar o cooperativismo como um modelo de negócios diferenciado e que precisa ser estimulado local e regionalmente, e promover uma aproximação entre a área acadêmica e a realidade das cooperativas brasileiras. Pesquisadores de todas as partes do país, além de representantes de unidades estaduais do Sistema OCB, acompanham a programação
baseada em quatro eixos norteadores: identidade e educação, quadro legal, governança e gestão e capital e finanças. TEMPESTIVIDADE Durante a abertura do evento, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar a velocidade com que tudo tem evoluído nos últimos tempos. Segundo ele, as cooperativas têm se empenhado em acompanhar as mudanças, entretanto, com o apoio dos pesquisadores acadêmicos esse ritmo de adaptação legal, operacional, mercadológica e social passa a ser muito mais tempestivo. “As cooperativas precisam ser competitivas para dar resultados aos seus cooperados, por isso, é muito importante colocar em prática tudo aquilo que a academia pesquisa e desenvolve. As cooperativas subsidiam esses estudos com dados, informações, relatórios e documentos. E, como contrapartida, os pesquisadores devolvem estratégias diferenciadas, por exemplo, de como melhorar a rotina das nossas cooperativas”, argumenta Márcio Freitas. Ao final de seu discurso, o anfitrião se disse muito grato pelo trabalho dos estudiosos. “Nós estamos muito agradecidos pela contribuição que as pesquisas de vocês trazem ao nosso movimento. Saibam que o sucesso de vocês é o sucesso das nossas cooperativas”, conclui. FUTURO Para o secretário-executivo da Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), Marco Antônio Lima, o EBPC é uma grande oportunidade de pensar e planejar o futuro tanto do movimento cooperativista quanto da economia nacional. GANHA-GANHA Davi Moura, professor doutor e integrante do Comitê Científico do IV EBPC, também ressaltou a relevância da relação entre cooperativa e pesquisadores. Para ele, quando ambos os lados somam suas forças, o resultado obtido são benefícios bilaterais de fundamental importância para o desenvolvimento tanto de um lado quanto de outro. COOPERAÇÃO Por fim, Danilo Barros Nassif Junior, coordenador do Programa de Pesquisa em Engenharias do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou a celebração de um acordo de cooperação com o Sistema OCB, visando a inclusão do cooperativismo no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para ele, o cooperativismo é a solução para muitos problemas socioeconômicos no país. A previsão é de que o acordo seja assinado ainda neste ano. PROGRAMAÇÃO Logo após a abertura do evento, o analista técnico e econômico da OCB, Hugo de Castro Andrade, fez uma apresentação institucional sobre o papel de cada uma das entidades que compõem o Sistema OCB (Sescoop, OCB e CNCoop), discorrendo ainda, sobre os principais números do setor. A programação desta segunda-feira terminou com o painel Quadro Legal e Identidade Cooperativa, moderado pelo pesquisador da Escola Superior de Cooperativismo (Escoop), do Rio Grande do Sul, Márcio de Conto, e que contou, ainda, com a apresentação dos professores Gustavo Diniz, da USP, e Hagen Henry, da Universidade de Helsinki, localizada na Finlândia. Clique aqui
para acessar as fotos do evento. Fonte: Sistema OCB

Nesta sexta-feira, 19, o Presidente do Sistema OCB-AP, Dirigentes da Cooperativa COOPERFLORA, Mariolando Araújo e Sebastião Braz Castelo e o senhor Bruno Mineiro estiveram com secretário de Transportes do Estado, Jorge Amanajas, para tratar da manutenção do "Ramal do Tira Couro" até o manancial da Hidrelétrica de Santo Antônio em Laranjal do Jari para abrirem um desembarcadouro que servirá para escoamento de Castanha-do-Brasil, Camu-camu e outros produtos das comunidades tradicionais da região bem como a mobilidade de cerca de 165 famílias que habitam no território.
O Sistema OCB-AP orientou e a assessorou a condução da Assembleia Geral da Cooperativa Equinócio na noite da última quinta-feira, 16. Na ocasião houve a eleição da Diretoria, Conselho de Ética e Admissão de novos sócios.
Com processo eleitoral dinâmico e transparente segue na presidência Jorge Ribeiro, como vice-presidente Antônio Edson de Souza, Tesoureiro Laudegário Picanço, e na Diretoria Operacional Edilson de Abreu.
No Conselho de Ética Efetivo assume a presidência Ken Kennedy Leite, como secretário Marcelo dos Santos, e membro Carlos Augusto Peres. Já os suplentes são Leocildo Almeida e Manoel Cardoso.
“Somos muito gratos ao Sistema OCB-AP por todo apoio e orientação recebida. Reconhecemos que avançamos muito nos últimos anos, e isso se deve muito a aos cursos, capacitações e orientações da OCB que caminha junto com a gente. Agora, uma nova etapa se inicia, e reafirmamos nosso compromisso com toda categoria”, ressaltou o presidente da Equinócio, Jorge Ribeiro.
O presidente da OCB-AP, Gilcimar Pureza, parabenizou a Cooperativa pela condução do processo, e colocou o Sistema a disposição. “Trabalhamos juntos, esse é o grande diferencial. A união de esforços e valorização de nossos cooperados e cooperativas resultam na colheita do sucesso do trabalho de cada um. E essa é a essência do cooperativismo, estender a mão e seguir junto na caminhada”, compartilhou Gilcimar Pureza.
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A I Corrida do Cooperativismo Amapaense vai ter tudo que o corredor merece: - kit: sacola sustentável, camisa, número de peito e chip; - Medalha; - Troféus para os três primeiros lugares feminino e masculino; - Sorteios; - Programação Cultural; - Corrida cronometrada; - Três pontos de hidratação; - Kit de frutas no final da prova. Inscrições: Apenas um brinquedo (Novo) 500 vagas 16/12/2017 - 6h Percurso: Largada do Parque do Forte até o Ministério Público e retorna para o Parque do Forte. Local de Inscrições: Sistema OCB-AP (Rua Tiradentes n°102 - na frente do CREAP).
